Os Beatles na British Library – Londres

Ver os discos originais e os instrumentos que fizeram parte da história musical dos Beatles no “The Beatles Story Museum” em Liverpool não tem preço, mas não deixa de ser muito emocionante também ver ao vivo a caligrafia de John e Paul nas letras originais de Help! , Yesterday, Ticket to Ride, A Hard Day`s Night e outras raridades dos Beatles, e isso é possível visitando a British Library em Londres!

Ela está localizada próxima à estação de metrô “King’s Cross St. Pancras Station”, local onde um Beatlemaníaco não deve deixar de visitar, estando em Londres!

Seguem algumas fotos da King`s Cross St. Pancras Station

20121129 01 King's Cross St. Pancras station20121129 02 King's Cross St. Pancras station20121129 03 King's Cross St. Pancras station20121129 04 King's Cross St. Pancras station20121129 05 British LibraryChegando lá podemos encontrar um tesouro de artefatos dos Beatles, incluindo algumas coisas que não se pode encontrar em qualquer outro lugar do mundo. E o melhor de tudo é que a entrada para a biblioteca é totalmente gratuita, para que possamos ver todas essas coisas maravilhosas.

Fotos de letras originais, alguns manuscritos de músicas, registros e imagens originais de canções escritas pela dupla Lennon & McCartney.

(Antes, algumas imagens da galeria onde estão as coisas dos Beatles, que é a Sir John Ritblat Gallery).

20121129 07 BL - Sir John Ritblat GallerySir John Ritblat Gallery

Sir John Ritblat Gallery

Sir John Ritblat Gallery - Music section20121129 10 BL - Sir John Ritblat Gallery - Music section20121129 11 BL - Sir John Ritblat Gallery - The Beatles20121129 12 BL - Sir John Ritblat Gallery - The Beatles20121129 13 BL - Sir John Ritblat Gallery - The BeatlesManuscrito Yesterday

Manuscrito de “Yesterday”
Manuscrito de "Michelle"

Manuscrito de “Michelle”

Sir John Ritblat Gallery - The Beatles Michelle

Sir John Ritblat Gallery – The Beatles Michelle

 Sir John Ritblat Gallery - The Beatles

Sir John Ritblat Gallery – The Beatles

Manuscrito Ticket to Ride e Hard Day's Night

Manuscrito Ticket to Ride e A Hard Day’s Night

Sir John Ritblat Gallery - The Beatles A Hard Day's Night

Sir John Ritblat Gallery – The Beatles A Hard Day’s Night

Manuscrito de Help!

Manuscrito de Help!

Notem que esta não é a letra definitiva da canção escrita por Lennon, e neste manuscrito, se olharmos bem, podemos encontrar alguns “segredos” escondidos…

Sir John Ritblat Gallery - The Beatles Help!

Sir John Ritblat Gallery – The Beatles Help!

Manuscrito de Ticket to Ride

Manuscrito de Ticket to Ride

Manuscrito - Untitled verse by John Lennon

Manuscrito – Untitled verse by John Lennon

Sir John Ritblat Gallery - The Beatles - Untitled verse by John

Sir John Ritblat Gallery – The Beatles – Untitled verse by John

Original No. 1 copy of "The Beatles Book", a very rare publication that was published monthly from 1963 until 1969, chronicling many of the Beatles events of the 60s.

Original No. 1 copy of “The Beatles Book”, a very rare publication that was published monthly from 1963 until 1969, chronicling many of the Beatles events of the 60s.

Também encontra-se na galeria este exemplar (foto acima) original do “The Beatles Book” número 1, uma publicação muito rara que havia mensalmente, de 1963 até 1969, e trazia a cronologia dos muitos eventos dos quais os Beatles participavam nos anos 60.

The Beatles Book“Hope you enjoy the pictures”! :)

“Mamunia” e sua relação com o Hotel “La Mamounia” em Marrakech!

Uma canção de nome sofisticado, creditada a Paul e Linda McCartney,  abre o lado B do álbum “Band on the Run”, de Paul McCartney &Wings!

O nome dela é “Mamunia”, e foi escrita durante uma estada do casal Paul e Linda McCartney em Marrakech, onde estiveram hospedados no Hotel La Mamounia, há quase 40 anos, exatamente no início de 1973, cujo título foi inspirado no nome do Hotel.

Mamunia significa “porto seguro” (safe haven) em Árabe, e de acordo com o autor John Blaney, McCartney usou o termo como uma metáfora ao renascer (rebirth).

Mamunia é uma das várias canções do álbum Band on The Run, incluindo a faixa título e também “Bluebird”, que expõem o tema de fuga e liberdade. Os versos da canção usam a chuva (rain) como uma metáfora para tempos difíceis com os quais as pessoas se deparam.

A mensagem da canção é não reclamarmos das dificuldades, pois todos nós nos deparamos com elas e nestes tempos, quando enfrentamos momentos difíceis, o melhor é focarmos no nosso “porto seguro”.

“Mamunia” expande o tema e os sentimentos também contidos na canção “Rain”, dos Beatles!

Segundo Paul McCartney, ela foi a primeira música do álbum a ser gravada em Lagos, na Nigéria, e foi em meio a uma tempestade tropical.

Ela tem Paul nos vocais, guitarras, baixo e sintetizador; Linda no backing vocal e Denny Laine na guitarra e também no backing vocal. Inclui ainda uma percussão tocada por um dos “roadies” que o acompanhavam. Como em “Bluebird”, “Mamunia” é essencialmente acústica. O crítico em música, Roberto Christgau, descreveu a introdução da canção como sendo “Afro-soul” (de alma africana).

