RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC (1996) – Um registro Histórico.

Foi em 15 de junho de 1996 que a cidade de Joaçaba em Santa Catarina recebeu pela primeira vez a banda Renato e Seus Blue Caps.

A Recepcionista Dirce atendendo Renato e Seus Blue Caps

Pouco antes do início do Show, Bolinha entrevistou a banda, que na ocasião estava para lançar um disco, e aqui podemos ouvir Renato Barros falar sobre o CD lançado em setembro de 1996, citando a música “Amor sem Fim”, que conforme já publicamos aqui, foi ouvida por George Martin, produtor dos Beatles, que parece ter gostado muito da canção.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 – (Entrevista e Fotos)

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Depois desta histórica entrevista realizada e gravada por Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, a banda se apresentou no Clube da AABB em Joaçaba.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 (Entrevista e Show).

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“SET LIST”

1 – Vou Subir bem Mais alto que Você
2 – Se Você Soubesse
3 – Como num Sonho
4 – Não vá embora sem me dizer
5 – Dona do meu Coração
6 – Não te Esquecerei
7 – O meu primeiro amor
8 – Até o Fim
9 – Você não Soube Amar
10 – Memórias
11 – Pare o Casamento
12 – Pobre Menina
13 – Festa de Arromba
14 – O Pica Pau
15 – Pode Vir Quente que eu Estou Fervendo
16 – O Bom
17 – Primeira Lágrima
18 – A irmã do meu melhor amigo
19 – Feche os Olhos
20 – Não me Diga Adeus
21 – Meu Bem não me Quer
22 – Menina Linda
23 – Obrigado pela Atenção

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As imagens do Show, a Entrevista e as fotos são do acervo de Antonio Carlos Pereira, que ele gentilmente enviou a mim e ao Renato Barros em DVD.
BLOG: OS DISCOS DO BOLINHA

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ROBERTO CARLOS SENDO ENTREVISTADO NA ÉPOCA DO PROGRAMA JOVEM GUARDA

Recebi recentemente do comunicador Antonio Carlos Pereira, de Joaçaba/SC, algumas entrevistas com ídolos da música brasileira, e entre elas estão estas duas realizadas com o cantor Roberto Carlos.

ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS EM 1967.

Em 23 de julho de 1967 o comunicador Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, entrevistou Roberto Carlos por ocasião de um Show que o cantor foi realizar na cidade de Joaçaba, Santa Catarina.
O áudio não está perfeito, mas vale o registro pelo seu valor histórico.

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O VÍDEO NO YOUTUBE


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ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS EM 1973.

Por ocasião do retorno de Roberto Carlos à cidade de Joaçaba, em 25 de julho de 1973, Bolinha realizou nova entrevista, a qual podemos ouvir aqui:

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O VÍDEO NO YOUTUBE


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1967

1973

Reportagem que saiu na Revista do Sul – parte 1

Reportagem na Revista do Sul – Parte 2

Jornal Raízes – Agosto 2012

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Mais informações sobre o Show de Roberto Carlos em Joaçaba, aqui no Blog do Antonio Carlos “Bolinha” Pereira.

O Rei chegou a Joaçaba por volta das 15:30 horas, do dia 22 de julho. Grande número de fãs já o esperava no Aeroporto Sta. Terezinha, e ele, ao desembarcar do avião especial da SADIA que o trouxera, acenou para as pessoas ali presentes. Por motivos técnicos houve um certo atraso, e o show que começaria às 16 horas teve início somente às 17:45. O estádio estava lotado (calculada em 5.000 pessoas a afluência), mas poucas pessoas puderam vê-lo bem: é que o estádio não possui iluminação, mas mesmo assim, e apesar do frio que fazia no local, as fãs acompanharam o Rei em seus maiores sucessos: “Mexericos da Candinha”, “Pega ladrão”, “Eu te adoro meu amor”, “Parei na contramão”, “Esqueça” e outras, com o “Calhambeque”, em arranjo especial para encerrar o show. À noite, apresentou-se no Clube 10 de Maio, e, domingo pela manhã concedeu-nos a entrevista, que é agora transcrita na Revista do Sul:

ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS, FEITA POR ANTONIO CARLOS PEREIRA (BOLINHA), NA RESIDÊNCIA DO DR. IVAN BONATO, EM 23/07/1967.

Bolinha – Oi turma, nós temos aqui, junto à reportagem da Rádio Herval d”Oeste, “S. Majestade, o Rei da Jovem Música Brasiliera”, Roberto Carlos. Roberto, suas palavras iniciais…

Roberto Carlos – Ah, bem… inicialmente o meu abraço a todos, meus agradecimentos ao carinho que recebi aqui, e uma beijoca muito especial para as fãs.

B – Roberto, você esteve no Festival de Veneza este mês?

RC- Foi.

B – E você ficou entre os seis colocados. O resultado sairá daqui a meio ano. Você concorreu com “Namoradinha” e “Eu te darei o céu”?

