RENATO BARROS: O OUTRO LADO DO MAIOR ROQUEIRO DO BRASIL!

Um artista completo é assim, não existem barreiras musicais, ele se atira e faz bem tudo a que se propõe, são o que chamamos de “Show Man”, não muito comuns mais nos tempos de hoje!

Ele mesmo já contou para o seu público que seu gosto musical foi influenciado pela música americana, que ele desde cedo costumava ouvir em casa… Disse que o gosto musical de sua família pelos clássicos da música americana foi o que o incentivou a tornar-se compositor, daí também o seu prazer em interpretar canções de Frank Sinatra, Nat King Cole, Elvis Presley, entre outros, em seus momentos de lazer nas noites de diversão na Tijuca, que ele adora frequentar na companhia de seu grande amigo, o Henrique Kurtz.
Isso foi o que levou Renato a introduzir músicas internacionais nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

Foto por Elias Nogueira

Foto por Elias Nogueira

No depoimento a seguir, Renato cita a importância da música de Paul McCartney na obra dos Beatles, fala sobre o enfraquecimento do amor na atualidade, a inclusão de clássicos nos shows de Renato e Seus Blue Caps e faz referência à passeata contra as guitarras nos anos 60, entre outras coisas…

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Neste vídeo, acompanhado pelos maestros Chico Neto (piano) e Eristom Gonçalves (contrabaixo), Renato interpreta Nat King Cole, Sinatra e Dolores Duran.
Imagens: Fatyma Silva.

1 – Tenderly (Nat King Cole)
2 – One for my Baby (Sinatra)
3 – The Lady is a Tramp (Sinatra)
4 – I’ve got the world on a string (Sinatra)
5 – Fim de Caso (Dolores Duran)
6 – When I fall in love (Nat King Cole)
7 – The Way you Look Tonight (Sinatra)
8 – Someone to Watch over me (Sinatra)

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Neste vídeo RENATO BARROS canta “Love Me Tender” (Elvis Presley-Vera Matson), acompanhado por Chico Neto ao teclado.
A canção é um grande sucesso do repertório de Elvis Presley, e foi gravada em 1956.
Tijuca – Rio, 29-11-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS canta o standard “Someone To Watch Over Me” (George Gershwin-Ira Gershwin), acompanhado por Chico Neto no teclado, e dedica a canção aos meninos do Clube de Futebol Chapecoense (visivelmente emocionado…).
Tijuca, Rio, 29-11-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta a canção “De Volta Pro Aconchego”, de Dominguinhos e Nando Cordel (1985), acompanhado por Eristom Gonçalves no baixo e Chico Neto no teclado.
Rio, 18-10-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS diversifica, cantando ‘Quem Há De Dizer’, samba dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues (em parceria com Alcides Gonçalves), gravado em 1948 por Francisco Alves.
Acompanhado por Chico Neto no teclado.
O ‘Blue Cap’ dedica a música à amiga gaúcha NICE CARPIN.
Tijuca, Rio, 05-09-2016.
Imagens: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS canta ‘Fim de Caso’, de 1958, um clássico de Dolores Duran, e dedica a canção a mim, essa simples mortal aqui! ehehe
Acompanhado por Jimmy Santa Cruz no contrabaixo e Chico Neto no teclado.
Tijuca, 29-08-2016
Filmagem: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta um de seus ídolos, o imortal Frank Sinatra em “Flying to the Moon”, com acompanhamento do excepcional maestro Chico Neto.

Neste vídeo RENATO BARROS canta “Canção de Amor”, um samba-canção de Chocolate e Elano de Paula, de 1950, acompanhado pelo pianista Chico Neto.


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Neste vídeo RENATO BARROS canta o standard Body And Soul, acompanhado pelo pianista Chico Neto.
Tijuca, Rio, 08-08-2016.
Filmagem: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS vai ao teclado, e acompanha o amigo compositor Getúlio Côrtes nas canções ‘Quase Fui Lhe Procurar’ e ‘Pega Ladrão’, ambas de autoria de Getúlio, o Negro Gato.


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Neste vídeo, mais um momento Jazzístico. RENATO BARROS canta um trecho do standard Someone To Watch Over Me, de George e Ira Gershwin, também acompanhado pelo Maestro Chico Neto no teclado.
Rio, 02-03-2015.


