Paul McCartney toca no Japão a Canção dos Beatles, “Another Girl”, pela primeira vez ao vivo.

Em seu show no Budokan em 28 de abril de 2015, Paul McCartney surpreende os fãs tocando ao vivo a canção de 1965!

Paul em Tokyo - Budokan -  28 de abril de 2015

Paul em Tokyo – Budokan – 28 de abril de 2015

Nem os Beatles nem qualquer outro membro dos Beatles jamais havia tocado “Another Girl”, a quinta faixa do álbum Help! de 1965, até agora!
Paul McCartney tocou a canção ontem, terça-feira, no Japão, em Tokio, no Budokan, de acordo com o NME.

McCartney tocou pela última vez naquele local no verão de 1966, quando os Beatles realizaram uma curta turnê pela Ásia que também incluiu shows nas Filipinas.

Paul disse que tocar lá pela primeira vez depois de quase 50 anos foi “sensacional e muito emocionante lembrar da primeira vez e ainda ver este público fantástico”, relatou o NME. “Foi emocionante para nós e acredito que foi provavelmente o melhor show que fizemos no Japão e foi ótimo voltar a tocar no Budokan 49 anos depois. Foi uma loucura. Nós amamos.”

Não há nenhuma gravação oficial de sua performance de “Another Girl” , mas neste vídeo publicado no youtube por porsche tetsu, podemos ver Paul tocar pela primeira vez a canção dos Beatles, “Another Girl”, ao vivo!

Paul no Budokan 1

Quatro tomadas diferentes da performance de Paul em “Another Girl.

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Historias de Tony Campello!

Em entrevista a Antonio Aguillar, Tony Campello recorda de um entrevero que teve com ele por questões profissionais e também recorda sobre a queda do elevador que despencou do terceiro andar na TV Paulista, Canal 5, quando participavam de um dos programas comandados por Antonio Aguillar. O elevador era de carga (fazia o transporte de cenários de madeira, que pesavam pouco), porém neste dia estava transportando os artistas e seus instrumentos, quando despencou, isso ainda no tempo da Organização Victor Costa, na Rua das Palmeiras, 315, ocasião em que Aguillar fazia uma estreia do seu programa “Ritmos para a Juventude” na televisão Paulista Canal 5, Globo hoje.
No elevador, entre outros, estavam Tony Campello, George Freedman e Ronnie Cord. O programa quase não foi ao ar, porém como o auditório estava lotado e os artistas que passaram pelo pronto socorro sofreram apenas luxações nos pés, puderam voltar para a rua das Palmeiras e participaram com sucesso do programa, o qual alavancou o Rock no Brasil em 1961, sob o comando de Antonio Aguillar.

Ainda neste áudio podemos ouvir Tony cantar com a irmã Celly a canção “O Canário”, um clássico gravado pelos irmãos Campello em fevereiro de 1963 e aqui apresentados pela Hebe Camargo ao vivo (Hebe Comanda o Espetáculo).
A música é uma versão em português do clássico “Yellow Bird”, de Norman Lubolf, Marilyn Keith e Alan Bergman. A versão em português é de Fred Jorge. É a última gravação que Celly fez ainda solteira, e depois ela só voltaria a gravar em 1968. A canção é um clássico internacional que foi gravado por artistas como The Big Bamboo Orchestra, Brothers Four, Cris Isaak, Emile Ford, Johnny Tillotson e Roger Whitaker, entre outros, e possui várias versões instrumentais, registradas por The Ventures, Chet Atkins, Martin Denny, Bert Kaempert, Frank Hamilton, Arthur Lyman, Enoch Light, Gene Ammons, Pete Seeger, Roger Williams, The Three Suns e Tommy Mccook.
No Brasil, além dos irmãos, há o registro instrumental de Waldir Azevedo e o vocal de Carlos Gonzaga.

Tony, Aguillar e Celly

Tony, Aguillar e Celly

The Beatles no NME Poll Winners Concert – 1964

Em 26 de abril de 1964 os Beatles foram os últimos a se apresentarem no NME Poll Winners Concert, apresentados pelo Disk Jockey Murray Kaufman (Murray The K).

O Concerto teve a participação do que havia de melhor no Show Business da época e nesse dia eles mandam muito bem, até com um pequeno equívoco de John Lennon e que vale conferir aos 3:49seg durante a performance em You Can’t Do That!

O The New Musical Express (NME) 1964 Annual Poll Winner’s Concert foi realizado no The Empire Pool, em Wembley, foi gravado em 26 de abril de 1964 e transmitido em 10 de maio de 1964.

