Performances solo do guitarrista Marquinho, dos Jordans!

Marco Aurélio Carvalho Rocha, o Marquinho, entrou para o conjunto The Jordans em substituição ao Aladim.
Foi Neno, que na ocasião pertencia ao conjunto, que viu Marquinho tocando na boate Charmant, na Rua Bento Freitas em São Paulo e o levou para os Jordans, onde permaneceu entre os anos de 1968 a 1974.

“O Neno tinha uma excelente visão de Marketing no sentido de influir no repertório é de dar visibilidade ao grupo no sentido de programas de televisão e de divulgação
Não foi difícil, no sentido comercial, manter -se sem a presença do Aladdim, porque a banda tinha uma estrutura comercial consolidada e fazíamos por volta de 20 bailes por mês, além de shows, na sua maioria no sul do Brasil.
Portanto,foram anos de muita abundância financeira, até que, como acontece com muitos artistas, iniciou a curva de declínio do sucesso e em agosto de 1974, em um baile na cidade de Bauru, o conjunto encerrou as atividades.”
Marquinho

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E muitas outras performances do Marquinho vocês poderão curtir e comentar aqui, no grupo Eterna Jovem Guarda, no Facebook. 😉

Marquinho gravou com o grupo os LPs Edição Extra: 2,3,4,5 e dividiu 50% da gravação do último LP que leva o nome de “The Jordans” com o músico José Aroldo Binda, que saiu na capa do disco.

Sobre o LP The Jordans Edição Extra Vol. 2, Marquinho escreveu:

“Neste LP o solista sou eu Marquinho; entrei no conjunto no lugar do Aladim em 1968 e fiquei até 1974 quando o conjunto encerrou as atividades. O solo vocal de Geórgia on My Mind também é meu.
Os LPs Edição Extra 2,3,4,5, todos têm a minha participação como solista vocal e instrumental. Quando entrei em 1968, o Ziquito não fazia mais parte do conjunto. O solo na canção “The Letter” eu fiz em oitavas e usando um pedal Hofner que o Foguinho trouxe do exterior … Summertime foi vocalizado pelo Sinval, nesta faixa 01 usei um pedal overdrive no solo. A guitarra que eu usei na gravação deste meu primeiro LP nos Jordans, o Edição Extra n. 2, foi uma Galantina italiana. Nos demais LPs passei a usar uma Fender americana que o Foguinho trouxe dos States…”

Irupê, Marquinho, Neno, Foguinho, Toni e Sinval

Irupê, Marquinho, Neno, Foguinho, Toni e Sinval

“Os Diferentes”, um conjunto vocal da Jovem Guarda!

“Os Diferentes”, um conjunto vocal que teve início oficialmente em 15 de novembro de 1964, portanto há exatos 51 anos, quando se apresentou na televisão pela primeira vez.

Foi na TV Tupi de São Paulo que Vitor Daniel e Tony (o Gordo e o Magro, como eram chamados carinhosamente pelos fãs) tiveram a primeira oportunidade para a gravação de um disco e para a apresentação em shows, e quem lhes proporcionou esta oportunidade foi o radialista e apresentador Antonio Aguillar, que os incluiu no LP “Exaltação à Juventude”, disco este que também continha outros valores da Jovem Guarda.

No programa de Antonio Aguillar em 1962

No programa de Antonio Aguillar em 1962

Os Diferentes – Não Diga Adeus (Don’t Say Good-bye)

LP Copacabana No. 11451 – “Exaltação à Juventude”

Vitor Daniel de Almeida nasceu em Lisboa em 10 de agosto de 1941. Chegou ao segundo ano de Direito em sua terra natal mas abandonou os estudos depois que conheceu o Brasil em uma viagem de turismo.

Tony nasceu em São Paulo em maio de 1944, cursou o ginasial e aprendeu a tocar violão, piano, órgão, contrabaixo e guitarra.

Tony e Vitor - Os Diferentes

Apesar do esforço que Vitor e Tony faziam para serem “diferentes”, eram muito iguais no talento, e fizeram uma bela carreira de sucesso durante o período da Jovem Guarda.