Visitando Marrakech este mês de novembro, minha filha conheceu alguns lugares excêntricos e interessantes, entre eles o Hotel La Mamounia, que inspirou o título da canção, e que é um dos hotéis mais chiques da cidade, ponto turístico para quem visita o Marrocos.

Hotel La Mamounia – Marrakech / Marrocos – Foto 1

Hotel La Mamounia – Marrakech / Marrocos – Foto 2

Hotel La Mamounia – Marrakech / Marrocos – Foto 3

Hotel La Mamounia – Marrakech / Marrocos – Foto 4

Mamunia – Letra e Vídeo

Mamunia

Mamunia Mamunia Mamunia
Oh Oh Oh
Mamunia Mamunia Oh Oh Oh Oh

The Rain Comes Falling From The Sky,
It Fills The Streams That Fill The Sea
And That’s Where Life Began For You And Me,

So The Next Time You See Rain It Ain’t Bad,
Don’t Complain It Rains For You,
The Next Time You See L.A. Rainclouds,
Don’t Complain It Rains For You And Me

Mamunia Mamunia Mamunia
Oh Oh Oh
Mamunia Mamunia Oh Oh Oh Oh

It Might Have Been A Bright Blue Day
But Rainclouds Had To Come This Way
They’re Watering Everything That They Can See.

The seed is waiting in the earth,
For the rain to come and give it birth,
That’s all it really needs to set it free.

Mamunia Mamunia Mamunia
Oh Oh Oh
Mamunia Mamunia Oh Oh Oh Oh

So The Next Time You See Rain, It Ain’t Bad
Don’t Complain, It Rains For You.
So Lay Down Your Um-ber-ellas
Strip Off Your Plastic Macs.
You’ve Never Felt The Rain My Friends,
Till You’ve Felt It Running Down Your Backs

So The Next Time You See Rain, It Ain’t Bad
Don’t Complain, It Rains For You.
The Next Time You See L.A. Rainclouds
Don’t Complain It Rains For You And Me.

Mamunia Mamunia Mamunia
Oh Oh Oh
Mamunia Mamunia Oh Oh Oh Oh

Mamunia Mamunia Mamunia
Oh Oh Oh
Mamunia Mamunia Oh Oh Oh Oh

Entrevista com a musa da canção “Dear Prudence”, dos Beatles.

Em entrevista a Tory Hoen, do New York Fashion Shows, Prudence Farrow Bruns esclarece quem compôs a famosa Beatle canção para ela!

Prudence é especialista em Yoga e Meditação e conta que fez um curso de Meditação na Índia, com duração de 03 meses. No quarto ao lado do seu, estavam John Lennon e George Harrison, e quando eles foram embora, disseram-lhe: “Nós escrevemos esta canção para você.”

Prudence como em “Dear Prudence”?

Sim. Em 1968, eu fiz um curso de três meses sobre meditação na Índia. Minha irmã (a atriz Mia Farrow) veio me visitar, e no quarto ao lado estavam John Lennon e George Harrison. Quando eles deixaram o quarto, eles disseram: “Nós escrevemos esta canção para você,” mas depois eu esqueci o assunto.

Quando foi então que você ouviu a música?

Minha mãe tocou pra mim. É uma bonita canção, mas havia muitos rumores sobre o motivo que levou John a escrevê-la – que eu era viciada em heroína, que tive relações sexuais com ele. Não era nada disso; era sobre o meu foco na meditação.

Deve ter sido difícil meditar com os Beatles no quarto ao lado.

Era um pouco confuso, mas eu os achava divertidos.

E Mia?

A meditação foi intensa demais para ela, então ela entrou numa caça ao tigre.

Entrevista realizada em 14 de outubro de 2012, por Tory Hoen.

Foto: Lucas Michael

A canção composta por Lennon & Harrison consta do Álbum Branco, de 1968

FONTE: New York Fashion Show

 

Já sabíamos que a música é sobre a irmã da atriz Mia Farrow, Prudence, que estava presente quando os Beatles visitaram o Maharishi Mahesh Yogi na Índia. Prudence que era focada nas meditações transcendentais, passou a maior parte do tempo trancada em seu quarto durante sua estada na India. Lennon, que estava preocupado que ela estivesse deprimida, escreveu essa música para ela, (agora sabemos que foi juntamente com George Harrison) convidando-a para que “saísse para brincar”. Enquanto os Beatles deixaram o curso, Mia, Prudence, Mike Love, dos Beach Boys e outros, permaneceram e se tornaram professores de Meditação Transcendental. Prudence atualmente é professora primária junto com seu marido e os dois ainda praticam Meditação Transcendental bem como versões avançadas da mesma e ocasionalmente ainda ministram aulas sobre o assunto.
Tanto nesta música como na faixa anterior do White Álbum “Back in the U.S.S.R.”, é McCartney quem toca a bateria (apesar de John e George terem contribuído com algumas partes em “Back in the U.S.S.R.) ao invés de Ringo, que tinha recentemente saído da banda (segundo ele, “tirado férias” na Sardenha). Ringo retornou após a gravação dessa faixa e encontrou flores em sua bateria.
Lennon considerava Dear Prudence como sua música favorita nos Beatles, bem como seu filho Julian também segue o pai nessa preferência.

