Depoimentos de Músicos Brasileiros sobre a Influência dos Beatles.

Uma Série publicada pelo site UOL e a banda cover Zoom Beatles celebraram os 50 anos da Beatlemania e do lançamento do álbum “Please, Please Me”, dos Beatles, ocasião em que alguns músicos brasileiros foram entrevistados e deram seus depoimentos.
Para comemorar os 50 anos de “Please, Please Me” em 22 de março de 2013, 1º disco da banda que revolucionou e mudou os rumos da história da música, o UOL preparou um grande especial em vídeo, dividido em quatro capítulos.
Com depoimentos de nomes consagrados da música brasileira como Caetano Veloso, Cauby Peixoto, Ronnie Von, Ritchie, Odair José, Renato Barros (Renato e Seus Blue Caps) e Lilian Knapp (Leno e Lilian), a homenagem também conta com a participação da banda Zoom Beatles, que regravou nos mínimos detalhes o álbum para o especial. Cada faixa tem seu respectivo clipe, gravado no heliponto do prédio do UOL, em São Paulo.

Zoom Beatles

“Quem acha que não foram influência, não sabe apreciar”

“A gente fazia mais um arranjo para o Brasil, para a América do Sul, por que se tiverem que escolher entre a música gravada por vocês e a música gravada pelos Beatles, vocês vão ficar na rabeira…” disse Renato Barros

“Eles fizeram muito mais do que seria necessário. Depois, eu vi como as músicas deles eram bonitas!”, relembra Caetano Veloso. Tanto na performance nos palcos quanto no estúdio, o quarteto inglês mostrou sua genialidade ao longo de sua trajetória e continua sendo reconhecido por todas as gerações de músicos. “A ideia do pop song vem das mãos deles. Eles escreveram o manual para nós”, ressalta Ritchie.

Além dos depoimentos de Renato Barros (Renato e Seus Blue Caps), Caetano Veloso, Cauby Peixoto, Ronnie Von, Ritchie, Odair José, Lilian Knapp (Leno e Lilian), e do Radialista Roberto Maia, podemos assistir no episódio trechos dos clipes de “Do You Want To Know a Secret?”, “A Taste of Honey”, “There’s a Place” e “Twist and Shout”.

PARTE 1 – “Quando eles apareceram, era como ouvir Justin Bieber”, diz Caetano Veloso.

PARTE 2 – “A gente fazia mais um arranjo para o Brasil, para a América do Sul, por que se tiverem que escolher entre a música gravada por vocês e a música gravada pelos Beatles, vocês vão ficar na rabeira…” disse Renato Barros
“Depois dos Beatles, o ‘tio Ronnie’ virou Ronnie Von”, afirma o cantor.

PARTE 3 – “Em Goiás, acharam que John e Paul eram uma dupla sertaneja”, recorda Odair José.
Lílian Knapp menciona a amiga que cantou com os Beatles, que foi nossa querida Lizzie Bravo.

PARTE 4 – O 4º e último capítulo do “Especial Beatles – 50 anos de Beatlemania” traz detalhes do legado que a banda de Liverpool deixou e mostra como a indústria musical, desde então, tem seguido e copiado tudo que foi descoberto e aprimorado pela banda que mudou os rumos da música mundial.

O VÍDEO COMPLETO NO FACEBOOK
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DEPOIMENTO DE RENATO BARROS
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Historiadores dizem que a visita dos Beatles a Bangor em 1967 foi um ponto de partida para mudanças.

Há cinquenta anos atrás os Beatles chegaram a Bangor, no Norte do País de Gales, para participarem de uma Conferência de 10 dias sobre Meditação Transcendental liderada pelo Maharishi Mahesh Yogi, mas sua visita causou uma agitação não apenas entre os fãs, como também na mídia.

Foi lá que descobriram que seu empresário havia morrido, um fato que alguns dizem que marcou o começo do fim para o grupo.

Era 25 de agosto de 1967 e acabavam de lançar seu oitavo álbum de estúdio, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Eles estavam em um ponto alto da carreira e decidiram visitar Bangor, porém não para tocarem em um Show.