Vitor e Tony - Nenê dos Incríveis aparece atrás tocando sua guitarra...

Vitor e Tony – Nenê dos Incríveis aparece atrás

Tony já nos deixou recentemente, e Vitor mostra sua força em meio a tantos percalços da vida, e nos brinda com esta belíssima crônica, uma lição de positividade e amor à vida!

Crônica escrita por Vitor Daniel (Os Diferentes) dedicada a Deny & Dino (in memoriam)

Crônica de Vitor DanielAssim, decidi que a partir de hoje, vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.

Para começar, não vou mais olhar para trás. O que passou é passado.

Se errei, agora não vou conseguir corrigir.

Então, para que sofrer e ficar remoendo no que passou?

Refletir sobre aqueles erros sim e então fazer deles um aprendizado para o “meu hoje”.

Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos e atenção como “eu” gostaria… E daí ?

A partir de agora vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las.

Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem, porém, talvez deixassem de ser as pessoas que eu amo.

Isso eu não quero.

Mudo eu…Mudo meu modo de vê-las. Vou respeitar seu modo de ser.

Mas não pensem que vou desistir de meus sonhos!!!

Isso jamais!!!

A partir de agora, vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.

…NOSSO TEMPO BEM MENOR…..

De hoje em diante vai ser diferente.

Não vou mais responsabilizar ninguém por minha infelicidade. Eu vou ser feliz !!!

Não vou mais parar a minha vida, porque o que quero e desejo não acontece.

Vou fazer meu momento !

Vou ser feliz agora!!!

Terei outros dias pela frente!!!

Nunca mais darei muita importância aos problemas que não tenho conseguido resolver.

A partir de hoje, vou agradecer a DEUS todos os dias, por ELE me dar forças para viver e amar.

Meus amigos, nunca mais precisarão me dar um ombro para chorar. Vou aproveitar a presença deles para sorrir, cantar e para dividir com eles a minha felicidade.

A partir de hoje vou ser eu mesmo.

Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.

Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras carinhosas por que acho que sei o que os outros querem ouvir.

A partir de hoje, de agora, vou viver minha vida, sem medo de ser feliz porquê:

…APROVEITANDO O TEMPO, A VIDA ASSIM SERÁ MELHOR.

VITOR DANIEL/VITÃO

PS .“A VIDA É UM ESPETÁCULO IMPERDÍVEL”

Senhoras e Senhores, uma pequena mostra do talento da dupla “Double Ghizzi”!

Dia desses estava eu aqui meio entediada… nada de novo pra ver, ouvir… e eis que recebo uma mensagem “in box” no Facebook… Era o meu amigo e músico Toninho Ghizzi, me dizendo que ele e seu sobrinho Luiz Ghizzi haviam feito alguns vídeos e que ele estava me enviando os links. Eu já havia recebido anteriormente algumas gravações feitas pelo Toninho Ghizzi, de uma originalidade e desempenho sensacionais, as quais já mostrei aqui.

E foi assim que me vi diante deste SHOW de interpretação, que não poderia deixar de compartilhar com vocês que acompanham este Blog.

Em todos os vídeos podemos assistir a performance da dupla “DOUBLE GHIZZI” (Toninho Ghizzi & Luiz Ghizzi), cujas gravações foram feitas em 27/10/2015, no Ghizzi`s Home Studios. 😉

Toninho Ghizzi & Luiz Ghizzie = Double Ghizzi

Toninho Ghizzi & Luiz Ghizzie = Double Ghizzi

“Wish you were here”
Autoria: David Gilmour, Roger Waters
Gravada por Pink Floyd

A Letra

So, so you think you can tell
Heaven from Hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish
How I wish you were here
We’re just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

“Ticket to Ride”
Autoria: Lennon & McCartney
Gravada pelos Beatles no álbum Help! Em 1965.