Em 1987, o manuscrito original dessa letra da letra foi vendido em leilão por US$19,500.

DEAR PRUDENCE (Letra e Tradução)

 

Dear Prudence
Dear Prudence, won’t you come out to play.
Dear Prudence, greet the brand new day.
The sun is up, the sky is blue.
It’s beautiful and so are you.
Dear Prudence won’t you come out to play?
Dear Prudence open up your eyes.
Dear Prudence see the sunny skies.
The wind is low the birds will sing
That you are part of everything.
Dear Prudence won’t you open up your eyes?
Look around round
Look around round round
Look around.
Dear Prudence let me see you smile.
Dear Prudence like a little child.
The clouds will be a daisy chain.
So let me see you smile again.
Dear Prudence won’t you let me see you smile?

Dear Prudence – Tradução
Querida Prudence, será que você não vai sair para
brincar?
Querida Prudence, brinde um novo dia.
O sol nasceu, o céu está azul
Ele é lindo como você.
Querida Prudence será que você não sair para
brincar?
Querida Prudence abra seus olhos.
Querida Prudence veja o amanhecer.
O vento está suave, os pássaros cantam
que você é parte de tudo isto.
Querida Prudence será que você vai abrir seus
olhos?
Olhe em sua volta
Olhe em sua volta
Olhe em sua volta.
Querida Prudence deixe-me vê-la sorrir.
Querida Prudence como uma pequena criança.
As nuvens formarão uma cadeia de margaridas
Então me deixe vê-la sorrir novamente.
Querida Prudence será que você não vai me deixar vê-la
você sorrir?

De como George Harrison compôs sua canção “It is He” (Um Depoimento dele em seu livro “I Me Mine”).

A Índia e particularmente minhas experiências em Brindaban (Vrindavan) me inspiraram a compor ‘It is He” (É ele).

Fomos a Brindaban, onde Krishna viveu há 4.000 anos. É uma das cidades mais sagradas da Índia – a cidade inteira é devota de Krishna – todo mundo, em todos os lugares ficava cantando ‘Hare Krishna’ e várias transformações dele. Foi minha experiência mais fantástica; ir para aquele lugar foi ótimo; Ravi Shankar tinha arranjado uma forma de encontrarmos Sripad Maharaj (Sua Santidade), um asceta, que falava um pouco de inglês e que iria nos mostrar o lugar. Chegamos lá ao entardecer e alguém correu para tentar encontrá-lo. Era tudo tão antigo, todas aquelas ruelas e templos antigos. Uma garota voltou e disse ‘venham conosco’ e nós descemos para onde o Rio Jamuna costumava fluir, por que agora ele mudou seu curso, tornou-se um leito seco.

Para onde fomos, era uma antiga casa de Goswami, um mestre espiritual, aquele que está no controle total de sua mente e sentidos: Swami significa “professor” e “GO” significa ‘a mente e os sentidos’. Sentamos ali e tomamos chá e depois do escurecer, partimos. Nós fomos com aquele homem e eu nem sabia quem ele era e nós estávamos andando… andando… e quanto mais eu caminhava, mais eu pensava ‘meu Deus, esse cara é incrível’; todo mundo se aproximava dele o tempo todo, e tocavam seus pés. Ele parecia um velho mendigo; tinha os cabelos compridos e usava um velho manto de saco e tinha os pés descalços e todos estes Swamis com cabeças raspadas e vestes de cor açafrão foram chegando e curvando-se diante dele e tocando seus pés. Ele nos levou em todos os templos de Brindaban e lá ele era reconhecido por todos. Eu era um ocidental meio descrente quando começamos, mas houve um momento em que a atmosfera do lugar me pegou, dissolvendo e afastando de mim todas as besteiras. Fico pensando como este grande homem tornou-se uma experiência fantástica e bem-aventurada para mim. Mais tarde, eles nos deram alguns quartos e nós dormimos por apenas algumas horas até que ele chegou e nos pegou às 4h da manhã para irmos para a manhã Puja (literalmente significa uma oferta. Também pode significar um serviço do templo como se faz aqui) no templo. Nós só dormimos por 3 horas mas foi provavelmente o sono mais profundo que eu já tive em minha vida e durante o sono, todo o tempo eu podia ouvir coros cantando. Eu ainda não sei até hoje – eu não acho que tenha sido dos templos que eu ouvia – eu acho que era outra coisa – através do sono todo eu ouvia um forte coro celeste – foi uma experiência fantástica.