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse que a visita da banda ao norte de Gales foi incomum desde o início.
George Harrison, o guitarrista dos Beatles, conheceu Maharishi Yogi, um guru da Meditação Transcendental – uma forma de meditação silenciosa – que os convidou para a sua conferência na cidade de Gwynedd.

“George Harrison ficou muito interessado no que o Maharishi estava ensinando e levou John e Paul a uma sessão em Londres, seguida imediatamente no retiro em Bangor, no local onde funcionava o Normal College, e agora parte da Universidade de Bangor,” disse o Prof Collins.
“Eles simplesmente pularam em um trem e estavam aqui algumas horas depois de decidirem fazer isso.”

“A imprensa certamente estava muito atenta ao que estava acontecendo. Havia um grande interesse pelo fato de que os Beatles pareciam ter descoberto o misticismo oriental e havia suspeitas sobre o fato em torno da imprensa na época.
“Aquilo realmente levou todos a Bangor para segui-los, além de criar um grande interesse na localidade”.

John Lennon pouco antes da partida do trem da Estação de Euston para Bangor.
GETTY IMAGES

Não foi apenas a imprensa que veio – os fãs também se reuniram.
Os Beatles ficaram no Normal College, agora o Centro de Gerenciamento da universidade.
Len Jones era um dos jardineiros da época e disse que eles causaram bastante reviravolta.
“Eu vim aqui às oito da manhã para começar a trabalhar e havia centenas de pessoas aqui. Eles estavam cantando e estavam meditando”, disse ele anteriormente.
“Os Beatles vieram então, e ninguém conseguia se mover com aquelas centenas de pessoas, especialmente as meninas. E todos estavam gritando ‘Beeeeatles, onde estão vocêsssss’?
“Toda a Universidade, todos pararam de trabalhar por um dia ou dois. Era o paraíso e realmente colocava Bangor no mapa”.
Mas The Beatles não estaria em Bangor por muito tempo. Eles chegaram na sexta-feira – e no domingo, o telefone público tocou no corredor dos salões da universidade onde ficavam.
Eventualmente, alguém respondeu o telefone e Paul McCartney recebeu a notícia de que seu Empresário Brian Epstein havia sido encontrado morto.

Ao tomarem conhecimento sobre a morte de Brian Epstein, The Beatles decidiram voltar para Londres.
Imagem: GETTY IMAGES

O jornalista Freelance Derek Bellis foi convocado para Bangor para entrevistar os Beatles sobre a notícia.
“Foi uma ocasião estranha, suponho que surreal seja a palavra que resume”, lembrou o senhor deputado Bellis.

“John foi quem mais falou nas entrevistas e ele disse que o Maharishi havia dito que eles deveriam lembrar as coisas felizes e as coisas construtivas.
“Parecia como se o Maharishi fizesse algumas observações bastante neutras, e agora você pudesse descrevê-las”.
Historiadores disseram que foi um ponto de virada para os Beatles. Sem Epstein para manter o grupo em conjunto, eles passaram mais e mais tempo em seus próprios projetos antes de se separarem definitivamente em 1970.

“Vir a Bangor foi coisa de George Harrison, mas John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr foram junto. Depois da morte de Brian Epstein, isso não aconteceu tanto, e os Beatles começaram a seguir suas próprias rotinas individuais,” disse o Prof Collins.
No entanto, as pessoas em Bangor ainda sentem orgulho de sua conexão com a banda. “Há todas as histórias que todos que moram em Bangor conhecem”, acrescentou o Prof Collins.
“Como a visita dos Beatles ao restaurante chinês, onde George tinha um bilhete de banco na sola do seu sapato e essa era a única maneira deles garantirem o pagamento, porque eles não carregavam dinheiro com eles.