Algumas informações e curiosidades sobre Ticket To Ride

Ticket to Ride é uma canção que fez parte do álbum Help e foi gravada em 15 de fevereiro de 1965, no Abbey Road Studio.
Atribuída à dupla Lennon & McCartney, a música foi escrita principalmente por John Lennon, com discutíveis contribuições de Paul McCartney. Lennon teria dito a McCartney que suas contribuições foram limitadas, do mesmo jeito que o Ringo compôs a bateria, ao que, mais tarde, Paul respondeu: a letra estava incompleta e nos sentamos e escrevemos juntos, dei a ele (Lennon) 60% da música, depois de trabalharmos três horas. Ao que John voltou a responder: Claro, Paul fez a frase final: “My Baby don’t Care”
Uma curiosidade: nesta música Paul fez os solos de guitarra.
Há algumas especulações sobre a inspiração da música ou do seu título. Uma delas é de que em Hamburgo, na época que os Beatles tocaram por lá, as prostitutas precisavam tirar uma carteirinha de saúde, para evitar a transmissão de doenças venéreas. Essa carteirinha, na gíria local, foi apelidada de Ticket To Ride e que isto teria inspirado ao irreverente Lennon, por ocasião da composição.
Outra possível explicação para a inspiração do título, teria sido uma sutil associação que Lennon fez ao fato de sua mãe ter deixado a família, na sua infância.
Há outras atribuições como se John tivesse sido influenciado em Hamburgo por Little Richard, que no espírito negro, adotava a frase de protesto “If I Got My Ticket, Can I Ride?”
Há ainda uma consagrada brincadeira popular de que a música foi originalmente composta com o título “Ticket To Rye” => “bilhete de Centeio” e que o nome oficial da música teria sido mudado para Ticket To Ride” apenas por que as pessoas no resto do mundo não iriam entender o sentido do que seria para eles “Ticket para o Whisky”.
Na gravação Lennon colocou voz duplicada e tocou guitarra base. Paul fez vocal, tocou baixo e fez guitarra solo. George fez vocal e tocou guitarra de 12 cordas. Ringo tocou bateria e tamborim.
Fontes: Ricardo Pugialli e Biografia The Beatles by Bob Spitz.

A letra e a tradução

Ticket to Ride – Bilhete de Viagem
I think I’m gonna be sad. I think it’s today. Yeah.
Eu acho que vou ficar triste. E tb acho que vai ser hoje. É isso aí
The girl that’s drivin’ me mad Is goin’ away.
A garota que está deixa doido está indo embora
She’s got a ticket to ride. She’s got a ticket to ride. She’s got a ticket to ride,
Ela tem um bilhete de viagem (repete mais 2 x)
But she don’t care.
E não tá nem aí.
She said that livin’ with me Is bringin’ her down. Yeah.
Ela disse que na minha companhia está se sentindo dominada. É isso aí.
For she would never be free When I was around.
E que por causa disso nunca ia conseguir se soltar enquanto eu estivesse por perto
She’s got a ticket to ride.She’s got a ticket to ride.She’s got a ticket to ride,
Ela tem um bilhete de viagem (repete 2 x)
But she don’t care.
Ela não tá nem aí.
I don’t know why she’s ridin’ so high.
Eu não entendo porque ela quer tanto viajar
She oughtta think twice. She oughtta do right by me.
Ela devia pensar duas vezes. Ela devia agir direito comigo.
Before she gets to sayin’ goodbye,
Antes dela começar a pensar em dizer adeus
She oughtta think twice. She oughtta do right by me.
Ela devia pensar duas vezes. Ela devia agir direito comigo.
I think I’m gonna be sad…. repete…But she don’t care.
My baby don’t care. My baby don’t care. My baby don’t care.
Minha ‘boneca’ não tá nem aí….

“Who`ll Stop the Rain”
Autoria: John Fogerty (1970)
Gravada por CCR (Creedence Clearwater Revival)

A Letra

Long as I remember the rain been comin’ down
Clouds of mystery pourin’ confusion on the ground.
Good men through the ages tryin’ to find the sun.
And I wonder still I wonder who’ll stop the rain.

I went down Virginia seekin’ shelter from the storm
Caught up in the fable I watched the tower grow
Five year plans and new deals wrapped in golden chains.
And I wonder still I wonder who’ll stop the rain.