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Neste vídeo, um momento lindo para a posteridade, quando RENATO BARROS e a atriz ADRIANA LESSA cantam uma das músicas de maior sucesso composta por Renato, o hit Devolva-Me, de 1966.
Acompanhamento de Chico Neto no teclado e Eristom Gonçalves no baixo acústico.
Tijuca, Rio.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta “Body and Soul”. Chico Neto ao teclado e arranjos (Maestro Chiquinho), Eristom Gonçalves no baixo acústico, participação vocal de Getúlio Côrtes. Ao final, podemos ouvir o entusiasmo e aprovação do restaurateur Otto Ottmar Grunewald (‘maravilha! quero esse vídeo!…’).
Rio, 01-12-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Neste vídeo RENATO BARROS e GETÚLIO CÔRTES, sob a batuta do Maestro Chiquinho Neto, com o baixista Eristom Gonçalves, cantam: The Way You Look Tonight, The Lady Is A Tramp e Fim de Caso.
Rio, 04-11-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Para RENATO ‘Blue Cap’ BARROS, felicidade significa estar entre familiares e amigos, tocar guitarra por horas a fio e cantar standards do Jazz, algumas da bossa nova e vários clássicos do repertório de Frank Sinatra, dentre eles, ‘Love Is Here To Stay’.
Rio, 27-09-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Comemoração de aniversário do RENATO BARROS, organizada pelas suas filhas, ERIKA e RENATA. Presença de familiares e amigos, com direito a jam session com Renato no violão e guitarra junto aos seus amigos músicos: Chico Neto no teclado, Eristom Gonçalves no contrabaixo acústico e Gelsinho Moraes na caixa. Getúlio Côrtes cantou o standard Singin’ in the Rain e a sua imortalizada composição Negro Gato, originalmente gravada pelo conjunto Renato E Seus Blue Caps.
Rio, 27-09-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Neste vídeo, RENATO BARROS e ROD STWART, dois roqueiros e uma só canção: o Jazz “The Way you Look Tonight”!

_ O primeiro, sem a sua famosa banda de Rock Renato e Seus Blue Caps, canta Jazz na simplicidade do ambiente de um bar na Tijuca, na companhia de amigos, acompanhado pelos músicos Chico Neto ao piano e Eristom Gonçalves no contrabaixo.

_ O segundo se apresenta com glamour e todos os aparatos necessários para a gravação de seu DVD ao vivo, diante de uma plateia seleta e encantada.

Ambos estão interpretando aqui a canção “The way you look Tonight”.

E nós, que os admiramos, aplaudimos aqui pela nossa telinha do computador.

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As lendas não morrem jamais e Renato Barros, uma lenda viva do Rock, jamais deixará de ser o maior roqueiro do Brasil, com sua banda Renato e Seus Blue Caps!😉

E como diria Cid Chaves, “QUERO OUVIR”!

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Musical Infantil “Para Conhecer os Beatles” presta homenagem a Renato e Seus Blue Caps.

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A peça foi realizada no Teatro Nathália Timberg – Av. das Américas, 2000 – Freeway – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, durante o período de 08 de outubro a 27 de novembro de 2017.
Os atores passaram vários meses pesquisando sobre a banda The Beatles, cantando e interpretando suas músicas exatamente para conhecê-las e apresentá-las ao público.
Esse musical mostra a tendência das crianças de hoje em dia em só ficarem grudadas em aparelhos celulares, tablets, joguinhos eletrônicos, etc.

As crianças ficam sabendo então de um concurso sobre os Beatles em uma rádio, e ficam fascinadas em ganhar o prêmio, que seria uma viagem incrível para quem vencesse, e assim formam-se vários grupos para participar do concurso. Cada grupo tem que pesquisar sobre os Beatles, mas a regra principal é que eles não poderão usar aparelhos eletrônicos para a sua pesquisa.

A peça também fala de forma sutil sobre preconceito e sobre o que somos levados a acreditar, baseados apenas no que nos falam e o quanto as pessoas podem nos influenciar, muitas vezes sem vermos a verdade.

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Sinopse

Formado por um elenco de 18 crianças, o espetáculo “Para Conhecer os Beatles” conta a história de duas meninas de uma cidade distante que querem pular corda e procuram na cidade grande uma terceira criança para ajudar. Porém, elas não conseguem, pois nessa cidade todas as crianças estão “enfeitiçadas” por aparelhos eletrônicos como smartphones, tablets e joguinhos.
Diante dessa dificuldade, num curioso passe de mágica todos os aparelhos “bugam” e ao mesmo tempo, anunciam um concurso em uma rádio, que oferece como prêmio uma viagem inesquecível. Nesse concurso as crianças devem apresentar músicas dos Beatles, que elas não conhecem por não serem da sua geração. E como regra do concurso, não podem usar nenhum recurso moderno. O prêmio prometido é uma viagem inesquecível.
O espetáculo leva os pequenos a uma viagem inesquecível pela obra e músicas dos Beatles, levantando também uma reflexão sobre o uso abusivo de aparelhos eletrônicos.

