Morre Allan Williams, o primeiro empresário dos Beatles.

Tomamos conhecimento da morte de Allan Williams através da página de Roag Best no Facebook, nesta data de 30 de dezembro de 2016.

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Allan Williams foi o primeiro empresário (não oficial) dos Beatles, e foi quem convidou a banda para uma turnê em Hamburgo.

Naquela época eles precisavam de um baterista e George Harrison lembrou que havia um rapaz chamado Pete Best que tinha uma bateria. Eles fizeram um teste e contrataram Pete Best em meados de agosto de 1960 para ser o baterista dos Beatles.

Allan Williams os levou para Hamburgo e quando chegaram lá, foram para o Indra Club e depois para o Top Ten Club, por que receberam uma grande proposta para serem contratados neste clube, desrespeitando o contrato com o Indra. Foi aí que o dono até chamou a polícia, denunciando George por ser menor de idade.

A caminho de Hamburgo em 1960, eles pararam em Arnhem na, depois de terem seguido um caminho errado. Lá, Williams, sua esposa Beryl, Lord Woodbine, Stuart Sutcliffe, Paul McCartney, George Harrison e Pete Best foram fotografados no memorial da guerra, possivelmente por John Lennon. Eles ainda passaram algum tempo circulando pela cidade.

A caminho de Hamburgo em 1960, eles pararam em Arnhem na Holanda, depois de terem seguido por um caminho errado. Lá, Williams, sua esposa Beryl, Lord Woodbine, Stuart Sutcliffe, Paul McCartney, George Harrison e Pete Best foram fotografados no memorial da guerra, possivelmente por John Lennon.
Eles ainda passaram algum tempo circulando pela cidade.

Mais recentemente, quando Tony Sheridan esteve no Brasil em janeiro de 2010, Allan Williams havia sido convidado pra vir juntamente com ele e Ray Johnson, produtor executivo do internacional Beatle Week, o Festival dos Beatles que acontece há anos em Liverpool, Johnson que também é o gerente geral do lendário Cavern Club.
Durante a coletiva de imprensa realizada em Vitória/ES, local da apresentação de Tony Sheridan, Johnson revelou o teor de uma conversa que teve com Allan Williams, que foi o primeiro empresário dos Beatles mas que desistiu da banda antes dela se tornar o sucesso mundial que foi: _“Eu disse, Alan, você está fazendo uma burrice em não ir comigo ao Brasil. E ele respondeu: ‘venho fazendo burrices há 60 anos. Foi por isso que perdi a banda’, contou Ray Johnson.

Rest in Peace

Musical Infantil “Para Conhecer os Beatles” presta homenagem a Renato e Seus Blue Caps.

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A peça foi realizada no Teatro Nathália Timberg – Av. das Américas, 2000 – Freeway – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, durante o período de 08 de outubro a 27 de novembro de 2017.
Os atores passaram vários meses pesquisando sobre a banda The Beatles, cantando e interpretando suas músicas exatamente para conhecê-las e apresentá-las ao público.
Esse musical mostra a tendência das crianças de hoje em dia em só ficarem grudadas em aparelhos celulares, tablets, joguinhos eletrônicos, etc.

As crianças ficam sabendo então de um concurso sobre os Beatles em uma rádio, e ficam fascinadas em ganhar o prêmio, que seria uma viagem incrível para quem vencesse, e assim formam-se vários grupos para participar do concurso. Cada grupo tem que pesquisar sobre os Beatles, mas a regra principal é que eles não poderão usar aparelhos eletrônicos para a sua pesquisa.

A peça também fala de forma sutil sobre preconceito e sobre o que somos levados a acreditar, baseados apenas no que nos falam e o quanto as pessoas podem nos influenciar, muitas vezes sem vermos a verdade.

