Paul McCartney Se Emociona e Causa Emoção em Recife e Floripa!

Depoimentos de amigos que estiveram presentes ao show no Estádio do Arruda, em Recife – PE, nos dias 21 e 22 de abril de 2012 e em Florianópolis no dia 25 de abril de 2012.

“Lucinha, eu cheguei no Arruda (fui com uma prima, tia e tio) ele estava passando o som, eram mais ou menos umas 17:40, por aí, o povo demorou pra chegar ao estádio resultado, a gente só entrou às 21:00 por conta da desorganização das filas e por conta dessa passagem de som dele que acabou mais ou menos às 18:00 e atrasou a entrada do povo no estádio.

O povo estava insano (o da arquibancada, pista/gramado e geral, que é o anel superior), o da PRIME foi pífio (pra tanto fuzuê que fizeram) mas em compensação o Paul se emocionou com o delírio do resto do estádio, da primeira música até a última foi carnaval, insanidade total, eu estou rouco porque cantei da primeira música até a última, sensacional, a entrada com a bandeira de PE(ao invés da do Brasil) foi um desbumbe, kkkkkkkkk , o povo foi ao delírio, literalmente, eu nunca havia visto ele fazer isso, ele sempre entrava no bis com a bandeira do Brasil mas entrou com a bandeira de Pernambuco.

Sério, AZAR o da Globo não ter transmitido isso (já que ela ficou de “c… doce” com o show), só lamento pelo pessoal fã (você e os demais aqui) não terem visto a transmissão, mas o show é gravado pela MPL.

Em resumo, a maior concentração de fãs de verdade dele estava na pista/gramado, arquibancada e anel superior(geral) e não no PRIME, o Paul se emocionou de verdade com a “insanidade”(no bom sentido) do público, esse PRIME (eu já previa isso) preocupado com máscara disso e daquilo ficou lá mortinho e o resto do estádio o contagiou e a banda, todos da equipe dele estavam bastante emocionados.

Quando eu cheguei ele tava na passagem de som ainda tocando essa:

E depois encerrou com C Moon.

A sensação da turma que ficou no anel superior do Arruda, como eu disse, delírio total, os caras estavam cantando parecendo torcida argentina quando vai a campo:

(Por Roberto (FAB 4), da comunidade do Orkut, PAUL MCCARTNEY ★♪♪)

Link do tópico

Depoimento emocionado de Rodrigo e Sandra:
“Não sei o que dizer sobre o show de ontem. Não existem palavras suficientes. Aquilo não é só um show. Nem mesmo só um grande show. É muito, muito, muito mais que isso. É PAUL McCARTNEY AO VIVO!
Como se define isso? Hinos que são imortais e partes de nossas vidas desde sempre. Uma pessoa que é familiar de tão influente, gerações inteiras se encantam com ele até hoje… Ver pessoas de todas as idades, cantando abraçadas, chorando, lembrando de alguma coisa, um sonho realizado ao vivo!
Perto de mim, por exemplo, havia um senhor que quando tocou All My Loving, ele ligou para a esposa que estava em casa para ela ouvir, pois foi com essa música que eles se conheceram. E os olhos dele ficaram marejados de lágrimas. Isso é muito forte. Isso é real. A platéia estava encantada. E Paul também. Isso é amor de verdade. Só sei que é algo para carregar a vida toda. Realmente um show, como disse Paul McCartney em relação a nós todos, “arretado”!
Amém, Paul McCartney!”
(Por Rodrigo e Sandra, da cmm “Sir Paul no Brasil: EU FUI!”)
Depoimento de Cibele Rangel:

“É, foi bem mais que um show. Foi um encontro que tivemos com a nossa própria história. Pensar que ali estava ele, o cara cantando músicas que embalaram tantas épocas boas de nossas vidas e embalam até hoje. É para ficar em êxtase mesmo. Também achei o máximo quando ele interagiu com a arquibancada, mostrando que o público como um todo estava fazendo o show junto com ele e ele ligado em todos…

Linda, linda e fantástica a noite de ontem. Um sentimento? Saudade!”
(Por Cibele Rangel, da comunidade PAUL MCCARTNEY ★♪♪

Depoimento de Robertha Smc

“Amigas/ossssss e Beatle amigas/os!!! Estou ressuscitada, renovada, maravilhada com os DOIS MEGA SHOWS DO NOSSO ÍDOLO MAIOR Q TIVE O PRAZER E A HONRA DE PRESENCIAR PELA PRIMEIRA VEZ!!! Agradeço a Deus por ter me dado a vida saúde necessárias para ter visto o Paul ao vivo; tb agradeço à minha mãe por ter me ensinado a amar The Beatles desde meus 13 anos!!! No primeiro dia fiquei no gramado e vi q estava mt longe; já no dia seguinte fiquei na pista prime e daí o vi de pertinho. Eu gritei até ficar sem voz: “We love you!” e ele respondeu: “Thank you!” YEAH!!!!!!!! Agora o mundo pode se acabar, pois meus olhos viram o q tinham de ver e os meus ouvidos o que queriam ouvir!!! SAVE SIR PAUL McCartney!!! Estou acabada mas feliz, vou postando fotos e vídeos aos poucos! EU REALMENTE CONHECI A FELICIDADE DIAS 21 E PRINCIPALMENTE 22 DE ABRIL DE 2012!!!”