No dia seguinte fomos para o jardim chamado Sevakunj, famoso pela Lila’ de Krishna. Lila é um passatempo, uma atividade transcendental. (Talvez você já tenha visto as fotos de todas as Gopis (garotas do vaqueiro); as garotas, e há uma grande quantidade delas, todas têm um Krishna, há um para cada uma e elas dançam em círculo). Krishna sempre tocava lá e este foi o lugar onde ele ia pra ficar e dançar. Eles fecham este parque desde o por do sol até o amanhecer e não é permitido permanecer ninguém lá durante a noite. As únicas pessoas que ficaram lá durante esse período, foi dito que ou enlouqueceram ou foram encontradas mortas. Todos os pássaros e animais deixam o lugar assim que o sol se põe. Lá dentro há um templo com uma grande cama de bronze sobre o altar (porque ele fica a noite toda dançando com as Gopis e não acorda cedo) e como cada um dos diferentes templos representa um aspecto diferente de Krishna, este templo eles não abrem até por volta de 10h da manhã Puja. Todas as árvores, que são muito antigas, são curvadas e têm os galhos tocando o chão. O simples caminhar naquele lugar é incrível. Naquela manhã, quando voltamos do templo por volta das 5h, ainda estava escuro, e nós nos sentamos em uma sala. Sripad começou a cantar um Bhajan (uma canção de devoção) e todos nós cantávamos a parte da resposta, repetindo-a mais e mais. Fiquei em êxtase com meus olhos fechados e não queria que aquilo parasse, mesmo quando eu sentia que eu estava começando a parar, nós continuávamos. No final quando o canto finalmente cessou, o sol já estava muito alto; devia ser 9 ou 10 horas da manhã – o tempo tinha passado voando – fantástico. E então ele me disse ‘por que você não transforma isso tudo em uma canção?’ Então o que eu fiz foi pegar aquele canto antigo, ‘Jai Krishna, Krishna Jai, Krishna, Krishna Jai, Jai Sri Krishna, Jai Radhe, Jai Radhe, Radhe, Jai Radhe, Jai Sri Radhe… e depois escrever as palavras em inglês entre os versos.
“It is He (É ele)” foi para Sripad Maharaj, um maravilhoso e humilde homem santo.”

It Is “He” (Jai Sri Krishna)
(George Harrison)

It is “He” (Jai Sri Krishna) – É “Ele” (Jai Sri Krishna)

Jai krishna jai krishna krishna
Jai krishna jai sri krishna
Jai radhé jai radhé radhé
Jai radhé jai sri radhé
Jai krishna jai krishna krishna
Jai krishna jai sri krishna
Jai radhé jai radhé radhé
Jai radhé jai sri radhé
He whose eyes have seen
Ele cujos olhos vêm
Ele cujos olhos viram
What our lives have been
O que são as nossas vidas
O que nossas vidas foram e
And who we really are
E quem realmente somos
Quem nós somos realmente
It is ‘He’
Este é ‘ ele ‘
Este é “Ele”
Jai sri krishna
Jai sri krishna . . . . . (as above)
He whose sweetness flows
Ele cuja docura flui
Ele cuja doçura emana

To anyone of those
A qualquer um daqueles
A todos aqueles que
That cares to look His way
Que se importam em olhar sua maneira
Necessitam se orientar no caminho Dele
See His smile
Vejam Seu sorriso
E vêem seu sorriso

Jai sri radhé
Jai sri krishna . . . …

He who is complete
Ele que é completo
Ele que é completo
Three worlds at His feet
Três mundos aos Seus pés
Três mundos em sua causa
Cause of every star
Razão de cada estrela
Dos pés de cada estrela
It is ‘He’
Este é Ele
Este é ‘ele‘

Jai sri krishna
Jai sri krishna . . . .

Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé
Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé

Ele cujos os olhos viram
O que nossas vidas foram e
Quem nós somos realmente
Este é ‘ ele ‘
Jai Sri Krishna

Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé
Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé

Ele cuja a docura flui
A qualquer um daqueles
Que se importam em olhar sua maneira
E vêem seu sorriso
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé
Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé
Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna

Ele que é completo
Três mundos em sua causa
Dos pés de cada estrela
Este é ‘ele‘
Jai Sri Krishna

Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé
Jai Krishna Jai Krishna Krishna
Jai Krishna Jai Sri Krishna
Jai Radhé Jai Radhé Radhé
Jai Radhé Jai Sri Radhé

It Is “He” (Jai Sri Krishna) faz parte do álbum Dark Horse, de 1974.

Uma Viagem Inesquecível pela Inglaterra e Escócia (Dicas e Roteiro)

Tudo começou quando minha filha foi fazer pós graduação na European Business School London.

Comecei então a me organizar para visitá-la, e no roteiro incluímos uma visita à Escócia e uma viagem até Liverpool. Também não poderia faltar “atravessar a faixa em Abbey Road”…

Lock Ness (Escócia)

Liverpool

Abbey Road

Visitando Londres

A viagem de avião pela British Airways foi bem tranqüila, e dentro do horário previsto chegamos ao Aeroporto de Heathrow no dia primeiro de janeiro, para começar muito bem o ano de 2012!

Minha filha estava a minha espera e nosso reencontro foi um momento de emoção e felicidade.
Nossa primeira providência foi adquirir um “Oyster Card” para que eu pudesse circular pela cidade de forma facil e mais econômica e de lá tomamos o metrô para o apartamento onde ela está morando, no bairro de Battersea.

Para quem se interessar,mais informações sobre este passe do transporte britânico:

Mais informações aqui sobre o Oyster Card.

A viagem de metrô e ônibus até Battersea levou cerca de uma hora. Aproveitamos para descansar e à tardinha saímos para nosso primeiro passeio em Piccadilly Circus. O jantar no restaurante TGI Fridays mereceu um drinque muito especial…

Um drink muito especial no meu primeiro dia em Londres…

No dia seguinte acordamos cedo por que nosso compromisso tinha hora marcada; íamos visitar o Palácio de Buckinham, onde a troca da guarda seria realizada exatamente às 11h15min. da manhã…
Uma vista do Palácio e a guarda da rainha Saindo dos arredores do Palácio, fomos andando pelo Kensington Gardens, passamos pela estátua de Peter Pan e vimos o memorial em homenagem à princesa Diana; já era noite quando chegamos ao Hyde Park, onde acontecia o chamado Winter Wonderland, com barraquinhas de comidas tradicionais, brincadeiras, festividades.

Neste vídeo fiz algumas imagens do Palácio de Buckinham e as festividades no Hyde Park (Winter Wonderland):

No dia 03 de janeiro tínhamos um compromisso no Consulado Brasileiro, e lá perdemos a manhã toda, então dalí fomos para Marylebone, onde almoçamos no Restaurante Paul.

Restaurante "Paul" - Picadilly CircusO melhor do dia ainda estava por vir, e tomamos o ônibus até St. John`s Wood, para  atravessarmos a famosa faixa de pedestres da Abbey Road, imortalizada na capa do álbum de mesmo nome, lançado em 1969 pelos Beatles.

Dificilmente um leigo em matéria de Beatles pode supor ou imaginar o que significa para um Beatlemaníaco, uma pessoa que viveu intensamente a década de 60, que foi o auge da Beatlemania, passar por lá, andar pelas ruas onde eles passaram, ver a escada e a porta do estúdio por onde eles entravam diariamente e se reuniam para as gravações.

É uma emoção indescritível, então vou deixar que as imagens falem por mim…

Liverpool

Era o dia 4 de janeiro, finalmente o sonho estava prestes a tornar-se realidade, pois chegara o dia programado para a nossa viagem a Liverpool, berço de John, Paul, George e Ringo!
Saímos do apto. no South Park em Battersea às quatro horas da manhã e chegamos à Estação de Euston às 4h30. Estava fechada! O frio era intenso, pois havia chovido muito no dia anterior e na noite que antecedeu nossa viagem. Finalmente às 5h a Estação abriu as portas, entramos e ficamos à espera que os estabelecimentos lá de dentro abrissem também para que pudéssemos pelo menos tomar um café.
Nosso trem partiria às 5h28min. E lá estávamos nós, pontualidade britânica, deixando a Estação de Euston com destino a Liverpool!

No Trem para Liverpool

O Museu dos Beatles (The Beatles Story Museum)

Da Estação de trem caminhamos até a Albert Docks, onde se localiza o museu dos Beatles e toda a história dos Fab Four. Era a segunda visita da minha filha à cidade, o que facilitou que tomássemos a direção certa, e fomos caminhando pelas ruas de Liverpool até as docas.

Chegando em Liverpool

Chegar a um lugar onde se conhece de cor através de fotografias é uma experiência emocionante. A visita ao museu é feita utilizando-se um aparelho onde diante de cada local, você aciona o número da tecla correspondente para ouvir a história, tendo a opção de ouvir em vários idiomas, incluindo o espanhol e o inglês. Nosso português está fora desta lista…

The Beatles Story – Museu dos Beatles em Liverpool

Usando o fone de ouvido

Cada detalhe, cada objeto, cada escrito trazia a lembrança daqueles velhos e bons tempos e a minha vontade era a de registrar tudo pra depois poder compartilhar com outros amigos que por um motivo ou outro ainda não tiveram a oportunidade de estar lá, mas que certamente viveriam a mesma emoção que eu estava sentindo naquele momento.

E eu fui fotografando e filmando tudo que podia! As fotos são muitas, e estão todas nos  videos que seguem abaixo.

São fotos em Abbey Road e Liverpool, editadas pelo amigo Johnny di Botafogo.


.

Magical Mystery Tour

Depois da visita ao museu, fomos até a loja dos Beatles de onde sairia a nossa excursão para visitarmos os lugares históricos da cidade, no famoso ônibus…

Magical Mystery Tour

Melhor que palavras é ver os registros que fizemos na cidade, incluindo, Penny Lane, Arnold Grove, Strawberry Fields, Mendips, Forthlin Road, Woolton, Mathew Street, enfim, nos históricos lugares na terra dos Beatles.

Os videos mantêm o som original e a eles foram acrescentadas trilhas sonoras, num belo trabalho de edição realizado pelo Johnny.

[videolog 740938]

E mais estes, incluindo som ambiente e com trilha sonora:

À noite deixamos Liverpool e retornamos de trem a Londres. Chegando na estação de Euston por volta de meia-noite, tínhamos que nos apressar para tomarmos o metrô, uma vez que eles parariam de circular dentro de poucos minutos. Foi um sobe e desce de escadas e claro, minha filha na frente e eu atrás, tentando acompanhá-la. Foi quando ouvi o apito que significava que a porta do trem iria se fechar, e foi o que aconteceu! A porta se fechou e eu fiquei do lado de fora, minha filha lá dentro, gesticulando… Por instantes passou pela minha cabeça o que é que eu iria fazer ali, sem o passe do metrô, sem um centavo de libra na bolsa, sem saber o nome da estação onde eu deveria descer, enfim, instantes de pânico; foi quando como que por um passe de mágica, a porta do trem se abriu e eu entrei, agradecendo a boa alma que percebeu nosso desespero. A partir deste episódio, nunca mais deixamos de entrar bem juntas no “tube”. haha

De volta a Londres, o dia 05 de janeiro amanheceu nublado e o vento era intenso. Fomos até o Borough Market e escolhemos uma dentre tantas bancas que ofereciam comidas de diferentes tipos e espécie para almoçarmos…