RC- Não.. Só “Namoradinha”,”Eu te darei o céu” faz parte do compacto, porém não foi apresentada ao público ao vivo

B – E você já vendeu quantos LPs de “Namoradinha”. Ou é compacto?

RC- É compacto. Na Itália não sei quando eu vendi.

B – Ah, pensei que fosse por vendagem no Brasil… e lamento não ser italiano, residente lá, afim de colocá-lo em primeiro lugar.

RC- Ah, eu também!

B – Você vai gravar LP agora em agosto, ou só compacto?

RC – Compacto. Meu LP sairá só em dezembro.

B – Seu mais recente LP – o que tem “Namoradinha” foi apresentado por mim em primeira audição aqui no Estado. No mesmo mês – dezembro – entraram cinco músicas suas em minha “Parada de Sucessos”, feita com base nas solicitações.

RC- É… tá bom. Obrigado.

B – Em oito paradas, você tem: 6 primeiros lugares, 3 segundos e 2 terceiros e uma música sua em primeiro lugar, com Os Vips.

RC – Ah! O “Faça alguma coisa pelo nosso amor” e “Meu grito” como é que estão aqui?

B – “O meu berro” está indo bem… eu ainda não tinha e veio alguns dias atrás: toquei uma vez só e chegou ao 18º lugar. Neste mês ele deve melhorar muito. Eu peguei o seu endereço para mandar depois o resultado da Parada.

RC – Ok…OK…OK.

B – Outra pergunta: Por que Wanderléa nunca gravou música sua?

RC – Não, ela gravou uma, sim. É o “Quilo de doce”.

B – Mas, não chegou às Paradas?

RC – Não. Mas, geralmente quem escolhe o repertório da Wanderléa é o Seu Evandro, diretor da CBS. E nós temos, assim, pouco contato. Quando eu vou lá é para discutir sobre os meus discos e outros detalhes, e nunca se comenta sobre o repertório de Wanderléa, que ele escolhe muito bem.

B – Neste último LP, ela está se destacando com “Prova de fogo”. É do Erasmo, o meu amigo “Super”.

RC – É… (risada)

B – Tem uma vez tremenda aqui também. Eu pego sempre a Jovem Guarda…

RC – É uma pena que não pega bem aqui a televisão.

B – Televisão não pega muito bem. Mas, mesmo assim, alguma coisa dá para a gente ver.

RC – O Bonato diz que vai sair uma campanha aí… (risada)

B – As músicas, Roberto, que vão sair em seu compacto, agora no mês de agosto, você já tem o nome?

RC – Tenho – Uma é “Como é grande o meu amor por você” que é uma música lenta, tipo “Nossa canção”. A outra é uma música que é inspirada no estilo daquelas “Fugas de Bach”, que tem o título “Por isso estou aqui”.

B – A “Nossa canção” pegou muito bem em Joaçaba: chegou ao 2º lugar.

RC – Ah!… sim, e…

B – Em primeiro lugar estava “Namoradinha”.

RC – (risada). Eu ia te perguntar que é que estava na frente da “Nossa canção”.

B – Pois é, você perdeu para você mesmo, mora.

RC – O.K.

B – “Como é grande o meu amor por você” é autoria de quem?

RC- Minha. A outra, também.

B – Ah, então pegam o primeiro lugar, mora. Outra pergunta: O seu Jovem Guarda continua com grande audiência em São Paulo?

RC – Sim. Inclusive uma notinha numa Revista em São Paulo disse que meu programa teria parado no Rio por falta de patrocinador. É “papo mais furado” que já vi, porque o programa de audiência está ótimo e o patrocinador também continua. Além do mais, o programa não parou.

B – E sobre o seu casamento; é “papo furadíssimo”?

RC – É furado, sim.

B – Num mês saíram duas notícias sobre o seu casamento…

RC – Ah, saíram várias notícias sobre esse negócio de que eu ia casar. Mas, não casei, nem tinha intenção de casar. Não tinha nem noiva, quanto mais casar.

B – Do seu próximo LP você não sabe o nome das músicas?

RC – Do próximo Lp são músicas do filme. O filme sai em janeiro e o Lp em dezembro. Eu já tenho todas as músicas do filme. Só não sei o nome delas. Eu sei que uma se chama “Corro demais”, outra “Não adianta nada”, “Quando”, “Eu faço o que quero”…

B – No estilo da “Namoradinha”, tem alguma?

RC – Tem “Quando”. E tem o “Corro demais” que é de um estilo de música assim, pouco usado. Não é estilo de “Namoradinha”, nem estilo “Quero que vá tudo pro inferno”. É uma música que não é lenta, nem apressada. É uma música calma, mas que tem grandes possibilidades.

B – E… no ritmo de “Quero que vá tudo pro inferno” não tem nenhuma?