Beatles NME 1

Os Beatles receberam um prêmio das mãos de Roger Moore e cantaram ‘She Loves You’, ‘You Can’t Do That’, ‘Twist and Shout’, ‘Long Tall Sally’ e ‘Can’t Buy Me Love’.

Clube Big Beatles faz aniversário e traz o ex Beatle Pete Best em setembro!

A Banda Clube Big Beatles de Vitória, composta por Edu Henning, Junior Curcio, Guto Ferrari, Léo Teixeira e Mark Fernandez, fará um show que marcará os 25 Anos da banda.

Este show vai acontecer no dia 24 de setembro na Arena Vitória (Vitória, Espírito Santo).

O show contará com diversas participações especiais. Orquestra Sinfônica do ES, Banda da Polícia Militar do Espírito Santo (que já esteve em Liverpool acompanhando o Clube Big Beatles), coral de 15 vozes, Jerry Adriani (que participou de DVD do Clube Big Beatles gravado ao vivo no Cavern Club, Liverpool), Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura (que por dois anos consecutivos esteve em Liverpool ao lado do Clube Big Beatles), Ivan Lins (que ano passado foi o convidado especial do Clube Big Beatles em Liverpool) e também Pete Best, primeiro baterista dos Beatles (que, pela segunda vez vem ao Brasil para se apresentar ao lado da banda Clube Big Beatles). Em cena mais de 130 músicos.

Soube desta notícia através do cantor Jerry Adriani, que foi convidado por Edu Henning, confirmada pelo próprio Edu Henning, que me enviou os detalhes.

Ouçam aqui mensagem de Pete Best…

O Clube Big Beatles é uma banda brasileira especializada em executar as músicas dos Beatles, realizando diversos projetos em torno do trabalho dos rapazes de Liverpool.

Clube Big Beatles 3

O grupo faz enorme sucesso no Festival dos Beatles (International Beatles Week) que acontece na cidade de Liverpool, Inglaterra, tanto que está incluído no Hall da Fama do International Beatles Week.

Clube Big Beatles 1

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Clube Big Beatles 2

Andreas Kisser, do Sepultura, confirma presença no Show do próximo dia 24 de setembro!

Banda Sepultura

Revivendo o passado: Minhas Origens / Genealogia das famílias Astolfi Zanetti

FAMÍLIA ASTOLFI

Meu avô Albino Astolfi chega ao Brasil, proveniente da Província de Rovigo, Itália

Secretaria do Trabalho e da Promoção Social
Centro Histórico do imigrante

Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Brás – Tel. 292 1022
CEP 03044 – São Paulo

CERTIDÃO DE DESEMBARQUE

AUTOS C.H.I. No. 01270/91

CERTIFICO constar do livro de matrícula da HOSPEDARIA DE SÃO PAULO 15/108 do acervo documental do CENTRO HISTÓRICO DO IMIGRANTE os seguintes dados de ALBINO ASTOLFI.

Nacionalidade: Italiana

Filiação: Giovanni Astolfi e Giuseppina

Data de nascimento ou idade: 17-02-1878 (09 anos)

Sexo: nada consta

Profissão ….

Estado Civil: solteiro

Vapor: “PACÍFICO”

Data de desembarque: 21 de novembro de 1888, em Santos.

Chefe ou responsável: Giovanni Astolfi (45 anos)

Composição da família: Giuseppina (39 anos), Pasquale (19 anos), Débora (17 anos), Loccatte (15 anos), Luigi (12 anos), Adelaide (07 anos), Achille (04 anos) e Maria (01 ano).

Local de origem: nada consta (hoje sabemos que ele veio de Porto Viro, Província de Rovigo)

São Paulo, 08 de agosto de 1991

Assinado pelo Diretor do Centro Histórico do Imigrante

GENEALOGIA DA FAMÍLIA ASTOLFI

Da longínqua e bela Itália, precisamente das cidades de Porto Viro e Porto Tole, Província de Rovigo, nos idos de 1888, época em que no Brasil os Abolicionistas e Republicanos ganhavam espaço e a escravatura tinha seus dias contados, precisamente em 21 de novembro de 1888, chegava ao Brasil e desembarcava no Porto de Santos a família de Giovanni Astolfi e Giuseppina, italianos que buscavam na terra promissora uma saída para melhorar a vida de sua família. Vieram no Vapor Pacífico e em baús traziam seus pertences e muita esperança.
Giovanni tinha 45 anos e Giuseppina, 39; com eles chegaram 08 filhos:

Pasquale Astolfi – 19 anos
Débora Astolfi – 17 anos
Loccate Astolfi – 15 anos
Luigi Astolfi – 12 anos
Albino Astolfi – 09 anos
Adelaide Astolfi – 07 anos
Achille Arturo Astolfi – 04 anos
Maria Astolfi – 01 ano

Foram levados para a Hospedaria de São Paulo, conforme livro de matrícula nr. 15/108 do acervo documental do Centro Histórico do Imigrante. Pelas mãos do destino, non sappiamo perque, chegaram até a Fazenda da Barra, município de Itobi, na época pertencente à comarca de Casa Branca/SP, onde se estabeleceram.
Ouvi dizer que um deles faleceu ainda em Santos, mas não tenho confirmação desta notícia.
Passaram-se os anos, um pedaço da história da família se perdeu.

Albino Astolfi, filho de Giovannni(João) Astolfi e Giola Josephina, moço, casa-se com Magdalena Veronezi, filha de Miguel Veronezi e Verginia Conti; quando menina fora criada por uma madrasta que era exatamente o que diz a palavra: uma má..drasta! Minha mãe conta que Madgalena tinha uma irmã gêmea, chamada Lúcia, e que sofriam os mal tratos da madrasta, que as faziam dormir em barracões à mercê de cobras e bichos.

Albino e Magdalena tiveram nove filhos:

1) Amélia, dona-de-casa, casou-se com José e foram morar em São Paulo; estabeleceram-se por lá e tiveram os filhos:
– Alcindo, que casou-se com Célia e tiveram um filho, Paulo Sérgio;
– Osvaldo, que casou-se com Rosa e tiveram uma filha, Lara.

2) Armínio Astolpho, casou-se com Laurinda Dontal, residiam em Casa Branca e tiveram 5 filhos:
– Dirce Astolpho Zuchetti (falecida), que casou-se com Antonio Zuchetti Filho e tiveram dois filhos: Silvia Mara, casada com José Antonio de Souza e têm um filho, Matheus (8 anos em 2006); Hermínio José, casado com Nely, tiveram duas filhas: Carolyne (11 anos em 2006) e Julyane (9 anos em 2006);
– Antonio Astolpho Sobrinho (Nico, com 75 anos em 2006), casado com Ermelinda Puelker, não tiveram filhos;
– Walter Astolpho (Lilo, falecido), casado com Graciema Barbosa, tiveram um filho: Francisco Carlos, casado com Luciana, tiveram duas filhas: Carolina e Mariana.
– Maria Camila Astolpho (Nina), que casou-se com José Antonio Cruz, teve duas filhas: Maria Laura, que casou-se com João Contart Neto e tem uma filha: Camila (nome da bisavó materna) e Maristela.
– Maria Lúcia Astolpho, reside em Casa Branca.

3) Antonio (Toni), casou-se com Maria Passarelli, residiam em Itobi e tiveram dois filhos:
– Antonio Astolpho Filho (Nino, já falecido), que casou-se com Terezinha Silveira;
– Ulysses (Nenê), que casou-se com Lucila Martarelo, de São João da Boa Vista e lá residem.

4) José (Juca), comerciante, casou-se com Ana e tiveram três filhos:
– José Milton
– Carlinhos
– Albino Astolfi Neto.
Residiam em Casa Branca e depois mudaram-se para São Paulo.

José Milton Astolfi formou-se em Medicina pela Universidade de Curitiba e casou-se com Vera Lúcia de Souza Astolfi. Tiveram os filhos:
Adriana Astolfi Del Sant casada com José Roberto Del Sant, com 2 filhas: Bárbara e Thaís; Beatriz Astolfi Barbosa de Freitas casada com Marco Antônio Barbosa de Freitas, com 2 filhas: Luiza Maria e Mariana;
Ricardo de Souza Astolfi, desquitado, com 1 filho: Gabriel Ricardo.
Renato de Souza Astolfi casado com Carolina Mesquita Astolfi com 1 filho: Rafael (por enquanto, pois está com dois meses da segunda gestação).

5) Sante, comerciante, casou-se com Luíza e tiveram cinco filhos:
– José Oscar
– Maria Dulce
– Maria Cecília
– Maria Luíza
– Maria José
Residiam em Casa Branca.

6) Maria, pensionista e dona de casa, casou-se com Célio Zanetti, residiam em Casa Branca e tiveram quatro filhos:
-Célio Fernando, que casou-se com Cezulei Maria Ramos Zanetti e tiveram um filho, Fernando Henrique R. Zanetti, que casou-se com Débora e têm dois filhos: Victória e Pedro Henrique;
– Maria Célia, que casou-se com Hélio Monteiro e tiveram três filhas: Juliana, Cristiane e Daniela;
– Maria Zélia, que casou-se com Joaquim Leonardo Godoi e tiveram quatro filhos: Alex e Alexandre e Renato e Marcelo;
– Lúcia Madalena, que casou-se com Etelvino Fialho de Araújo e tiveram uma filha, Michelle Zanetti de Araújo.

Célio e Maria (Lia) e os filhos Célio Fernando, Maria Célia e Maria Zélia

Célio e Maria (Lia) e os filhos Célio Fernando, Maria Célia e Maria Zélia

Lúcia (eu)

Lúcia (eu)

7) Manuela, cabeleireira, casou-se com Roberto Carlos Machado; residiam em Casa Branca e tiveram duas filhas:
– Sandra, que casou-se com Melinho e tiveram 03 filhos: Rodrigo, Matheus e Diogo
– Sônia, que casou e tive dois filhos: Tadeu Henrique (22 anos em 2006) e Ana Carolina (20 anos em 2006)

8) Alfredo, funcionário da marinha, casou-se com Maria Lúcia (de Belém do Pará) e tiveram o filho Paulo Astolfi. Residiam em São Vicente.

9) Elisa, dona-de-casa, casou-se com Eliseu Vannucci, artista plástico, falecido em 2006; Tua Zinha ainda reside em Casa Branca e tiveram as filhas: Ana Elisa, Maria Conceição e Carmem Silvia.
Elisa morava com sua mãe Magdalena e dela cuidou até o dia de sua morte, aos 86 anos, em fevereiro de 1969.

PESCARIA NA FAMÍLIA, EM ALGUM LUGAR DO PASSADO, LÁ PELOS LADOS DE CASA BRANCA E ITOBí

Da esquerda para a direita estão tio Armíno, meu pai Célio Zanetti, primo Niquinho, tio Juca, primo Lilo, tio Dinho de costas, Zé Oscar, tio Santo, tio Elyseo e primo Osvaldo filho da tia Amélia .

Da esquerda para a direita estão tio Armíno, meu pai Célio Zanetti, primo Niquinho, tio Juca, primo Lilo, tio Dinho de costas, Zé Oscar, tio Santo, tio Elyseo e primo Osvaldo filho da tia Amélia .

Outro filho de Giovanni e Giuseppina, Achille Arturo Astolfi, viveu em Casa Branca e se casou com Natalina Bertaglia; teve os seguintes filhos:

Primo João, Maria Filomena (Quinha), Geraldo, Adelaide e Angelina (gêmeas), João, Fermino, Gilda, Emílio, Wilma e Gessy Aparecida.

Geraldo Astolfi nasceu em Casa Branca e quando mocinho foi para São Paulo, Capital, onde se casou com Maria (falecida em 29-05-2006). Tiveram 5 filhos:

1) Maria José (64 anos em 2006), casou-se com Daniel Tavares Fitarra (faleceu em 1999) e tiveram dois filhos: Marcos, economista, estudando atualmente o último ano de Direito e Emerson (falecido).

2) Achilles Astolfi Neto (58),

3) Cacilda Astolfi (56), que mora nos Estados Unidos desde os 18 anos,

4) Berenice (54)

5) Antonio Tadeu Astolfi (52).

Maria José conta que chegou a conhecer seu avô, Achille Arturo Astolfi, mas ele já estava muito doente e ela só se lembra dele no hospital onde foi visitá-lo algumas vezes junto com seus pais. Ele faleceu logo depois, de câncer. Maria José também se lembra do seu pai falar em “tia Maria” que acredita seja nossa tia-avó. Achille Arturo faleceu ainda novo.

Maria, mulher de Geraldo, iria completar 91 anos em agosto de 2006, mas veio a falecer em 29-05-2006.
Berenice tem uma filha chamada Lilian , fisioterapeuta e tem 28 anos, e o filho Edelver Carnovali Junior, Físico Nuclear, atualmente faz doutorado na USP; tem 25 anos . Lilian tem uma filha chamada Isabella.

GENEALOGIA DA FAMÍLIA ZANETTI

Familia Zanetti

Nossa família na árvore

Da longínqua e bela Itália, precisamente da cidade de Portogruaro e Cinto Caomaggiore, Províncias de Veneza, (minha avó Anna Florian era de lá e meu avô Felice Zanet , de Cinto Caomaggiore), numa época em que jornais e rádios anunciavam a guerra, o clima era de paúra, medo, incertezas; italianos buscavam uma saída para uma melhor estabilização de suas famílias e essa preocupação tomou conta da família de FELICE ZANETTI e ANNA FLORIAN, que a essa altura já tinham três bambini, as meninas Silvia, mais velha, nascida em 18-03-1910 e já com seus 3 para 4 anos, Leonor, a do meio, com 02 anos e Assumpta, mais nova, com 01 ano de idade.

Certidão de Casamento de Felice Zanet e Anna Florian

Certidão de Casamento de Felice Zanet e Anna Florian

Felice teria dito a sua Anna: “ cara mia, vamos para o Brasil, lá já habita tanta gente nostra e a terra é próspera. ..”

Anna Florian e Felice Zanet

Anna Florian e Felice Zanet

Decidiram então vir para o Brasil e Felice com esposa e filhos, juntamente com seu irmão Alessandro Zanet e esposa Luísa, juntaram em baús as roupas necessárias e seus poucos pertences.

Pietro Zanet e Domenica Antonialli, meus bisavós paternos, pais de Felice Zanet.

Pietro Zanet e Domenica Antonialli, meus bisavós paternos, pais de Felice Zanet.

Assim partiu a família, fugindo da guerra através da Áustria, pelo Navio Júlio César , que a princípio levaria a família para o Rio Grande do Sul, mas pelas mãos do destino, non sapiamo perque, Itobi os recebeu primeiro e depois a cidade de Casa Branca, ambas no estado de São Paulo.

Alexandre Zanetti (Alessandro Zanet)

Alexandre Zanetti
(Alessandro Zanet)

Felice e Alessandro tinham um irmão mais novo chamado Pietro Zanet, que provavelmente não veio com eles por que era muito jovem.
Pietro foi convocado para a primeira guerra mundial em em 1915 foi apanhado, tendo ficado na prisão por 3 anos, onde morreu em 1918.
O único registro que temos deste tio do meu pai, Pietro Zanet, é este documento enviado por Flávio Bellantuono, nosso parente de Roma que faz a árvore genealógica da família…

Pietro Zanet irmão nonno morreu na Guerra

Felice e sua família, ao chegarem tiveram como moradia a Chácara de um patrício chamado Vicenzo Maschietto. Com o passar do tempo a família aumentou e vieram Chielo (Célio), Mariano, Pedro, Nair e José (chamado por todos de Felicinho). Felicinho tinha um mês de vida quando Felice, aos 36 anos, veio a falecer devido à gripe espanhola em 01/09/1921…
Óbito de Felice

Depois do falecimento de Felice, aos 36 anos de idade, a família de Alexandre foi estabelecer-se em um sítio na cidade de Catanduva/SP, praticamente “fugiram” pra lá, sem comunicar Anna, que ficou sozinha para criar seus 08 filhos…
Porém Anna não esmoreceu! Italiana valorosa, iniciou o plantio e a venda de flores para que seus oito bambini tivessem uma vida digna.
Anna teve a felicidade de retornar à sua Itália em 1950, quando pôde rever sua família. Fez a viagem de navio.
Faleceu em 19/05/1970 aos 84 anos de idade.

Vó Nuta (Anna Florean) e meu pai Célio Zanetti em 23/101965.

Vó Nuta (Anna Florean) e meu pai Célio Zanetti em 23/101965.

Óbito da Vó Nuta

Silvia se tornou uma grande modista na região e nunca se casou; faleceu em 22-09-2002;
Leonor teve uma filha, Neusa e faleceu em 1989;
Assumpta nacionalizou-se brasileira e teve um emprego público; também nunca se casou; faleceu em 1989;
Célio se tornou comerciante, casou-se com Maria Astolfi e tiveram os filhos: Célio Fernando, Maria Célia, Maria Zélia e Lúcia Madalena; faleceu em 06-11-1989; Mariano era dentista prático e sitiante, se casou com Ofélia e tiveram os filhos: Silvia, Maria José, Dora; viúvo, casou-se novamente com Esther e tiveram os filhos: Felício, Leila e Márcia; Pedro era sapateiro e se casou com Ida e tiveram os filhos: Pedrinho, Vera Lúcia, Marina, Regina, Marcos, Malí e José Luis; já é falecido;
Nair era comerciante e estava aposentada quando faleceu em 22/09/2010; se casou com José e tiveram os filhos: Maria José, Silvia, Geraldo e Luis Gonzaga;
Felicinho (José) era funcionário público, se casou com Anilde e tiveram os filhos: Ana Maria, Margareth, Márcia e José Felício; faleceu em 23-02-2005.

Esta é a família de Célio Zanetti, que era Chiello e mudou seu nome na certidão de nascimento para Célio. Nasceu em Casa Branca aos 22 de fevereiro de 1917, tendo sido registrado pelo próprio pai, Felice Zanetti. São seus avós paternos: Pietro Zanetti e Domenica. Avós maternos: Marcos Florian e Brigo Joanna. Casou-se em 23 de outubro de 1940 com Maria Astolfi e dessa união nasceram: – Célio Fernando, em 27 de julho de 1941, que casou-se com Cezulei e tiveram um filho, Fernando Henrique Ramos Zanetti, nascido em 12 de setembro de 1969; – Maria Célia, em 20 de setembro de 1943, que casou-se com Hélio Monteiro e tiveram três filhas: Juliana Zanetti Monteiro, nascida em 21 de novembro de 1969; Cristiane Zanetti Monteiro, nascida em 17 de janeiro de 1972; Daniela Zanetti Monteiro, nascida em 31 de janeiro de 1974; – Maria Zélia, em 21 de junho de 1946, que casou-se com Joaquim Leonardo Godoi e tiveram quatro filhos: Alex e Alexandre Zanetti Godoi, nascidos em 06 de junho de 1969; Renato e Marcelo Zanetti Godoi, nascidos em 16 de janeiro de 1973; – Lúcia Madalena (eu mesma!), em 26 de setembro de 1953, que casou-se com Etelvino Fialho de Araújo e teve uma filha: Michelle Zanetti de Araújo, nascida em 08 de maio de 1985.

Memoria do Imigrante

NASCIMENTO DE SILVIA, ELEONORA E ASSUNTA / NASCITA

ASSUNTA ZANET
L’anno 1912, addì 31 di agosto alle ore pomeridiane 3 e minuti 15 nella casa comunale.
Avanti a me Bornancini Nicola assessore anziano in assenza del sindaco uffiziale dello stato civile del comune di Cinto Caomaggiore è comparso Zanet Felice di anni 26, contadino, domiciliato in Cinto Caomaggiore il quale mi ha dichiarato che alle ore pomeridiane 4 e minuti —-, del dì 27 del corrente mese nella casa posta in Cinto Caomaggiore al numero 160, da Florean Anna sua moglie, contadina, secolui convivente, è nato un bambino di sesso femminino che mi presenta e a cui da il nome di Assunta.
A quanto sopra e a quest’atto sono testimoni Marenin Giovanni di anni 28, falegname e Zanet Pietro, di anni 30, contadino, entrambi residenti in questo comune. Letto il seguente atto agli intervenuti si sono essi meco sottoscritto:
[firme]

ELEONORA ZANET
L’anno 1911, addì 21 di maggio alle ore antimeridiane 9 e minuti 30 nella casa comunale.
Avanti a me Bornancini Nicola assessore anziano in assenza del sindaco uffiziale dello stato civile del comune di Cinto Caomaggiore è comparso Zanet Felice di anni 25, contadino, domiciliato in Cinto Caomaggiore il quale mi ha dichiarato che alle ore antimeridiane 6 e minuti —-, del dì 17 del corrente mese nella casa posta in Cinto Caomaggiore al numero 143, da Florean Anna sua moglie, contadina, secolui convivente, è nato un bambino di sesso femminino che mi presenta e a cui da il nome di Eleonora.
A quanto sopra e a quest’atto sono testimoni Trevisan Emilio di anni 23, contadino e Battiston Antonio, di anni 40, impiegato, entrambi residenti in questo comune. Letto il seguente atto agli intervenuti si sono essi meco sottoscritto:
[firme]

SILVIA ZANET
L’anno 1910, addì 20 di marzo alle ore antimeridiane 11 e minuti 30 nella casa comunale.
Avanti a me Bornancini Nicola assessore anziano in assenza del sindaco uffiziale dello stato civile del comune di Cinto Caomaggiore è comparso Zanet Felice di anni 24, contadino, domiciliato in Cinto Caomaggiore il quale mi ha dichiarato che alle ore pomeridiane 3 e minuti —-, del dì 17 del corrente mese nella casa posta in Cinto Caomaggiore al numero 74, da Florean Anna sua moglie, contadina, secolui convivente, è nato un bambino di sesso femminino che non mi presenta e a cui da il nome di Silvia.
A quanto sopra e a quest’atto sono testimoni Zanet Giovanni di anni 55, contadino e Battiston Antonio, di anni 38, impiegato, entrambi residenti in questo comune.
Il dichiarante è stato da me dispensato di presentarmi il bambino suddetto a cagione della giornata piovosa, dopo essermi altrimenti accertato della verità della nascita. Letto il seguente atto agli intervenuti si sono essi meco sottoscritto:
[firme

Anna Florian com as filhas, Silvia, Eleonora, Assunta e Nair.

Anna Florian com as filhas, Silvia, Eleonora, Assunta e Nair.

Familia Zanetti 2

Notas de falecimento

Faleceu em 06 de novembro de 1989, em Casa Branca, meu pai Célio Zanetti.

Faleceu em 14 de novembro de 1996, em Casa Branca, minha mãe Maria Astolpho Zanetti.

Faleceu em 22 de setembro de 2003, em Casa Branca, minha tia Silvia Zanetti, modista e irmã mais velha do meu pai.

Faleceu na cidade de Cordeirópolis/SP, a remanescente da família de Felice Zanetti e Anna Florian, minha tia Nair Zanetti Vitta, que foi se unir aos irmãos na data de 22 de setembro de 2010, mesma data em que sua irmã mais velha, Silvia Zanetti, em 2003, há 7 anos, também já havia nos deixado.

Faleceu dia 20 de agosto de 2011, o remanescente dos irmãos Zanetti, meu tio Mariano Zanetti, na cidade de Igaraí/SP.

Faleceu em 27 de maio de 2013, em Casa Branca, meu sobrinho Alexandre Zanetti Godoi.

Faleceu em 21 de abril de 2015, tia Manuela Astolfi Machado, na cidade de Casa Branca/SP.

Nota de falecimento de Alexandre Zanetti

Nota de falecimento de Alexandre Zanetti

Nota de falecimento de Luiza Furlani Zanetti, esposa de Alexandre Zanetti

Nota de falecimento de Luiza Furlani Zanetti, esposa de Alexandre Zanetti

Que Deus lhes dê um bom lugar, meus tios, avós e sobrinho… Assumpta Zanetti, Leonor Zanetti Cayaffa, Célio Zanetti, Pedro Zanetti, Felicinho Zanetti (José), Silvia, Nair, Mariano, e seus pais Anna Florian e Felice Zanetti e Amélia Astolfi, Armínio Astolfi, Antonio (Tony) Astolfi, José (Juca) Astolfi, Sante Astolfi, Maria Astolfi, Alfredo e Manuela Astolfi, e seus pais Magdalena Veronezi Astolfi e Albino Astolfi.

Descansem em paz!

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Os Beatles Ringo Starr e Paul McCartney juntos no palco do Rock And Roll Hall Of Fame Anual.

Ringo Starr teve uma pequena ajuda de seus amigos para ser introduzido ao Rock and Roll Hall da Fama em uma cerimônia realizada em Cleveland, Ohio, em 18 de abril de 2015.

O baterista dos Beatles recebeu o reconhecimento durante a cerimônia como sendo “um dos maiores e mais criativos bateristas” na história deste gênero de música.

Starr foi apresentado por Sir Paul McCartney e, humildemente disse à multidão, na qual estava também Yoko Ono, “Meu nome é Ringo e eu toco bateria”.

Sir Paul McCartney entregamdo o troféu para Ringo Starr durante a cerimônia (AP)

Sir Paul McCartney entregamdo o troféu para Ringo Starr durante a cerimônia (AP)

Ringo, de 74 anos, é o ultimo dos Fab Four a ser indicado para o Hall da Fama pelo seu trabalho solo.

Ele foi acompanhado no palco pelo guitarrista dos Eagles, Joe Walsh, na execução do sucesso de 1971, “It Don’t Come Easy”, antes de realizar o clássico dos Beatles “With a Little Help from My Friends” com Sir Paul.

O baterista, que acaba de lançar um novo álbum chamado Postcards From Paradise, foi o primeiro membro da banda a estabelecer de fato uma carreira solo depois da separação dos Beatles em abril de 1970, lançando dois álbuns antes do final do ano.

“It Don’t Come Easy” alcançou o “top five”, antes de obter o número dois um ano mais tarde com “Back Off Boogaloo”.

Starr, cujo nome verdadeiro é Richard Starkey, continuou a tocar nos álbuns solo de seus companheiros dos Beatles bem como foi creditado em gravações incluindo o álbum de George Harrison, All Things Must Pass, e no de John Lennon, Plastic Ono Band.

Outros homenageados no evento realizado em Cleveland, Ohio, incluiu o cantor de soul music Bill Withers, Lou Reed e a Banda de Blues de Paul Butterfield.

Fonte: Mail On Line

Uma mensagem de aniversário para Roberto Carlos, por Jerry Adriani!

Segue uma mensagem publicada hoje por Jerry Adriani em sua página no Facebook, a qual torna-se o apelo de todos nós, fãs da Jovem Guarda, que neste ano de 2015 faz 50 anos!