Nós no Borough Market

De lá seguimos para um passeio na London Bridge, visitamos a Tower Bridge, a St. Paul Cathedral, o Museu de Artes “Tate Modern” e voltamos para a Oxford Street, passamos pela Carnaby Street, China Town e encerramos o dia com um jantar no Restaurante Jamie’s Italian em Covent Garden. Ventava tanto neste dia, que as fotos e imagens ficaram engraçadas… aliás, perdi até meus brincos no meio da ventania, que pena! rsrs

London Bridge

Que ventania na London Bridge…

London Bridge

London Tower

St. Paul Cathedral

China Town

Jantar no Jamie`s Restaurant

Nos dias que se seguiram fizemos nossas compras programadas e também outras que não estavam no programa, andamos muito pela Oxford Street, Slone Square, Brompton Road, onde passamos várias vezes na Harrods. Claro que não deixamos de incluir em nosso roteiro as lojas Primark e Boots, onde as promoções diárias proporcionaram ótimas compras!

Fotografei Londres do segundo andar do ônibus vermelho…

Cruzando a ponte, em Battersea, no andar de cima do ônibus…

Rio Tâmisa (vista do andar de cima do ônibus)

Brompton Road e a Harrods

Estivemos em Portobello Road Market, localizado no bairro de Notting Hill, passamos pelo Marble Arch , fomos a um chá da tarde no Hotel Marriot, visitamos Covent Garden e suas lojas e frutarias, passeamos pelo Battersea Park, que eu via todo dia pela manhã da sacada do nosso apartamento, e olhando bem em frente, avistava a estátua de Buda, como se ele estivesse lá nos enviando bons fluidos.

Portobello Road Market

Portobello Road – Notting Hill

Marble Arch

Marble Arch

Nosso chá da tarde no Hotel Marriot

No dia 09 de janeiro fizemos um passeio pelo Battersea Park, onde fica o monumento com a estátua de Buda…

Battersea Park

A estátua de Buda no Battersea Park

Fomos até Covent Garden…

Covent Garden

… e mais tarde saímos para um programa muito especial; fomos assistir ao Musical Backbeat, e sobre isso eu falei aqui neste post.

Mais Imagens da visita a Londres, ao som de músicas do CD “All Too Much”, com The Beatles and Tony Sheridan e “The Roots of the Beatles”, com Chuck Berry, Carl Perkins, Elvis Presley e Cia.

Visitando a Escócia

Com bastante antecedência compramos nossa passagem de trem para Edimburgo, com a intenção de realizarmos uma excursão de três dias pelas Highlands e Isle de Skye, incluindo o Lock Ness, reservando hotel para o primeiro e último dia.
No dia 10 tomamos o trem e chegamos na estação em Edimburgo por volta de meio-dia e meia. Nossa primeira providência, antes mesmo de chegarmos ao nosso Hotel, foi passar em uma Agência de Turismo para reservarmos nossa excursão pela Escócia.

No Trem rumo a Edimburgo

A cidade medieval de Edimburgo é um deleite para os olhos, com seus castelos muito bem preservados, suas tradições e suas lendas.

Edimburgo

Como a maioria das cidades européias, Edimburgo também possui a parte nova e a parte velha da cidade, estando muito bem preservada. As construções em estilo gótico, rebuscadas e cheias de detalhes nos remetem à época medieval.
Suas tradições culturais, incluindo a música, Gaitas de foles, o Kilt, os cachecóis de cashmere, as cores, o xadrez, as bandeiras com escudos medievais e os brasões de família e, como não poderia faltar, o Scotch Whisky, que é produzido no país há mais de 500 anos, sendo que hoje existem cerca de 100 destilarias em atividade, destas pelo menos cerca de 30 estão abertas à visitação.
Andamos por toda a cidade a pé, pois as distâncias não são grandes. Na parte velha da cidade existe uma rua principal, de nome “Royal Mile”, que liga dois principais pontos turísticos da cidade: de um lado fica o Castelo de Edimburgo, do séc. 12, que pode ser visto de qualquer ponto da cidade, e do outro está o Palácio de Holyroodhouse, habitado pela família real e que foi construído em 1.128. A distância entre um e outro é de uma milha, daí o nome da rua.

Royal Mile

Caminhando por esta rua a gente vê muitas lojas de souvenirs e também de roupas feitas com o famoso Cashmere, abundante na Escócia. Há muitas ruelas antigas, preservadas em seu estilo medieval, como esta da foto…

Há também muitos restaurantes e casas especializadas em Whisky. Dicas de Restaurantes e comidas tradicionais vocês poderão ver neste post aqui:

Highlands e Região de Inverness na Isla of Skye (Ilha de Skye)

Nossa excursão ficou marcada para o dia seguinte, e no local marcado, às 9h da manhã do dia 11 de janeiro, tomamos a Van que nos levaria a conhecer lugares que ficaram conhecidos através de filmes como “Coração Valente”, “Highlander” e “Harry Potter”.
Na Van estávamos em 10 pessoas incluindo o nosso guia Steve, escocês vestido a caráter, muito simpático, falante e com uma grande bagagem de conhecimento.

Eis a Van que nos conduziu pela história escocesa…

Steve ia falando durante toda a viagem sobre a história de lendários personagens como Rob Roy e William Wallace (personagem vivido por Mel Gibson no filme “Coração Valente”). Ao descrever as cenas filmadas por aqueles lugares, percebi que o povo escocês tem certa revolta com a produção do famoso filme, pois este não retrata na tela a realidade dos fatos históricos.