RC – Tem mais ou menos o “Quando” que é parecida com a “Namoradinha”… também.

B – Este seu filme será uma espécie de “bang-bang”, meio apressado?

RC – O título é “Roberto Carlos em ritmo de aventura”. E dentro do filme, eu, inclusive, falo com o Diretor, digo que vou sair do filme. Cenas assim, interessantes… Negócios com bandidos e metralhadoras, enfim, bem movimentado.

B – A outra pergunta é sobre Martinha: você acredita no sucesso de Martinha? Acha que ela pode barrar a Wanderléa?

RC – Bem esse negócio de barrar a Wanderléa não é bem o caso, porque nem mesmo existe uma concorrência entre Martinha e Wanderléa. Agora, ela poderá, dentro do estilo dela, conseguir um lugar de destaque. Ela geralmente grava o que compõe. É um estilo diferente.

B – O seu livro “Roberto Carlos em prosa e verso” está alcançando um grande índice de vendagem?

RC – Parece que eles não estão conseguindo prensar bastante para a venda…

B – E sobre o seu começo de carreira, foi difícil?

RC – Foi…

B – E o seu primeiro sucesso?

RC – Foi “Splish splash”. Meu primeiro sucesso nacional, porque eu já havia acontecido com outros discos, mas no Rio.

B – Uma pergunta meio “fora”; Mamãe mandou perguntar a você porque esse olhar tão triste?

RC – Bem, é porque eu nasci assim. (risada). Eu não sou propriamente triste. E aproveito para mandar, assim, um abraço muito carinhoso à sua Mamãe, viu?

B – Está, muito obrigado, Roberto. Então aos ouvintes do nosso “Os discos do Bolinha”, que não se despediram de Roberto Carlos, já que o avião deverá sair dentro de poucos minutos, sua despedida para Joaçaba…

RC – Muito obrigado a você, Bolinha… e aos ouvintes pela atenção; eu quero dizer que o carinho que recebi aqui dá vontade de voltar o mais depressa possível e não ir embora. Mas, de qualquer forma, eu tenho que ira hoje mesmo por causa da Jovem guarda, mas se Deus quiser em outra oportunidade, aqui voltarei para rever as fãs que nos aplaudiram e que nos trataram com grande carinho. Muito obrigado, um abração a todos, e até a próxima, se Deus quiser. Bye…

Entrevista com RENATO BARROS, guitarrista da Banda RENATO E SEUS BLUE CAPS

RENATO BARROS responde a algumas perguntas enviadas por músicos e fãs da banda Renato e Seus Blue Caps.

1 – Você usa um ZOOM G3 com um pedal de expressão ao lado, correto? Por que você utiliza este tipo de equipamento ao invés dos tradicionais pedais de efeito em separado? Seria por que assim fica mais prático? (Edson Fraioli de Mattos e Murilo Pires Camargo)

2 – Quais os efeitos e distorções (drives) que você usa na sua pedaleira? (Edson Fraioli de Mattos)

3 – Os equipamentos utilizados nas gravações da CBS na década de 60 eram todos Fenders, tanto as guitarras como os amplificadores? (Edson Fraioli de Mattos)

4 – O efeito FUZZ utilizado em muitos discos de Renato e Seus Blue Caps era importado ou era da Giannini? Você se recorda qual era? (Edson Fraioli de Mattos)

5 – Na capa do disco “Viva a Juventude” os instrumentos que vocês estão segurando são da Del Vecchio e isso consta até no site oficial da marca. Em 1966 foi uma febre a utilização de guitarras de 12 cordas, principalmente usadas nos discos Um Embalo e no LP do Roberto Carlos. A guitarra utilizada nestas gravações era da Del Vecchio? (Edson Fraioli de Mattos)

6 – Você foi um dos primeiros a utilizar o acorde Diminuto no Rock and Roll. De onde vem a influência? (Edson Fraioli de Mattos)

7 – Em “Feche os Olhos” há uma introdução, já no original “All my Loving”, começa direto. Foi uma solução técnica para que todos começassem juntos ou simplesmente um arranjo de bom gosto pra valorizar ainda mais a música? (Edson Fraioli de Mattos)

8 – A gente nota que quando você está tocando, tem um gesto característico de tombar a cabeça pra trás como se estivesse sentindo a música… Você prefere sentir o som da guitarra vindo mais do amplificador ou do retorno? (Edson Fraioli de Mattos)

9 – Qual o segredo para se tirar um bom som de guitarra dentro de uma banda? Seria o volume, as regulagens, tipos de overdrivers, quantidade de ganho, ambientação, calibre de corda, tipo de palheta ou apenas e simplesmente o talento do guitarrista? (Edson Fraioli de Mattos)

10 – Quais eram os órgãos utilizados nas gravações na década de 60, além do Hammond? (Edmar Silva)