Depoimento de Mateus Schaffer, que esteve no show de Floripa, em 25 de abril de 2012:

O show de ontem em Floripa, me leva a concluir...Mateus Schaffer

_”O show de ontem em Floripa, me leva a concluir que:

1 – Paul é mesmo o cara (como se eu já não soubesse a mais de 20 anos… hahaha), extremamente profissional, simpático e bem humorado. Além disso, conta com uma banda fantástica. Fez um show de quase 3 horas de duração (como de praxe, que mostra todo o respeito que ele tem para com seu público). Via de regra, shows de ícones da música, não passam de 2 horas. Se for um “neo-teen-icon” pode chegar a menos de 1 hora e meia e, além de tudo, é contaminado por playbacks descarados e assépticos da voz do “artista”. Paul vem aqui, no auge de seus 69 anos e bota a voz pra fora (ainda que com algumas escorregadas) como sempre fez, sem baixar o tom de nada e sem recorrer a essa estratégia perniciosa e enganosa do playback. “Mas ele desafina as vezes”… PORQUE ELE É HUMANO (e não esconde isso de ninguém), e isso o torna ainda mais GENIAL. O velho está beirando os SETENTA anos e bota no bolso muito gurizão pretensioso metido a roqueiro. PAUL, obrigado por tudo!!
2- em 3 horas de show, falta tempo para todos os grandes hits dele (seja em carreira solo ou nos Beatles). São POUQUÍSSIMOS os artistas que podem escolher entre DEZENAS de músicas e montar um repertório de quase 3 horas recheado de HITS, independentemente de quais músicas venha a escolher…
3- foi impressão minha, ou o público parecia apático em diversos momentos?? Eu fui em Curitiba em 93 e em 2010 em Porto Alegre e a reação do público, especialmente nesse último, era algo fabuloso…
4- nem vou discorrer sobre o que achei da organização (no geral, funcionou a primeira parte, a chegada ao show) mas o que importa é que NEM EM MIL ANOS achei ser possível assistir a um dos meus maiores ídolos (e referência na música) na minha cidade.
5- IMPRENSA: parem com essa mania de chamar o cara de CANTOR… ele não é CANTOR ele é MÚSICO, COMPOSITOR, MULTI-INSTRUMENTISTA e VOCALISTA!! 🙂

Aí vai uma das minhas músicas preferidas dele em carreira solo (que foi, inclusive, cantada maravilhosamente por ele ontem!!”

E a nossa Cláudia Tapety ao lado de Paul, uma recompensa por tanta dedicação ao ídolo!

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Sir Walter Raleigh e a Canção “I`m So Tired”.

Na canção “I`m So tired”, faixa do Álbum Branco de 1968, uma personalidade da história do Reino Unido é citada na letra escrita por John Lennon, nestes versos:

“I’m so tired
I’m feeling so upset
Although I’m so tired
I’ll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh
He was such a stupid get.

I’M SO TIRED

Lennon-McCartney

I’m so tired, I haven’t slept a wink
I’m so tired, my mind is on the blink
I wonder should I get up and fix
Myself a drink no no no…

I’m so tired , I don’t know what to do
I’m so tired, my mind is set on you
I wonder should I call you
But I know what you’d do.

You’d say I’m putting you on
But it’s no joke, it’s doing me harm
You know I can’t sleep, I can’t stop my brain
You know it’s three weeks,
I’m going insane
You know I’d give you everything
I’ve got for a little peace of mind.

I’m so tired
I’m feeling so upset
Although I’m so tired
I’ll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh
He was such a stupid get.

You’d say I’m putting you on
But it’s no joke it’s doing me harm
You know I can’t sleep.
I can’t stop my brain
You know it’s three weeks,
I’m going insane
You know I’d give you everything
I’ve got for a little peace of mind.
I’d give you everything
I’ve got for a little peace of mind….

Fazendo uma tradução literária desta parte da letra, Lennon diz que “embora eu esteja cansado fumarei outro cigarro e amaldiçoarei Sir Walter Raleigh. Ele foi um grandessíssimo babaca.

Quem teria sido então Sir Walter Raleigh? Por que Lennon o amaldiçoou?

Sir Walter Raleigh

Alguns fatos precisam ser considerados, embora para a grande maioria dos fãs e apreciadores da obra dos Beatles, isso tenha pouca ou quase nenhuma relevância; porém, os fãs mais engajados acreditam que a pessoa em referência, na verdade pouca importância tem no cenário da canção em si, visto que acreditam que o nome “Sir Walter Raleigh” seja apenas e tão somente uma marca refinada de fumo para cachimbos e se contentam com tal lógica. Acreditam que Lennon tenha feito a referência apenas a uma marca e nada mais.

Na realidade, aí é onde reside a relevância histórica tanto da canção como a histórica referência que a canção possui. Lennon cita o nome Raleigh entre outras coisas por ter sido ele o responsável pela introdução do Tabaco no novo mundo, mais precisamente proveniente da colônia de Virgínia, no velho mundo (leia-se Inglaterra) e daí para o mundo, podendo concluir-se que dessa introdução nasceu o cigarro, onde se justificaria a colocação de Lennon.