“Há fotos de Paul McCartney em lugares estranhos ao lado da Estrada da Universidade, que são parte da conscientização local das pessoas sobre a estada dos Beatles.
“Se você mora em Bangor e aparece um novo livro sobre os Beatles, a primeira coisa que você faz é ir no índice e procurar Bangor!
“Está sempre constando lá e você pode ler o pouco da historia de quando os Beatles fizeram parte do seu mundo brevemente”.
Essa conexão ainda está marcada até hoje – há uma placa na universidade e uma laje de ardósia na rua principal lembrando esses três dias em 1967, quando os Beatles chamaram a atenção do mundo para Bangor.

Por Chris Dearden
BBC News

Tradução: Lucinha Zanetti

MAIS SOBRE OS BEATLES EM BANGOR

“AS INVENÇÕES DE RENATO E SEUS BLUE CAPS”!

Este foi o título da reportagem escrita por Bill Falcão em 1973 sobre a banda Renato e Seus Blue Caps, reportagem esta que ele entregou pessoalmente a Renato Barros no camarim do Cine Theatro Brasil Vallourec em Belo Horizonte durante o Show da banda na cidade de Belo Horizonte, dia 20 de abril, quinta-feira passada…

Renato Barros e Bill Falcão em 20-04-2017

Segue a reportagem de Bill com fotos de Fernando Mendes.

Morre Allan Williams, o primeiro empresário dos Beatles.

Tomamos conhecimento da morte de Allan Williams através da página de Roag Best no Facebook, nesta data de 30 de dezembro de 2016.

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Allan Williams foi o primeiro empresário (não oficial) dos Beatles, e foi quem convidou a banda para uma turnê em Hamburgo.

Naquela época eles precisavam de um baterista e George Harrison lembrou que havia um rapaz chamado Pete Best que tinha uma bateria. Eles fizeram um teste e contrataram Pete Best em meados de agosto de 1960 para ser o baterista dos Beatles.

Allan Williams os levou para Hamburgo e quando chegaram lá, foram para o Indra Club e depois para o Top Ten Club, por que receberam uma grande proposta para serem contratados neste clube, desrespeitando o contrato com o Indra. Foi aí que o dono até chamou a polícia, denunciando George por ser menor de idade.

A caminho de Hamburgo em 1960, eles pararam em Arnhem na, depois de terem seguido um caminho errado. Lá, Williams, sua esposa Beryl, Lord Woodbine, Stuart Sutcliffe, Paul McCartney, George Harrison e Pete Best foram fotografados no memorial da guerra, possivelmente por John Lennon. Eles ainda passaram algum tempo circulando pela cidade.

A caminho de Hamburgo em 1960, eles pararam em Arnhem na Holanda, depois de terem seguido por um caminho errado. Lá, Williams, sua esposa Beryl, Lord Woodbine, Stuart Sutcliffe, Paul McCartney, George Harrison e Pete Best foram fotografados no memorial da guerra, possivelmente por John Lennon.
Eles ainda passaram algum tempo circulando pela cidade.

Mais recentemente, quando Tony Sheridan esteve no Brasil em janeiro de 2010, Allan Williams havia sido convidado pra vir juntamente com ele e Ray Johnson, produtor executivo do internacional Beatle Week, o Festival dos Beatles que acontece há anos em Liverpool, Johnson que também é o gerente geral do lendário Cavern Club.
Durante a coletiva de imprensa realizada em Vitória/ES, local da apresentação de Tony Sheridan, Johnson revelou o teor de uma conversa que teve com Allan Williams, que foi o primeiro empresário dos Beatles mas que desistiu da banda antes dela se tornar o sucesso mundial que foi: _“Eu disse, Alan, você está fazendo uma burrice em não ir comigo ao Brasil. E ele respondeu: ‘venho fazendo burrices há 60 anos. Foi por isso que perdi a banda’, contou Ray Johnson.

Rest in Peace

Musical Infantil “Para Conhecer os Beatles” presta homenagem a Renato e Seus Blue Caps.