11 – Como eram feitas as gravações na década de 60, eram todas diretas com a banda e voz ou eram feitos overdubs, ou seja, gravava-se a voz em separado e depois, já com a base da banda pronta? (Edmar Silva)

12 – Quais os artistas que você produziu e quais os que mais venderam discos na CBS? (Antonio Carlos Correia)

13 – O que você acha desses músicos que são fãs e admiradores da banda e que sempre estão postando vídeos na Internet tocando músicas de Renato e Seus Blue Caps? (Edson Fraioli de Mattos)

As perguntas foram enviadas pelos músicos e fãs da banda Renato e Seus Blue Caps:
– Edson Fraioli de Mattos
– Edmar Silva
– Murilo Pires Camargo
– Antonio Carlos Correia

AS RESPOSTAS PODERÃO SER OUVIDAS NO VÍDEO A SEGUIR
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RENATO BARROS FALA SOBRE A BANDA RENATO E SEUS BLUE CAPS NO PASSADO E NO PRESENTE!

Numa conversa informal, RENATO BARROS fala sobre a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no passado e no presente, e entre outras coisas, esclarece sobre os vocais nas gravações, as formações que a banda teve em sua longa trajetória até chegar na atual, que vem desde 1989.
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As Canções de Renato e Seus Blue Caps que tiveram voz solo de Paulo César Barros.

1 – Você não soube amar
2 – Até o Fim – 1966
3 – Feche os Olhos – 1965
4 – Ela é um mistério para mim
5 – Pra você não sou ninguém
6 – Esta Noite não Sonhei com Você
7 – Por que eu te Amo
8 – Menina Feia
9 – Não me diga adeus – As 14 mais Vol XIX – 1967
10 – Perdi a Esperança – 1967
11 – Tânia
12 – Vou Subir bem mais alto que você
13 – Se Você Soubesse
14 – A Esperança é a Última que Morre
15 – Dona do Meu Coração
16 – A Saudade que Ficou
17 – Minha Vida (… é a dor de uma saudade que ficou…)
18 – Mas não Faz Mal (Não faz mal, não faz mal, não faz mal) – 1972
19 – Tudo em Vão (Eu pensei, só Deus sabe que eu pensei, fazer de nós um só, você não quis eu sei)
20 – Se Tu Soubesses
21 – Agora é Tarde
22 – Não demore mais (Só nesta canção é um título não oficial)
Não Demore Mais (Não pense que eu esqueci de você, mas sofro assim calado que é pra ninguém saber…)
23 – Relógio
24 – Ana
25 – Vivo Só – As 14 mais – 1966
26 – Um é pouco, dois é bom, três é demais
27 – Baby, Baby
28 – Eu não quero ver você chorar
29 – Paula
30 – Sonhos de Amor
31 – Feito Sonho
32 – Guarde O Seu Amor Pra Mim
33 – Eu te Amo
34 – Batom Vermelho
35 – Coração Faminto
36 – Gatinha Manhosa
37 – Kathleen (Música gravada para o primeiro LP que tinha o Erasmo na banda, porém não foi lançada)

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RENATO E SEUS BLUE CAPS – ORIGEM E FORMAÇÕES

(1959) Renato Barros, Paulo César Barros, Euclides de Paula (ficou até 1961) Edinho (Ed Wilson), Ivan Botticcelli (entrou em 1960)

(1962) Renato Barros, Paulo César Barros, Edinho (Ed Wilson), Roberto Simonal, Cláudio Caribé, Ivan Botticcelli

(1963) Renato Barros, Paulo César Barros, Erasmo Carlos, Roberto Simonal, Toni

(1965 a 1967) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Carlinhos Carlos Alberto Da Costa Vieira, Toni

(1968) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Carlinhos, Toni, Mauro Motta

(1969 a 1970) Renato Barros, Cid, Toni, Pedrinho, Scarambone

(1971) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Scarambone, Toni, Pedrinho

(1972 a 1973) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Scarambone, Pedrinho, Gelson

(1974 a 1976) Renato Barros, Cid, Scarambone, Pedrinho, Ivanilton (Michael Sullivan), Gelson

(1977) Renato Barros, Cid, Pedrinho, Gelson

(1979 a 1983) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Marquinho, Gelson

(1987) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid , Gelson

(1996 a 2013) Renato Barros, Cid Chaves, Gelson Moraes, Darcy Velasco, Amadeu Signorelli.

(2013 – ATUAL) Renato Barros, Cid Chaves, Darci Velasco, Amadeu Signorelli, Gelsinho Moraes.

Gelson Moraes morreu em 20 de março de 2013 e seu filho Gelsinho Moraes assumiu a bateria.

O conjunto começou com Renato e seus dois irmãos Paulo César e Edson (Ed Wilson).
No final dos anos 50, o gosto musical da família já vinha sendo influenciado pelo Rock’n Roll de Elvis, Little Richard e Bill Halley; certo dia Renato estava com um amigo indo assistir uma partida de Futebol (o Vasco da Gama é quem ia jogar) e viu uma fila. Era para um programa de Rádio na Mayrink Veiga, comandado por Jair de Taumaturgo.