Sir Walter Raleigh é citado na canção como sendo um “git” (babaca, idiota) também por ter sido um grande “puxa-saco” da Corte Inglesa.
São famosas as passagens que narram como Sir Walter, de forma galanteadora, atirou sua capa sobre uma poça de lama para que a Rainha Elisabeth I não sujasse os pés. Diz-se também que ele teria se utilizado de um diamante para rabiscar versos na vidraça de uma janela, no intuito de chamar a atenção da Rainha Elisabeth I.
E, quaisquer que tenham sido os motivos, Sir Walter Raleigh acabou recebendo o título de “Sir”, apesar de sua origem camponesa.

Outro fato que chama a atenção sobre Sir Raleigh, é que ele, logo após a introdução do tabaco no Velho Mundo, ganhou a gratidão dos médicos de todas as partes da Grã-Bretanha, por ter sido conhecido como uma panacéia, o remédio que cura todos os males.

Tantos obséquios renderam-lhe uma patente da Rainha dando-lhe permissão para explorar a Ilha Roamoke (atualmente o Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos) exploração que resultou em fracasso e conseqüente comprometimento de imagem perante a Coroa Britânica.

Sir Walter Raleigh chegou a vender seus direitos de patente em 1558 para uma empresa mercante, após reconhecer sua derrota.

Outros fatos que marcaram seu alpinismo social:

Tornou-se ateu em 1590 para poder ter acesso aos mesmos lugares freqüentados pelos regentes do país, o que era um grande negócio na época, pois só freqüentavam tais lugares aqueles que fossem da mesma religião dos regentes.

Seduziu uma dama de honra da Rainha, Bess Throckmorton, o que levou ambos a serem trancafiados na Torre de Londres por um curto tempo e em celas separadas.

Acomodações de Sir Raleigh na Torre de Londres

Quando libertados por força de várias cartas por ele enviadas à Rainha sempre a enaltecendo e a lisonjeando, foram obrigados a se casar.

Bess Throckmorton, a Dama de honra de Elisabeth I

Depois de casados foram morar na propriedade de Sir Raleigh, a qual, em tempos mais felizes, ele dizia ter sido “extorquida do Bispo de Salisbury através de uso inescrupuloso da influência real.
Foram expulsos desta tal propriedade pelo próprio Bispo em 1602.

Bispo de Salesburgo

Foi acusado de conspirar contra o novo Regente, James I.
Novamente foi enviado à Torre de Londres, tendo sido este um dos pontos mais baixos de sua vida, quando tentou o suicídio, mas até nisso fracassou!

James I

Fora novamente da Torre de Londres, em troca da promessa de encontrar ouro na América do sul, sem perturbar os espanhóis.
Empenhou-se numa expedição fracassada, tendo contraído febre a qual quase o levou à morte, e ainda teve seu filho assassinado pelos espanhóis.

O Filho de Sir Raleigh

Voltou à Inglaterra somente para ser guilhotinado em 29 de outubro de 1618.

Em homenagem a este personagem tão pitoresco, a cidade mais importante do chamado “Triângulo de Pesquisa da Carolina do Norte”, compreendendo Durham e Chapel Hill recebeu o nome de “Raleigh”.

Enfim, Beatles também é cultura!

Fonte: WEB

Comunidade do Orkut, “We Love the Beatles Forever”

O Herdeiro da Cervejaria Guinness e a canção “A Day in the Life”.

Na canção “A Day in the Life”, do álbum Sgt. Peppers, cuja letra segue abaixo, John Lennon descreve uma cena de um acidente automobilístico, no verso: “He blew his mind out in a car…” (ele estourou seus miolos num carro)…

Quem seria esta pessoa que estoura os miolos neste acidente? Seria uma personagem fictícia ou real?

Sim, esta pessoa era real. Seu nome era Tara Browne!

O que restou do carro…

Tara Browne era um jovem da sociedade londrina, possuía um Título de Honorável, pois era descendente de Barões e Duques. Nascido no dia 4 de março de 1945, fazia parte da nobreza britânica por pertencer à família Oranmore & Browne da Aristocracia Irlandesa.

Morreu aos 21 anos, no dia 18 de dezembro de 1966.

Era filho de Dominick Browne, o 4º Barão de Oranmore and Browne, membro da Câmara dos Lordes desde 1927, que viria a se tornar famoso por ter servido a essa Câmara por mais tempo que qualquer outro de seus pares. Dominick Browne foi desapossado durante as reformas do governo inglês em 1999. A mãe de Tara Browne chamava-se Oonagh Guinness, herdeira da fortuna Guinness e a mais jovem das “Golden Guinness Girls”. Um dos irmãos mais velhos de Tara Browne era o Honorável Garech Browne, de Luggala, Condado de Wicklow na Irlanda. Garech era um entusiasta da música tradicional irlandesa, tendo sido um dos membros fundadores dos The Chieftains em 1963, um grupo de músicos tradicionais da Irlanda, tendo tocado com inúmeros artistas, entre os quais, Van Morrison, Mick Jagger, Elvis Costello, Roger Daltrey, Nancy Griffith, Tom Jones, Sinéad O’Connor, James Galway, The Corrs, Art Garfunkel, Sting, entre muitos outros.