Em sua última apresentação domingo passado, 27 de novembro, os nossos Beatles brasileiros, Renato Barros e Cid Chaves, da banda Renato e Seus Blue Caps, estiveram presentes na plateia, foram homenageados, e receberam o abraço e o carinho das crianças.


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Cid Chaves e Renato Barros com a atriz Nathalia Costa.

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De camisa Beatles está Lorrana Mousinho, Assistente de Direção, e sua mãe, com Cid e Renato.

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Cid e Renato com a priminha do Cid, a Laura Havilla.

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Mareliz Rodrigues, autora do texto e direção, juntamente com Cid e Renato.

Fotos e Vídeo por Renato Barros e Cid Chaves

Pesquisa:
1 – http://diversao-cultura.blogspot.com.br/2016/10/cultura-para-conhecer-os-beatles-pronto.html

2 – http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2016/10/06/musical-infantil-para-conhecer-os-beatles-apresenta-obra-e-musicas-da-banda/

Um pouco sobre a Trajetória Musical da Banda de Rock The Fevers!

THE FEVERS, UMA DAS BANDAS DE ROCK MAIS ANTIGAS DO BRASIL EM ATIVIDADE.

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Da esquerda para a direita : Miguel ( sax ) , Lécio ( baterista ) , Liebert ( contrabaixo ) , Cleudir ( teclados ), Pedrinho da Luz ( guitarra solo ) e Almir (guitarra base e vocal).

Formada atualmente por Luiz Cláudio (Vocal), Liebert (Contrabaixo), Miguel Angelo (Teclado), Rama (Guitarra) e Otávio (Bateria), a banda já teve ao longo desses mais de 50 anos, várias formações.

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Fundada em 1964 com o nome de The Fenders, tinha como integrantes originais Almir Bezerra (vocais e guitarra), Liebert (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (guitarra), Cleudir (teclados) e Jimmy Cruise (vocais).

Em 1965 Jimmy saiu do grupo e os membros remanescentes decidiram mudar o nome para The Fevers. Foi quando entraram mais dois componentes: Miguel Plopschi em 1965 e Luiz Claudio em 1969.

Gravaram seus primeiros discos em 1965 e 1966 pela Philips, que foram os compactos “Vamos dançar o Letkiss” (versão de Letkiss), “Wooly Bully” (de Domingo Samudio, em versão) e “Não vivo na solidão”.

Em 1966 tiveram uma participação no filme Na Onda do Iê-Iê-Iê.

Mudaram para a gravadora Odeon ainda em 1966, revelando-se um dos mais importantes grupos instrumentais da Jovem Guarda.
Fizeram (muitas vezes sem créditos nos discos) o acompanhamento instrumental de gravações de Eduardo Araújo (O bom), Erasmo Carlos (os LPs O Tremendão e Você me acende), Roberto Carlos (gravações como Eu te darei o céu e Eu estou apaixonado por você), Golden Boys, Wilson Simonal (faixas como Mamãe passou açúcar em mim), Trio Esperança (LP A festa do Bolinha), Jorge Ben (o LP O bidu/Silêncio no Brooklin) e o primeiro LP de Paulo Sérgio.

O grupo foi eleito melhor conjunto para bailes em 1968 e lançou um LP chamado Os Reis do Baile.

No ano de 1965, entrou na banda o saxofonista Miguel Plopschi, em 1969 o vocalista Luís Cláudio entrou para a banda cantando os grandes sucessos em inglês; em 1975 entrou Augusto César e no ano seguinte, em 1976, Pedrinho saiu da banda.
O grupo já era um dos maiores vendedores de disco do país desde 1969, sendo a Música mar de rosas a mais solicitada em todo o país e até hoje continua sendo a mais solicitada.

Em 1979, com a saída de Almir, a banda convidou Michael Sullivan para o grupo, que passou a dividir o vocal com Augusto César.

Em 1982 a música Elas por Elas (Augusto César e Nelson Motta) entrou na abertura da novela da TV Globo, colocando o grupo como um dos grandes vendedores de discos e de shows do país.

Em 1983, outra abertura de novela, agora com a música Guerra dos Sexos (Augusto César e Cláudio Rabello), trazendo um público mais jovem a conhecer o trabalho do grupo.
É claro que as novelas também foram muito importantes para a banda na época.

Também em 1983 o componente Miguel Plopschi se desliga da banda e assume a direção artística da gravadora BMG nessa época.

Em 1984 o conjunto fez participação especial no LP da recém-criada banda infantil Trem da Alegria, tendo sido parte fundamental na composição da lendária música Uni Duni Tê, uma das melhores músicas infantis já criadas no Brasil. A voz é do vocalista Augusto Cesar.

Em 1985 entrou Miguel Ângelo como tecladista da banda e Michael Sullivan saiu no ano seguinte, em 1986.