Heard the singers playin’, how we cheered for more.
The crowd had rushed together tryin’ to keep warm.
Still the rain kept pourin’, fallin’ on my ears
And I wonder, still I wonder who’ll stop the rain.

“Long as I can see the light”
Autoria: John Fogerty
Gravada por: CCR

Aqui estão dois takes da canção “Long as I can see the light” e como se fosse um jogo de 7 erros, gostaria que de deixarem um comentário dizendo qual é o de sua preferência, também tentassem encontrar uma diferença significativa entre os dois…
Eu por exemplo notei que tem uma hora, após o solo do violão, que o Ghizzi repete metade da frase.
Mas há algumas diferenças musicais nos solos das duas performances, tanto nos solos de violão como nos solos de guitarra… e acontece às vezes uma divisão da melodia…. uma frase mais longa, uma mais curta, uma começa antes e por aí vai… enfim, são muito parecidas as versões, mas, com “temperos” diferentes, o que acham?

Como me disse o Ghizzi, uma é Marguerita, a outra Napolitana… hehe 😉

TAKE ONE

TAKE TWO

A Letra

Put a candle in the window,
‘Cause I feel I’ve got to move.
Though I’m going, going,
I’ll be coming home soon,
Long as I can see the light.
Pack my bag and let’s get moving,
‘Cause I’m bound to drift a while.
When I’m gone, gone, you don’t have to worry long,
Long as I can see the light.

Guess I’ve got that old trav’lin’ bone,
‘Cause this feeling won’t leave me alone.
But I won’t, won’t be losing my way, no, no
‘Long as I can see the light.

Yeah! Yeah! Yeah! Oh, Yeah!

Put a candle in the window,
‘Cause I feel I’ve got to move.
Though I’m going, going,
I’ll be coming home soon,

Long as I can see the light.
Long as I can see the light.
Long as I can see the light.
Long as I can see the light.
Long as I can see the light.

“You can’t do that”
Autoria: Lennon & McCartney
Gravada pelos Beatles no álbum A HARD DAY’S NIGHT lançado em 10-07-1964 pela Parlophone.
Belo rock de John Lennon.
Na gravação dos Beatles John está no vocal e guitarra solo. Paul no backing vocal, baixo, cowbell. George no backing vocal e guitarra ritmo. Ringo toca bateria e conga. Gravada em 25 de Fevereiro e 22 de maio de 64.

A Letra

I got something to say that might cause you pain
If I catch you talking to that boy again
I’m gonna let you down
And leave you flat
Because I told you before, oh
You can’t do that

Well, it’s the second time I’ve caught you talking to him
Do I have to tell you one more time, I think it’s a sin
I think I’ll let you down (Let you down)
Leave you flat (Gonna let you down and leave you flat)
Because I’ve told you before, oh
You can’t do that

Everybody’s green
Cos I’m the one who won your love
But if they’d seen
You’re talking that way they’d laugh in my face

So please listen to me, if you wanna stay mine
I can’t help my feelings, I’ll go out of my mind
I’m gonna let you down (Let you down)
And leave you flat (Gonna let you down and leave you flat)
Because I’ve told you before, oh
You can’t do that, oh

(You can’t do that
You can’t do that
You can’t do that
You can’t do that
You can’t do that)

Everybody’s green
Cos I’m the one who won your love
But if they’d seen
You’re talking that way they’d laugh in my face

So please listen to me, if you wanna stay mine
I can’t help my feelings, I’ll go out of my mind
I’m gonna let you down (Let you down)
And leave you flat (Gonna let you down and leave you flat)
Because I’ve told you before, oh
You can’t do that

“Mercedes Benz”
Autoria: LEVERT, GERALD EDWARD / GIBSON, ANDY
Gravada por: Janis Joplin

A Letra

Oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz?
My friends all drive Porsches, I must make amends.
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz?

Oh Lord, won’t you buy me a color TV?
Dialing For Dollars is trying to find me.
I wait for delivery each day until three,
So oh Lord, won’t you buy me a color TV?

Oh Lord, won’t you buy me a night on the town?
I’m counting on you, Lord, please don’t let me down.
Prove that you love me and buy the next round,
Oh Lord, won’t you buy me a night on the town?