Em 1975 o grupo ganhou notoriedade com a música “Women of Ireland”, composta para o filme Barry Lyndon , de Stanley Kubrick.

Tara Browne integrava o movimento da contracultura que se convencionou chamar de Swinging London dos anos 60, por fazer parte da nova aristocracia britânica, que adorava misturar-se socialmente com estrelas do pop. Ele era conhecido por usar drogas apenas por diversão.

Embora tivesse apenas 21 anos no ano de sua morte, ele teria herdado a fortuna de 1.000.000,00 de libras quando completasse 25 anos. Sua Certidão de Óbito o descreveu como “um homem de meios independentes”, o equivalente a “independente financeiramente”. Browne se casou aos 18 anos com Noreen McSherry, logo após se formar na escola Eton. O casal teve dois filhos, Dorian e Julian Browne, antes da separação e seu subseqüente namoro com a modelo Suki Potier. Os dois freqüentavam locais badalados da noite londrina, tais como o Sibylla e o Bag O’Nails, tornando-se amigos dos irmãos Paul e Mike McCartney, bem como do Rolling Stone Brian Jones.

Para a festa em comemoração aos seus 21 anos, no dia 04 de março de 1966, ele contratou a banda Lovin’ Spoonful que voou dos Estados Unidos diretamente para a casa de campo de seus ancestrais em County Wicklow, Irlanda. Mick Jagger, Mike McCartney, Brian Jones e John Paul Getty estavam entre seus convidados.

No dia 18 de dezembro de 1966, Browne estava dirigindo seu Lotus Elan, um conversível fabricado pela Lotus Cars a partir de 1962, em South Kensington, centro de Londres, em alta velocidade (há relatos de que ele dirigia a 170 km/h), na companhia da modelo Suki Potier.

Não se sabe ao certo se Tara Browne estava sob o efeito de drogas ou alcoolizado. O fato é que ele ignorou ou não percebeu um semáforo e seguiu em frente em direção ao cruzamento da Redcliffe Square e Redcliffe Gardens, vindo a colidir com um caminhão estacionado, tendo morte instantânea. Potier sofreu apenas alguns ferimentos leves. Posteriormente ela veio a namorar Brian Jones, dos Rolling Stones, de 1967 a 1969, ano de sua também trágica morte.
Presumidamente, no dia seguinte ao trágico acidente, John Lennon estava compondo ao piano e vagamente lendo o jornal londrino Daily Mail, onde tomou conhecimento do acidente que vitimara Browne. Ele encaixou a estória na música que estava compondo, a qual viria a se chamar “A Day in the Life”, famosa faixa do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band .

O acidente está mencionado nestes versos:

He blew his mind out in a car,
Ele estourou seus miolos em um carro
He didn’t notice that the lights had changed,
Ele não percebeu que o semáforo tinha mudado,
A crowd of people stood and stared,
Uma multidão se formou para olhar,
They’d seen his face before,
Eles já tinham visto seu rosto antes
Nobody was really sure
Ninguém tinha certeza
If he was from the House of Lords.
Se ele pertencia à Câmara dos Lords

John Lennon chegou a afirmar: “Eu não copiei o acidente. Tara não estourou os miolos. Mas essa imagem estava em minha mente quando eu estava escrevendo aquele verso. Os detalhes do acidente na música, não percebendo que o semáforo havia mudado e uma multidão se formando na cena, eram de forma semelhante, fazendo parte da ficção”.

Fonte: Chá com a Beatlemania

A DAY IN THE LIFE
Lennon-McCartney
A day in the life – Um dia na vida

I read the news today oh, boy
Eu li uma notícia hoje, oh, rapaz
About a lucky man who made the grade
sobre um homem de sorte que estava em boa situação
And though the news was rather sad
e embora a notícia fosse um tanto triste
Well, I just had to laugh
Bem, eu tive mesmo que rir
I saw the photograph
Eu vi a fotografia
He blew his mind out in a car
Ele estourou seus miolos em um carro
He didn’t notice that the lights had changed
E ele não percebeu que o semáforo tinha mudado,
A crowd of people stood and stared
Uma multidão parou e ficou olhando
They’d seen his face before
Eles tinham visto seu rosto antes
Nobody was really sure if he was from the house of lords
Ninguém tinha muita certeza se ele era da Casa dos Lordes
I saw a film today oh, boy
Eu vi um filme hoje, oh, rapaz
The english army had just won the war
O Exército Inglês tinha acabado de ganhar a guerra
A crowd of people turned away
Uma multidão virou e foi embora
But I just had to look
Mas eu precisava ver
Having read the book
Depois de ler o livro
I love to turn you on.
Eu gosto de deixar você ligada.
Woke up, got out of bed
Acordei, pulei da cama
Dragged a comb across my head
Mal passei o pente pela minha cabeça
Found my way downstairs and drank a cup
Me encaminhei para o andar de baixo e tomei uma xícara
And looking up, Inoticed I was late
e olhando para cima, percebi que estava atrasado
Found my coat and grabbed my hat
Encontrei meu paletó e agarrei meu chapéu
Made the bus in seconds flat
Estava no ônibus em exatos segundos
Found my way upstairs and had a smoke
Me encaminhei para o andar de cima e acendi um cigarro,
Somebody spoke and I went into a dream
Alguém falou e eu viajei num sonho
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
I read the news today oh, boy
Eu li as notícias hoje, oh, rapaz
Four thousand holes in blackburn, lancashire
Quatro mil buracos em Blackburn, Lancashire
And though the holes were rather small
E apesar dos buracos serem bem pequenos
They had to count them all
Eles tiveram que contar todos
Now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall
Agora eles sabem quantos buracos são necessaries para encher o Albert Hall
I’d love to turn you on
Eu gostaria de deixar você ligada…

Panorama pós 10 de abril de 1970!

No dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciava ao mundo a separação oficial dos Beatles através de um comunicado, como pudemos recordar aqui neste post:  O fatídico dia 10 de abril de 1970 na história dos Beatles!

Hoje gostaria de falar sobre os dias que se seguiram a este anúncio “fatal” para os fãs dos Beatles…

Comenta-se muito sobre o que levou o grupo a se separar, comenta-se muito quem foi o culpado/a, mas como eles se comportaram após a separação?

_ Pouco importava como os anos 70 estavam se mostrando! Os Beatles tinham que conviver com aquela fama toda e John Lennon usava e abusava dela, ao mesmo tempo em que queria e não queria tê-la por perto.
Até 1970 ele acumulou mais riqueza material com seus audaciosos devaneios do que qualquer um de nós poderia imaginar e, mesmo assim, não se sentia realizado interiormente, apesar da experiência do grito primal, sob os cuidados do Dr. Janov!

_ O primeiro casamento de George Harrison fracassou e ele procurou preencher o vazio trazido pela separação dos Beatles, tocando cítara e meditando; Ringo Starr só queria ser famoso e se transformou em um alcoólatra; também seu primeiro casamento com Maureen Cox terminou, depois que George Harrison teve um relacionamento com ela.

_ Paul McCartney se apoiou na vida familiar com Linda Eastman e fumava maconha regularmente, para pelo menos manter alguma tradição dos anos 60, apropriando-se de um estilo musical “back to the basics”, a fim de se manter musicalmente ajustado!
Infelizmente os Wings não fizeram tanto sucesso assim. Mas McCartney parecia administrar melhor a fama do que os outros três, em parte porque soube investir a enorme fortuna adquirindo propriedades.
Paul, a esposa Linda e os filhos pequenos refugiavam-se às vezes nestas propriedades e procuravam manter alguma normalidade. McCartney conseguiu evitar exatamente aquilo que significava a condenação para muitos astros do Rock daquele tempo: refugiar-se do mundo e viver das recordações do passado!

_ Com John Lennon a questão era essencialmente conflitante. Ele contemplava a fama do mesmo modo que contemplava as mulheres e os Beatles: com uma mistura de desprezo e amor. Não passou desapercebido que tudo o que Lennon conquistou era em função de sua fama como Beatle, do mesmo modo que ele sabia que era emocionalmente dependente das mulheres e, principalmente, de Yoko Ono, mesmo que às vezes tivesse um comportamento rude, de astro pop machão, em relação às mulheres.

Tudo de ruim que Lennon disse dos Beatles na entrevista a Jann Wenner para a Revista Rolling Stones, em 1971, depois ganhou bastante destaque: era o depoimento de alguém que bate e agride quando se sente ofendido e confinado.
Desde os anos 60, John sentia-se limitado por sua publicidade como Beatle.
Ninguém foi poupado por ele nesta entrevista, nem Brian Epstein, nem Paul, nem os fãs, nem os anos 60, tudo e todos eram execráveis e Lennon não queria saber de mais nada, nem de ninguém!

(Leia sobre a entrevista aqui)

Em outra entrevista que o casal Ono Lennon concedeu a Tariq Ale, da Revista Red Mole, foi possível perceber um depoimento mais moderado!

Tariq Ale: Você foi mais bem sucedido do que a maioria das pessoas poderia esperar em seus mais audaciosos desejos.

John Lennon: Meu Deus, isso foi a maior das repressões! Quero dizer: nós tínhamos que nos deixar humilhar por toda a sorte de pessoas medíocres, pelo show-biz e pelos prefeitos e sabe Deus por quem mais. Eles eram tão condescendentes e burros! Todos tentaram se aproveitar de nós. Para mim sempre foi muito desconcertante, porque nunca consegui ficar de bico calado, eu sempre tive que me embebedar ou me drogar para suportar a pressão. Era um verdadeiro inferno…

Yoko Ono: Dessa forma, John nunca conseguiu ter verdadeiras experiências de vida…

John Lennon: Foi simplesmente terrível! Quero dizer, não levando em consideração o entusiasmo inicial sobre o sucesso – o nervosismo quando o primeiro disco foi para o primeiro lugar das paradas, a primeira turnê pelos Estados Unidos da América; no início nós ainda tínhamos um objetivo, queríamos ser tão famosos quanto Elvis – foi emocionante o movimento em direção ao objetivo, mas quando o alcançamos, veio a grande decepção. De repente eu tinha que me esforçar a todo o momento para agradar pessoas que desde criança já achava insuportáveis. Isso me trouxe de volta à realidade. Aí ficou claro para mim que nós somos oprimidos e eu gostaria de fazer alguma coisa contra isso, mesmo que no momento eu não saiba exatamente em que pé as coisas estão.
Bem, talvez John estivesse tão sexualmente quanto emocionalmente entediado quando Yoko apareceu de forma repentina e inesperada em sua vida. Se observarmos o espaço de tempo entre 1966 e 1970, fica evidente que muitos fatores diferentes tiveram influência na separação dos Beatles. Yoko teve alguma participação nisso, mas não poderia ser considerada a única responsável!
É inegável que o sucesso de Yoko como artista cresceu e ela passou a ser internacionalmente reconhecida quando escolheu John para amante e terceiro marido.
Sem esta ligação com o astro, ela teria voltado bem mais cedo para Nova York. Quando Yoko e John se conheceram, ela já possuía uma personalidade ambiciosa e amadurecida, apesar de não se poder afirmar o mesmo a respeito de John!
Diferente de qualquer outra mulher que se encontrasse em situação semelhante, Yoko mostrou-se bem pouco impressionada quando se tornou amante de Lennon. Para grande indignação dos fãs dos Beatles, em público ela se apresentava sempre com um semblante sério, indecifrável. A jornalista londrina Maureen Cleve expressou-se assim:

“Lennon dizia que era porque ela era japonesa, mas eu acho que era porque ela nunca sorria”.

O escritor Britânico Ian Mac Donald disse:

“Como Yoko era mentalmente superior a Lennon, ela o influenciava bem mais, e como ele era artisticamente superior a ela, esta influência passava para a música e daí diretamente para o público”.

Ian Mac Donald é mais duro ainda quando diz:

“De todos os fantasmas mentais com os quais Yoko sobrecarregava Lennon naquele tempo, o pior era a sua convicção de que a arte só girava em torno do artista e de nada mais. Ela não apenas afirmava Lennon em seu egocentrismo, como também torpedeava o seu universalismo. E na luta entre estes dois extremos, percebemos as contradições emocionais com as quais ele se torturou durante toda a vida. Lennon foi impelido da heroína para a terapia do grito primal, para o Maoismo e finalmente para o álcool, este último exercendo domínio sobre ele nos próximos três anos”.

“Violência gera violência, esta é uma lei universal. Ok… alguns dirão que cada situação é diferente e há situações que exigem violência, mas isso é um acordo e eu afirmo que a paz não é feita com base em acordos… O stablishment gosta de encenar jogos de guerra. Querem convencê-los de que a violência é a única solução. Mencionem apenas uma revolução conduzida com violência, que tenha trazido paz e liberdade, então eu direi OK, vocês têm razão! Há dois milhões de anos existe violência no mundo, porque, para variar, não podemos tentar a paz?” (John Lennon)

O Encontro dos Jordans com os Beatles em 1967

Versão oficial do encontro dos Jordans com os Beatles, narrado pelo próprio Foguinho (Waldemar Botelho Jr.), o baterista do conjunto.

“Era 05 de novembro de 1967,estávamos em LONDRES de passagem,comprando alguns instrumentos numa loja no centro da cidade,tocávamos eu(FOGUINHO) bateria,o TONI contrabaixo e o lojista um teclado,juntou muita gente em volta para ouvir “bossa nova”e tinha um rapaz ao meu lado prestando muita atenção no rítmo,quando paramos êle se identificou como baterista de uma orquestra seu nome PEPE,um espanhol radicado em LONDRES a uns 15 anos e ficamos trocando idéias sobre o samba que êle insistia em tocar errado,para não esticar o papo falei que estava bom e êle ficou sorrindo.Como eram quase 17,00 horas e sem almoçar,perguntei se conhecia algum lugar para se comer massas,êle disse que na rua de traz um amigo dêle tinha uma lanchonete e para lá fomos.Lugar pequeno,nos acomodamos nas mesas da frente e nos fundos tinham dois casais tomando chá,pedimos macarronadas e enquanto aguardávamos o IRUPÊ foi ao banheiro e ao retornar disse”aqueles caras sâo parecidos com os BEATLES”e ninguém deu bola mas quando saíram e passaram na nossa frente pararam para olhar nossas camisetas da escuderia pepe legal e ficamos olhando pra cara dêles,quando saíram é que caíu a ficha,eram PAUL e RINGO,então perguntamos ao amigo do PEPE se êles vinham sempre ali e diante da afirmativa disse que estavam trabalhando em frente num estúdio no filme yellow submarine ao saírmos vimos o PAUL entrar num carro e se mandar,dava pra ver na janela o LENNON,subimos as escadas e batemos a porta,um senhor atendeu e logo atraz dêle veio o JOHNN,o PEPE nos apresentou e o NENO mostrou uns lp’s nossos que tinhamos comprado na ESPANHA e disse que estávamos indo tocar na ITÁLIA,o LENNON pensou que era um presente,agradeçeu e guardou os lp’s,entramos e encontramos o RINGO que logo foi especulando sôbre “bossa nova”pois o SERGIO MENDES tinha lançado um lp com músicas dêles em samba e êle achou legal,o TONI filmou tudo com uma super8 o IRUPÊ e o PEPE bateram as fotos(essa aí ao lado foi a única que saíu).Nesse encontro estivemos eu FOGUINHO,TONI IRUPÊ e NENO,um abraço a todos.”

