Há 48 anos, os jornais noticiavam a suposta “morte” de Paul McCartney.

A morte de Paul

Tão maior quanto o sucesso e legado construído pelos Beatles, conjunto formado por quatro rapazes de Liverpool, na Inglaterra, que deixou uma marca eterna na cultura mundial, é a lenda urbana envolvendo um de seus idealizadores que persiste até hoje. E integra outros tantos mistério do universo emblemático do conjunto.
Quando os jornais passaram a anunciar um acidente ocorrido com Paul McCartney, fãs entraram na onda e levantaram mais versões de que havia uma farsa nessa história.
Em 9 de novembro, em 1966, um dos principais líderes do grupo teria morrido em um trágico acidente. Naquele dia, chovia muito, Paul McCartney dirigia um Aston Martin em alta velocidade, quando acabou se acidentando com outro carro ao passar direto pelo sinal fechado. Com a força da colisão, o rosto de Paul ficou irreconhecível (outras versões sustentam que o cantor foi decapitado), impossibilitando o reconhecimento do corpo.
Na década de 60 os Beatles estavam no auge do sucesso e, segundo justifica a lenda, não poderiam deixar que a fatalidade acabasse com a carreira promissora.
Para tanto, os integrantes conversaram sobre o que poderia ser feito daí em diante. Concluíram, então, por encontrar um sósia de Paul que estivesse à altura de substituir o falecido músico, dizem até que um concurso foi realizado para encontrar o clone perfeito.
O escolhido teria sido Willian Campbell (há registros também no nome de Billy Shears), rapaz com imensa semelhança com Paul, que até fez cirurgias plásticas para ficar idêntico ao original. A história impressionante trouxe uma dúvida permanente para milhares de fãs da banda que passaram a encontrar indícios e “pistas” da versão de morte no trabalho dos Beatles, como em capas de discos, canções, e o que mais a criatividade dos conspiradores puder suspeitar.
Em homenagem ao dia da suposta morte de Paul McCartney, o Famosidades relembra outras lendas urbanas que permeiam até hoje no universo pop, intrigando os fãs e fazendo a diversão dos conspiradores, que não cansam de polemizar.

Elvis não morreu

É impressionante a quantidade de versões e histórias que sustentam farsas na morte de grandes ídolos. Além de Paul McCartney, a morte de Elvis Presley é mais um clássico que integra a galeria das lendas urbanas do mundo pop.
Saturado com o peso que a fama e o título de “Rei do Rock” traziam, Elvis Aron Presley resolveu dar um “chá de sumiço” e planejou sua morte, para viver em paz longe dos holofotes. No dia 16 de agosto de 1977, o cantor foi considerado morto pelo boletim médico por arritmia cardíaca. Com tantos motivos para se desligar de seu mundo, principalmente porque passava uma fase nada glamorosa – Elvis enfrentava sérios problemas com as drogas, obesidade, e decadência na carreira – muitos acreditam, até hoje, que toda história foi forjada, e o cantor teria fugido para algum canto a procura de sossego.
Inúmeros são os relatos de testemunhas que alegam ter visto o “Rei” pouco antes do anúncio de sua morte. São tantos os lugares que o músico já foi “visto” que fica difícil encontrar unanimidade nas histórias sobre o real paradeiro. A versão que mais se encontra é a de que ele estaria na Argentina – onde possuiu uma residência – aproveitando seu conquistado anonimato.
Há boatos que vão mais longe ainda, dizendo que Elvis era vítima frequente de ameaças por um grupo mafioso. Como a versão tem pouca sustentação, não é muito considerada pelos conspiradores que adoram procurar indícios de farsa.
Até hoje, fãs se reúnem em vários lugares do mundo para discutir a mais famosa das lendas urbanas. São eles os responsáveis por alimentar ainda mais os boatos de “não morte”, chegando a possuir diversas páginas de internet e até jornais com informações alegando toda a farsa do falecimento do “Rei”.
Inconformidade dos milhares de fãs e uma das maiores tramas forjadas da história, ninguém sabe ao certo. O fato é que o mistério sempre persistirá, e o slogan “Elvis não morreu!” se tornou tão célebre quanto seu próprio ícone, e chega a ser uma história inseparável quando o assunto é Elvis Presley.

E onde está o corpo de Jim Morrison?