Em 1988 Augusto César gravou um disco solo e convidou o talentoso vocalista e guitarrista César Lemos para se juntar a eles.
César Lemos atendeu o nosso convite e participou com brilho de 1988 a 1991, após a saída de Augusto Cesar.
César permaneceu por 03 anos no grupo.

Em 1988 foi a vez de Cleudir sair.

Na década de 1990, outra mudança na banda: saiu César Lemos e entrou o guitarrista Rama.

Por problemas de saúde, saiu o baterista Lécio e entrou Darcy.

Almir Bezerra retorna à banda depois de 12 anos.

Em 1994, Darcy dá lugar ao baterista Otávio; com a entrada de Otávio a banda passou a contar com os veteranos Liebert e Luiz Cláudio e mais Miguel Ângelo (36 anos), Rama (25 anos) e Otávio 23 anos.
Com essa formação, The Fevers passou a década de 90 fazendo músicas de sucesso, porém como se fosse uma nova banda.

Em meados do ano 2000 Almir saiu novamente da banda e quem assumiu o vocal principal foi Luiz Claudio.

Em 2004, grande parte das obras de seu catalogo da EMI Music foram remasterizadas e lançadas em formato de box (caixas comemorativas), em CD com o titulo “The Fevers Collection”.

Esta coleção é composta por 21 títulos distribuídos em 10 volumes. O primeiro deles é o 0 (zero), chamado The Fevers e Amigos (1966), seguido pelo volume 1 – A Juventude Manda (1966) e A Juventude Manda 2 (1967), vol. 2 – O Máximo em Festa (1968), vol. 3 – Os Reis dos Bailes (1969) e The Fevers (1970), vol. 4 – The Fevers (1971) e A Explosão Musical dos Fevers (1971), vol. 5 – The Fevers (1972) e The Fevers (1973), vol. 6 – The Fevers (1974) e O Sol Nasce Para Todos (1975), vol. 7 – The Fevers Nadie Vive Sin Amor – Espanhol (1975), vol. 8 – The Fevers (1976).

Muitas destas obras gravadas em vinil foram remasterizadas em processo digital por Marcelo Froes e relançadas em CD.

Os Fevers participaram ativamente da comemoração dos 40 Anos da Jovem Guarda ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e Golden Boys; montaram, sob a direção geral de José Carlos Marinho, o projeto 40 Anos de Rock Brasil – Jovem Guarda, que excursionou pelas principais capitais atuando nos principais espaços de Mega Shows de todo Brasil, com extraordinária repercussão.

O espetáculo foi registrado em DVD no Tom Brasil, São Paulo, premiado com Discos de Ouro e Platina. O Jovem Guarda – 40 Anos de Rock Brasil manteve-se na estrada com novo titulo de “Festa de Arromba”, tornando-se um dos principais espetáculos dirigidos para Eventos Coorporativos.

Em 2006, administrando o tempo entre shows e outros compromissos, gravaram ao vivo seu primeiro DVD numa grande apresentação realizada no Clube Português, em Recife. O repertório foi composto por grandes sucessos, como: “Mar de Rosa”, “Agora Eu Sei”, “Hey Girl”, “Vem Me Ajudar”, “Nathalie”, “Onde Estão Seus Olhos Negros”, “Se Você Me Quiser”, “Cândida”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Guerra dos Sexos”, “Elas Por Elas”, “Garoto Que Amava Beatles e Rolling Stones”, “Menina Linda” “Woolly Bully” e “For Ever”.

Momentos especiais do DVD, além da perfeita performance dos Fevers, foram as participações especiais de “Renato e Seus Blue Caps” e da Banda “Pholhas”, sob Direção Artística de JC Marinho e produção Musical de Liebert Ferreira e Luiz Cláudio.

No inicio de 2007 o DVD e CD com titulo homônimo foi lançado pela gravadora Polydisc. Como esperado, a dobradinha novamente alcança novo recorde de vendagem, contabilizando mais um CD e DVD de ouro para o grupo.

Empolgados com o sucesso do DVD, organizaram novo show, lançado em agosto no palco do Canecão (Rio de Janeiro), sob o nome de “Vem Dançar”, com vendas de ingressos esgotadas. O repertório do espetáculo reproduz o do DVD, justificando muito bem o titulo “Vem Dançar”. O ritmo contagiante faz com que a plateia ofereça um espetáculo à parte durante quase 2 horas com o ritmo forte e contagiante da banda.

Um dos momentos mais importantes e emocionantes na carreira dos Fevers foi em 2008, quando do Concerto “FEVERS INTERNATIONAL TOUR”, no Ontário Place, em Toronto e em Mississauga, Canadá, onde foram homenageados pela comunidade portuguesa canadense.