Tópico original postado na comunidade do Orkut, We Love the Beatles Forever

Seguem algumas poucas fotos registrando o encontro

Irupê falou aos jornais sobre o encontro:

Aladim também fala do encontro com os Beatles e mostra algumas imagens do encontro, no programa “Boa Noite Brasil”, em 2006

Algumas fotos históricas dos Jordans

Primeira formação dos Jordans

The Jordans

The Jordans em 1966

Tocando o Tema de Lara em 1966 – TV Record

1966 – Teatro Record – Canal 7

Foguinho – Boate Saloon – 1963

1966 – Revista Contigo

1967 – Revista Melodias

Ano de 1967

Foguinho e seu Dauphine 1963 – 1964

1964 – Foguinho, Irupê, Ziquito, Aladim, Tony e Sival

Prêmio Roquete Pinto

Recebendo o Prêmio Roquete Pinto em 1966 – TV Record

Acompanhando Roberto Carlos em 1966

Nos EUA em 1964 – com Ziquito

The Jordans e Jair Rodrigues – 1962

Show do Dia 7 (TV Record) – 1966 – Acompanhando Roberto Carlos

Visitando o Rio de Janeiro em 1962

Durante o último programa “Jovem Guarda”

As fotos são do arquivo pessoal de Waldemar Botelho Jr., o Foguinho.

Imagens do Encontro

Curiosidade sobre a canção “She’s Leaving Home”

No dia 7 de dezembro de 1963, os Beatles participaram como jurados do “Juke Box Jury”, um programa de discos realizado pela BBC TV.

Num dos quadros, 4 garotas imitavam e dublavam a cantora Brenda Lee.
Paul ficou encarregado de escolher a melhor e optou pela número 4.

O vídeo do programa em que Paul escolhe a garota que seria a musa inspiradora de She’s leaving home é este aqui:

Três anos depois, Paul McCartney leu um artigo no Jornal londrino “Daily Mirror” sobre uma menina de 17 anos que havia fugido de casa e como ele sempre tivera um bom relacionamento com seus pais, a estória o tocou.

Paul McCartney leu este artigo sobre uma menina de 17 anos que fugiu de casa, e como ele sempre tivera um bom relacionamento com seus pais, a história o tocou. À procura de sociedades alternativas, jovens deixando o lar e abandonando uma educação formal eram relativamente comuns a partir de 1967. Da frase “I can’t imagine why she should run away, she has everything here.” proferida pelo pai da menina no artigo, Paul escreveu “we gave her everything money could buy”. A menina se chamava Melanie Coe. A maior distinção entre sua historia pessoal e a da canção, é que ela na verdade fugiu para se encontrar com um rapaz que trabalhava como croupier num Cassino. No mais, Paul acertou bastante quanto à distância na comunicação entre as gerações de pais e filhos. Ela foi encontrada e raptada de volta para a casa de seus pais até completar 18 anos e se casar, agora para poder fugir de vez…

A canção tem a distinção histórica de ser a única gravada pelos Beatles, contendo uma orquestração arranjada por outra pessoa que não fosse George Martin. Quando Paul McCartney, autor da canção, procurou Martin, este estava ocupado terminando a produção de outro artista. Martin pediu que Paul aguardasse alguns dias antes dele poder assumir o arranjo, mas na pressa Paul não pensou duas vezes em contratar outro arranjador, Mike Leander, para fazê-lo. George Martin, apesar de ofendido, não deixou de continuar a trabalhar e colaborar, regendo a orquestra para a gravação.”

A grande coincidência é que a garota fujona, Melanie Coe, é a mesma que havia vencido aquele concurso, três anos antes!

A canção

“She´s Leaving Home é mais um exemplo de Paul trabalhando em casa e saindo com outra bela balada que conta sua própria história. (como em Getting Better, Paul diz que a música lhe chegou pela primeira vez enquanto andava com Martha, sua cachorra, no Primrose Hill). John acrescentou algumas frases ao refrão – contra o sustenido de Paul… “She is leaving…”, cantava as belas frases de contraponto: “We gave her most of our lives” (Nós lhe demos a maior parte de nossas vidas.) Mas não deveria haver nenhum outro Beatle nela. Paul queria que o fundo fosse apenas de cordas. Naquela época, Paul já desenvolvera muito o gosto pelas orquestras e pelas coisas clássicas, razão provável para ele mesmo não ter querido tocar um instrumento nessa faixa. She´s Leaving home não é realmente uma canção dos Beatles, falando em sentido estrito. É puro McCartney, do começo ao fim, com uma pequena ajuda do amigo John. E além das duas vozes, tudo o que ouvimos é uma harpa e um noneto de cordas (quatro violinos, duas violas, dois celos e um contrabaixo.”
Fonte: Many Years From Now

O fatídico dia 10 de abril de 1970 na história dos Beatles!

Há exatos 42 anos, no dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciava ao mundo a separação oficial dos Beatles através de um comunicado. Pouco tempo depois, John Lennon confirmava que “o sonho havia terminado”. Na realidade, o grupo já tinha deixado de tocar juntos havia alguns meses, quando terminou a gravação do álbum “Abbey Road”. Os quatro estavam se dedicando a projetos pessoais, mas ninguém se atrevia a anunciar ao mundo a separação. A princípio a gente pensou que o sonho havia acabado mesmo, por que não poderíamos jamais imaginar o que estava por vir, e aqueles sete anos de intensa produção, que foram de 1963 a 1970, ficariam “para sempre”!