Participaram do programa fazendo “mímica” e após uma apresentação desastrosa na rádio Mayrink Veiga, no programa “Hoje é dia de Rock”, de Jair de Taumaturgo, passaram a se dedicar à música ao vivo e meses depois voltariam ao programa.
Passavam horas trancados, aperfeiçoando a técnica em seus instrumentos. Paulo Cezar, por exemplo, começou tocando piano com dois dedos, e posteriormente, percebeu que seu negócio era o contrabaixo.
Até aí não havia sido formado um conjunto, e haviam adotado o nome de “Bacaninhas do Rock da Piedade”, numa alusão ao bairro em que foram criados no Rio de Janeiro. Logo se juntaram aos irmãos Barros os amigos Euclides (guitarrista) Gélson (baterista) e o saxofonista Roberto Simonal (irmão do cantor Wilson Simonal).

Já com o nome de Renato e Seus Blue Caps, inspirado em Gene Vincent, e sugerido por Jair de Taumaturgo, o grupo se apresentou no mesmo programa, tocando e cantando “Be-bop-a-lula”, e obteve o primeiro lugar da semana, e posteriormente, o prêmio de melhor do mês, além de terem sido muito aplaudidos desta vez. Ainda em 1960, gravaram o primeiro disco de 78 rotações, pela gravadora Ciclone, em que acompanhavam o grupo vocal “Os Adolescentes”. No ano seguinte, gravaram com Tony Billy, pela mesma etiqueta. Nesse período, Gelson deixa o conjunto e Claudio Caribê entra para ser o baterista do grupo. Após uma participação no programa do Chacrinha, na TV Tupi, foram contratados pela Copacabana, onde lançaram dois 78 rotações e dois LPs: em 1962 (Twist) e 1963, sendo que o estreante Toni Pinheiro foi o baterista neste segundo LP.

Em 62, Ed Wilson parte para a carreira solo, e Erasmo Carlos, então secretário de Carlos Imperial, assume o posto de crooner do conjunto. Foi em 1963 que Renato e Seus Blue Caps teve o primeiro vínculo com a CBS. O grupo acompanhou Roberto Carlos nas gravações de Splish Splash e Parei na Contramão.

Em 64, graças à insistência de Roberto Carlos e Rossini Pinto, o grupo é contratado pela CBS, lançando um compacto duplo. A banda, a essa altura, tinha Renato (guitarra solo), Paulo Cezar (baixo), Cláudio (que voltara ao conjunto nas gravações desse compacto), Cid (sax) e Carlinhos, primo de Renato (guitarra base). Após esse compacto, Toni retorna mais uma vez ao posto de baterista, e o conjunto fica, então, com a formação que faria grande sucesso nos anos seguintes.
A essa altura, Renato e Seus Blue Caps já era bastante conhecido no Rio de Janeiro, devido às frequentes aparições em programas de TV e apresentações em rádio.
No começo de 1965, a gravadora CBS resolve, finalmente, lançar mais um LP do conjunto. Durante as gravações, em janeiro daquele ano, Renato Barros fez, sem muitas pretensões, a versão em português para a música “I should Have known better”, dos Beatles, que recebeu o nome de “Menina Linda”. Apresentada no programa de Carlos Imperial, na TV Rio, a música causou tão boa repercussão, que foi incluída no LP, que se chamaria “Viva a Juventude!”. Logo a música entraria nas paradas de sucesso, projetando Renato e Seus Blue Caps em todo o país.

O ano de 1965 seria um marco para a carreira da banda. O sucesso – inesperado – aumenta cada vez mais, e próximo ao final do ano, com o programa “Jovem Guarda”, na Record, Renato e Seus Blue Caps conquista definitivamente seu espaço no cenário da música jovem. O LP “Isto é Renato e Seus Blue Caps” alcança excelente vendagem e dá um impulso maior à popularidade do grupo.
A banda se especializa em versões das músicas dos Beatles e de outros artistas internacionais, mas desenvolve também um estilo próprio de interpretação e composição. Muitas das versões de Renato faziam mais sucesso aqui no Brasil do que as originais em inglês. Surgem também as excursões para o exterior, e a banda atinge o ápice de sua popularidade no final de 66, com o lançamento do LP “Um embalo com Renato e Seus Blue Caps”, o disco de maior sucesso e vendagem na carreira do conjunto.
O grupo também seria o responsável pelo acompanhamento de grandes nomes da Jovem Guarda, emprestando sua sonoridade a diversos lançamentos fonográficos. O excelente LP “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” é apenas um exemplo.

Entre 1965 e 1969, foram lançados 6 LPs, todos atingindo altos índices de vendagem e execução nas rádios. Em 68, o tecladista Mauro Motta passa a integrar a banda. No ano seguinte, o grupo passa por algumas alterações. Paulo Cezar grava um compacto simples, tentando se firmar em carreira solo. Em seu lugar entra Pedrinho. Carlinhos também deixa o conjunto, e Mauro Motta dá lugar a Scarambone.

Em 71, Paulo Cezar retorna ao conjunto, mas sai do grupo novamente em 73. Enquanto isso, o ano de 1972 ficou marcado pela saída de Toni, sendo substituído pelo baterista Gélson, que faleceu recentemente, dando lugar a seu filho Gelsinho na bateria. Dois anos mais tarde, a banda passa a contar também com os vocais de Ivanílton, que mais tarde seria conhecido nacionalmente como Michael Sullivan. É possível constatar a passagem marcante de Michael Sullivan pelo grupo, ouvindo os LPs de 1974 e 1976 (10 anos de Renato…)
O grupo passa por mais modificações em sua formação já em 1977. Saem do conjunto Michael Sullivan e Scarambone. No ano seguinte, é a vez do baixista Pedrinho deixar a banda, para a volta do vocalista e também baixista Paulo Cezar Barros, que um ano antes lançara pela Emi/Odeon um bom disco com versões dos Beatles.
O ano era 1978, e além da entrada do novo tecladista Marquinho, o conjunto lança um compacto simples com as músicas “Minha Vida” e “Nega, Neguinha”. Esta última, seria um prenúncio do que viria pela frente. A grande onda era a Disco Music, e o LP anual do grupo, em 79, foi fortemente influenciado pelo ritmo das discotecas.

O primeiro ano da década de 80 trouxe como lançamento mais um compacto simples pela CBS, e no ano seguinte, o novo LP da banda, que tinha, entre as novidades, uma faixa com a participação de Zé Ramalho, que foi a música, “Mr. Tambourine Man”, versão para o clássico dos anos 60, foi a musica de trabalho, e teve até direito a clip exibido no Fantástico, da Rede Globo.

Depois de 28 anos na mesma gravadora, a banda se transfere, em 1982, para a RCA, lançando inicialmente um compacto simples, e no ano seguinte, o excelente LP “Pra Sempre”.
Porém, após esse disco, o conjunto ficou 4 anos (1983-1987) sem gravar, até que a volta aos lançamentos fonográficos se deu na Continental, com o LP “Batom Vermelho”, um sucesso de vendas e de execução, que trouxe o grupo novamente à mídia.

Em 1989, porém, Paulo César novamente deixaria o grupo, entrando Luiz Claudio em seu lugar, além de contratarem o tecladista Darci Velasco. Luiz Claudio ficaria no grupo até 1994, quando seria substituído por Amadeu Signorelli. A volta ao disco ocorreu em 95, quando a banda participou da coletânea 30 anos da Jovem Guarda, produzida por Márcio Augusto Antonucci, com 05 músicas. Em 1996, foi lançado o disco Renato e Seus Blue Caps – 1996, pela Globo Columbia.

Em 2000 participam de 03 CDs promocionais em homenagem a Roberto Carlos com 03 músicas e no final de 2001, o lançam um disco ao vivo pela Warner, contendo 05 faixas inéditas.

Vale destacar que Renato e Seus Blue Caps jamais deixou de excursionar pelo país e realizar shows e apresentações.
Atualmente, com mais de 58 anos de carreira ininterruptos, a banda é considerada como a mais antiga do planeta em atividade (banda de Rock), podendo até entrar para o Guinness Book.
Uma prova da importância de Renato e Seus Blue Caps nesta “Era Digital”, é o lançamento de seus discos e coletâneas em CD, mostrando que a música de Renato e Seus Blue Caps sobreviveu ao tempo, atravessou gerações, e se mantém viva, alegre e espontânea.
Atualmente a banda é sucesso realizando seus Shows de Norte a Sul do Brasil.

RENATO BARROS responde algumas perguntas e faz esclarecimento sobre o nome da banda “Renato e Seus Blue Caps”.

Conversando hoje com Renato Barros, fiz a ele algumas perguntas, as quais ele respondeu com aquele seu jeito tranquilo e simples de ser. 😉

1 – Renato, soube que no livro “O bom” Eduardo Araújo escreveu que foi ele quem deu o nome pra banda de “Renato e Seus Blue Caps”, porém nós os fãs sabemos que a historia contada por você é outra, inclusive sei que Carlos Imperial até havia depois registrado o nome mas algum tempo antes de seu falecimento ele o procurou pra lhe passar os direitos… enfim, você tem ideia do motivo que levou Eduardo Araújo a pensar que foi quem fez a escolha do nome?

2 – O fã Olivério Machado gostaria de saber como foi que você começou a tocar violão, quais as primeiras notas que aprendeu, se você teve um professor ou foi auto didata?