A turnê internacional teve sequência em Julho de 2009, quando The Fevers se apresentaram novamente no Canadá, desta vez com maior destaque no Chin Radio Pic Nic, considerado o maior pic nic ao ar livre do mundo O evento reuniu uma plateia de mais de 150.000 pessoas no Ontário Place em Toronto, apresentaram-se novamente em Mississauga e em Winnipeg, e todos os concertos tiveram lotação esgotada.

Comemorando o sucesso e a carreira ininterrupta de quatro décadas, The Fevers lançou um novo disco, mas não foi apenas “mais um disco” na extensa discografia da banda. Nele eles não se acomodaram, mesmo sustentando o título de “A Banda mais Popular do Brasil” ou “A Melhor Banda de Shows” e o grupo resolveu inovar, registrando um de seus melhores trabalhos fonográficos até hoje.

O resultado mostrou um “frescor” de Anos 2000 com a pegada dos Fevers. Não é aquele som característico da banda, que só de ouvir já se identificava a fonte, mas tem o toque do moderno com a qualidade da experiência de 47 anos de estrada.
Trazendo canções inéditas, algumas feitas por renomados amigos como os irmãos Rogério “Percy” Lucas e Robson Lucas (“Vício Sem Cura”), do grupo sulista Nenhum de Nós (“Você Vai Lembrar de Mim”), Alex Cohen e Michael Sullivan (“Vai e Vem”), Cesar Lemos, Karla Aponte e Elsten Torres (“When A Man Cries / Quando Um Homem Chora”), bem como composições de integrantes da banda, “Sigo em Frente” (Luiz Cláudio e Francisdeo) e “O Pecado Mora Ao Lado” (Rama); este novo disco dos Fevers apontou para o novo caminho e sonoridade da banda. Releituras do quilate de “Hey Jude” ( Lennon & McCartney – versão de Rossini Pinto), sucesso de seus shows desde 1969 e “Um Louco” (Ed Wilson), que a banda estourou em 1988, os Fevers mostram a sua versatilidade em recriar clássicos de sua carreira para os novos ouvintes que estão chegando.
São mensagens de otimismo, alegria, confiança, que a banda passa a seus fãs, com as regravações de “É Preciso Saber Viver” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Boa Sorte” (O. Vera e H.Sotero – versão Paulo Coelho) e “Marcas do Que Se Foi” (Tavito, Paulo Sergio Vale, Marcio Moura, Ribeiro, José Jorge e Ruy Mauriti). Para fechar o trabalho, o registro que mostra a cara dos Fevers: a gravação de “Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás” ( Raul Seixas e Paulo Coelho), com uma pegada e uma energia que justificam tantas bandas e músicos contemporâneos prestarem homenagens ao grupo.
Para um resultado final com esta qualidade, buscou-se trabalhar com os melhores profissionais e o melhor da tecnologia em equipamentos. Com isso, “Didier Fernan”, dirigiu toda gravação no Estúdio Copacabana e em seu Home Estúdio (RJ), “Cesar Lemos” (ex-integrante dos Fevers), foi o responsável pela gravação no Miami Beat Studio (Miami , EUA), “Guilherme Reis” mixou no Mega Studio (SP), e o festejado “Luigi Hoffer”, remasterizou no DMS – Digital Mastering Solutions (RJ).

E os Fevers não paravam. Este novo álbum, foi indicado na ocasião ao Prêmio da Música Brasileira de 2011.

Concorreram com The Fevers as bandas Roupa Nova e Sua Mãe, na categoria “Melhor Álbum Canção Popular”. A cerimônia do prêmio aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em Julho de 2011 e a banda vencedora foi o Roupa Nova. Porém, para os Fevers foi uma grande vitória a indicação ao prêmio.

Com agenda de shows muito requisitada, os Fevers mantém uma média anual superior a mais de 100 apresentações de Shows ao vivo, atuando de norte a sul do país e exterior.

Desde festas populares, passando por eventos corporativos e recepções das camadas mais elitizadas da sociedade brasileira, suas canções marcaram épocas, o que prova que The Fevers está marcado nos corações de seus fãs e na musica popular brasileira.

Fato este que independe de classe social e destaca o lado “cult” da banda, confirmando o resultado de pesquisa do programa Fantástico da TV Globo em 1979: The Fevers é a “Banda mais Popular do País”.

A banda passou pelas gravadoras Polydisc, Som Livre, Emi Music e BMG.

Ao longo dos anos continua sendo reconhecida ainda pela popularidade alcançada pelas participações no programa Jovem Guarda e também por acompanhar outros artistas na época.

Com uma vasta discografia, The Fevers lançaram alguns álbuns usando pseudônimos, e toda a discografia do grupo poderá ser conhecida neste site.