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Sinopse

Formado por um elenco de 18 crianças, o espetáculo “Para Conhecer os Beatles” conta a história de duas meninas de uma cidade distante que querem pular corda e procuram na cidade grande uma terceira criança para ajudar. Porém, elas não conseguem, pois nessa cidade todas as crianças estão “enfeitiçadas” por aparelhos eletrônicos como smartphones, tablets e joguinhos.
Diante dessa dificuldade, num curioso passe de mágica todos os aparelhos “bugam” e ao mesmo tempo, anunciam um concurso em uma rádio, que oferece como prêmio uma viagem inesquecível. Nesse concurso as crianças devem apresentar músicas dos Beatles, que elas não conhecem por não serem da sua geração. E como regra do concurso, não podem usar nenhum recurso moderno. O prêmio prometido é uma viagem inesquecível.
O espetáculo leva os pequenos a uma viagem inesquecível pela obra e músicas dos Beatles, levantando também uma reflexão sobre o uso abusivo de aparelhos eletrônicos.

Em sua última apresentação domingo passado, 27 de novembro, os nossos Beatles brasileiros, Renato Barros e Cid Chaves, da banda Renato e Seus Blue Caps, estiveram presentes na plateia, foram homenageados, e receberam o abraço e o carinho das crianças.


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Cid Chaves e Renato Barros com a atriz Nathalia Costa.

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De camisa Beatles está Lorrana Mousinho, Assistente de Direção, e sua mãe, com Cid e Renato.

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Cid e Renato com a priminha do Cid, a Laura Havilla.

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Mareliz Rodrigues, autora do texto e direção, juntamente com Cid e Renato.

Fotos e Vídeo por Renato Barros e Cid Chaves

Pesquisa:
1 – http://diversao-cultura.blogspot.com.br/2016/10/cultura-para-conhecer-os-beatles-pronto.html

2 – http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2016/10/06/musical-infantil-para-conhecer-os-beatles-apresenta-obra-e-musicas-da-banda/

A Banda Renato e Seus Blue Caps na Atualidade.

A Banda Renato e Seus Blue Caps teve várias formações ao longo de sua existência, e na atualidade conta com cinco integrantes.

Vamos falar de cada um deles, começando pelo seu líder e idealizador…

Renato Barros, o idealizador e fundador da banda.

Guitarrista, vocalista e compositor de vários sucessos da Música Popular Brasileira, Renato com sua banda iniciou uma carreira de sucesso bem antes da Jovem Guarda e foi preponderante nas carreiras dos colegas do movimento, principalmente nas de Erasmo Carlos, Wanderléa e Roberto Carlos.
Como compositor, mantém um grande número de músicas suas sendo regravadas até os dias de hoje, como podemos ver nesta foto quando do recebimento do troféu Imprensa entregue pelo SBT pela sua composição “Devolva-me”, gravada por Adriana Calcanhoto.

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Cid Chaves, vocalista e saxofonista

Cid Rodrigues Chaves, Saxofonista e Cantor, atualmente é um dos vocalistas principais da banda Renato e Seus Blue Caps, fazendo parte do grupo desde 1963, quando foi contratado para tocar saxofone.

Cid iniciou sua carreira artística no começo dos anos 1960 atuando na banda The Silver Boys, do bairro carioca de Campo Grande, ao lado dos primos Paulinho e Zezinho.

Em 1963, durante um show na cidade de Angra dos Reis no Rio de Janeiro, conheceu o baixista Paulo Cesar Barros que o convidou a ingressar no conjunto Renato e Seus Blue Caps, onde permanece até os dias de hoje.

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Darci Velasco, o Tecladista.

Darci é natural do Rio Grande do Sul, nasceu em 24 de fevereiro.

Cursou Licenciatura em Música na UFPE.

Toca os seguintes instrumentos:
Trompete, Contrabaixo, guitarra, bateria e por último Piano e teclados similares.

Entrou para a banda em 1989, tendo antes participado de outras, como a que formou com seus irmãos também músicos chamada “Água da Fonte”.
Depois que saiu do Rio Grande do Sul, participou de outras tantas, como “Os Tártaros”, nome dado a um povo do Oriente.

Também é professor de música.

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Amadeu Signorelli, o Baixista.

Amadeu é natural do Rio de Janeiro.

Entrou para a banda em 1991, portanto está há 25 anos na banda como baixista.

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Gelsinho Moraes , o Baterista!

Gelsinho Moraes é natural do Rio de Janeiro e foi o último a se juntar a esta nova formação da banda Renato e Seus Blue Caps como baterista.

Começou tocando em bandas de baile com 17 anos.