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A peça foi realizada no Teatro Nathália Timberg – Av. das Américas, 2000 – Freeway – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, durante o período de 08 de outubro a 27 de novembro de 2017.
Os atores passaram vários meses pesquisando sobre a banda The Beatles, cantando e interpretando suas músicas exatamente para conhecê-las e apresentá-las ao público.
Esse musical mostra a tendência das crianças de hoje em dia em só ficarem grudadas em aparelhos celulares, tablets, joguinhos eletrônicos, etc.

As crianças ficam sabendo então de um concurso sobre os Beatles em uma rádio, e ficam fascinadas em ganhar o prêmio, que seria uma viagem incrível para quem vencesse, e assim formam-se vários grupos para participar do concurso. Cada grupo tem que pesquisar sobre os Beatles, mas a regra principal é que eles não poderão usar aparelhos eletrônicos para a sua pesquisa.

A peça também fala de forma sutil sobre preconceito e sobre o que somos levados a acreditar, baseados apenas no que nos falam e o quanto as pessoas podem nos influenciar, muitas vezes sem vermos a verdade.

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Sinopse

Formado por um elenco de 18 crianças, o espetáculo “Para Conhecer os Beatles” conta a história de duas meninas de uma cidade distante que querem pular corda e procuram na cidade grande uma terceira criança para ajudar. Porém, elas não conseguem, pois nessa cidade todas as crianças estão “enfeitiçadas” por aparelhos eletrônicos como smartphones, tablets e joguinhos.
Diante dessa dificuldade, num curioso passe de mágica todos os aparelhos “bugam” e ao mesmo tempo, anunciam um concurso em uma rádio, que oferece como prêmio uma viagem inesquecível. Nesse concurso as crianças devem apresentar músicas dos Beatles, que elas não conhecem por não serem da sua geração. E como regra do concurso, não podem usar nenhum recurso moderno. O prêmio prometido é uma viagem inesquecível.
O espetáculo leva os pequenos a uma viagem inesquecível pela obra e músicas dos Beatles, levantando também uma reflexão sobre o uso abusivo de aparelhos eletrônicos.

Em sua última apresentação domingo passado, 27 de novembro, os nossos Beatles brasileiros, Renato Barros e Cid Chaves, da banda Renato e Seus Blue Caps, estiveram presentes na plateia, foram homenageados, e receberam o abraço e o carinho das crianças.


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Cid Chaves e Renato Barros com a atriz Nathalia Costa.

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De camisa Beatles está Lorrana Mousinho, Assistente de Direção, e sua mãe, com Cid e Renato.

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Cid e Renato com a priminha do Cid, a Laura Havilla.

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Mareliz Rodrigues, autora do texto e direção, juntamente com Cid e Renato.

Fotos e Vídeo por Renato Barros e Cid Chaves

Pesquisa:
1 – http://diversao-cultura.blogspot.com.br/2016/10/cultura-para-conhecer-os-beatles-pronto.html

2 – http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2016/10/06/musical-infantil-para-conhecer-os-beatles-apresenta-obra-e-musicas-da-banda/

A Banda Renato e Seus Blue Caps na Atualidade.

A Banda Renato e Seus Blue Caps teve várias formações ao longo de sua existência, e na atualidade conta com cinco integrantes.

Vamos falar de cada um deles, começando pelo seu líder e idealizador…

Renato Barros, o idealizador e fundador da banda.

Guitarrista, vocalista e compositor de vários sucessos da Música Popular Brasileira, Renato com sua banda iniciou uma carreira de sucesso bem antes da Jovem Guarda e foi preponderante nas carreiras dos colegas do movimento, principalmente nas de Erasmo Carlos, Wanderléa e Roberto Carlos.
Como compositor, mantém um grande número de músicas suas sendo regravadas até os dias de hoje, como podemos ver nesta foto quando do recebimento do troféu Imprensa entregue pelo SBT pela sua composição “Devolva-me”, gravada por Adriana Calcanhoto.

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Cid Chaves, vocalista e saxofonista

Cid Rodrigues Chaves, Saxofonista e Cantor, atualmente é um dos vocalistas principais da banda Renato e Seus Blue Caps, fazendo parte do grupo desde 1963, quando foi contratado para tocar saxofone.