Assim como Elvis Presley, Jim Morrison também teria planejado sua própria morte para fugir do assédio dos fãs e da imprensa. Líder do conjunto de rock The Doors, Morrison foi encontrado morto pela namorada em sua banheira no dia 3 de julho de 1971, em Paris na França. As condições misteriosas em que acidente teria ocorrido levantaram suspeitas de uma simulação de óbito, já que nenhuma autópsia foi realizada no corpo do cantor, e o cadáver, de fato, nunca foi visto.
Jim tinha apenas 27 anos quando sofreu uma overdose fatal. Curiosamente – ou não – a mesma idade em que morreram outros astros do rock como Jimi Hendrix e Janis Joplin, ambos também por overdose de drogas. O fato levantou outras questões, que sustentam a hipótese de que o próprio governo norte-americano teria assassinado o cantor, que volta e meia provocava as autoridades em seus concertos.
Recentemente, o tecladista do The Doors Ray Manzarek colocou mais palha na fogueira ao anunciar que Jim foi encontrado vivo no dia da “morte”, e que hoje estaria vivendo em paz em um arquipélago africano chamado Seychelles.
“Um ano antes do acidente na banheira, ele me mostrou um folheto sobre Seychelles e disse: ‘não seria o lugar perfeito para fugir se todo mundo acreditasse na sua morte?'”, instigou o tecladista em uma entrevista para o jornal “Daily Mail”.

Farsa na morte de Michael Jackson

Nem Michael Jackson escapou da lista. Vítima de sua grandeza, os fãs não se conformaram com a repentina morte do “Rei do Pop” em 25 de junho deste ano.
Aos 50 anos, Michael demonstrava muita disposição para encarar a turnê de 50 shows programados para realizar em Londres no final do ano. Dias antes da grande estreia, o cantor sofreu uma parada cardíaca e foi levado às pressas para o hospital em coma, apresentando um estado de saúde muito grave.
A imprensa acompanhou todo o desenrolar da história que acabou trágica. Jackson morreu horas depois de ser internado, causando enorme comoção mundial. Todos choraram com a perda de um dos maiores ídolos da música de todos os tempos.
Não demorou muito, e as lendas urbanas passaram a surgir com base nos mistérios do dia de sua morte – até hoje não bem esclarecidas – e nas polêmicas envolvendo prescrição de remédios ilegais, brigas e desentendimentos na família Jackson, e a novela no enterro do corpo.

Fonte: Comunidade Chá com a Beatlemania

Reportagem da Folha de São Paulo de 20/10/2000

THE BEATLES

Diversas mensagens subliminares foram encontradas nas músicas e capas de discos dos  Beatles. O fato mais impressinante são as mensagens subliminares onde John Lennon revela a morte de Paul Macartney. O incentivo subliminar ao consumo de drogas, ocultismo, violência e necrofilia é encontrado no trabalho da banda mais famosa do planeta. Seguidores de Aliester Crowley (satanista conhecido como “A Besta”), os “garotos de Liverpol” não tinham nada de ingênuos e estavam envolvidos com ideologias extremamente suspeitas para artistas que supostamente defendiam a “paz e o amor”.

Subliminar nas Músicas dos Beatles

“Lucy in the Sky with Diamonds”– A aparentemente estranha : “Lucy in the Sky with Diamonds” (tradução: Lucy no céu com diamantes), na verdade, tinha nas iniciais do próprio título a mensagem subliminar “LSD”. O objetivo era difundir a marca  “L.S.D.”, droga lisérgica muito usada nos anos sessenta, um similar do ácido.
* “Sem Lenço Sem Documento” de Caetano Veloso rebate os Beatles usando a subliminar : Sem L S D .

“Revolution 9”- A música “Revolution 9” (tradução: revolução 9), do ‘Álbum Branco’, entre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos e metralhadoras, ouve-se: “number nine” que, ao contrário (‘backward masking’) fala: “Turn me on DEAD man” (tradução: Excite-me homem morto). É decepcionante saber que os Beatles incentivavam aberrações, como a necrofilia, de uma forma tão covarde e estúpida.

“Hey Jude” – A música “Hey Jude” (tradução:’Hey viciado’) fala: ‘…Lembre-se de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se melhor’. A mensagem subliminar é simples e cruel: deixar entrar as “agulhas das seringas com drogas injetáveis” debaixo da pele e sentir-se melhor.