Seu primeiro contato gravando com Renato e Seus Blue Caps foi no LP Baton Vermelho.

Foi ao Studio com seu Pai Gelson Moraes e ao passar o som da bateria para seu pai para gravar a música Anjo Rebelde, Gelson Moraes, seu pai disse: _ “Fica aí e grava essa música!”

Aos 18 anos montou uma banda chamada Abalo Cínico. Que gravou na época pela gravadora RCA um LP produzido por Gelson Moraes. Depois passou a tocar com vários artistas do cenário da Música Brasileira, entre eles: MPB 4, Sandra de Sá, Cláudio Zoli, Léo Jayme , Gabriel O Pensador e outros.

Em 2009 seu pai começou a não poder fazer os shows por inteiro devido a uma isquemia. Sendo assim, começou a dividir os shows e em 2013, com o falecimento de seu pai, Gelsinho assumiu as baquetas e tambores de Renato e Seus Blue Caps.

Gelsinho Moraes disse: _” É com muito orgulho que faço parte desta Banda com uma história de glórias. Querida no Brasil inteiro. “Inteiro Mermo” rsrsrs com canções tão significativas que estão na história. Isto é Renato e Seus Blue Caps”!

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★♪♪♪♪★ ♪♪♪♪★CONTATO PARA SHOWS ★♪♪♪♪★ ♪♪♪♪★

Banda Renato e Seus Blue Caps

Renato Barros – líder guitarra
Cid Chaves – Vocal
Darci Velasco – Teclados
Amadeu Signorelli – Baixo
Gelsinho Moraes – Bateria

CONTATO PARA SHOWS

Falar com Jorginho Maravilha
Telefones:
(21) 99983.4300 VIVO
(21) 98265.3038 TIM

Depoimento de Renato Barros sobre seu gosto musical influenciado pela música americana.

Numa conversa informal com o roqueiro Renato Barros, da Banda Renato e Seus Blue Caps, ele me contou como surgiu o gosto musical de sua família pelos clássicos da música americana, o que o incentivou a tornar-se compositor, seu prazer em interpretar canções de Frank Sinatra, Nat King Cole e outros nas noites na Tijuca, e o que o levou a introduzir músicas internacionais nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

_ Cita a importância da música de Paul McCartney na obra dos Beatles.
_ Fala sobre o enfraquecimento do amor na atualidade.
_ Inclusão de clássicos nos shows de Renato e Seus Blue Caps
_ Recorda a passeata contra as guitarras… etc… etc… ouçam seu depoimento. 😉

No Youtube

No Facebook

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Show de Renato e Seus Blue Caps em Vila Velha/ES: Fotos e Vídeo

Na noite de ontem, 08 de outubro de 2016, o Clube Arci em Vila Velha/ES lotou pra receber a banda de Rock de Renato Barros, que é sucesso desde os anos 60 e continua cada vez melhor levando seus Shows pelo Brasil! 😉

FORMAÇÃO:

Renato Barros – líder guitarra
Cid Chaves – Vocal
Darci Velasco – Teclados
Amadeu Signorelli – Baixo
Gelsinho Moraes – Bateria

As fotos e vídeos comprovam, vejam!

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Você não Soube Amar

Dona do meu Coração

Gatinha Manhosa

Como num Sonho / Se você Soubesse

Não te Esquecerei

Feche os Olhos

A Primeira Lágrima

O Meu Primeiro Amor

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“Que Beleza! O Renato está reacendendo a chama da Jovem Guarda que atravessa gerações. A boa musica fica no ar e ao sabor do vento costuma voltar!”

Romir Pereira de Andrade, baterista do conjunto The Angels/The Youngsters

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Renato e Seus Blue Caps e o Primeiro CD gravado ao vivo (2001).

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Este foi o primeiro disco da banda Renato e Seus Blue Caps gravado “ao vivo” e aconteceu no ano de 2001.
Com 11 faixas ao vivo e mais 05 inéditas, o CD foi lançado durante as comemorações dos mais de 40 anos de existência do grupo fundado por Renato e seus dois irmãos: Paulo Cezar e Edson (Ed Wilson).
No final de 2001, este tão esperado disco ao vivo foi lançado pela Warner, juntamente com mais 5 faixas inéditas.
Já faziam parte da banda os seguintes componentes: Renato Barros, Darci Velasco, Amadeu Signorelli, Gelsinho Moraes e Cid Chaves, que permanecem até os dias de hoje.
Nas 11 faixas “ao vivo” temos a oportunidade de reviver alguns dos maiores sucessos conquistados nesta bela trajetória iniciada com o sucesso de “Menina Linda”, versão de Renato Barros para a composição de Lennon & McCartney, “I should have known better”.
As faixas bônus do disco, as 05 canções inéditas gravadas em estúdio, são de uma beleza e excelência ímpar, revelando mais uma vez o grande talento e potencial de criação de Renato e Seus Blue Caps, permitindo a esta famosa banda sua permanência no cenário musical até os dias de hoje.
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01 – Pout-Pourri (Não Te Esquecerei / Pra Você Não Sou Ninguém)
02 – Meu Primeiro Amor
03 – Pout-Pourri (Como Num Sonho / Se Você Soubesse)
04 – Pout-Pourri (Jurei Nunca Mais Te Aceitar / Eu Vivia Enganado)
05 – Pout-Pourri (Sha-la-la Marisa / Tão Sozinho)
06 – Pout-Pourri (A Primeira Lágrima / Orgulho de Menina)
07 – Pout-Pourri (Devolva-me / Eu Não Sabia que Você Existia)
08 – Pout-Pourri (Meu Bem Não Me Quer / Não Me Diga Adeus)
09 – Feche os Olhos
10 – Dona Do Meu Coração
11 – Menina Linda

As 05 faixas inéditas são:

12 – Atriz – Composição de Renato Barros
13 – Só Falta Você – Composição de Renato Barros
14 – Pensamento – Composição de Ricardo Ayres / Lúcio Mauro
15 – Sereia – Composição de Renato Barros
16 – Que Saudade de Você – Composição de Renato Barros

ATRIZ – Composição de Renato Barros

Chegou pra mim
Pediu um tempo
Ignorou meu sentimento
E me deixou
Não era linda manhã
Eu quis dizer
Não vá embora
Mas refleti
Não era a hora
Paguei pra ver
Mas foi difícil demais
Ofereci a minha ajuda
Carreguei as suas coisas até o portão
Ainda bem que veio a chuva
Disfarçando a tempestade no meu coração
Mas o meu pranto
O tempo enxuga
Ela foi tudo pra mim até cair o véu
Era uma atriz
Enfim se cansou
De encenar seu papel.
Eu quis dizer
Não vá embora
Mas refleti
Não era a hora
Paguei pra ver
Mas foi difícil demais
Mas o meu pranto o tempo enxuga
Ela foi tudo pra mim até cair o véu
Era uma atriz
Enfim se cansou
De encenar seu papel
Mas era uma atriz
Enfim se cansou
De encenar seu papel

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SÓ FALTA VOCÊ – Composição de Renato Barros

“…Eu fiz essa música num vôo Natal-Rio. Letra e música.” (Renato Barros)

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PENSAMENTO – Composição de Ricardo Ayres / Lúcio Mauro

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SEREIA – Composição de Renato Barros

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QUE SAUDADE DE VOCÊ – Composição de Renato Barros

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Paul McCartney – O Meu ‘Top 40’!

Por Dado Macedo

Inspirado por uma semana toda dedicada a Paul McCartney, resolvi escolher as minhas 40 canções favoritas de Sir James!

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Devo dizer que a tarefa se revelou árdua, e após noites e mais noites em claro cheguei a seguinte listagem:

1- Penny Lane – Paul não era muito de reminiscências, mas provavelmente influenciado por John (In my Life, Strawberry Fileds), fez uma reconstituição na sua cabeça de uma Liverpool mágica. O ritmo é contagiante.

2- Eleanor Rigby – Tudo bem, ‘Yesterday’ veio antes, mas Eleanor Rigby consolidou Paul – e os Beatles – como compositores ‘sérios’.

3- Let It Be – Composta na fase turbulenta da separação, Paul a atribuiu a um sonho com sua mãe, que o confortava, dizendo que tudo daria certo. Piano de Paul, e guitarra de George são os destaques.