Pela indústria fonográfica, a banda conquistou 28 Discos de Ouro, 5 de Platina, 2 de Platina Duplo, 1 de Diamante, Disco de Ouro e Platina em Portugal, Prêmio Sharp como “Melhor Grupo”, Prêmio “Destaque Popular”, da Rádio Difusão, em 1999, Prêmio Petrobrás Rio Show 2005, 2006 e 2007, Prêmio Portuguese Cultural, Mississauga, Canadá, em 2009, Prêmio Festa Nacional da Música em Canela, RS, Edição 2010 e em 2011, a indicação ao 22º. Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo / Canção Popular.

Em depoimento, Renato Barros, líder da banda de Rock mais antiga em atividade do mundo, que é Renato e Seus Blue Caps, fala sobre os colegas de banda!

Já cansei (citada no depoimento do Renato)

Paulo César Barros e outros músicos brasileiros participaram da primeira gravação do cantor americano Luther Vandross.

Este vídeo mostra a primeira gravação do grande cantor americano Luther Vandross (Nova Iorque, 20 de abril de 1951 — Edison, 1 de julho de 2005), e entre os músicos que o acompanharam estão alguns brasileiros, como, Paulo César Barros, Lincoln Olivetti e Robson Jorge (guitarrista), além do produtor Alfie Soares.😉

Na ocasião desta gravação em 1979, ninguém sabia que seria Luther Vandross quem colocaria a voz na gravação, a não ser o maestro Misha Segal e Alfie Soares.

Georgy Porgy foi o primeiro lançamento oficial de Luther Vandross como artista.

A foto que aparece no vídeo foi feita na sessão de gravação no Estúdio da RCA no Rio de Janeiro em fins de 1979, onde a faixa foi gravada. Nela estão Osmar Zan, Alfie, Misha Segal e o técnico Joe Lopez.
Em pé, usando uma camisa com o número 77 está o baterista Charles Collins. Ele é de New York, trabalhou com Marvin Gaye, de quem era muito amigo. Corriam juntos para manter a forma e esteve com ele na manhã do dia em que foi assassinado.

E nesta outra foto enviada ao Alfie Soares pelo maestro Misha Segal, diretamente de Los Angeles, para ilustrarmos esta publicação, podemos reconhecer nosso querido baixista Paulo César Barros na fila de trás, (é o primeiro da esquerda para a direita), e também nosso querido amigo Alfie Soares, sentado à mesa de som (é o segundo da esquerda para a direita), entre outros músicos brasileiros.

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Nota: Todas as informações (incluindo vídeo e foto) me foram enviadas por Alfie Soares.

Uma Homenagem a Roberto Correa, “Um dos Meninos de Ouro” do Brasil!

The Golden Boys, (ou Os Meninos de Ouro), perderam neste último sábado, um de seus irmãos, o integrante Roberto Correa, que formava com os irmãos Renato e Ronaldo e o amigo Valdir, o quarteto vocal que iniciou cantando Doo-wop, um estilo de música vocal baseado no rhythm and blues, inspirados no grupo americano The Platters.

Passaram por programas como o Festival da Juventude na TV Excelsior canal 9 e Reino da Juventude na TV Record canal 7, quando finalmente fizeram muito sucesso na Jovem guarda, da TV Record, e há mais de 50 anos vêm brindando o público brasileiro e a música com o seu talento.

Roberto Correa lutava contra um câncer e no dia 26 de novembro de 2016, às 18h, veio a falecer em sua residência no Meier , Rio de Janeiro.

Nesta entrevista concedida a Antonio Aguillar, Roberto Correa conta um pouco sobre a trajetória artística dos golden boys.

“Em 2004, há 12 anos, o quarteto havia perdido Valdir Anunciação, que juntamente com Roberto Corrêa, Ronaldo e Renato formavam The Golden Boys, um grupo da pré jovem guarda, que iniciou a carreira artística por volta de 1958 como a versão brasileira do grupo The Platters.
Esses rapazes tiveram muito destaque no rádio e na televisão brasileira, principalmente com a música “Alguém na Multidão”, uma composição de Rossini Pinto.
Gravaram também versões de musicas dos Beatles, como Michelle, um grande destaque do grupo vocal.
Os irmãos mais jovens formaram na época o Trio Esperança com Regina, Mario e Evinha.
Mais tarde Evinha mudou-se para Paris por outros compromissos fora do Brasil, e foi substituída pela irmã mais nova, Marizinha.
Uma família linda de artistas maravilhosos, que estão na estrada até hoje.
Voltando ao passado, quando da existência do programa Ritmos para a Juventude na Rádio Nacional de S.Paulo (1962), tive o prazer de recebê-los sempre na programação de musica jovem.
Fizeram também em 1963 e 1964 os programas Festival da Juventude na TV Excelsior canal 9 e Reino da Juventude na TV Record canal 7.
Quando surgiu o programa Jovem Guarda com Roberto Carlos, The Golden Boys e o Trio Esperança migraram para a programação que veio consagrar os astros e estrelas que passaram pelas nossas mãos.
Fica registrada essa perda irreparável, de um artista vocalista da melhor qualidade para o nosso movimento musical.”

