John Lennon e o Number Nine (9)

Este é um texto escrito por Dave Masko e publicado em 15-09-2011, que diz respeito ao livro de Cynthia Powell e o número 9 na vida de Lennon, numa tradução para o português feita por mim.

O psíquico de John Lennon previu sua morte, e o número “9” foi de grande significado para o Beatle.

Apresentado por Dave Masko em 15 de setembro de 2011.

John Lennon e sua primeira esposa Cynthia Powell em 1959

John Lennon e sua primeira esposa Cynthia Powell em 1959

“Pelos últimos 14 anos John conviveu com o medo de que seria morto a tiros,” escreve a primeira esposa de John Lennon, Cynthia, em seu livro “John”, e acrescenta: “Em 1966 ele teria recebido uma carta de uma vidente, alertando que ele seria baleado enquanto estivesse nos Estados Unidos.”
Fãs de John Lennon logo irão celebrar o aniversário de seu nascimento em Outubro, e também o triste aniversário de sua passagem em dezembro. Lennon nasceu em 9 de outubro de 1940 e completaria 71 anos neste verão se não fosse o seu assassinato há 31 anos atrás, em 8 de dezembro de 1980. Com o recente relançamento do livro “John” – um livro de 2005 escrito pela primeira esposa Cynthia – e como estão chegando as datas dos aniversários de Lennon, isso desencadeou novo interesse na cidade natal dos Beatles, Liverpool, Inglaterra, onde fãs “estão tentando decifrar o significado do “número 9″ que Cynthia revela em seu livro.”

Fazendo Tributo a John Lennon nos aniversários de seu nascimento e morte.

“Planejamos não assinalar a sua morte, mas celebrar a sua vida”, explicou Rod Davis, que tocava banjo nos Quarrymen, e conhecia John desde que eles tinham 5 anos de idade, no domingo, de volta à escola na cidade natal de Lennon, Liverpool, onde os eventos marcando o 30 º aniversário de sua morte em 2010 continuaram em 2011. “Falar muito de sua morte lança uma sombra. Há mais do que uma certa tristeza, então estaremos tentando focar na celebração do John que nós conhecemos”.

Além disso nos últimos 30 anos da morte de John Lennon, Liverpool celebra o mês de setembro como sendo quando o “Quarrymen” voltou a se juntar pela primeira vez em setembro de 1956. E também, há um museu local e exposições dos Beatles na cidade de nascimento de John, Liverpool, que também aponta o “número 9” como “prova de ser muito estranho para John”.

Também, como em 2010, as vendas do álbum solo de Lennon nos Estados Unidos “excederam 14 milhões de unidades”, conforme a Billboard, enquanto também notificava que o Beatle “é responsável por 25 singles número um de acordo com a tabela dos 100 mais nos Estados Unidos. E mais, uma enquete realizada pela BBC News a desde 2002 elegeu Lennon como “uma das 100 personalidades Britânicas, ele ficando em oitavo lugar. Também a Rolling Stone classificou Lennon em quinto lugar na lista de “maiores cantores de todos os tempos”. Lennon foi postumamente eleito para o Hall da Fama em 1987, categoria compositores, e também para o Hall da Fama, categoria Rock and Roll, em 1994.

Lennon também foi um “artista” treinado em Liverpool que não somente produziu música, mas também desenhos e pinturas. Muitos dos desenhos originais de Lennon renderam milhares de dólares mesmo tendo seus ex-professores observado sua falta de talento.

Lennon casa-se com Cynthia, e exagera com o uso de LSD.

Na abertura de seu livro “John” a seguinte frase está caracterizada: “Quando ela tinha 18 anos de idade, uma garota chamada Cynthia Powell encontrou um garoto chamado John Lennon e eles se apaixonaram.” Por sua vez, o prefácio do livro escrito por seu filho Julian Lennon afirma que “se tiver que haver uma imagem balanceada da vida de Papai, então o lado da minha Mãe na história é uma extensa conta vencida.”
John Lennon casou-se com Cynthia – que estava grávida – em 23 de agosto de 1962. Lennon é citado por dizer: “Há somente uma solução pra isso Cyn. Vamos ter que nos casar.” No livro “John”, Cynthia atribui o começo do fim de seu casamento ao uso regular de LSD por Lennon.

“Quando John estava “viajando” eu sentia como se estivesse vivendo com um estranho”, escreve Cynthia Lennon em seu livro “John”. “Ele ficava distante, tão ausente que não poderia falar com coerência. Eu odiava aquilo, e odiava o fato de que o LSD estava empurrando ele pra longe de mim. Eu não iria participar nisso com ele então ele encontrou outros que o fariam. Depois de algumas semanas de sua primeira viagem, John já estava tomando LSD diariamente.

Cynthia Lennon também escreve que quando John Lennon encontrou Yoko Ono, e depois divorciou-se dela, nenhum dos outros Beatles e nem mesmo as Beatle esposas a contataram, “exceto Paul McCartney”.

O Número 9 tornou-se um número sinistro para John Lennon.

Em seu livro “John”, Cynthia Lennon relata como o número 9 começou a aparecer na vida de John Lennon, embora salientando que era mais do que estranho para ela e John, e até mesmo assustador.

“John foi baleado em Nova York às 22h50 do dia 8 de dezembro. A diferença de fusos horários significa que eram 05h50 da manhã de 9 de dezembro na Grã Bretanha,” escreve Cynthia Lennon. “Na confusão de pensamentos que zumbiam pela minha cabeça, dois eram recorrentes. O primeiro era que nove sempre foi um número significativo para John. Ele nasceu em 9 de outubro como também nasceu nesta data seu segundo filho, Sean. Sua mãe morou num número 9; quando nós nos conhecemos minha casa tinha o número 18 – os dois dígitos somados dão 9 – e o endereço do hospital onde Julian nasceu era número 126 – novamente, cada dígito somados dão 9”.

Além disso, Cynthia Lennon escreve em seu livro “John” que Brian Epstein ouviu pela primeira vez os Beatles tocando em um dia 9, eles firmaram seu primeiro contrato de gravação no nono dia e John encontrou Yoko também em um nono dia”.

A morte de John Lennon observada por videntes e lembrada pela primeira esposa Cynthia.

Os avisos “dos videntes” foram muito piores” do que o que Cynthia Lennon revela no final do seu livro “John”.

“Recebemos terríveis premonições de quedas de avião e outros acontecimentos horrendos” que Cynthia Lennon disse estarem relacionados a um influxo de alertas de videntes que começaram em 1965 e continuaram até dezembro de 1980 quando ele foi baleado e morto.

Após muitos relatos de que “John seria baleado enquanto estivesse nos Estados Unidos”, Cynthia Lennon vai mais longe ao afirmar que “quando ele saiu em turnê ele estava assustado e abatido”.

“Era pouco antes das onze, naquela terrível noite de 9 de dezembro (na Inglaterra) quando um suposto fã, Mark Chapman, que havia pedido um autógrafo a John mais cedo naquele dia e havia trocado algumas palavras amigáveis com ele, o baleou por 4 vezes”, Cynthia Lennon escreve em seu livro “John”.
Por sua vez, ela escreve que “John foi atingido duas vezes nas costas e duas vezes no ombro. Uma quinta bala foi perdida. Yoko estava a poucos passos atrás dele e deve ter sido horrível pra ela testemunhar. John cambaleou uns seis passos fora do Dakota antes de cair. Como Yoko gritou pedindo uma ambulância, o porteiro, que conhecia bem John, cobriu-o com sua jaqueta, e depois apertou um botão que o conectou diretamente com a policia. Eles chegaram dentro de poucos minutos, decidiram que não havia tempo para esperar a ambulância, carregaram John para seu carro e correram com ele para o hospital. John morreu de perda intensa de sangue logo após eles chegarem no Hospital.”

Texto Original (em Inglês)

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