4- Band on the Run – Uma das melhores canções da carreira-solo de Paul. Mudanças de ritmo, muita percussão, guitarras, e um belo arranjo a tornam especial.

5- With a Little Help From My Friends – Composta para o vocal de Ringo, ela soa atual até hoje, com versões arrasadoras. A de Joe Cocker, por exemplo, é antológica..

6- Oh! Darling – Paul treinava toda manhã ao chegar ao estúdio para que seu vocal soasse com a crueza necessária de quem tinha cantado o dia todo, e ele conseguiu.

7- Maybe I’m Amazed – Canção cultuada por muitos como uma das mais belas músicas românticas já escritas. O solo de guitarra, tocado por Paul, – que aliás tocou todos os instrumentos – é outro ponto alto.

8- Back in the USSR – Rock de primeira, e Paul tocando bateria, além de baixo e guitarra.

9- I Saw Her Standing There – Para primeira música do primeiro álbum dos Beatles, um grande rockinho, uma amostra do que estava por vir.

10- The Long and Winding Road – Outra da fase difícil da separação dos Beatles, mas mais uma peça criativa e instigante de Macca. Infelizmente, no álbum Let It Be, ela foi suavizada e acrescentada de coral por Phil Spector.

11- All My Loving – “A primeira das grandes…” segundo Lennon. A guitarra de George arrasa.

12- She’s Leaving Home – Brian Wilson dos Beach Boys, a considerava uma das melhores canções já compostas. Um tema real sobre uma jovem abandonando a casa dos pais, que Paul leu nos jornais. Arranjo de Michael Leander.

13- Get Back – Inspirada em conflitos raciais com paquistaneses na Londres do final dos anos 60. Era anti-racista, apesar de muita gente não entender. John achava que Paul estava mandando Yoko ‘voltar pro seu lugar…’

14- For No One – Junto com Eleanor Rigby e Yesterday, pode se considerar como uma trilogia erudita de Macca. Sua relação com Jane Asher estava azedando.

15- Paperback Writer – Produção inovadora, na esteira de ‘Rubber Soul’, e antecipando a revolução que viria com ‘Revolver’. Paul toca baixo Rickenbacker, em vez do velho Hoffner. O som mudou!

16- Too Much Rain – O ‘Chaos and Creation..’ é pra mim, sem dúvida, o melhor trabalho solo de Paul. Esta canção ele conta que foi inspirada em ‘Smile’ de Charles Chaplin. Tão charmosa quanto, mas mais romântica.
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17- Junk – Esqueçam a simplicidade da gravação caseira e prestem atenção na melodia, e na letra triste. É Macca no seu melhor.

18- Mull of Kintyre – O single mais vendido no Reino Unido por quase uma década. Homenagem ao seu ‘spa’ na Escócia.

19- Yesterday – Esta é só a canção mais regravada de todos os tempos! Paul sonhou com a melodia, acordou e foi direto ao piano… Depois o cara não é gênio….. A letra inicial era: “Scrambled eggs, oh baby, how I love your legs…” hahaha.

20- Sgt Pepper’s – Toda a ideia do álbum foi de Macca. Esta introdução, mudaria o curso da música pop.

21- Follow Me – Outra do ‘Chaos…’ Me parece uma canção visionária.

22- Ob-la-di Ob-la-da – Dos tempos da India em 68. Uma brincadeira, que a maioria das pessoas não entendeu – Lennon inclusive – mas que serviu para apresentar o reggae aos branquelos.

23- Live and Let Die – Tinha que ter pique para ser canção de James Bond, o 007! Ao vivo é imbatível!

24- When I’m 64 – Canção vaudeville e homenagem ao velho Jim McCartney!

25- Blackbird – Politizada, coisa rara em Paul. Os Black Panthers estavam no auge em 68. O violão rouba a cena.

26- She Came in Through the Bathroom Window – Se fosse concluída talvez fosse uma das melhores peças Beatles. Faltou algo, mas mesmo assim, a entrada de Paul após o medley de John é antológica. Joe Cocker, sabe o que é bom!

27- Letting Go – Outra pérola escondida nos álbuns de Paul. Esta é só para quem curte o charme romântico do baladeiro McCartney.

