“Memórias de um Baterista Canhoto”, livro a ser lançado por Romir Pereira de Andrade em março!

Romir Pereira de Andrade foi o baterista da banda The Angels/The Youngsters, que acompanhou inclusive a Roberto Carlos na gravação de seu álbum mais famoso, o LP “Jovem Guarda”, como já falamos aqui.😉

Romir baterista The Angels-The Youngsters nos anos 60 - gravação do LP da Celia Vilela -estudio da RCA para MUSIDISC.

Atualmente Romir está trabalhando na revisão do “boneco” de seu livro “Memórias do Baterista Canhoto” com a historia do The Angels/The Youngsters e a formação da Jovem Guarda, com o “making of” das gravações principais e uma crônica da vida boêmia dos músicos da época.
O livro deve ser lançado em março próximo, e ele faz aqui uma prévia, avisando que não é escritor, mas, um velho musico que relata o que ocorreu nos anos 60 entre os músicos da época…

50 ANOS DA JOVEM GUARDA – ELA AINDA NÃO CHEGOU À 3ª. IDADE, MAS VIVEU O BASTANTE PARA TER UMA HISTÓRIA.

A “J.G.” foi “cria” do Rock dos anos 50 e suas mutações, desde as vertentes musicais vindas dos afluentes nacionais e estrangeiros do “Rio da Música”, até os sambas em seus diversos formatos, musicas regionais brasileiras, músicas latinas, norte-americanas de estilos múltiplos, afro-latinas, francesas, inglesas, italianas, portuguesas, etc.

Muitos dos músicos que formataram a Jovem Guarda tiveram sua formação musical em bailes dançantes multirrítmicos e de estilos variados dos anos 60. Os bailes funcionaram como uma peça importantíssima da vivência prática musical, traduzindo “ao vivo” o que se lia ou ouvia dizer, assim como a residência médica fornece aos médicos a experiência prática diária em face de cada desafio não anunciado – não constante dos textos acadêmicos.
A multi cultura musical resultou em uma nova forma de expressão derivada dos diversos impulsos sonoros amalgamados em frases musicais que, junto com a verve poética embutida nas letras, cativaram a juventude da época.
Um ponto digno de nota é o de que foi formatada com instrumentos musicais precários e equipamentos de gravação super limitados.
Traduzo essa evolução e uma crônica da vida boêmia da época, no meu livro “MEMÓRIAS DO BATERISTA CANHOTO” – HISTÓRIA DA BANDA THE ANGELS/THE YOUNGSTERS que acompanhou o “REI” ROBERTO CARLOS nas 40 musicas que marcaram a “JG”, e outros astros da música da época, e que deverá ser lançado em março próximo.

Por Romir, o “baterista canhoto”.

Uma resposta em ““Memórias de um Baterista Canhoto”, livro a ser lançado por Romir Pereira de Andrade em março!

  1. FOMOS COLEGAS NA CBS E UM DOS IRMÃOS “BAKER” FOI PRODUTOR NOSSO ( OS JOVENS) E DOS THE BRAZILIANS BITLES Era o q tocava saxofone foi perguntar ao VITOR TRUCCO o primeiro nome.( acho que Carlos) Parabens colega canhoto pelo livro .

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