Jerry Adriani e Roberto Carlos

“Hoje a minha mensagem vai para um colega muito querido que está aniversariando. Roberto Carlos…

Roberto, já lá vão muitos anos desde o dia que pela primeira vez eu o vi em um programa do Julio Rosemberg. Eu não tinha nem o nome de Adriani ainda. Éramos aqueles meninos com a cabeça cheia de sonhos. Vc. Já fazia sucesso e estava acompanhado por um divulgador da CBS, traziam um recado prá mim da Edy Silva que o meu teste na gravadora já estava marcado, o que acabou acontecendo pouco tempo depois e deu no que deu. Depois, minha ida para o Rio e a primeira vez que nos encontramos aqui na cidade |maravilhosa, foi num show de circo do nosso querido “José Messias’…Você, ao lado do Othon Russo e Seu Evandro (Ribeiro) tornou-se numa espécie de protetor do garoto que começava, agora Jerry Adriani. Lembro-me da sua preocupação prá que eu não ficasse sozinho e abandonado na cidade grande. Quantas vezes fui à sua casa e cantava para D. Laura…Por vezes,íamos juntos para SP Você comeu a macarronada da tia Angelina, como a chamava……Enfim, foram muitos os bons momentos de amizade…Basicamente embora vc. estivesse já num estágio superior, nós começávamos nossa trajetória. Claro, que ninguém sabia o que nos iria acontecer. E veio o fenômeno da JG e vc. foi naturalmente eleito como o líder do movimento tão combatido, porque não tinha uma proposta política. Mas, que em outras áreas atuava com muita força e tomou conta do país, despertando tanta ira por parte dos radicais de plantão.Eles diziam que nós os cabeludos da chamada então turma do iê iê iê, não duraríamos mais que meses. Seria muita coisa prá se colocar em uma mensagem…O destino,( claro que vc. lutou muito por isso), catapultou você a um patamar muito mais elevado que seus colegas da época. Vc. foi eleito o Rei e assim permanece até hoje. Sabemos que vc. não pode carregar sobre os ombros as cruzes de todos. Eu, particularmente sei da grande quantidade de pessoas que vc. ajuda. Todos, numa hora difícil, tentam recorrer ao Rei. Sei que você ajuda muita gente…Sabemos das suas atitudes cristãs. Agora, Roberto, eu, o Agrião como você chama carinhosamente (apelido que o Roberto me deu) que infelizmente por motivos alheios já não temos a mesma aproximação,
como tínhamos naquela época…. eu, que tenho acompanhado todos os seus merecidos êxitos e os seus dramas pessoais, lhe digo, nem mesmo a distancia faz com que eu deixe de admirá-lo… Apenas, gostaríamos de te ver mais de rirmos um pouco juntos, ir ao cinema, eh eh, aí seria demais…Lembra de Help!? Assistimos juntos eu você e Wanderléa. Entrávamos com o filme começado e saímos antes de terminar…ehehe Só assim!!!..E, contar piadas como fazíamos. Vc. é uma companhia maravilhosa!!…Disso tenho saudade meu amigo!!!….Só vou lhe pedir uma coisa, mesmo sabendo que você não vai ler esta humilde mensagem, mas talvez algum anjo sopre aos seus ouvidos… Não se esqueça de no seu especial de final de ano, homenagear a Jovem Guarda que foi o movimento de música que tomou conta do Brasil na época e se manteve para as gerações, do qual vc. é indubitavelmente, o Grande líder. Acho que não vai haver outra oportunidade, por razões óbvias. Vários amigos já se foram e não sabemos do futuro..E, Roberto, que não fique só naquele medley de sucessos. Chame alguns dos seus colegas, vc. sabe quais, que ajudariam a manter essa chama viva, e daria uma enorme alegria aos milhões de fãs. Com certeza!!!…Dê esse presente a esse público que te consagrou definitivamente…. Foi esse movimento Roberto, que fez com que você se colocasse em primeiro lugar no ranking, e ao qual você se agarrou e soube administrar e levar cada vez mais para o alto, com seu talento e sabedoria…Que Jesus em quem vc. tanto crê e a Virgem Maria o iluminem querido amigo, Feliz Aniversário…”

Seu amigo JERRY ADRIANI

Jerry Adriani é a favor da manutenção da Rádio Mec contra quem queira acabar com os últimos redutos da nossa já combalida cultura, para que nossa memória não seja definitivamente apagada...

Jerry Adriani é a favor da manutenção da Rádio Mec contra quem queira acabar com os últimos redutos da nossa já combatida cultura, para que nossa memória não seja definitivamente apagada…