Everybody!
Oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz?
My friends all drive Porsches, I must make amends,
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz?

Perguntei ao Ghizzi por que a imagem e o som saíram tão perfeitos assim, tendo sido a filmagem feita por celular, enfim, uma gravação caseira, e ele me respondeu o seguinte:

“Ficou tudo bom e bem… som e imagem, porque fizemos uns testes antes… o violão foi o som real, mas, estava ligado num pequeno amplificador de contrabaixo, daí o som foi mesclado… mais violão real na distância que ficou melhor o som DIRETO NO CELULAR e somente os graves do aparelho, mesmo assim, só um pouquinho.
Minha guitarra estava ligada numa pedaleira de efeitos e o amplificador ficou no chão atrás do Luiz, num volume ideal, para que não houvesse excesso e nem distorção no microfone do celular. As luzes, a gente foi se ajeitando até dar certo, colocamos essa luminária acima, presa na porta do guarda-roupa… PRODUÇÃO CASEIRA que deu certo. A cor ficou maravilhosa, porque as luzes davam um reflexo levemente dourado…”

Contatos: Ghizzi (11) 98240.2525 e (11) 94192.8331.
Facebook: https://www.facebook.com/toninho.ghizzi
Luiz Ghizzi: https://www.facebook.com/luiz.ghizzi

That’s all, folks!
“I would like to say thank you on behalf of the Double Ghizzi. I`m sure they’ve passed the audition.” 😉

ghizzi

Andy White, baterista que gravou “Love Me Do” com os Beatles, morre aos 85 anos.

O escocês Andy White, músico de estúdio que tocou bateria no single de estreia dos Beatles, “Love Me Do”/ “P.S. I Love You”, morreu na última segunda-feira, 09 de novembro de 2015, em Nova Jersey, depois de sofrer um grave derrame. Andy nasceu em em 27 de julho de 1930, estava com 85 anos de idade.

Andy White

A família de White confirmou a informação da morte à BBC apenas nesta quarta-feira, 11. Eles disseram que o músico seria lembrado pela “incrível humildade e simplicidade em relação às suas muitas realizações”. White deixou sua marca na história ao gravar a bateria no primeiro single dos Beatles
“Love Me Do” foi inicialmente registrada durante a audição da banda no estúdio EMI, em Londres, em junho de 1962, com Pete Best na bateria. Três meses mais tarde, depois dos Beatles fecharem o contrato, o novo baterista Ringo Starr tocou na faixa durante uma sessão em 4 de setembro de 1962, mas o produtor George Martin estava insatisfeito com os resultados.

Neste vídeo, Andy White conta como aconteceu a histórica gravação de “Love me Do”

Veterano baterista de estúdio, White foi então chamado para tocar em uma sessão em 11 de setembro na EMI, em Abbey Road. A White foi pago £5 por três horas e ele não recebeu direitos autorais por ter tocado no lendário lançamento. As versões com White também apareceram no disco de estreia dos Beatles, Please Please Me. Starr continua creditado em ambas as faixas, mas tocando tamborim em “Love Me Do” e chocalhos em “P.S. I Love You”.
Segundo a BBC, White ainda insistiu que ele aparece na música “Please Please Me”, dos Beatles, mas Ringo é quem está creditado como baterista na faixa. Independente disso, a breve contribuição de White com o Fab Four solidificou o legado dele como um dos “quinto Beatles”, um clube que inclui Stuart Sutcliffe, Pete Best e Jimmie Nicol.
Além do trabalho com os Beatles, White também apareceu no hit de 1965 “It’s Not Unusual”, de Tom Jones, bem como em faixas de Rod Stewart, Chuck Berry, Herman’s Hermits e Lulu. Quando mais velho, White se mudou para os Estados Unidos com a esposa, a dubladora Thea White, e tornou-se um instrutor de bateria, tendo Steven Van Zandt, da E Street Band, ente seus pupilos.

Fonte: Diário dos Beatles, Blog de Breno Augusto

Como curiosidade, segue um vídeo com as três versões de Love Me Do: