Historiadores dizem que a visita dos Beatles a Bangor em 1967 foi um ponto de partida para mudanças.

Há cinquenta anos atrás os Beatles chegaram a Bangor, no Norte do País de Gales, para participarem de uma Conferência de 10 dias sobre Meditação Transcendental liderada pelo Maharishi Mahesh Yogi, mas sua visita causou uma agitação não apenas entre os fãs, como também na mídia.

Foi lá que descobriram que seu empresário havia morrido, um fato que alguns dizem que marcou o começo do fim para o grupo.

Era 25 de agosto de 1967 e acabavam de lançar seu oitavo álbum de estúdio, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Eles estavam em um ponto alto da carreira e decidiram visitar Bangor, porém não para tocarem em um Show.

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse que a visita da banda ao norte de Gales foi incomum desde o início.
George Harrison, o guitarrista dos Beatles, conheceu Maharishi Yogi, um guru da Meditação Transcendental – uma forma de meditação silenciosa – que os convidou para a sua conferência na cidade de Gwynedd.

“George Harrison ficou muito interessado no que o Maharishi estava ensinando e levou John e Paul a uma sessão em Londres, seguida imediatamente no retiro em Bangor, no local onde funcionava o Normal College, e agora parte da Universidade de Bangor,” disse o Prof Collins.
“Eles simplesmente pularam em um trem e estavam aqui algumas horas depois de decidirem fazer isso.”

“A imprensa certamente estava muito atenta ao que estava acontecendo. Havia um grande interesse pelo fato de que os Beatles pareciam ter descoberto o misticismo oriental e havia suspeitas sobre o fato em torno da imprensa na época.
“Aquilo realmente levou todos a Bangor para segui-los, além de criar um grande interesse na localidade”.

John Lennon pouco antes da partida do trem da Estação de Euston para Bangor.
GETTY IMAGES

Não foi apenas a imprensa que veio – os fãs também se reuniram.
Os Beatles ficaram no Normal College, agora o Centro de Gerenciamento da universidade.
Len Jones era um dos jardineiros da época e disse que eles causaram bastante reviravolta.
“Eu vim aqui às oito da manhã para começar a trabalhar e havia centenas de pessoas aqui. Eles estavam cantando e estavam meditando”, disse ele anteriormente.
“Os Beatles vieram então, e ninguém conseguia se mover com aquelas centenas de pessoas, especialmente as meninas. E todos estavam gritando ‘Beeeeatles, onde estão vocêsssss’?
“Toda a Universidade, todos pararam de trabalhar por um dia ou dois. Era o paraíso e realmente colocava Bangor no mapa”.
Mas The Beatles não estaria em Bangor por muito tempo. Eles chegaram na sexta-feira – e no domingo, o telefone público tocou no corredor dos salões da universidade onde ficavam.
Eventualmente, alguém respondeu o telefone e Paul McCartney recebeu a notícia de que seu Empresário Brian Epstein havia sido encontrado morto.

Ao tomarem conhecimento sobre a morte de Brian Epstein, The Beatles decidiram voltar para Londres.
Imagem: GETTY IMAGES

O jornalista Freelance Derek Bellis foi convocado para Bangor para entrevistar os Beatles sobre a notícia.
“Foi uma ocasião estranha, suponho que surreal seja a palavra que resume”, lembrou o senhor deputado Bellis.

“John foi quem mais falou nas entrevistas e ele disse que o Maharishi havia dito que eles deveriam lembrar as coisas felizes e as coisas construtivas.
“Parecia como se o Maharishi fizesse algumas observações bastante neutras, e agora você pudesse descrevê-las”.
Historiadores disseram que foi um ponto de virada para os Beatles. Sem Epstein para manter o grupo em conjunto, eles passaram mais e mais tempo em seus próprios projetos antes de se separarem definitivamente em 1970.

“Vir a Bangor foi coisa de George Harrison, mas John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr foram junto. Depois da morte de Brian Epstein, isso não aconteceu tanto, e os Beatles começaram a seguir suas próprias rotinas individuais,” disse o Prof Collins.
No entanto, as pessoas em Bangor ainda sentem orgulho de sua conexão com a banda. “Há todas as histórias que todos que moram em Bangor conhecem”, acrescentou o Prof Collins.
“Como a visita dos Beatles ao restaurante chinês, onde George tinha um bilhete de banco na sola do seu sapato e essa era a única maneira deles garantirem o pagamento, porque eles não carregavam dinheiro com eles.

“Há fotos de Paul McCartney em lugares estranhos ao lado da Estrada da Universidade, que são parte da conscientização local das pessoas sobre a estada dos Beatles.
“Se você mora em Bangor e aparece um novo livro sobre os Beatles, a primeira coisa que você faz é ir no índice e procurar Bangor!
“Está sempre constando lá e você pode ler o pouco da historia de quando os Beatles fizeram parte do seu mundo brevemente”.
Essa conexão ainda está marcada até hoje – há uma placa na universidade e uma laje de ardósia na rua principal lembrando esses três dias em 1967, quando os Beatles chamaram a atenção do mundo para Bangor.

Por Chris Dearden
BBC News

Tradução: Lucinha Zanetti

MAIS SOBRE OS BEATLES EM BANGOR

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John Lennon e a influência de Buddy Holly.

Em 1957, Buddy Holly se tornou uma das mais influentes referências, não apenas musicalmente, de John Lennon. Até o surgimento de Holly, o rock’n’roll estava muito distante de qualquer garoto britânico. Além da influência musical de Buddy Holly – como compor suas próprias canções, cantar e tocar a guitarra principal e participar de um grupo cujo nome era um extravagante substantivo coletivo, como Crickets –, ele usava um imenso par de óculos, que ia contra qualquer princípio de um cantor de rock. John, que até então evitava usar seus óculos, agora se sentia aliviado, sem pensar que sua miopia o colocaria automaticamente no grupo dos esquisitos e intelectuais. Logo ele passou a importunar tia Mimi para que lhe comprasse um novo par de óculos. Sem saber ao certo o motivo, ela aceitou, presumindo que agora ele não mais tiraria os óculos quando saísse de seus cuidados. Porém, John continuava mantendo sua miopia em segredo, deixando que apenas alguns seletos amigos o vissem com a nova aquisição, e somente em momentos totalmente necessários, como alguma tarefa escolar um pouco mais complexa ou os ensaios com Paul em Forthlin Road.

Algumas fotos, quando eram tiradas de surpresa, acabavam captando John por de trás do seu par de óculos (foto abaixo).
Apesar de todas as influências significativas que a chegada de Buddy Holly causaram em John Lennon, nenhuma seria tão evidente e marcante como a musical.

Em 1974, depois de John Lennon ter mostrado ao mundo todo o seu talento musical, agora com um par de óculos redondos, Jim Dawson, um jornalista autônomo iniciante de San Francisco, contatou John. Na época, Dawson trabalhava na Receita Federal em San Francisco, e pretendia escrever um artigo sobre Buddy Holly and the Crickets. Para chamar a atenção da Rolling Stone, para quem ele pretendia vender o artigo, ele enviou um questionário curto a Bob Dylan, Paul McCartney e John Lennon. Como era de se esperar, levando em conta a quantidade de cartas que respondia, só John respondeu. A matéria nunca foi parar nas páginas da Rolling Stone, mas Dawson se tornou escritor de música e lançou alguns livros sobre rock e Buddy Holly.
Recentemente ele contou a Hunter Davies o destino do interessante questionário: “Guardei o original da carta de John em um cofre por muitos anos, junto com centenas dos meus LPs que nunca toquei. Cansei de me preocupar com eles, me custava muito mantê-los e ninguém podia vê-los. Então um dia, há cerca de dez anos, decidi vender tudo em leilão. Não sei quem comprou a carta, mas espero que esteja em boas mãos”.

PARTE DO QUESTIONÁRIO

1. Como você reagiu à turnê dos Crickets pela Inglaterra em 1958?

Eu só os vi no Palladium de Londres (pela TV), eles eram ótimos! Foi a primeira vez que vi uma guitarra Fender! Sendo tocada!! Enquanto o cantor cantava!!! Também o “segredo” da bateria em Peggy Sue foi revelado… ao vivo…

2. Que efeito isso teve nos músicos britânicos?

Só sei do efeito em mim. Mas reconheço que os discos tiveram um efeito enorme sobre todos nós. TODOS OS GRUPOS TENTAVAM SER OS CRICKETS. O nome BEATLES foi diretamente inspirado pelos CRICKETS (DOUBLE ENTENDRE/INSETOS etc.) Acho que o maior efeito foi na COMPOSIÇÃO MUSICAL. (ESPECIALMENTE A MINHA E A DE PAUL)

3. O que você acha de Buddy Holly musical e historicamente?

Ele foi um músico ótimo e inovador. Ele era um “MESTRE”. Sua influência persiste. Sempre me pergunto como seria a música dele hoje, se ele estivesse vivo…

4. Você acha que a música dele teve algum efeito no estilo dos Beatles? Em seu sentimento pela música?

Veja acima. Interpretamos praticamente tudo que ele lançou i.e. ao vivo no Cavern etc, etc. O que ele fez com “3” acordes fez de mim compositor!!

5. Outras observações?

Ele foi o primeiro sujeito que eu vi com um capo xxx Ele mostrou que era legal usar óculos! Eu ERA Buddy Holly.

Com amor, John Lennon

PUBLICADO POR BEATLEPEDIA EM 16 DE OUTUBRO DE 2013.

“Jai Guru Deva OM” – “Glória ao nosso Mestre e Senhor, Amém”!

John Lennon Pintura: Hugo Rhoden

John Lennon
Pintura: Hugo Rhoden


Na canção “Across the Universe” há a frase “Jai Guru Deva OM”, cujo significado eu queria entender, então perguntei ao meu amigo Gops Krishna, que é da Índia, e ele traduziu a expressão dizendo:

“Jai Guru Deva Om” means “Victory to Preacher(or Teacher)Lord Amen. => “Jai Guru Om significa” Glória ao Senhor Amém!

Jai – Victory / Glory – Glória
Guru- Teacher – Mestre
Deva – Lord – Senhor
Om – Amen – Amém

Então… “Glória ao nosso Mestre e Senhor, Amém”!

“Across The Universe”
Words are flowing out like endless rain into a paper cup
They slither wildly as they slip away across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind
Possessing and caressing me
Jai Guru Deva OM
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Images of broken light which dance before me like a million eyes
They call me on and on across the universe
Thoughts meander like a restless wind inside a letter box
They tumble blindly as they make their way across the universe
Jai Guru Deva OM
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Sounds of laughter, shades of life are ringing through my open ears
Inciting and inviting me
Limitless undying love which shines around me like a million suns
It calls me on and on, across the universe
Jai Guru Deva OM
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Nothing’s gonna change my world
Jai Guru Deva
Jai Guru Deva
Jai Guru Deva
Jai Guru Deva
Jai Guru Deva

“Jai is to praise… guru deva is the spiritual guru… ohm is the ultimate truth… that is when we come to know the ultimate truth of life through our spiritual guru ‘nothings gonna change my world’… tht is no distraction can divert u frm the path of truth… its my interpretatn…” ( Sayantan Ghosh)

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O dia em que Paul McCartney foi apresentado a John Lennon!

Em 06 de Julho de 1957, os Quarrymen se apresentaram no Garden Fete de St. Peter’s Church em Woolton, Liverpool, e foi entre 16h15min. e 17h45min. que Paul McCartney conheceu John Lennon através de Ivan Vaughan, que era colega de escola dele e morava perto da casa de John; fazia 8 meses que Paul tinha perdido sua mãe Mary…

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O Show havia sido marcado para as 09h e começou às 10h da manhã e Julia, mãe de Lennon, foi ver o show com Mimi, que achou aquilo tudo uma indecência!
O modo como o adolescente John tocava e se requebrava com Eric Griffith no palco improvisado, horrorizou tia Mimi. Paul chegou por volta de 11h30min. na quermesse, onde John só cantaria 6 músicas, porque Mimi ficou horrorizada e John teve que deixar o palco envergonhado… 🙂

Bob Spitz descreve este momento em seu livro “Os Beatles – A Biografia”:

“John ficou impressionado por Paul lembrar a letra, que ele sempre esquecia , por isso optava por fazer improvisos vocais para acompanhar o ritmo. A versão de Paul era mais pesada, mais marcante, ele tocava a quinta tônica, que a banda simplesmente ignorava. E Paul cantou a música fazendo todas as pausas, despreocupado como se estivesse em frente ao espelho do quarto sem ninguém à sua volta. O fato de os integrantes de uma banda e uma dúzia de escoteiros estarem por perto não o intimidava nem um pouco. Não obstante, a “platéia” ficou magnetizada.
“Aquilo foi estranho. Ele tocava e cantava de uma forma que nenhum de nós era capaz, nem mesmo John”, lembra Eric Griffiths. “Paul tinha confiança, presença. E com uma naturalidade incrível. Ficamos realmente impressionados.”

(…)Houve uma identificação instantânea, uma conexão química entre os dois rapazes que se percebiam comprometidos com a música com a mesma intensidade, com a mesma paixão cega. Tendo em vista a forma como se estudavam, a postura e os olhares dirigidos de um para o outro, o que realmente acontecia era um amor à primeira vista.”

Pg. 96 e 97

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 1)

Em seu livro “Os Beatles – A Biografia“, Bob Spitz escreveu no Capítulo 5:
“A única verdadeira surpresa da festa do jardim da Igreja de São Pedro no ano de 1957 foi a participação dos Quarry Men.
Nos mais de quarenta anos em que os habitantes da vila de Woolton celebraram o evento que eles chamavam costumeiramente de “a Rosa da Rainha”, só bandas marciais haviam tocado. Ainda havia um brilho heróico, uma resposta emocional, a todos aqueles homens rubicundos em uniforme tocando “pop standards” formais arranjadas como se eles estivessem acompanhando a retirada de Dunquerque. (…) Mas algo havia mudado. A canção regular dos homens em azul não mais encantavam os jovens, cujo mundo em expansão via pouco glamour na tradição. Bessie Shotton, a mãe de Pete, convenceu o comitê da festa que uma banda de skiffle atrairia os jovens e propôs os Quarry Men (…)
Os garotos entraram em êxtase. A festa do jardim era “o maior evento social no calendário da vila” (…) Além de tocar, os Quarry Men receberam outra distinção: acompanhar a parada anual dos carros alegóricos (…)
A banda se instalou na carroceria de um caminhão que partiu da igreja pouco depois das duas horas da tarde do dia 6 de julho.

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 2)

(…) Um cheiro de circo persistia no ar pesadamente escaldado (…)Os Quarry Men tocaram uma animada seleção de canções – metade skiffle, metade rock’n’roll – que foi recebida entusiasticamente pelos jovens que se aglutinavam em volta do palco (…) John se lembra: “foi o primeiro dia que cantei Be-Bop-A-Lula ao vivo no palco”, e bem se pode imaginar o quanto ele curtiu. Depois improvisou uma versão de “Come Go With Me” de forma hilariante (…)
Um pouco antes de encerrarem, Eric Griffiths e Pete Shotton perceberam Ivan Vaughn logo abaixo do palco, à direita, com outro jovem ao lado (…) sorriram uns para os outros, ficando subentendido que eles se reuniriam depois do show.
Ivan se aproximou afoitamente. Cumprimentou a todos e apresentou seu amigo da escola – Paul McCartney.

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 3)

Len Garry relembra: “O clima estava um pouco tenso. Ivan havia dito [antes dessa tarde, NT] a John sobre Paul ser um grande guitarrista, então ele se sentia um pouco ameaçado.” (…)Curiosamente, Paul tinha trazido seu violão. Sentindo a oportunidade, roubou as atenções, tocando habilmente uma versão do “Twenty Flight Rock” de Eddie Cochran, com todas as sibilâncias do fraseado rockabilly e um toque de Elvis na garganta (…)“De cara, pude ver que John estava com toda a atenção no garoto”, diz Pete Shotton. (…) “Pude perceber que John estava muito impressionado.”Paul também deve ter percebido. Ele parecia se concentrar justamente em John, a quem reconhecia como o legítimo líder da banda. Sem querer perder o pique, “mandou ver” em sua própria versão de “Be-Bop-A-Lula”.(…)“Foi fantástico. Ele tocava e cantava de um jeito que nenhum de nós conseguia, inclusive o John”, relembra Eric Griffiths (…)Mas Paul ainda não tinha acabado. Já mesmo então sabendo como “trabalhar” uma audiência, ele atacou com um medley de Little Richard – “Tutti Frutti,” “Good Golly, Miss Molly,” e “Long Tall Sally” (…)“Depois disso,” diz Colin Hanton, “John e Paul passaram a se circundar como gatos.”
Nota: Esta frase do livro, original, diz o seguinte: “Afterwards,” Colin Hanton says, “John and Paul circled each other like cats.”
A tradução foi mais ou menos literal, e acho que o sentido é o seguinte: ficaram estimulados e desafiados um pelo outro.
Na edição brasileira esta frase ficou traduzida assim; “Depois daquilo”, diz Colin Hanton, “John e Paul se rodearam como gatos.”

Na igreja em Woolton existe esta placa em homenagem a este histórico encontro!

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The day John Lennon died: Jimmy Breslin writes iconic tale of NYPD cops who drove the dying Beatles star to the hospital.

This is the column written by Jimmy Breslin on Dec. 9, 1980, recounting the moment officers found the legendary Beatles singer wounded and transported him in the back of a patrol car to Roosevelt Hospital, all the while not knowing who he was.

(Originally published by the Daily News on Dec. 9, 1980. This is the column written by Jimmy Breslin on deadline after he got the call at home that John Lennon had been shot.)

That summer in Breezy Point, when he was 18 and out of Madison High in Brooklyn, there was the Beatles on the radio at the beach through the hot days and on the jukebox through the nights in the Sugar Bowl and Kennedys. He was young and he let his hair grow and there were girls and it was the important part of life.

Last year, Tony Palma even went to see Beatlemania.

And now, last night, a 34-old man, he sat in a patrol car at 82nd St. and Columbus Ave. and the call came over the radio: “Man shot, 1 West 72 St..”

Palma and his partner, Herb Frauenberger, rushed through the Manhattan streets to an address they knew as one of the most famous living places in the country, the Dakota apartments.

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New York Daily News

As Jimmy Breslin tells, New York Police Officer Tony Palma was sitting in a patrol car at 82nd and Colombus Ave. when the call came over the radio: ‘Man shot, 1 West. 72nd St.’
Another patrol car was there ahead of them, and as Palma got out he saw the officers had a man up against the building and were handcuffing him.

“Where’s the guy shot?” Palma said.

“In the back,” one of the cops said.

Palma went through the gates into the Dakota courtyard and up into the office, where a guy in a red shirt and jeans was on his face on the floor. Palma rolled the guy over. Blood was coming out of the mouth and covering the face. The chest was wet with blood.

Palma took the arms and Frauenberger took the legs. They carried the guy out to the street. Somebody told them to put the body in another patrol car.

Jim Moran’s patrol car was waiting. Moran is from the South Bronx, from Williams Ave., and he was brought up on Tony Bennett records in the jukeboxes. When he became a cop in 1964, he was put on patrol guarding the Beatles at their hotel. Girls screamed and pushed and Moran laughed. Once, it was all fun.

Now responding to the call, “Man shot, 1 West 72,” Jim Moran, a 45-year-old policeman, pulled up in front of the Dakota and Tony Palma and Herb Frauenberger put this guy with blood all over him in the backseat.

As Moran started driving away, he heard people in the street shouting, “That’s John Lennon!”

Columnist Jimmy Breslin

Columnist Jimmy Breslin

Moran was driving with Bill Gamble. As they went through the streets to Roosevelt Hospital, Moran looked in the backseat and said, “Are you John Lennon?” The guy in the back nodded and groaned.

Back on 72 St., somebody told Palma, “Take the woman.” And a shaking woman, another victim’s wife, crumpled into the backseat as Palma started for Roosevelt Hospital. She said nothing to the two cops and they said nothing to her. Homicide is not a talking matter.

Jim Moran, with John Lennon in the backseat, was on the radio as he drove to the hospital. “Have paramedics meet us at the emergency entrance,” he called. When he pulled up to the hospital, they were waiting for him with a cart. As Lennon was being wheeled through the doors into the emergency room, the doctors were on him.

“John Lennon,” somebody said.
breslin10n-1-web
As John Lennon was being rushed to Roosevelt Hospital in the back of a patrol car, Officer Jim Moran looked into the backseat and asked, ‘Are you John Lennon?’ He nodded and groaned.

“Yes, it is,” Moran said.

Now Tony Palma pulled up to the emergency entrance. He let the woman out and she ran to the doors. Somebody called to Palma, “That’s Yoko Ono.”

“Yeah?” Palma said.

“They just took John Lennon in,” the guy said.

Palma walked into the emergency room. Moran was there already. The doctors had John Lennon on a table in a trauma room, working on the chest, inserting tubes.

Tony Palma said to himself, I don’t think so. Moran shook his head. He thought about his two kids, who know every one of the Beatles’ big tunes. And Jim Moran and Tony Palma, older now, cops in a world with no fun, stood in the emergency room as John Lennon, whose music they knew, whose music was known everywhere on earth, became another person who died after being shot with a gun on the streets of New York.

NEW YORK DAILY NEWS
Tuesday, December 9, 2014, 5:00 PM

O Divórcio entre Lennon & McCartney!

Lennon McCartney Divorce

(Matéria completa e texto original aqui. )

“As pessoas disseram: ‘É uma pena que uma coisa tão bacana teve que chegar ao fim desta forma.’ Eu também acho. É uma pena. Eu gosto de conto de fadas. Eu adoraria se tivesse visto os Beatles subirem em uma nuvenzinha de fumaça e nós quatro estivéssemos vestidos em trajes mágicos, cada um segurando um envelope com todo nosso material dentro dele. Mas você percebe que está na vida real, e você não divide uma coisa bonita com outra coisa bonita.” (McCartney)

No final dos anos 60, havia muitos sinais dentro da organização dos Beatles indicando que uma separação seria
inevitável. Alguns destes sinais eram aparentes para seus fãs, outros não. O empresário deles morre, eles são
forçados a parar com as turnês, há problemas no estúdio, etc.
Eventualmente a banda se separa e então tudo torna-se realmente desagradável e um tanto estranho…

Embora Lennon e McCartney tenham se reconciliado nos anos 70, qualquer esperança de uma reunião musical
foi minada depois que Yoko começou a interceptar as chamadas telefônicas de Paul.

Há muito tempo que uma vertente do folclore Beatles diz que Paul ligou para Yoko em janeiro de 1980, pouco
antes de uma turnê ao Japão, e mencionou a ela que ele tinha um pouco de maconha… Dois dias depois ele foi preso
no aeroporto de Tóquio por posse de substâncias ilegais e passou 10 dias na prisão. Falou-se que as
autoridades japonesas tinham recebido uma dica de alguém que sabia exatamente o que Paul estava
carregando. Desde o assassinato de John Lennon em dezembro de 1980 pelo fã enlouquecido, Mark Chapman, o corte Paul- Yoko foi adiante de forma bem mais estrondosa.

Em 1997 Yoko Ono comparou John a Mozart, enquanto Paul, disse ela, mais intimamente se assemelhava ao seu rival
menos talentoso, Salieri. No ano seguinte, Paul se recusou incisivamente a pedir que Yoko fosse ao funeral de
Linda em Nova York , que acabara de morrer de câncer de mama. O problema veio à tona novamente no ano
2000, quando os três Beatles sobreviventes estavam preparando um pacote com os maiores sucessos dos Beatles. Embora
a canção “Yesterday” tenha sempre sido creditada à dupla Lennon/McCartney, ela foi feita totalmente por Paul,
que então pediu que seu nome fosse colocado em primeiro lugar.

“Senti que depois de 30 anos isso pudesse ser um bonito gesto e algo que pudesse ser fácil para Yoko
concordar”, disse Paul.

“A princípio ela disse sim, mas depois ela ligou de volta algumas horas mais tarde e mudou de ideia”.

Dois anos mais tarde, Paul rebateu, quando mudou os créditos para todas as canções dos Beatles incluídas
no seu álbum “Back in the US Live 2002”, para “compostas por Paul McCartney e John Lennon”.

Yoko respondeu, removendo os créditos de Paul da faixa “Give Peace a Chance”, no DVD Lennon Legend.

Paz, ao que parece, era a última coisa no pensamento de Paul e Yoko.

Há 47 anos John Lennon e Yoko Ono eram presos em Londres!

Em 18 de outubro de 1968 John Lennon e Yoko Ono foram presos em Londres!

John e Yoko presos 1

Há 47 anos eles foram presos em Londres por porte de drogas. A polícia antidroga britânica invadiu o apartamento onde o casal morava e lhes deu voz de prisão de forma autoritária e sem mandado judicial.

John e Yoko presos 2

A frente o notório Sgt. Pilcher, que adorava prender celebridades para aparecer na mídia como paladino da moralidade.

John e Yoko presos 3

Foram encontradas 200 gramas de haxixe; uma máquina de enrolar cigarros com traços de maconha e meio grama de morfina.

Yoko estava grávida. Tomou um susto enorme com o ato de invasão e da prisão, e sofreu um aborto dias depois.

Em principio ela e John negaram que a quantidade de droga fosse deles, mas depois, por medo que Ono fosse extraditada, o beatle assumiu a culpa sozinho.

Pagou fiança e recebeu uma advertência, que em caso de reincidência, ficaria um ano na cadeia.

Quanto ao Sgt. Pilcher, fez a festa na mídia já que John Lennon era a pessoa mais famosa que ele pegou. O sujeito também encarcerou Keith Richards; Mick Jagger e outros luminares do rock.

Até que foi desmascarado por seus atos de corrupção; exibicionismo e truculência, e expulso da Scotland Yard…

John e Yoko presos 4

Por Cláudio Teran, colunista, jornalista e apresentador.