Durante três dias que se seguiram, visitamos toda a região e fazíamos diversas paradas para fotos, como a primeira delas, que foi para vermos de perto a 4th Bridge, ponte por onde passam automóveis e trens.

 Em Lock Ness fizemos um passeio de barco e pudemos ver as ruínas do Castelo de Urquhart à beira do Lago Ness, que deu origem à famosa lenda do monstro do lago Ness.
Passamos por toda a região da Ilha de Skye ( Isle of Skye), as montanhas já com os cumes repletos de gelo, vimos a ponte por onde passa o trem que vai de Armadale até Mallaig, passando pelas Silver Sands of Morar até Glenfinnan, área esta utilizada na gravação do filme de Harry Potter, na cena de quando estão no trem indo para Hogwart…

Vimos o Campo de Batalha (Battlefield) onde antigamente as disputas entre os clãs aconteciam, e os guerreiros das famílias tombavam mortos; em cada local destes há uma pedra com as insígnias do guerreiro morto naquelas batalhas,e este tempo medieval também está representado em filmes.
A paisagem escocesa é bastante bucólica e através das estradas vimos rebanhos de ovelhas espalhados por toda parte. Vimos também o gado das highlands, cujo aspecto não lembra nem um pouco o nosso…
 Era 14 de janeiro e deixamos Edimburgo numa viagem de 4 horas e meia dentro de um trem muito confortável, de volta a Londres.
Tudo que vi ficou registrado na minha memória e as lembranças estarão sempre presentes nas imagens que fizemos, e que atestam a beleza da paisagem escocesa…

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Últimos Dias

Continuamos o nosso roteiro em Londres e ele incluía uma visita ao bairro de Camden Town, e optamos por almoçar no The Hawley Arms Pub ao invés de comermos de pé em uma das inúmeras bancas de comida de todo tipo…

The Camden Market

Almoço no The Hawley Arms Pub

Uma vista de Camden Town

A visita ao local onde se localizam o London Eye, o Parlamento e o Big Ben, Westminster Abbey, foi muito especial. A beleza daquele lugar, com suas construções que se destacam em meio à natureza e o Rio Tâmisa, é algo indescritível. Eis a minha tentativa de registrar tudo em  imagens e fotos…

Eu, o Tâmisa e o Big Ben…

London Eye

Na Trafalgar Square subimos a escadaria e tiramos foto junto aos relógios que indicam o tempo para o início da Olimpíadas de Londres…

Trafalgar Square

Marcando os dias para as Olimpíadas de Londres

Faltavam 226 dias para as Olimpíadas em Londres

Da Trafalgar Square tomamos o “tube” até a estação Baker Street em direção à London Beatles Store, passamos pela estátua de Sherlock Holmes e também pelo museu localizado ao lado da Loja dos Beatles.

Passando pela estátua de Sherlock Holmes a caminho da Beatles Store

No caminho, passamos pelo Museu de Cera Madame TussaudS

Do Museu fomos até o Regents Park, onde fica a Universidade na qual minha filha está cursando doutorado em Economia.

O parque é super agradável e bonito…

European Business School London

O parque da Universidade

European Business School London

Chegamos à Baker Street e passamos pelo Museu de Sherlock Holmes…


… que fica ao lado da London Beatles Store, a famosa Loja dos Beatles em Londres!

London Beatles Store

Deixando a loja e saímos em direção à Estação de Metrô em direção à Brompton Road, na Harrods…

Brompton Road

Harrods

Já estávamos no dia 17 de janeiro e este seria meu último dia de passeio antes do dia da viagem de volta ao Brasil. Aproveitamos para procurar o local de troca dos VAT, que é a devolução dos impostos pagos sobre as mercadorias que compramos no Reino Unido.
É uma boa dica para quem vai viajar pela primeira vez, saber que em suas compras acima de 50 libras (pode juntar as notas compradas na mesma loja) lhe dá direito a pedir o VAT, para depois ter o dinheiro do imposto restituído.
Saiba mais sobre isso aqui .

Malas prontas, chegara finalmente o dia da minha partida, e depois de tantos dias junto com a minha filha, eu já sabia que não seria fácil a separação.
Passamos o dia em casa, preparamos nosso almoço de despedida e seguimos para a Heathrow Station, carregando nas malas um grande sonho realizado!

Neste vídeo estão algumas imagens destes últimos dias…

O que vi de diferente no cotidiano europeu em relação ao Brasil

Algumas coisas me chamaram a atenção durante minha estada no Reino Unido durante o mês de janeiro de 2012.
Tanto na Inglaterra como na Escócia, é bem natural nos lares, pubs, restaurantes e hotéis a utilização da água de torneira para se beber. É a coisa mais normal e natural a gente pedir nos restaurantes e pubs apenas água de torneira (Just tap water).

Outra coisa bem diferente aqui do Brasil (exceção seja feita para as regiões da Serra Gaúcha e Campos do Jordão em São Paulo), é a questão da temperatura durante o inverno, e por mais baixa que esteja, só vamos sentir frio nas ruas e lugares abertos, pois os ambientes fechados, assim como dentro de ônibus, trem ou tube (metrô), possuem aquecimento interno.

As casas e hotéis também a arrumação das camas se faz de maneira diferente, talvez devido aos ambientes possuir o aquecimento; não se usa um segundo lençol (o de cima), mas apenas o que forra o colchão, e também não se usa edredons grossos nem cobertores, apenas um tipo mais fino de edredom, o nome em inglês é “duve”, cuja capa colorida ou lisa é trocada regularmente como se trocam as fronhas dos travesseiros.

