A Polêmica sobre a origem do nome do conjunto “The Jet Black`s”.

De pé, da esquerda para a direita: Jose Paulo Matrângulo, Baixo-Eletrico e vocal, Jose Provetti, guitarra solo e vocal, Jurandy Trindade, Baterista e Relcções Públicas, sentado está Serginho "Canhoto" (Sergio Vigilato), guitarra-base e vocal.

De pé, da esquerda para a direita: Jose Paulo Matrângulo, Baixo-Eletrico e vocal, Jose Provetti, guitarra solo e vocal, Jurandy Trindade, Baterista e Relcções Públicas, sentado está Serginho “Canhoto” (Sergio Vigilato), guitarra-base e vocal.

Sabe-se que o nome do conjunto de Rock dos anos 60, “The Jet Black´s”, originou-se do cantor Jet Black, que depois trocou seu nome para Little Black, como já falamos aqui neste post.

O cantor Jet Black chegou a participar do programa da Jovem Guarda, era um mulato elétrico (faleceu em 1982) que cantava rock´n´roll e pulava muito quando cantava e tornou-se uma grande atração nos programas ao vivo comandados por Antonio Aguillar.

Eduardo Reis, autor do livro “The Jet Black`s”, tem uma gravação de uma entrevista feita com Jurandi Trindade Abreu da Silva onde ele, perguntado sobre o assunto, contou uma outra versão sobre como The Vampires se tornaram The Jet Black’s; dizem que ele, Jurandy, juntamente com o amigo José Paulo Matrângulo fundaram este importante grupo de Rock, porém não é o que conta Joe Primo em seu livro “O protagonista oculto dos anos 60”, que foi o legítimo fundador do conjunto!

Esta entrevista para a Rádio Cavaco 100,9 de Campinas, foi dada ao radialista Vlademir Ferreira, e nela Jurandi afirma que não teve nada a ver com o cantor e sim com uma musica dos Shadows chamada Jet Black.

Ao ouvir esta gravação, Serginho Canhoto, que pertenceu ao conjunto The Jet Black’s de 1964 a 1966, escreveu:

  • Sérgio Vigilato: ouvi a gravação desta entrevista do Jura! Primeiramente, as fotos que acompanham a narração, ESTÃO COMPLETAMENTE FORA DA EPOCA! dando uma sequencia errônea dos fatos.Se a sequencia pedia uma esposa (do Jura) porque não colocaram a QUERIDA, E ÚNICA “BETH? Em 2002, o Jura já era considerado “ALCOÓLATRA” estive com ele e o Sussa (Sossego) em Campinas e estava 100% incoerente! É triste mesmo! Também estive com o Gato em 1981 (100% alcoólatra) morando no bairro do Ipiranga, sendo ajudado por um dono de boteco que dava um quartinho pra ele ir fazendo jogo de bicho! Quando o encontrei (finalmente) abracei ele e falamos em Inglês por vários minutos (essa foi a ultima vez que o vi); disse a ele que se dependesse de mim (como também disse ao Jura e Ze Paulo), eu voltaria ao Brasil, mas infelizmente, eles se foram… Agora, porque não publicar a verdade? Todos eles têm o direito de serem reconhecidos com o lado bom (e infelizmente o lado triste de suas vidas). Essa entrevista não tem VALOR NENHUM para mim, porque ele não estava em condições mentais de fazer tais comentários! It really “piss me off” to hear such “Krap!” Serginho “Canhoto” thejetblackusa@yahoo.com

A música dos Shadows mencionada, intitulada Jet Black:

Perguntei a Joe Primo se realmente esta gravação dos Shadows intitulada Jet Black tinha alguma coisa a ver com a escolha do nome do conjunto, no que ele me respondeu assim:

Primo Moreschi: Amiga Lucinha Zanetti, Casualmente o Gato começou improvisar em uma das noites lá na Boate Lancaster, e em dado momento, ele parou de tocar e deu um grito (dada a euforia do whisky) JET BLACK! instintivamente eu repeti JET BLACK, em seguida o Zé Paulo também gritou, e logo em seguida o Jurandy também gritou; não deu outra. Dai pra frente, adotamos essa musica espontaneamente, porque tinha tudo a ver com a gente, por causa de seu nome ser o mesmo de nossa banda. Vai dai, passado algum tempo, já na minha ausência, o Jurandy viu por bem inventar que o nome Jet Black´s, foi criado por ele em razão da existência dessa música.

Este e outros comentários feitos pelo Joe Primo poderão ser vistos aqui.

Há também uma outra gravação em que Jurandi, em entrevista para a Rádio Jovem Pan, também fala sobre isso, contando que, com a vinda do Gato para “The Vampires”, em 1961, este sugere a mudança do nome e após vários palpites, o José Paulo sugere The Jet Black, (gravação dos The Drifters, que depois mudaram o nome para The Shadows, e que está no LP de Cliff Richard, Rock Turbulento.

Jurandi diz que não gostou do nome, mas concordou em prol do grupo, e sugere que eles coloquem uma apóstrofe e um “S” no final, ficando The Jet Black’s.

Estas gravações existem, porém há controvérsias entre os membros do conjunto, como me informou em conversa um dos primeiros membros do grupo, Sérgio Vigilato, que confirma ter sido o nome originado do cantor Jet Black. Serginho Canhoto me contou que Joe Primo, que era o líder da banda, falou com o cantor se ele não se importaria em ceder o nome para o conjunto e mudar o seu para Little Black. O cantor concordou e assim foi feito!

Portanto, Carlos Alberto Lopes, o Sossego, Joe Primo e Sérgio Roberto Vigilato confirmam esta versão sobre a origem do nome, contrariando a versão oferecida em entrevista pelo baterista Jurandi.

Como mencionado acima, há um livro lançado por Joe Primo confirmando esta versão da história.

Sobre quem foi o fundador do conjunto, Eduardo Reis explica que na realidade existia uma oficina de estofados de carro no largo do Pari e o dono dela, conhecido como Johnny Clark, deixava o grupo tocar em sua oficina.

O grupo não existia formalmente e todo mundo tocava nele. Não havia exatamente um líder, mas foi Jurandi quem tomou a frente durante o processo de profissionalização do conjunto “The Vampires”.

Teatro Record, Consolação, no principio da Jovem Guarda(1965)

Teatro Record, Consolação, no principio da Jovem Guarda(1965)

Conta Eduardo Reis em seu livro que Joe Primo era um dos que frequentavam a oficina e nesta época a formação era: Carlão (baixo), Joe Primo (Guitarra Base), Jurandi (bateria) e Arnaldo (Guitarra Solo). Nesta época, José Paulo revezava com Joe Primo.

Na Rádio América conheceram o Gato e aí as coisas começaram realmente a entrar para o âmbito profissional. Foram tocar com Miguel Vaccaro Neto na boate Skindô (Jurandi, Joe Primo, Gato e José Paulo) e depois entrou para o conjunto, o Nestico.
Jurandi continuou como líder e em 1962 Joe Primo se afasta do grupo. Foi quando entrou o Eloy, o Gordon e por fim o Orestes no lugar do Joe Primo.

Enquanto Joe Primo esteve na banda, ele foi sempre o líder. Ele já era famoso quando foi para o grupo e Antonio Aguillar gostava muito dele. Joe Primo vendeu uma ideia para o Aguillar de fazer um show ao vivo, garantindo a ele que daria certo, pois ele tinha uma banda, e ao ser perguntado sobre o nome dela, Joe Primo improvisou dizendo “The Vampires” (lembrando os The Ventures)… Assim ficou o nome do grupo no início.
Quando Joe Primo ficou doente e precisou ser internado em um sanatório em Campos do Jordão é que Jurandi assumiu a liderança. Quando ele voltou do sanatório, voltou à Chantecler para saber sobre a sua situação e já não tinha mais nada, nem seus direitos autorais, e até sua guitarra havia sumido!