28- We Can Work It Out – Mostra o lado otimista de Macca em contraste com o pessimismo de John. Nada como resolver os problemas, não é?

29- I’ve Got a Feeling – Rockão, em que Macca descarrrega muito de sua adrenalina, no final dos Beatles. Impressionante como ainda saía música de qualidade, apesar de todos os problemas.

30- Mamunia – Acho essa uma clássica de Macca. Percussão, baixo marcado, simplicidade e ao mesmo tempo soa exótica! Gravada durante um toró na Nigéria.

31- Hope of Deliverance – O cara compõe fácil, grava fácil, e a coisa vira um sucesso! É simples. Ao menos parece!

32- Ebony and Ivory – Paul chamou Steve Wonder, para gravar este hino contra o racismo. Hoje tem gente que critica este esforço. Uma pena.

33- Birthday – Paul pensou: vamos nos reunir e cantar uma canção juntos… John, George, Ringo e suas esposas e namoradas participaram e a festa rolou solta.

34- You Won’t See Me – Típica da época das briguinhas com Jane Asher, sua namorada que estava mais interessada na carreira. Simples e direta.

35- The End – Só por ser a última canção já seria clássica, mas com seu verso final lembrando que o que aqui se faz, aqui se paga….. Não precisava mais nada depois disto!!!

36- Can’t Buy Me Love – Paul adorou quando Ella Fitzgerald gravou esta. Ele deve ter pensado: “Bem, nós conseguimos”!!!

37- Things We Said Today – Ainda sobre seu relacionamento com Jane. Paul estava apaixonado por ela na época.

38- My Love – Canção de 73 para Linda. Sucesso em single, e um exemplo de que a banda Wings, não era ruim. O solo de guitarra de Henry McCullough é contundente.

39- Let’em In – Versatilidade ao extremo de Macca. Ele sabe tirar leite de pedra. Letra simples, convidando os mais chegados a visitá-lo, e instrumentação enxuta. Resultado: sucesso!

40- Coming Up – Mega-hit de 1980. Paul a compôs em 79, mas só a lançou em single, após a experiência desastrosa de sua prisão no Japão. Foi direto pro nº1!

Bonus:
41- Another Day – Pode se considerar esta canção como a Eleanor Rigby Pop. Tão densa e dramática quanto a canção de 66, porém mais digerível!

42- Helter Skelter – Rock da pesada feito pra competir com The Who! Hoje uma das favoritas nos shows ao vivo.

43- Rock Show – Outra abertura de shows. Em 1975, ela colocava peso no álbum ‘Venus and Mars’.

44- Mrs. Vandebilt – Ritmo pulsante, que hoje em dia Paul recuperou para os shows ao vivo.

45- 1985 – Se destaca pelo belo piano de Macca. Era uma canção em que ele tocava praticamente todos os instrumentos. Como se tornaria natural.

46- Getting Better – Otimista como sempre. Feita de encomenda para Pepper’s, após Paul descobrir esta frase dita por um jamaicano amigo dos Beatles – que depois queria os royalties da música…

47- Magical Mystery Tour – Introdução para o filme de mesmo nome feito para a TV em 67. Vibrante e animada. Pena que ficou associada ao filme.

48- Yellow Submarine – O cara sabe fazer música para animar festas, sabe fazer rocks, baladas, vaudeville, reggae, country, blues… Porque não fazer uma direcionada as crianças?

49- This One – Balada de 1989. Uma das mais bonitas que já vi Paul tocar ao vivo.

50- Your Mother Should Know – Charmosa e bonita! Acho que é um resumo das composições de Macca!

Obs.: Como fui esquecer de ‘Hey Jude’. Gravação histórica de 68 em que os Beatles conseguiram chegar ao nº 1 com uma canção de mais de 7 minutos de duração. Paul, neste caso, lembra do pequeno Julian, filho de Lennon, que estava sofrendo com a separação dos pais.

Obs.II: ‘Here Today’, ‘conversa’ de Paul com John após a partida do parceiro também merece entrar na lista!

E assim, as 40 acabaram se tornando 52!!!

Paul McCartney em apresentação no programa SNL (Saturday Night Live)

Paul McCartney em apresentação no programa SNL (Saturday Night Live)