Cid iniciou sua carreira artística no começo dos anos 1960 atuando na banda The Silver Boys, do bairro carioca de Campo Grande, ao lado dos primos Paulinho e Zezinho.

Em 1963, durante um show na cidade de Angra dos Reis no Rio de Janeiro, conheceu o baixista Paulo Cesar Barros que o convidou a ingressar no conjunto Renato e Seus Blue Caps, onde permanece até os dias de hoje.

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Darci Velasco, o Tecladista.

Darci é natural do Rio Grande do Sul, nasceu em 24 de fevereiro.

Cursou Licenciatura em Música na UFPE.

Toca os seguintes instrumentos:
Trompete, Contrabaixo, guitarra, bateria e por último Piano e teclados similares.

Entrou para a banda em 1989, tendo antes participado de outras, como a que formou com seus irmãos também músicos chamada “Água da Fonte”.
Depois que saiu do Rio Grande do Sul, participou de outras tantas, como “Os Tártaros”, nome dado a um povo do Oriente.

Também é professor de música.

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Amadeu Signorelli, o Baixista.

Amadeu é natural do Rio de Janeiro.

Entrou para a banda em 1991, portanto está há 25 anos na banda como baixista.

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Gelsinho Moraes , o Baterista!

Gelsinho Moraes é natural do Rio de Janeiro e foi o último a se juntar a esta nova formação da banda Renato e Seus Blue Caps como baterista.

Começou tocando em bandas de baile com 17 anos.

Seu primeiro contato gravando com Renato e Seus Blue Caps foi no LP Baton Vermelho.

Foi ao Studio com seu Pai Gelson Moraes e ao passar o som da bateria para seu pai para gravar a música Anjo Rebelde, Gelson Moraes, seu pai disse: _ “Fica aí e grava essa música!”

Aos 18 anos montou uma banda chamada Abalo Cínico. Que gravou na época pela gravadora RCA um LP produzido por Gelson Moraes. Depois passou a tocar com vários artistas do cenário da Música Brasileira, entre eles: MPB 4, Sandra de Sá, Cláudio Zoli, Léo Jayme , Gabriel O Pensador e outros.

Em 2009 seu pai começou a não poder fazer os shows por inteiro devido a uma isquemia. Sendo assim, começou a dividir os shows e em 2013, com o falecimento de seu pai, Gelsinho assumiu as baquetas e tambores de Renato e Seus Blue Caps.

Gelsinho Moraes disse: _” É com muito orgulho que faço parte desta Banda com uma história de glórias. Querida no Brasil inteiro. “Inteiro Mermo” rsrsrs com canções tão significativas que estão na história. Isto é Renato e Seus Blue Caps”!

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★♪♪♪♪★ ♪♪♪♪★CONTATO PARA SHOWS ★♪♪♪♪★ ♪♪♪♪★

Banda Renato e Seus Blue Caps

Renato Barros – líder guitarra / vocal
Cid Chaves – Vocal
Darci Velasco – Teclados
Amadeu Signorelli – Baixo
Gelsinho Moraes – Bateria

CONTATO PARA SHOWS

Falar com Jorginho Maravilha
Telefones:
(21) 99983.4300 VIVO
(21) 98265.3038 TIM

Depoimento de Renato Barros sobre seu gosto musical influenciado pela música americana.

Numa conversa informal com o roqueiro Renato Barros, da Banda Renato e Seus Blue Caps, ele me contou como surgiu o gosto musical de sua família pelos clássicos da música americana, o que o incentivou a tornar-se compositor, seu prazer em interpretar canções de Frank Sinatra, Nat King Cole e outros nas noites na Tijuca, e o que o levou a introduzir músicas internacionais nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

_ Cita a importância da música de Paul McCartney na obra dos Beatles.
_ Fala sobre o enfraquecimento do amor na atualidade.
_ Inclusão de clássicos nos shows de Renato e Seus Blue Caps
_ Recorda a passeata contra as guitarras… etc… etc… ouçam seu depoimento. 😉

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