Sérgio Vigilato, conhecido como Sérgio Canhoto, entrou para o conjunto no Inicio de 1964, quando o guitarrista de base Orestes resolveu abandonar a carreira musical, sendo substituído por ele. Saiu em fins de 1966, e quem entrou em seu lugar foi o Alemão.
Nesta época o Sérgio canhoto tocava nas boates da baixada Santista com o conjunto “Os Corsos”, um grupo criado por ele depois dos “Corsários”. Os Corsários foi o seu primeiro conjunto e no meio do ano 1964, entrou para os Jet Black’s, e quando saiu, no fim de 1966, ele criou “OS Corsos” com os integrantes dos “Wandecos” (grupo que acompanhava a cantora Wanderléa).

"Os Corsos" (novembro 1966) após sair dos Jet Blacks, Sérgio formou Os Corsos com "Os Wandecos" que eram os músicos da Wanderléa. Serginho"Canhoto" de pé, Líder, guitarra solo e relações publicas, Ronny, guitarra-base e vocal, Luiz Marcelo , Guitarra(segunda) e vocal, Jose Adolfo Stern(Ze) Bateria e vocal e o Carlos Geraldo, baixo-Eletrico e vocal.

“Os Corsos” (novembro 1966) após sair dos Jet Blacks, Sérgio formou Os Corsos com “Os Wandecos” que eram os músicos da Wanderléa.
Serginho”Canhoto” de pé, Líder, guitarra solo e relações publicas, Ronny, guitarra-base e vocal, Luiz Marcelo , Guitarra(segunda) e vocal, Jose Adolfo Stern(Ze) Bateria e vocal e o Carlos Geraldo, baixo-Eletrico e vocal.

Sérgio “Canhoto” é parte da segunda formação oficial dos The Jet Black´s, ou seja, a formação com ele ficou assim: Jurandi, Zé Paulo, Sérgio e Gato.

“Bobby De Carlos…meu velho amigo que substituiu o Gato no fim de 1964 quando eu estava tocando no The Jet Black’s…Grande personalidade, musico(Jazzista), aprendi com ele como usar a unha do dedo indicador como palheta, e poder arpejar ao mesmo tempo! Coisas que jamais esquecerei…logicamente, o Orestes que ficou nos Jets até eu me entrosar foi outra grande influencia no meu aprendizado profissional. Sou fan dos dois, de “Carterinha'” (Sérgio Vigilato).

"1964 -The Jet Blacks tocando em Tres Lagoas MT,Serginho "Canhoto" com a minha "Home-Made" jazzmaster,Bobbi Di Carlo,(no lugar do Gato) sua segunda passagem pelos The Jet Blacks,Jurandi (na Batera) e Ze Paulo no baixo." (Sérgio Vigilato)

“1964 -The Jet Blacks tocando em Tres Lagoas MT,Serginho “Canhoto” com a minha “Home-Made” jazzmaster,Bobbi Di Carlo,(no lugar do Gato) sua segunda passagem pelos The Jet Blacks,Jurandi (na Batera) e Ze Paulo no baixo.” (Sérgio Vigilato)

Portanto, Sérgio está presente em todos os discos lançados pelo The Jet Black’s no período de final de 1964 até 1966, e na minha concepção, ao ler o livro de Primo Moreschi, o verdadeiro e legítimo fundador do conjunto The Vampires que depois se tornou The Jet Black’s, foi Joe Primo, nome artístico de Primo Moreschi.

Joe Primo

Joe Primo

Neste áudio podemos ouvir The Jet Black`s tocando Suzie Q no Programa Jovem Guarda ao vivo, ainda com a presença de Serginho Canhoto:

Um dos fatos que marcou a presença deste grande musico foi que as capas dos LPs dos The Jet Black´s anteriores ao disco TOP TOP TOP (agosto 1965) não tinham fotos do grupo em sua parte frontal. Isto se dava pelo fato de ser muito difícil marcar uma sessão de fotos com todos os integrantes reunidos. O grupo tinha uma vida muito agitada e o Gato não era nenhum exemplo de pontualidade.

O Sérgio Canhoto foi o grande “herói” desta almejada foto. Levou o Gato para dormir na casa da sua avó que morava na Rua do Grito, no Ipiranga, e assim pode, pessoalmente, acordar o Gato e levá-lo para a famosa fotografia. Uma vez, conversando com o Sérgio Canhoto nos Estados Unidos (onde ele mora atualmente, ele comentou que “Só Deus sabe quanto passei para conseguir esse momento!”. A foto foi tirada no Teatro Record, na Rua da Consolação, No. 2036.
Deny, da dupla Deny e Dino, conta que a formação original do conjunto “The Jet Black’s” que gravou a canção “Coruja”, grande sucesso da dupla, em 07 de fevereiro de 1966 no Studio do Scatena, na rua Paula Souza, antigo prédio do Jornal A Gazeta, era Gato / Jurandi / Zé Paulo e Alemão (Robert) na guitarra base (ainda não era o Canhoto).

Eis aqui a foto, do acervo de Sérgio Canhoto:

Foto: Acervo de Sérgio Vigilato

Foto: Acervo de Sérgio Vigilato

Uma curiosidade:

Diziam na época que The Jet Black’s estava estourando em popularidade na Itália. O empresário do grupo então propõe a ida do grupo para a Europa, eles providenciam os passaportes e se preparam para ir. Foi então que surgiu a duvida: seria mesmo verdade esta informação? E se embarcassem pra lá e as coisas não fossem bem assim? Resolvem então mandar o Gato, que falava bem o italiano, para a Europa e se tudo estivesse bem, iriam todos.
O Gato embarcou, ficou em casa de amigos e constatou que a informação não era verdadeira; após este pequeno período de “férias”, Gato retorna ao Brasil e após seu retorno, alguns desentendimentos entre ele, Jurandi e José Paulo fizeram com que ele saísse do grupo.
Após deixar o The Jet Black’s, Gato foi tocar contrabaixo no quarteto de Renato Mendes, no Johan Sebastian Bar, localizado no centro de São Paulo, até que Roberto Carlos decidiu levá-lo para tocar com ele no RC7. Sua primeira apresentação com o “Rei” foi em 20 de outubro de 1966.

Outro grande musico que foi tocar no RC7, após longa estada nos The Jet Black´s, foi Nestico, que tocava sax alto e foi um musico muito competente.

Segue a entrevista de Jurandi, citada no início desta matéria, gravada em sua residência no dia 15 de setembro de 2002:

Ao ouvir esta entrevista do Jurandi concedida ao radialista Vlademir Ferreira em 2003…
http://www76.zippyshare.com/v/88900828/file.html

… Bobby de Carlo escreveu:

Bobby de Carlo sobre a entrevista do Jurandi

Fonte: Conversa com Sérgio Canhoto via Skype, direto da Califórnia, em 03-01-2014;

Livro “O Protagonista Oculto dos Anos 60”, de Primo Moreschi;

Livro “The Jet Black`s, de Edu Reis – 3a. Edição 2011, que atualmente já está em sua 4a. Edição, lançada em 17-06-2013, com 580 páginas de História!

Tópico no grupo do Facebook, Eterna Jovem Guarda.

OBSERVAÇÃO: Esta postagem foi revista e atualizada em 04 de fevereiro de 2014 e em 18 de maio de 2014.

16 respostas em “A Polêmica sobre a origem do nome do conjunto “The Jet Black`s”.

  1. A oficina de estofamentos de carros próxima ao largo do Pari (na rua Hannemann) era de Johnny Clarck e não Johnny Vincent, e foi nos ensaios da rádio nacional na rua das Palmeiras que descobrimos o Gato, o qual na época, era divulgador de discos. Falo isso com toda CERTEZA porque a oficina de estofados era minha (Johnny Clark) e do meu pai.