Antonio Aguillar

Nesta foto, Antonio Aguillar entrevista Roberto Corrêa para o programa Jovens Tardes de Domingo, levado ao ar pela Rádio Capital aos domingos das 12h às 13h.

Nesta foto, Antonio Aguillar entrevista Roberto Corrêa para o programa Jovens Tardes de Domingo, levado ao ar pela Rádio Capital aos domingos das 12h às 13h.

HOMENAGEM DA FAN PAGE “WE LOVE THE BEATLES FOREVER” A GEORGE HARRISON.

Em 29 de novembro de 2001 o mundo perdia George Harrison, o lendário guitarrista que fazia a guitarra chorar, como diz uma de suas famosas canções.

O GUITARRISTA E SUAS PRIMEIRAS GUITARRAS

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É justo dizer que George Harrison não foi o guitarrista líder dos Beatles simplesmente por acaso.
Foi pelo seu talento e tenacidade que conquistou isso.
Harrison tinha uma aparência meio engraçada, era muito magro e Paul McCartney costumava encontrá-lo no ônibus indo para a escola em Liverpool.
Ele tinha um fraco por roupas coloridas e, acima de tudo, um amor por violão, amor esse que ele compartilhava com o amigo McCartney, que era um mais velho que ele.

Em 1958, com nada mais impressionante em seu currículo que um show no Clube da Legião Britânica com seu irmão Peter e um casal de colegas, o jovem de 15 anos começou a sentar-se com o grupo em que McCartney havia acabado de se juntar, chamado “The Quarry Men”, e preenchia o quadro quando um ou outro dos guitarristas não aparecia.
Em pouco tempo, já bem afinado depois de praticar arduamente e dedicar-se com afinco a aprender os sucessos americanos de Rithm & Blue e Country & Western, ele ganhou uma posição permanente como membro da banda.

Durante um período de escassez em 1959 Harrison tocou com o Quarteto “Les Stewart” mas em agosto ele estava de volta com os Beatles para abrir o Casbah Club, e esteve com eles em cada show que tocaram depois.

Em uma carreira solo povoada por ambos os sucessos em todo o mundo e perdas espetaculares, Harrison ganhou o respeito de fãs, músicos e críticos com sua paleta de humor único, devoção, ironia e habilidade. “Eu acredito que eu amo a minha guitarra mais do que os outros amam a deles”, disse uma vez Harrison à Revista Beatles Monthly. “Para John e Paul, escrever canções é muito importante e tocar guitarra é um meio para finalizá-las. Enquanto eles estão compondo novas músicas eu podia me divertir completamente apenas rabiscando (dedilhando) por perto com um violão por uma noite inteira. Sou fascinado por novos sons que eu possa obter de diferentes instrumentos que eu experimentar. Não estou certo de que isso me faça particularmente um músico. Apenas me chame de fanático por uma guitarra e eu estarei satisfeito. ”

As Guitarras

Qual foi a primeira guitarra de Harrison?
De acordo com Paul McCartney em uma entrevista (Bacon Interview) era estritamente um caso de faça você mesmo. “Começamos a conversar no ônibus e ele tinha interesse em guitarras e em música, assim como eu. Resultou que ele ia tentar fazer uma, e faria corpinho sólido estilo havaiano, que era tipo um bom jeito de começar. Você não tinha que entrar no corpo oco nem nada, o que foi muito difícil. E ele fez isso, e nós nos tornamos bons amigos. Ele fez aquela coisa havaiana e não era ruim, uma ação verdadeiramente difícil eu diria.”
Não há registro de que esta guitarra ainda exista.

1956: Egmond steel-strung Spanish style (sunburst, vintage unknown):

Harrison comprou esta “Guitarra de Principiante,” produzida na Holanda por Egmond e distribuída pela Rosetti, do colega de escola Raymond Hughes, por 3 £ (libras) que ele obteve de sua mãe.
O anúncio desta guitarra dizia “o modelo mais barato da nossa série”, por 4 libras, sete shillings e seis pences. Enquanto estava tentando acertar a negociação, o rapaz acidentalmente retirou o pescoço do corpo, mas após algumas semanas no armário, a Egmond foi resgatada pelo colega de guitarra Peter Harrison, que emendou o instrumento de seu irmão. Harrison fez sua estreia no show business com esta guitarra no ano seguinte no Speke British Legion Club, onde “The Rebels”, um grupo de Skiffle formado pelos Harrisons e três companheiros, tocaram em seu primeiro e único show.
A guitarra – menos as cabeças de sua máquina – foi leiloada em Londres durante os anos 80, e graças a seu proprietário britânico anônimo foi emprestada para o Rock and Roll Hall of Fame em Cleveland de 1995 a 2002.
Em 2003, esta pequena Egmond – agora valendo cerca de US $ 800 mil – foi para a exposição no Museu dos Beatles em Liverpool.