Tanques para lavar roupa também não existem por lá, e o costume é a utilização de lavadoras e secadoras de roupa, que fazem todo o serviço no espaço de duas horas. O sabão é apropriado, sendo encontrado em ampolas que são colocadas diretamente na máquina junto com as roupas e lá dentro elas se dissolvem. Confesso que este hábito foi meio estranho pra mim, que gosto de ter sempre um tanque por perto. haha

Nos supermercados o cliente pode fazer suas compras e não precisa esperar ser atendido por um caixa para pagar por elas. A própria pessoa passa por máquinas registradoras, registra os preços, coloca as compras nos saquinhos disponíveis e no final insere o pagamento em moeda ou cartão, recebe o troco, se for o caso, retira sua mercadoria e sai sem nenhum estresse. Claro que há também a opção dos caixas tradicionais.

Os produtos disponibilizados nos supermercados também merecem destaque, principalmente os alimentícios e os congelados prontos para consumo. Tudo muito bem elaborado, viçosos e saborosos, e não apresentam aquele “famoso” gosto de comida congelada, bem comum aos produtos congelados que encontramos por aqui.

Este foi então o diário da minha estada na Inglaterra, passando pela Escócia. Uma viagem inesquecível, em todos os sentidos!

Aos leitores e/ou pesquisadores que se depararem com este meu relato, se de alguma forma eu puder ajudar, seja com o roteiro ou as dicas, por favor, deixe um comentário.

Visitando Liverpool, a terra dos Beatles!

Difícilmente um leigo em matéria de Beatles pode supor ou imaginar o que significa para um Beatlemaníaco, uma pessoa que viveu intensamente a década de 60, que foi o auge da Beatlemania, uma viagem a Liverpool, berço de John, Paul, George e Ringo!

E é para compartilhar com o mundo a minha experiência maravilhosa, emocionante e inesquecível, que resolvi escrever aqui sobre a minha visita a Liverpool…

4 Janeiro 2012 - Liverpool -Lucy pelas ruas do The Cavern Club

4 Janeiro 2012 - Liverpool (andando pela rua do The Cavern Club)

Imagem de John Lennon na Mathew Street, Liverpool

Era o dia 4 de janeiro, finalmente o sonho estava prestes a tornar-se realidade, pois chegara o dia programado para a nossa viagem a Liverpool, berço de John, Paul, George e Ringo!
Saímos do nosso apto. no South Park em Battersea, Londres, às quatro horas da manhã e chegamos à Estação de Euston às 4h30. Estava fechada! O frio era intenso, pois havia chovido muito no dia anterior e na noite que antecedeu nossa viagem. Finalmente às 5h a Estação abriu as portas, entramos e ficamos à espera que os estabelecimentos lá de dentro abrissem também para que pudéssemos pelo menos tomar um café.
Nosso trem partiria às 5h28min. E lá estávamos nós, pontualidade britânica, deixando a Estação de Euston com destino a Liverpool!

No Trem para Liverpool

O Museu dos Beatles (The Beatles Story Museum)

Da Estação de trem caminhamos até a Albert Docks, onde se localiza o museu dos Beatles e toda a história dos Fab Four. Era a segunda visita da minha filha à cidade, o que facilitou que tomássemos a direção certa, e fomos caminhando pelas ruas de Liverpool até as docas.

Chegando em Liverpool

Chegar a um lugar onde se conhece de cor através de fotografias é uma experiência emocionante. A visita ao museu é feita utilizando-se um aparelho onde diante de cada local, você aciona o número da tecla correspondente para ouvir a história, tendo a opção de ouvir em vários idiomas, incluindo o espanhol e o inglês. Nosso português está fora desta lista…

The Beatles Story - Museu dos Beatles em Liverpool

Usando o fone de ouvido

Cada detalhe, cada objeto, cada escrito trazia a lembrança daqueles velhos e bons tempos e a minha vontade era a de registrar tudo pra depois poder compartilhar com outros amigos que por um motivo ou outro ainda não tiveram a oportunidade de estar lá, mas que certamente viveriam a mesma emoção que eu estava sentindo naquele momento.

E eu fui fotografando e filmando tudo que podia! As fotos são muitas, e estão todas nos videos que seguem abaixo.

São fotos em Abbey Road e Liverpool, editadas pelo amigo Johnny di Botafogo.


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Magical Mystery Tour

Depois da visita ao museu, fomos até a loja dos Beatles de onde sairia a nossa excursão para visitarmos os lugares históricos da cidade, no famoso ônibus…

Magical Mystery Tour

Melhor que palavras é ver os registros que fizemos na cidade, incluindo, Penny Lane, Arnold Grove, Strawberry Fields, Mendips, Forthlin Road, Woolton, Mathew Street, enfim, nos históricos lugares na terra dos Beatles.

Eu e a famosa estátua de John Lennon na Mathew Street

Os videos a seguir mantêm o som original e a eles foram acrescentadas trilhas sonoras, num belo trabalho de edição realizado pelo Johnny.

[videolog 740938]

E mais estes, incluindo som ambiente e com trilha sonora:

Este sonho está na agenda de todo Beatlemaníaco, e posso dizer, sem medo de errar, que vale muito a pena!

WE LOVE THE BEATLES FOREVER!

John, Paul, George e Ringo - The Beatles!