      • Lucinha,com todo o meu carinho…esta revisao nao esta correta! “eu ja disse a voce e ao Edu (varias vezes) que a cronologia esta incorrecta!) o Alemao so entrou nos Jets,no fim de 1966(porque eu havia treinado ele para ficar no meu lugar!!!)E para o EDU escrever recentemente( que conheceu os Jets em 1966,e citar que o Alemao estava tocando no Salon, e”INCORRETO” COMO UM PESQUiSADOR AMADOR, ELE DEVERIA CITAR A HORA,SEMANA E MES DE 1966.!Sinceramente,nao sei o que fazer! (mas continuo seu fan)bjs

  2. Serginho, eu sei o que fazer, e vamos juntos acertar isso.
    Quando você puder, vamos ao Skype, a gente vai ler juntos e aí sim, refazer o texto.

    Eu não fiz ainda a revisão, desde o dia em que conversamos; apenas adicionei a informação de hoje, pra não perdê-la de vista. rsrs

    Sua fã,

    Lucinha 😉

    • O motivo é simples, José A. Neiva, simplesmente por que não sabia disso.
      Se você puder me contar aqui sobre este fato, te agradeço muito!

      Além disso, depois que o Serginho Canhoto saiu, o Gato também saiu mais tarde e foi trabalhar com o Roberto Carlos, e até depois da morte do Jurandy, muitos músicos diferentes passaram pelos Jet Black’s…

      Meus registros neste Blog vão somente até o final da Jovem Guarda, 1968.

  3. Lucinha tudo o que falei a você sobre THE VAMPIRES E THE JET BLACKS, É A EXPRESSÃO DA VERDADE, POIS VIVENCIEI INICIO, MEIO E FIM DA BANDA. THE JET BLACKS. O RESTO É INVENÇÃO PARA GANHAR CREDIBILIDADE E PROMOÇÃO EM COISAS INESISTENTES. ACREDITEM QUEM QUISER. QUEM PARTICIPOU E VIVE AINDA NESTE MUNDO SABE A VERDADE DOS FATOS. E QUEM ESTA COM A VERDADE NÃO MORRE PAGÃO….CERTO?

  4. Amiga Lucinha Zanetti.Não sei de que cabeça surgiu essa informação colocando o Arnaldo como guitarra solo, se se ele, mal havia nessa época começado, comigo, a aprender as primeiras posições básicas para ser guitarra base. Nssa época eu morava com na casa do Carlão, e o Arnaldo era sobrinho do Carlão portanto!!! Outra desvio de rota, dizer que conhecemos o gato na Radio América; sendo que a única vez que o conjunto (Banda) esteve lá foi ( Joe Primo, Gato, Zé Paulo,Jurandi e Nestíco, “The Jet Black´s”) em razão de ter sido convidado por Miguel Vacaro Neto, para assistirmos e nos inteirarmos, como se dançava a nova coqueluche de nome Twist, iniciando entrar no Brasil.Para tanto o M.V.N. trouxe dois casais americanos, exclusivamente para esse fim, Os dançarinos que sempre nos acompanhava em shows e apresentações na Boate Lancaster, de nomes Bebêto, Chupeta e Denize; aprenderam a lição para posteriormente aplicarmos em nossas noitadas na Boate já citada.Tenho que concordar com o Serginho Canhoto (Sergio Vigilato), quanto as inúmeras falhas de percurso que foram postas, e o que é pior: “Editadas publicamente”, passando uma informação descompromissada com a verdadeira história, a qual não será fácil ser corrigida ao pé da letra.De minha parte só tenho a dizer que escrevi meu livro de memórias intitulado “O Protagonista Oculto dos Anos 60” para a bem da verdade, e, servir como um documento verdadeiro, comparado a uma carteira de identidade. Em sintese: esse meu livro de memórias, é a verdadeira folha corrida de minha vida.
    Receba Lucinha Zanetti todo meu carinho e respeito, e novamente minhas desculpas por estar fazendo essa verdadeira lavagem de roupas sujas, em sua página tão bem cuidada.

    • Fique à vontade para quaisquer considerações que você queira fazer aqui, Joe Primo.
      Você tem o meu respeito e admiração. Estou lendo o seu livro, uma linguagem envolvente e simples, que nos permite enfim visualizar os fatos que aconteciam naqueles longínquos anos 60, e que tanto nos causa admiração até hoje.