1958: Hofner President f-hole acoustic (vintage unknown):

Em um salto quântico de seu primeiro instrumento, e com uma pequena ajuda de sua mãe, Harrison comprou este simpático Hofner, um topo de linha, single-cutaway “estilo cello”, um modelo com um acabamento “sunburst” e um “tailpiece” para compensar, por £ 30. Ele tocou o Hofner President até trocá-lo com um membro da Swinging Blue Jeans no ano seguinte por um Hofner Club 40.

Boas vibrações: Antes de montar um pequeno captador, Harrison obteve volume extra, tocando esta guitarra com a cabeça dela contra um guarda-roupa.

1959: Hofner Club 40 model 244 (vintage unknown).

1959: Resonet Futurama.

Mais detalhes e o texto original neste link.

george-harrison-29-11-2001

“What to do” VERSUS Sabbath Bloody Sabbath: Canção gravada por Vanusa foi plagiada!

Em 1973 Alfie Soares compôs uma música em inglês em parceria com o excelente guitarrista Papi, e a música foi gravada por Vanusa.
O disco de Vanusa foi gravado em Março de 1973, portanto foi lançado oito meses antes do disco do Black Sabbath, que foi lançado em novembro do mesmo ano de 1973.

Reza a lenda que o guitarrista Tony Iommi teria utilizado o riff inicial da canção composta por Alfie e Papi, “What to Do”, gravada por Vanusa, para compor a clássica “Sabbath Bloody Sabbath”, por que durante o processo de composição para o álbum Sabbath Bloody Sabbath, Iommi teria sofrido um bloqueio criativo causado pelo excesso de cocaína que o impediu de conseguir criar qualquer canção para a banda, como ele sempre havia feito até então. Segundo consta na mídia, seu desespero atingiu um grau tão elevado que ele pediu para sua equipe técnica e amigos que lhe trouxessem discos de “outras culturas”, para que ele pudesse ter algum tipo de inspiração. E foi aí que certamente o álbum de Vanusa caiu nas mãos de Iommi, que além de “copiar” o riff criado por Papi, que é quem está na guitarra na gravação de Vanusa, também colocou no arranjo deles uma parte mais lenta, exatamente como na canção original.

Apesar de haver muitas especulações na Internet, o fato real é que Alfie Soares e Papi completaram a música em janeiro de 1973. Ela lhes foi encomendada por Wilson Miranda, o produtor do disco de Vanusa, que queria uma canção em inglês para tentar o mercado internacional.
Eles assinaram o contrato com a editora da RCA e Papi é quem está na guitarra solo.

vanusa-e-o-plagio

Ouçam as duas músicas…

WHAT TO DO
(Alfie Soares/Papi)

Don’t you feel it’s kind of hard living with no fear
Don’t you sometimes wonder why living is no fun
Yes you do, but you just sit and watches the world go ‘round
And it hurts me when I hear you say that you can’t do it
Just keeps on asking
What to do? What to do?

Well, go, out and face the rain
Then the storm won’t hurt so bad
Tell yourself that you are free
Free enough to say I’m free
Be free, be free

Sabbath Bloody Sabbath
(Black Sabbath)

You’ve seen life through distorted eyes
You know you had to learn
The execution of your mind
You really had to turn
The race is run the book is read
The end begins to show
The truth is out, the lies are old
But you don’t want to know
Nobody will ever let you know
When you ask the reasons why
They just tell you that you’re on your own
Fill your head all full of lies
The people who have crippled you
You want to see them burn
The gates of life have closed on you
And now there’s just no return
You’re wishing that the hands of doom
Could take your mind away
And you don’t care if you don’t see again
The light of day
Nobody will ever let you know
When you ask the reasons why
They just tell you that you’re on your own
Fill your head all full of lies
You bastards
Where can…

Aqui um vídeo comparando as duas músicas.

Para quem se admirar pelo fato de um músico brasileiro ser plagiado por um artista internacionalmente famoso, lembre-se que Santana também foi processado e teve que pagar indenização a Edu Lobo, quando lançou seu sucesso mundial Oye Como Va, cujo solo de guitarra de Santana lembrava muito um trecho da linha melódica da musica REZA, de Edu Lobo.
Rod Stewart também plagiou Jorge Ben Jor em Do You Think I’m Sexy.