A Morte de Paul Mcartney
Paul Mcartney morreu em 1966 em um acidente de carro. Os “Beatles” eram fundamentais para a nazificação do mundo, graças a eles todos os jovens usavam o mesmo corte de cabelo, a mesma roupa, e tinham as mesmas idéias… Eram os novos mitos da cultura POP dos anos sessenta e funcionavam perfeitamente para os fins aos quais foram destinados. O acidente de Paul foi ocultado pela gravadora Capitol que convocou um sósia, o também inglês Willian Campbell. John Lennon não aceitou a farsa e por isso espalhou mensagens subliminares com a afirmação de que Paul Mcartney estaria morto. Se a lenda “Paul is Dead” foi implantada para esclarecer a verdade ou é mais um mórbido ato de marketing  dos “garotos ingleses” ainda não sabemos mas, diante de tanta farsa na história do século 20, não seria de se espantar se o verdadeiro Paul Mcartney estivesse realmente morto.

Na capa do “Abbey Road” – 1969:  O Funeral – Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro.  O Carro na Rua – Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente. O Carro de Polícia – Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência,  como um acidente de trânsito.

O cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia? Pés descalços – Paul é o único Beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados.

A Chapa do Carro – A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a  abreviação de “Linda McCartney Weeps” (Linda McCartney Chora) ou “Linda McCartney Widow” (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria “28 years IF alive”, o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27 mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.

Os Furos na Parede – Observe os furos na parede antes da palavra “Beatles”. Agora ligando os furos, notamos que forma-se a frase “3 Beatles”.

Na capa do “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” – 1967 – Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas.

Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul   O Contra-baixo de Canhoto – O contra-baixo colocado nesta capa, composto de flores amarelas é na verdade um instrumento próprio para canhotos.

Capa Sgt Pepper

O Local do Enterro – Observe que no final da palavra “Beatles” está a letra “o” (composta por flores vermelhas), formando assim a frase “Be at Leso” (Está em Leso), nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.

Se colocarmos um espelho no meio da palavra “HEARTS“, que está escrita no bumbo, aparece “HE DIE”, ficando a frase “LONELY HE DIE”, o mesmo que “Solitário, ele morre”.

A foto de Aliester Crowley (guru satanista – conhecido como “A Besta”) inserida na capa de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”.

Declarações de Paulo Coelho em “As Valkirias” (pág.127) sobre esta capa: “…E as pessoas sempre respeitam mais aquele que diz coisas que ninguém entende. Do resto – Hare Krishna, Meninos de Deus, Igreja de Satã, Maharishi -, do resto todo mundo participava. A Besta – a Besta só para os eleitos! “A lei do forte”, dizia um texto dela. A Besta estava na capa do Sargent Pepper’s, um dos mais conhecidos discos dos Beatles – e quase ninguém sabia. Talvez nem os Beatles soubessem o que estavam fazendo quando colocaram aquela fotografia lá.”

No álbum “Magical Mystery Tour” – 1967 – No final da música “Strawberry Fields Forever” se ouve ao fundo John Lennon dizer “I buried Paul” (eu enterrei Paul).

Outro fato estranho, você observa na foto do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.

NOTÍCIAS

“A verdade sobre a morte de Paul teria vazado nos Estados Unidos e divulgada por um DJ de uma rádio de Detroit. A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, transformou-se em livros, especiais de TV, sites e agora  no filme “Paul is Dead”. O filme revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Segundo esse boato, Paul teria sido decapitado em um desastre de carro na Inglaterra e para evitar o choque que a notícia causaria nos fãs, um sósia foi colocado em seu lugar, e assim a banda deu seqüência à sua dominação  mundial. John Lennon, que nunca engoliu a farsa, passou a espalhar pistas subliminares da morte do parceiro pelas famosas  capas dos álbuns da banda. “(Folha de S.Paulo-20/out/2000).

“Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas antes e depois de 66, por Paul.”

Lúcio Ribeiro (reportagem local) da Folha de S.Paulo (20/10/00).

2 respostas em “Há 48 anos, os jornais noticiavam a suposta “morte” de Paul McCartney.

  1. Cariacica – E.S., segunda-feira, 10/11/2014, 21h em ponto. Uma grande apresentação do Paul. No ar, ondas sonoras que tenho certeza muitos gostariam de pegar e levar para casa. Famílias inteiras, dos avós aos netos, que através dos olhares e sorrisos, carimbavam com um “sim” tudo que estava acontecendo. Sorte a minha, que pertenço a uma geração onde até agora pode acompanhar e curtir um ídolo através dos tempos. O tempo passa.. e lá vamos nós assistir um show do Paul.
    Tenho muita sorte mesmo!

  2. Pingback: “Grande Juri Especial” é constituído para julgar a suposta morte do Beatle Paul! | WE LOVE THE BEATLES FOREVER

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