      Um abraço da sua nova amiga.😉

  5. É uma polêmica sem fim a questão do nome Jet Blacks. Estão inventando hjistória, todo mundo querendo ser o padrasto da criança. Na verdade Th Vampaire foi lançado no programa Ritmos para a Juventude pela falta de um grupo de rock que acompanhasse os cantores da juventude. Tempos depois, o josé Proveti”Gato” se interessou entrar para o grupo e pediu ao Aguillar para utilizar o nome Jet Black que era do cantor colored. Foi o comunicador do programa Ritmos para a Juventude que tratou da mudança de nome e criou o Little Black para o cantor. O resto é o resto e chega de prosa.

  6. Que coisa não? a esclerose faz a gente dizer varias inverdades ao mesmo tempo! Tempos atras, ele havia dito que o Gato condicionou sua entrada no grupo The Vampires, se ele (como coisa que ele fosse o dono dos The Vampires) Antonio Aguilar, mudasse o nome da banda (conjunto na época, anos 60) para “The Jet Black´s”. Muito bem. Queria saber como ele justificará, a presença do “Gato -Jose Provetti”, Tocando guitarra base ao lado do Bobby De Carlo,(solista) em uma foto, inclusive publicada por ele, “Antonio Aguilar”, quando de uma apresentação dos The Vampires, em um dos programas iniciais do “Ritmos Para A Juventude”, diretamente do palco auditório da Radio Nacional de São Paulo, sita á Rua Sebastião Pereira.Como pode uma pessoa condicionar a entrada dele em uma banda, se o mesmo já faz parte dela?…Digo Isso, porque só o fato do Bobby De Carlo, estar empunhando uma guitarra solo no programa R.P.J., comprova ser a banda The Vampires, e, portanto, não teria propósito,o Gato condicionar sua entrada numa banda (se a mesma mudasse o nome); uma vez que ele já fazia parte da mesma, (quando ainda se chamava “The Vampires) conforme foto publicada.E digo mais, The Jet Black´s teve e tem pai com muito orgulho, padrasto é você que devia honrar sua idade e parar de dizer-se ser pai de cantores, que não o contradizem por educação e respeito, a você, e porque não dizer interesse; porque diz bem o ditado “falem bem ou mal de mim,contanto que falem de mim! Divergindo do meu caso que não preciso ser subordinado a nada que parte de você. Mas admitir ser você o criador do nome de minha banda “The Jet Black´s”? também já é demais.Fique com o que realmente você criou, e parabéns. Esqueça esse seu sonho de ter sido o criador do nome The Jet Black´s. Provas em contrário já foram exibidas a exaustão no blogue de “Lucinha Zanetti”, bem como no “Portal Da Jovem Guarda”. Sinto ter que me desculpar outra vês com a Lucinha Zanetti, por mais essa roupa suja lavada em uma página, que só deveria existir noticias agradáveis, pertinentes aos tempos áureos do então iniciante Rock N `Roll e Twist aqui no Brasil. Receba meus respeitos Lucinha Zanetti. Quanto ao resto?hora o resto é resto rsrsrs. Em tempo; não se admirem se daqui a pouco, ele não sair dizendo, que essas palavras que costumo dizer em fins de poste? seja criação dele rsrsrs. Abraço de Joe Primo – Primo Moreschi – The Jet Black´s – Os Megatons, uuffaa fuuiii. Feliz Ano Novo á todos os amigos e inimigos,. Que as bençãos de Deus recaia sobre todos os lares hoje,e SEMPRE.

  7. Eu fico muito triste com esta história de égo. Eu conheci o Jurandi numa época muito linda quando ele menino ainda estava estudando comigo na Escola Santana onde hoje funciona a Unisantana e onde a sua mãe dona Alice Trindade era secretária e muitas vezes eu assisti na Boate Lancaster as perfomances do The Jet Black’s.
    Eram ótimos com o que faziam e eu era um fã.
    Estou muito triste com a morte do Jurandi desta forma trágica e dizer que fomos vizinhos aqui na Vila Gustavo um bairro da região norte. Seguimos nossas vidas e agora fiquei triste muito triste. Saudades

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