Eu vivi a “coisa toda”, e me recordo que foi como se alguém muito próximo da gente tivesse partido! Fez-se silêncio nas rodinhas de amigos, quebrado por monossilábicos sons e frases interrogativas!
A tristeza tomou conta de todos, pois ninguém sabia que em um futuro muito próximo, aqueles rapazes que haviam conquistado o mundo e os corações das jovens dos anos 60, iriam ser muito referenciados, tanto quanto Mozart, Liszt, Schuber e Beethoven o são, pois eles foram os pioneiros numa época em que a ordem era mudar para acompanhar o tempo.
John, Paul, George e Ringo transformaram o ‘iê-iê-iê’ em cultura e colocaram o Rock em um patamar de respeito. Quantos de nós devemos a eles o estímulo para a escolha da profissão, uma conquista, um namoro, o casamento, a escolha dos nomes dos filhos. Quantas vezes namoramos ao som de “If I Fell” e nos acabamos num “salão de baile” gritando “Helter Skelter”! Tudo isso devemos a esses rapazes que nasceram em Liverpool…Depois que saiu nos jornais e as TVs anunciaram que Paul tinha saído dos Beatles, fãs correram para a porta da Apple Corps querendo saber o que houve.

Segue um vídeo onde um grupo de fãs são entrevistados após Paul deixar oficialmente os Beatles. Pode-se ver o desespero que foi na época o tal anúncio… Os únicos que foram vistos saindo do prédio da Apple naquele dia foram Mal Evans junto com Ringo Starr, mas entraram no carro e nada falaram. No mesmo dia George Harrison daria uma entrevista, mas também nada falou sobre a atitude de Paul.

Na entrevista concedida por John Lennon a Jann Wenner, editor da “Rolling Stone”, em dezembro de 1970, ele fala sobre o fim dos Beatles e comenta sobre os álbuns recentes de George Harrison (“All Things Must Pass”) e de Paul McCartney (“McCartney I”).
Lennon deixa extravasar toda a sua amargura com relação a McCartney.

Segue um vídeo com parte da entrevista, legendado em Português:

Pois bem, passado o susto e a angústia de ver nossos ídolos se separando, veio a certeza de nunca mais poder ouvir aquelas canções que embalaram nossas vidas e nossos sonhos. Como viver sabendo que aqueles lançamentos tão esperados dos discos não mais aconteceriam? Ficar imaginando o que viria depois de Abbey Road, aquele álbum sensacional, o que mais teríamos se eles não tivessem rompido? A resposta para esta pergunta deixou de existir definitivamente em 1980. Restou o consolo de pensar que na verdade a banda parou no momento certo e ficou imortalizada justamente por ter parado no alto da montanha.

Numa entrevista em 1975, John Lennon diz que o retorno dos Beatles não era impossível, e que havia sim, a possibilidade de uma reunião dos quatro, conforme podemos ouvir com suas próprias palavras, aqui neste video:

George Harrison comenta em sua entrevista ao Fantástico, em 1979 quando esteve no Brasil, que os Beatles se tornaram uma limitação para os quatro integrantes, já que era evidente que eles estavam muito amadurecidos musicalmente e precisavam cada um de mais espaço para mostrar suas canções. Acho que tudo nas nossas vidas acontece no momento certo, então os Beatles chegaram ao fim porque tinha que ser assim, para que cada integrante pudesse ter liberdade de mostrar o melhor de si em carreira solo!
Enfim, me resta o consolo de saber que fui muito privilegiada por ter crescido junto com a genialidade dos Fab Four, e isso me dá um grande prazer, principalmente por que posso até hoje ainda continuar vivendo a Beatlemania.

Documentário sobre a Separação da Banda, contendo depoimentos, fotos, músicas:

E os Beatles oficializam a separação…

Um pouco do que foi a trajetória dos FAB FOUR, os Quatro Fabulosos rapazes de Liverpool, The Beatles!

A mediados de los años 60, Los Beatles viajaron desde Liverpool para asentarse en Londres. Allí, con Inglaterra a sus pies, los cuatro jóvenes empezaron a codearse con el ambiente del rock, el arte y la realeza.

Em meados dos anos 60, os Beatles deixaram Liverpool para se estabelecerem em Londres. Ali, com a Inglaterra a seus pés, os quatro jovens começaram a familiarizar-se com o ambiente do Rock, da arte e da realeza.

Un hermoso recorrido por algunas de aquellas grandes y recordadas canciones que nacieron en el corazón y en las calles de Liverpool.

Um lindo passeio por algumas das grandes canções que nasceram no coração e nas ruas de Liverpool.

Sin dudas que Abbey Road no es una calle más para los Beatles. Es quizás, junto con Liverpool, el lugar más representivo e importante para ellos. Una calle que fue un nombre de un disco y de un estudio.

Sem dúvida que Abbey Road não é apenas uma rua para os Beatles. Talvez seja, junto com Liverpool, o lugar mais representativo e importante para eles. Uma rua que foi um nome de um disco e de um estúdio.

And in the end, the love you take, is equal to the love, you make…