A Hard Day’s Night, um filme em preto e branco.

Beatles - cena A Hard Day's Night

“A Hard Day’s Night” foi o primeiro filme dos Beatles. Escrito por Alun Owen e dirigido por Richard Lester (que também dirigiu o filme “Help!” de 1965) em 06 de julho de 1964 estreou nos cinemas do mundo todo.
O filme mostra um dia na rotina da banda, ou seja, mostra como era a relação com os fãs no auge da Beatlemania, mostrando como os quatro eram prisioneiros do próprio sucesso, durante uma viagem até Londres; eles não podiam sair em lugares públicos sem serem reconhecidos e terem sempre que sair correndo das fãs.

No Brasil o filme recebeu o título de “Os Reis do Ié-Ié-Ié” e daí veio o nome do ritmo musical que imperava no Brasil entre 1965 e 1972, o iê iê iê, que chamamos também de Jovem Guarda.

O projeto do filme foi um pedido de Ed Sullivam, que era uma pessoa influente e de renome e que tinha grande poder sobre a mídia nos Estados Unidos.

Brian Epstein foi para a América divulgar os Beatles e Ed Sullivam se interessou por eles.
Em seguida viajou até a Inglaterra para conhecê-los pessoalmente.
Fizeram um pré-contrato e várias pessoas estiveram envolvidas, como a EMI e a United Artists. Brian não visava lucro, ele queria mesmo era que os rapazes alcançassem a fama pelo mundo afora.

O orçamento do filme foi de US$ 500.000,00 (quinhentos mil dólares) e a United Artists informou que, pela quantia em dinheiro disponibilizada para as filmagens, não havia condições de se fazer um filme em cores.
Porém, se o filme fosse bem aceito e tivesse retorno financeiro, para os próximos filmes com os Beatles eles poderiam investir quantias mais elevadas…
É que todos achavam que aquele sucesso todo tinha os dias contados e não passaria de poucos meses; achavam que seria como um meteoro e iriam acabar tão rápido quanto surgiram, portanto, não compensaria gastar muito com eles e fazer o filme colorido.
O dinheiro empregado dava somente para fazer um filme pobre e caseiro, foi um financiamento básico, pois achavam que não iriam arrecadar nada com o filme.
Uma exigência era a de que o roteirista tinha que ser inglês, então Richard Lester foi chamado. Metade do filme era dublagem, não eram as verdadeiras fãs dos Beatles tendo toda aquela reação de histeria, mas sim atores teatrais contratados (recrutados pelo diretor); foi tudo uma armação, da metade do filme em diante.
Depois de pronto, tiveram que reeditar o filme, refazendo algumas partes dubladas, devido aos fãs ingleses.
Quem diria, no final o filme arrecadou nos cinemas mais de 12 milhões de dólares, a trilha sonora foi eleita a quarta melhor de todos os tempos na lista das 25 melhores trilhas sonoras de acordo com a revista americana Rolling Stones. E o filme foi até mandado para o espaço em uma cápsula do tempo para ser aberta daqui a muitos anos para ser estudado, devido ao grande sucesso que foi na época. Até estrelas foram batizadas com o nome de cada um dos Beatles!

O fato de ter sido um filme em branco e preto portanto não teve nada a ver com os recursos de filmagens da época, como muitos poderão pensar. A TV no Brasil ainda era em branco e preto, mas no exterior os filmes já eram coloridos.

Tudo isso está no DVD “A Hard Day´s Night”, um DVD duplo, que traz também o “making off” do filme.

Já no segundo filme, “Help”, eram os Beatles quem faziam as regras, pois aí já estavam famosos e eram o próprio sucesso!

John Lennon em Help!

John Lennon em Help!

Fonte: DVD A Hard Day’s Night e Comunidade “We Love the Beatles Forever” (Orkut)

Agora, 52 anos depois, a obra ganha exibição no Brasil pela Rede Cinemark.

O filme foi remasterizado no formato 4K nas suas comemorações de 50 anos de lançamento e, até então, havia sido exibido apenas no Festival do Rio. Nos dias 3, 6 e 8 de março a Cinemark exibiu o filme em 17 cidades brasileiras.

poster-beatles

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Uma Viagem Inesquecível pela Inglaterra e Escócia (Dicas e Roteiro)

Tudo começou quando minha filha foi fazer pós graduação na European Business School London.

Comecei então a me organizar para visitá-la, e no roteiro incluímos uma visita à Escócia e uma viagem até Liverpool. Também não poderia faltar “atravessar a faixa em Abbey Road”…

Lock Ness (Escócia)

Liverpool

Abbey Road

Visitando Londres

A viagem de avião pela British Airways foi bem tranqüila, e dentro do horário previsto chegamos ao Aeroporto de Heathrow no dia primeiro de janeiro, para começar muito bem o ano de 2012!

Minha filha estava a minha espera e nosso reencontro foi um momento de emoção e felicidade.
Nossa primeira providência foi adquirir um “Oyster Card” para que eu pudesse circular pela cidade de forma facil e mais econômica e de lá tomamos o metrô para o apartamento onde ela está morando, no bairro de Battersea.

Para quem se interessar,mais informações sobre este passe do transporte britânico:

Mais informações aqui sobre o Oyster Card.

A viagem de metrô e ônibus até Battersea levou cerca de uma hora. Aproveitamos para descansar e à tardinha saímos para nosso primeiro passeio em Piccadilly Circus. O jantar no restaurante TGI Fridays mereceu um drinque muito especial…

Um drink muito especial no meu primeiro dia em Londres…

No dia seguinte acordamos cedo por que nosso compromisso tinha hora marcada; íamos visitar o Palácio de Buckinham, onde a troca da guarda seria realizada exatamente às 11h15min. da manhã…
Uma vista do Palácio e a guarda da rainha Saindo dos arredores do Palácio, fomos andando pelo Kensington Gardens, passamos pela estátua de Peter Pan e vimos o memorial em homenagem à princesa Diana; já era noite quando chegamos ao Hyde Park, onde acontecia o chamado Winter Wonderland, com barraquinhas de comidas tradicionais, brincadeiras, festividades.

Neste vídeo fiz algumas imagens do Palácio de Buckinham e as festividades no Hyde Park (Winter Wonderland):

No dia 03 de janeiro tínhamos um compromisso no Consulado Brasileiro, e lá perdemos a manhã toda, então dalí fomos para Marylebone, onde almoçamos no Restaurante Paul.

Restaurante "Paul" - Picadilly CircusO melhor do dia ainda estava por vir, e tomamos o ônibus até St. John`s Wood, para  atravessarmos a famosa faixa de pedestres da Abbey Road, imortalizada na capa do álbum de mesmo nome, lançado em 1969 pelos Beatles.

Dificilmente um leigo em matéria de Beatles pode supor ou imaginar o que significa para um Beatlemaníaco, uma pessoa que viveu intensamente a década de 60, que foi o auge da Beatlemania, passar por lá, andar pelas ruas onde eles passaram, ver a escada e a porta do estúdio por onde eles entravam diariamente e se reuniam para as gravações.

É uma emoção indescritível, então vou deixar que as imagens falem por mim…

Liverpool

Era o dia 4 de janeiro, finalmente o sonho estava prestes a tornar-se realidade, pois chegara o dia programado para a nossa viagem a Liverpool, berço de John, Paul, George e Ringo!
Saímos do apto. no South Park em Battersea às quatro horas da manhã e chegamos à Estação de Euston às 4h30. Estava fechada! O frio era intenso, pois havia chovido muito no dia anterior e na noite que antecedeu nossa viagem. Finalmente às 5h a Estação abriu as portas, entramos e ficamos à espera que os estabelecimentos lá de dentro abrissem também para que pudéssemos pelo menos tomar um café.
Nosso trem partiria às 5h28min. E lá estávamos nós, pontualidade britânica, deixando a Estação de Euston com destino a Liverpool!

No Trem para Liverpool

O Museu dos Beatles (The Beatles Story Museum)

Da Estação de trem caminhamos até a Albert Docks, onde se localiza o museu dos Beatles e toda a história dos Fab Four. Era a segunda visita da minha filha à cidade, o que facilitou que tomássemos a direção certa, e fomos caminhando pelas ruas de Liverpool até as docas.

Chegando em Liverpool

Chegar a um lugar onde se conhece de cor através de fotografias é uma experiência emocionante. A visita ao museu é feita utilizando-se um aparelho onde diante de cada local, você aciona o número da tecla correspondente para ouvir a história, tendo a opção de ouvir em vários idiomas, incluindo o espanhol e o inglês. Nosso português está fora desta lista…

The Beatles Story – Museu dos Beatles em Liverpool

Usando o fone de ouvido

Cada detalhe, cada objeto, cada escrito trazia a lembrança daqueles velhos e bons tempos e a minha vontade era a de registrar tudo pra depois poder compartilhar com outros amigos que por um motivo ou outro ainda não tiveram a oportunidade de estar lá, mas que certamente viveriam a mesma emoção que eu estava sentindo naquele momento.

E eu fui fotografando e filmando tudo que podia! As fotos são muitas, e estão todas nos  videos que seguem abaixo.

São fotos em Abbey Road e Liverpool, editadas pelo amigo Johnny di Botafogo.


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Magical Mystery Tour

Depois da visita ao museu, fomos até a loja dos Beatles de onde sairia a nossa excursão para visitarmos os lugares históricos da cidade, no famoso ônibus…

Magical Mystery Tour

Melhor que palavras é ver os registros que fizemos na cidade, incluindo, Penny Lane, Arnold Grove, Strawberry Fields, Mendips, Forthlin Road, Woolton, Mathew Street, enfim, nos históricos lugares na terra dos Beatles.

Os videos mantêm o som original e a eles foram acrescentadas trilhas sonoras, num belo trabalho de edição realizado pelo Johnny.

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E mais estes, incluindo som ambiente e com trilha sonora:

À noite deixamos Liverpool e retornamos de trem a Londres. Chegando na estação de Euston por volta de meia-noite, tínhamos que nos apressar para tomarmos o metrô, uma vez que eles parariam de circular dentro de poucos minutos. Foi um sobe e desce de escadas e claro, minha filha na frente e eu atrás, tentando acompanhá-la. Foi quando ouvi o apito que significava que a porta do trem iria se fechar, e foi o que aconteceu! A porta se fechou e eu fiquei do lado de fora, minha filha lá dentro, gesticulando… Por instantes passou pela minha cabeça o que é que eu iria fazer ali, sem o passe do metrô, sem um centavo de libra na bolsa, sem saber o nome da estação onde eu deveria descer, enfim, instantes de pânico; foi quando como que por um passe de mágica, a porta do trem se abriu e eu entrei, agradecendo a boa alma que percebeu nosso desespero. A partir deste episódio, nunca mais deixamos de entrar bem juntas no “tube”. haha

De volta a Londres, o dia 05 de janeiro amanheceu nublado e o vento era intenso. Fomos até o Borough Market e escolhemos uma dentre tantas bancas que ofereciam comidas de diferentes tipos e espécie para almoçarmos…

Nós no Borough Market

De lá seguimos para um passeio na London Bridge, visitamos a Tower Bridge, a St. Paul Cathedral, o Museu de Artes “Tate Modern” e voltamos para a Oxford Street, passamos pela Carnaby Street, China Town e encerramos o dia com um jantar no Restaurante Jamie’s Italian em Covent Garden. Ventava tanto neste dia, que as fotos e imagens ficaram engraçadas… aliás, perdi até meus brincos no meio da ventania, que pena! rsrs

London Bridge

Que ventania na London Bridge…

London Bridge

London Tower

St. Paul Cathedral

China Town

Jantar no Jamie`s Restaurant

Nos dias que se seguiram fizemos nossas compras programadas e também outras que não estavam no programa, andamos muito pela Oxford Street, Slone Square, Brompton Road, onde passamos várias vezes na Harrods. Claro que não deixamos de incluir em nosso roteiro as lojas Primark e Boots, onde as promoções diárias proporcionaram ótimas compras!

Fotografei Londres do segundo andar do ônibus vermelho…

Cruzando a ponte, em Battersea, no andar de cima do ônibus…

Rio Tâmisa (vista do andar de cima do ônibus)

Brompton Road e a Harrods

Estivemos em Portobello Road Market, localizado no bairro de Notting Hill, passamos pelo Marble Arch , fomos a um chá da tarde no Hotel Marriot, visitamos Covent Garden e suas lojas e frutarias, passeamos pelo Battersea Park, que eu via todo dia pela manhã da sacada do nosso apartamento, e olhando bem em frente, avistava a estátua de Buda, como se ele estivesse lá nos enviando bons fluidos.

Portobello Road Market

Portobello Road – Notting Hill

Marble Arch

Marble Arch

Nosso chá da tarde no Hotel Marriot

No dia 09 de janeiro fizemos um passeio pelo Battersea Park, onde fica o monumento com a estátua de Buda…

Battersea Park

A estátua de Buda no Battersea Park

Fomos até Covent Garden…

Covent Garden

… e mais tarde saímos para um programa muito especial; fomos assistir ao Musical Backbeat, e sobre isso eu falei aqui neste post.

Mais Imagens da visita a Londres, ao som de músicas do CD “All Too Much”, com The Beatles and Tony Sheridan e “The Roots of the Beatles”, com Chuck Berry, Carl Perkins, Elvis Presley e Cia.

Visitando a Escócia

Com bastante antecedência compramos nossa passagem de trem para Edimburgo, com a intenção de realizarmos uma excursão de três dias pelas Highlands e Isle de Skye, incluindo o Lock Ness, reservando hotel para o primeiro e último dia.
No dia 10 tomamos o trem e chegamos na estação em Edimburgo por volta de meio-dia e meia. Nossa primeira providência, antes mesmo de chegarmos ao nosso Hotel, foi passar em uma Agência de Turismo para reservarmos nossa excursão pela Escócia.

No Trem rumo a Edimburgo

A cidade medieval de Edimburgo é um deleite para os olhos, com seus castelos muito bem preservados, suas tradições e suas lendas.

Edimburgo

Como a maioria das cidades européias, Edimburgo também possui a parte nova e a parte velha da cidade, estando muito bem preservada. As construções em estilo gótico, rebuscadas e cheias de detalhes nos remetem à época medieval.
Suas tradições culturais, incluindo a música, Gaitas de foles, o Kilt, os cachecóis de cashmere, as cores, o xadrez, as bandeiras com escudos medievais e os brasões de família e, como não poderia faltar, o Scotch Whisky, que é produzido no país há mais de 500 anos, sendo que hoje existem cerca de 100 destilarias em atividade, destas pelo menos cerca de 30 estão abertas à visitação.
Andamos por toda a cidade a pé, pois as distâncias não são grandes. Na parte velha da cidade existe uma rua principal, de nome “Royal Mile”, que liga dois principais pontos turísticos da cidade: de um lado fica o Castelo de Edimburgo, do séc. 12, que pode ser visto de qualquer ponto da cidade, e do outro está o Palácio de Holyroodhouse, habitado pela família real e que foi construído em 1.128. A distância entre um e outro é de uma milha, daí o nome da rua.

Royal Mile

Caminhando por esta rua a gente vê muitas lojas de souvenirs e também de roupas feitas com o famoso Cashmere, abundante na Escócia. Há muitas ruelas antigas, preservadas em seu estilo medieval, como esta da foto…

Há também muitos restaurantes e casas especializadas em Whisky. Dicas de Restaurantes e comidas tradicionais vocês poderão ver neste post aqui:

Highlands e Região de Inverness na Isla of Skye (Ilha de Skye)

Nossa excursão ficou marcada para o dia seguinte, e no local marcado, às 9h da manhã do dia 11 de janeiro, tomamos a Van que nos levaria a conhecer lugares que ficaram conhecidos através de filmes como “Coração Valente”, “Highlander” e “Harry Potter”.
Na Van estávamos em 10 pessoas incluindo o nosso guia Steve, escocês vestido a caráter, muito simpático, falante e com uma grande bagagem de conhecimento.

Eis a Van que nos conduziu pela história escocesa…

Steve ia falando durante toda a viagem sobre a história de lendários personagens como Rob Roy e William Wallace (personagem vivido por Mel Gibson no filme “Coração Valente”). Ao descrever as cenas filmadas por aqueles lugares, percebi que o povo escocês tem certa revolta com a produção do famoso filme, pois este não retrata na tela a realidade dos fatos históricos.

Durante três dias que se seguiram, visitamos toda a região e fazíamos diversas paradas para fotos, como a primeira delas, que foi para vermos de perto a 4th Bridge, ponte por onde passam automóveis e trens.

 Em Lock Ness fizemos um passeio de barco e pudemos ver as ruínas do Castelo de Urquhart à beira do Lago Ness, que deu origem à famosa lenda do monstro do lago Ness.
Passamos por toda a região da Ilha de Skye ( Isle of Skye), as montanhas já com os cumes repletos de gelo, vimos a ponte por onde passa o trem que vai de Armadale até Mallaig, passando pelas Silver Sands of Morar até Glenfinnan, área esta utilizada na gravação do filme de Harry Potter, na cena de quando estão no trem indo para Hogwart…

Vimos o Campo de Batalha (Battlefield) onde antigamente as disputas entre os clãs aconteciam, e os guerreiros das famílias tombavam mortos; em cada local destes há uma pedra com as insígnias do guerreiro morto naquelas batalhas,e este tempo medieval também está representado em filmes.
A paisagem escocesa é bastante bucólica e através das estradas vimos rebanhos de ovelhas espalhados por toda parte. Vimos também o gado das highlands, cujo aspecto não lembra nem um pouco o nosso…
 Era 14 de janeiro e deixamos Edimburgo numa viagem de 4 horas e meia dentro de um trem muito confortável, de volta a Londres.
Tudo que vi ficou registrado na minha memória e as lembranças estarão sempre presentes nas imagens que fizemos, e que atestam a beleza da paisagem escocesa…

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Últimos Dias

Continuamos o nosso roteiro em Londres e ele incluía uma visita ao bairro de Camden Town, e optamos por almoçar no The Hawley Arms Pub ao invés de comermos de pé em uma das inúmeras bancas de comida de todo tipo…

The Camden Market

Almoço no The Hawley Arms Pub

Uma vista de Camden Town

A visita ao local onde se localizam o London Eye, o Parlamento e o Big Ben, Westminster Abbey, foi muito especial. A beleza daquele lugar, com suas construções que se destacam em meio à natureza e o Rio Tâmisa, é algo indescritível. Eis a minha tentativa de registrar tudo em  imagens e fotos…

Eu, o Tâmisa e o Big Ben…

London Eye

Na Trafalgar Square subimos a escadaria e tiramos foto junto aos relógios que indicam o tempo para o início da Olimpíadas de Londres…

Trafalgar Square

Marcando os dias para as Olimpíadas de Londres

Faltavam 226 dias para as Olimpíadas em Londres

Da Trafalgar Square tomamos o “tube” até a estação Baker Street em direção à London Beatles Store, passamos pela estátua de Sherlock Holmes e também pelo museu localizado ao lado da Loja dos Beatles.

Passando pela estátua de Sherlock Holmes a caminho da Beatles Store

No caminho, passamos pelo Museu de Cera Madame TussaudS

Do Museu fomos até o Regents Park, onde fica a Universidade na qual minha filha está cursando doutorado em Economia.

O parque é super agradável e bonito…

European Business School London

O parque da Universidade

European Business School London

Chegamos à Baker Street e passamos pelo Museu de Sherlock Holmes…


… que fica ao lado da London Beatles Store, a famosa Loja dos Beatles em Londres!

London Beatles Store

Deixando a loja e saímos em direção à Estação de Metrô em direção à Brompton Road, na Harrods…

Brompton Road

Harrods

Já estávamos no dia 17 de janeiro e este seria meu último dia de passeio antes do dia da viagem de volta ao Brasil. Aproveitamos para procurar o local de troca dos VAT, que é a devolução dos impostos pagos sobre as mercadorias que compramos no Reino Unido.
É uma boa dica para quem vai viajar pela primeira vez, saber que em suas compras acima de 50 libras (pode juntar as notas compradas na mesma loja) lhe dá direito a pedir o VAT, para depois ter o dinheiro do imposto restituído.
Saiba mais sobre isso aqui .

Malas prontas, chegara finalmente o dia da minha partida, e depois de tantos dias junto com a minha filha, eu já sabia que não seria fácil a separação.
Passamos o dia em casa, preparamos nosso almoço de despedida e seguimos para a Heathrow Station, carregando nas malas um grande sonho realizado!

Neste vídeo estão algumas imagens destes últimos dias…

O que vi de diferente no cotidiano europeu em relação ao Brasil

Algumas coisas me chamaram a atenção durante minha estada no Reino Unido durante o mês de janeiro de 2012.
Tanto na Inglaterra como na Escócia, é bem natural nos lares, pubs, restaurantes e hotéis a utilização da água de torneira para se beber. É a coisa mais normal e natural a gente pedir nos restaurantes e pubs apenas água de torneira (Just tap water).

Outra coisa bem diferente aqui do Brasil (exceção seja feita para as regiões da Serra Gaúcha e Campos do Jordão em São Paulo), é a questão da temperatura durante o inverno, e por mais baixa que esteja, só vamos sentir frio nas ruas e lugares abertos, pois os ambientes fechados, assim como dentro de ônibus, trem ou tube (metrô), possuem aquecimento interno.

As casas e hotéis também a arrumação das camas se faz de maneira diferente, talvez devido aos ambientes possuir o aquecimento; não se usa um segundo lençol (o de cima), mas apenas o que forra o colchão, e também não se usa edredons grossos nem cobertores, apenas um tipo mais fino de edredom, o nome em inglês é “duve”, cuja capa colorida ou lisa é trocada regularmente como se trocam as fronhas dos travesseiros.

Tanques para lavar roupa também não existem por lá, e o costume é a utilização de lavadoras e secadoras de roupa, que fazem todo o serviço no espaço de duas horas. O sabão é apropriado, sendo encontrado em ampolas que são colocadas diretamente na máquina junto com as roupas e lá dentro elas se dissolvem. Confesso que este hábito foi meio estranho pra mim, que gosto de ter sempre um tanque por perto. haha

Nos supermercados o cliente pode fazer suas compras e não precisa esperar ser atendido por um caixa para pagar por elas. A própria pessoa passa por máquinas registradoras, registra os preços, coloca as compras nos saquinhos disponíveis e no final insere o pagamento em moeda ou cartão, recebe o troco, se for o caso, retira sua mercadoria e sai sem nenhum estresse. Claro que há também a opção dos caixas tradicionais.

Os produtos disponibilizados nos supermercados também merecem destaque, principalmente os alimentícios e os congelados prontos para consumo. Tudo muito bem elaborado, viçosos e saborosos, e não apresentam aquele “famoso” gosto de comida congelada, bem comum aos produtos congelados que encontramos por aqui.

Este foi então o diário da minha estada na Inglaterra, passando pela Escócia. Uma viagem inesquecível, em todos os sentidos!

Aos leitores e/ou pesquisadores que se depararem com este meu relato, se de alguma forma eu puder ajudar, seja com o roteiro ou as dicas, por favor, deixe um comentário.