3 – O fã Gabriel Silva, entre outros, gostaria que você explicasse qual a referência para que o disco lançado em 1976 recebesse o título de “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”, dado que naquela data a banda já contava mais de 17 anos de estrada…

4 – Perguntei sobre a composição de Ed Wilson (Alessandro) para o LP de 1977, intitulada “ADORADA”, e embora não esteja gravado neste depoimento, depois Renato me disse que a música é bem inspirada em “That´s What I Want” (The Square Set).

OUÇAM AS RESPOSTAS

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“ADORADA” – Do LP Renato e Seus Blue Caps de 1977

Composição: Alessandro (pseudônimo de Ed Wilson)
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Entrevista de Renato Barros para a Rádio Itatiaia de Belo Horizonte.

Entrevista de Renato Barros ao programa “Itatiaia Dona da Noite”, apresentado por José Carlos Piotto, da Rádio Itatiaia, Belo Horizonte / MG, realizada em 03 de setembro de 2016.

Prestes a realizar um grande show na Casa de Espetáculos Granfinos em Belo Horizonte, Renato foi convidado a dar esta entrevista para a Rádio Itatiaia, onde teve a oportunidade de contar um pouco da trajetória de sucesso de sua banda RENATO E SEUS BLUE CAPS.
Entre outras coisas, relembra o comunicador Elmar Tocafundo, antigo divulgador da CBS em Minas e convida a todos para o show a ser realizado na Casa de Espetáculos GRANFINOS em Belo Horizonte, no dia 10 de setembro próximo, a partir das 21h.

Membros da banda em atividade:

Cid Chaves Vocal (Sax)
Darci Pereira Velasco (Tecladista)
Gelsinho Morais – Baterista
Amadeu Signorelli – Baixista
Renato Barros – Guitarrista e líder da banda

Show na Casa de Espetáculos GRANFINOS
Endereço: Av. Brasil, 326 – Santa Efigênia Belo Horizonte/MG

“AUMENTA QUE ISSO É ROCK AND ROLL!” 😉

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Entrevista de Renato Rádio Itatiaia

Jovem Aos 50 – A História de Meio Século da Jovem Guarda!

Sérgio Baldassarini é proprietário da S.B.J. PRODUÇÕES, uma produtora de cinema e vídeo que realizou um documentário sobre os 50 anos da Jovem Guarda. Neste filme ele entrevistou mais de 45 artistas da época, e ele foi todo narrado pelo grande ator MILTON GONÇALVES.
Eles realizaram um filme de Longa-metragem e também uma série brasileira INÉDITA em 13 (treze) episódios para a TV paga, intitulado: “JOVEM AOS 50 – A História de Meio Século da Jovem Guarda”.

Sérgio criou um canal no Youtube especialmente para divulgar a série, onde foram colocados trechos de 5 a 10 minutos de cada um dos episódios…

https://www.youtube.com/channel/UC58G8XdwJalaXI8E-TfGLYQ

Para os amantes da historia do Rock e da Jovem Guarda, segue um release e também um link para acessar o Teaser do filme; excetuando-se o Roberto Carlos, Sérgio conseguiu entrevistar praticamente todo mundo daquela época!!

Conforme pudemos constatar, parece que o Erasmo não está querendo se pronunciar ou dar entrevistas de qualquer espécie sobre a Jovem Guarda. Mesmo quando eles tentaram, no ano passado, entrevistá-lo para o filme, a negativa foi a primeira resposta. Mas através de alguns “acasos” Sérgio me disse que conseguiram convencê-lo a dar uma excelente entrevista, que é um dos pontos altos do filme.

Sérgio Baldassarini e o cantor Erasmo Carlos

Sérgio Baldassarini e o cantor Erasmo Carlos

Além de Erasmo, Renato, Bobby de Carlo e de todos os citados que foram entrevistados, e como o filme procura mostrar todo o cenário musical e cultural da época, a equipe também fez entrevistas com Ronnie Von (que também tem aversão a ter seu nome associado à Jovem Guarda), com Paulo Silvino (que hoje é comediante, mas começou sua carreira cantando rock) e até Caetano Veloso (que veio depois, com a Tropicalia, mas que confessou ter participado de algumas apresentações do Jovem Guarda).

Filmagem com Os Fevers

Filmagem com Os Fevers

Sérgio gravando a entrevista com Erasmo...

Sérgio gravando a entrevista com Erasmo…

Enfim, é um filme que todo fã da Jovem Guarda não pode deixar de assistir. Eu tive o privilégio de receber o filme em DVD, assim como também os artistas participantes e a imprensa, que também estão recebendo o DVD com o filme. Depois ele irá para os cinemas e a série em 13 episódios será exibida numa emissora de TV a cabo. Só depois é que será lançádo em DVD…

JOVEM AOS 50 – A HISTÓRIA DE MEIO SÉCULO DA JOVEM GUARDA (PRESS RELEASE)

No dia 22 de Agosto de 1965, um domingo à tarde, entrava no ar pela primeira vez um programa de
jovens cantores que iria revolucionar a moda, os costumes, a forma de agir e de falar de toda uma
geração. E que alcançaria índices de audiência jamais repetidos na TV brasileira.
Ao nos aproximarmos dos 50 anos daquela tarde de domingo, a S.B.J. PRODUÇÕES conclui um
documentário de longa-metragem, assim como uma série em 13 episódios produzidos
especialmente para a TV paga, sobre esta bonita história de meio século do movimento que ficou
conhecido como “Jovem Guarda”.

Com participações e depoimentos de mais de 50 artistas* (veja relação abaixo) que se destacaram
nessa época, entre historiadores, empresários, apresentadores e – principalmente – cantores, o filme intercala depoimentos emocionados destes protagonistas, juntamente com imagens de programas e filmes da época, que sobreviveram aos vários incêndios criminosos que destruíram quase todo acervo da antiga TV Record.

De histórias pitorescas a respeito de um buraquinho na parede do camarim, onde Erasmo Carlos e
seus colegas observavam as cantoras se trocando do outro lado, ao encontro inusitado da banda “The Jordans” com os Beatles em Londres, até reminiscências históricas de Caetano Veloso, Wanderléa e vários outros sobre a importância deste movimento na história e na cultura brasileira, este documentário procura resgatar a nostalgia, a ingenuidade e, principalmente, a força da música daquelas jovens tardes de domingo.

Renato Barros foi entrevistado quando chegou a um Hotel em São Paulo, na ocasião em que participou de um show promovido por Antonio Aguilar no Club Homs, no mesmo lugar também foram entrevistados os Golden Boys.

O Renato contou ao Sérgio sobre seus primeiros contatos com o Carlos Imperial, sobre a versão que ele fez para a música MENINA LINDA (e que no Brasil acabou ficando mais famosa até que a dos Beatles!), da mágoa que ele tem por não ter sido chamado logo no primeiro momento do Programa Jovem Guarda, mas apenas depois quando foi convidado pelo empresário Marcos Lázaro e muitas outras história.

Depois, naquele mesmo dia à noite, foi gravada toda a apresentação da banda Renato e Seus Blue Caps no Club Homs e todas estas filmagens estarão no filme, e neste vídeo podemos ver o depoimento dele ao cineasta Sergio Baldassarini.

Estão sendo feitos os últimos retoques na versão para cinema do documentário, e até o dia 20 de setembro de 2016 deve sair a documentação da ANCINE com a classificação indicativa e a autorização para exibição do filme em salas de cinema.

Segue o vídeo do 1o episódio:

Link para o Teaser do longa metragem:

Esta série, assim como o longa, são INÉDITOS em qualquer tipo de mercado, foram realizados inteiramente com recursos próprios (sem nenhum patrocínio, apoio cultural ou recursos públicos), e já possuem C.P.B. (Certificado de Produto Brasileiro) emitido pela ANCINE, sendo considerados OBRAS BRASILEIRAS INDEPENDENTES CONSTITUINTES DE ESPAÇO QUALIFICADO.

Rua Vanderlei, 1511 . Perdizes . São Paulo . SP . CEP: 05011-000
fones: (11) 3872 0632 – 3864 1605
http://www.sbj.sbjproducoes.com.br . sbj@sbjproducoes.com.br

SBJ Procuções

FICHA TÉCNICA

Narração: MILTON GONÇALVES
Roteiro, Fotografia, Montagem,
Produção e Direção: SÉRGIO BALDASSARINI JUNIOR
Arranjos Instrumentais: BOBBY DE CARLO
Artistas entrevistados: Erasmo Carlos, Wanderléa, Renato e Seus Blue Caps, Sérgio Reis, Caetano Veloso, Ronnie Von, Martinha, Eduardo Araújo, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Nilton Travesso, Paulo Silvino, Agnaldo Rayol, Carlos Gonzaga, George Freedman, Bobby de Carlo, Cyro Aguiar, Demetrius, Ed Carlos, Deny (da dupla Deny e Dino), Prini Lorez, Antonio Aguillar, Nilton Cesar, Aladdim (do grupo The Jordans), Ary Sanches, Miguel Vaccaro Netto, Lilian (da dupla Leno e Lilian), Dick Danello, Ronald (da dupla Os Vips), Trio Esperança, Moacir Franco, Netinho (dos Incríveis), Waldireni, Golden Boys, The Fevers, Paulo Silvino, Albert Pavão, Leno (da dupla Leno e Lilian), Ricardo Pugialli, Foguinho (baterista dos The Jordans), J.C. Marinho,
B.J. Mitchell (do grupo americano “The Platters”).

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fones: (11) 3872 0632 – 3864 1605

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A estreia do filme será no próximo dia 23 de março de 2017, no Cine Caixa Belas Artes, em São Paulo.

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