O Dia em que Jimi Hendrix enviou um telegrama a Paul McCartney para que ele se juntasse a um Supergrupo em 1969.

Há momentos na historia como aquele em que Jimi Hendrix enviou a Paul McCartney um telegrama para se juntar a um supergrupo em 1969, o qual teria certamente mudado o panorama do rock and roll para sempre. Se tal coisa tivesse acontecido, não se pode dizer como seria o gênero do rock and roll agora, ou se não haveria mudança alguma.No entanto é suficiente esperar e sonhar que com Hendrix, Miles Davis, McCartney e o lendário baterista de jazz Tony Williams, que um grupo como este seria no mínimo fenomenal e explodiria o teto de qualquer espaço que eles pudessem ter reservado.

Sinceramente, todos aqueles talentos num palco e todos aqueles egos numa mesma sala contribuindo em conjunto para algo que pudesse ser entre as melhores canções do mundo, é demais para pensar nisso, pois pode causar uma sobrecarga. Aqueles que não sabem nada sobre os artistas poderão olhar para isto e pensar que parece loucura desejar e imaginar o que poderia ter sido, mas para aqueles que conseguiram ver essas pessoas em concerto ou crescerem durante seus anos mais famosos, seria como um sonho tornar-se realidade. Infelizmente isso nunca aconteceu. Paul McCartney estava na Escócia em férias na época e não pôde ser encontrado, e em 1970 Hendrix faleceu de repente. A chance de se tornar algo que pudesse mudar a realidade que conhecemos veio e passou sem que nada acontecesse, enquanto Paul tinha que lidar com sua própria vida no momento. Na época os Beatles estavam passando por um pouco de dificuldade, pois estavam começando a se despedaçar seriamente e sua banda estava começando a desmoronar devido a diferenças criativas.

O telegrama de Hendrix para McCartney ainda está em exibição depois de ter sido comprado em 1995. Ele foi emoldurado e pendurado no Hard Rock Cafe em Praga, onde as pessoas podem vê-lo até o momento. Aqueles que sabem da historia podem se sentar e se maravilhar com o que poderia ter sido feito se acontecesse de McCartney ter recebido o telegrama. É verdade que ele estava lidando com muita coisa naquele momento, mas se ele tivesse respondido, seria simplesmente o máximo. Neste momento tudo o que as pessoas podem fazer é imaginar, já que McCartney é o último ainda vivo daquele grupo desejado, e já está estabelecido que ele não tem tempo para vasculhar os anos pensando em um telegrama que foi enviado a ele sobre se juntar a um supergrupo. Isso tende a fazer McCartney soar um pouco ecomo sendo egoísta e também arrogante, mas uma coisa que pode ser dita é que ele ainda é muito bom em suas performances e, como tal, tem que continuar seguindo em frente. No tempo de inatividade, se ele chegar a ter, ele deverá pensar o que poderia ter sido, mas parece duvidoso que ele pense muito nisso.

Seguir em frente é na verdade a única maneira de um artista continuar levando seu nome aos olhos do público. Ficar pensando em um telegrama que se tornou um poderia-seria-teria tende a ocupar muito tempo que muita gente não quer perder. Mas ainda vale a pena imaginar o quão incrível aquele grupo teria sido.

TRADUZIDO POR: Lucinha Zanetti
TEXTO ORIGINAL: TV OVERMIND

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Curiosidades sobre uma Guitarra que pertenceu a Renato Barros.

Esta é uma informação para os fãs de Renato e Seus Blue Caps, principalmente aqueles que são músicos e gostam de saber detalhes de gravações.

Trata-se de uma guitarra da marca IBANEZ que pertenceu a Renato Barros mas que por ser muito pesada, ele trocou por uma pedaleira que não usa mais atualmente.

Podemos ver Renato tocando esta guitarra durante uma participação da banda no Programa Milk Shake na extinta TV Manchete.

Nesta apresentação a banda faz um pout pourri com as músicas:
– Primeira Lágrima
– Até o Fim
– Não te Esquecerei
– Ana
– Feche Os Olhos
– Menina Linda

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São duas guitarras numa só, um braço com 6 cordas (normal) e o outro braço com 12 cordas, muito usada nos anos 60 e 70. Só que normal 12 cordas só. A execução é a mesma. Cada corda corresponde à mesma nota da de 6, no caso da de 12 cordas, as mesmas notas são dobradas e muito próximas umas das outras. As notas são “oitavadas”, no uso popular, a mesma nota fina e grossa.

Renato Barros me disse que usou a guitarra de 12 cordas em várias gravações de músicas da banda Renato e Seus Blue Caps, Roberto Carlos e muitos outros artistas e inclusive os Beatles usaram muito também a guitarra de 12 cordas em gravações.

“Na música Como Há Dez Anos Atrás eu uso na introdução.” (Renato Barros)
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RENATO BARROS EXPLICANDO SOBRE AFINAÇÃO DE GUITARRAS – 26-03-2018

Ringo Starr recebe título de ‘Sir’ e se torna Cavaleiro do Império Britânico

Depois de 21 anos após seu companheiro Paul McCartney ter recebido a honraria, Ringo Starr recebeu hoje, 20 de março de 2018, o título de “Sir”.
Ringo agora é um Cavaleiro do Império Britânico aos 77 anos.

Em cerimônia no Palácio de Buckingham, Richard Starkey, nascido em Liverpool, Inglaterra, recebeu a honraria pelos seus serviços à música das mãos do Príncipe William, Duque de Cambridge, neto da Rainha Elizabeth II. Ringo estava acompanhado da sua mulher, Barbara Bach, e brincou dizendo não saber como usar o título.

“Na verdade isso significa muito”, disse o músico à BBC. “Isso significa reconhecimento pelas coisas que fizemos. Fiquei muito agradecido em aceitar isso”.

http://www.bbc.com/news/av/embed/p061qjqt/43472196

A honra vem 53 anos depois de os Beatles terem sido premiados com a MBE – e Starr disse que sentiu falta da companhia dos companheiros por perto desta vez.

“Eu estava um pouco incomodado hoje sozinho”, disse ele.

Quando os Beatles receberam seus MBEs em outubro de 1965, a ocasião não foi sem controvérsia.

O Rock and Roll ainda era visto com desconfiança pela sociedade e vários homenageados com a comanda anteriormente, retornaram suas medalhas em protesto.

John Lennon afirmou mais tarde que os Beatles estavam tão nervosos com a idéia de conhecer a rainha que entraram furtivamente em um banheiro no Palácio de Buckingham para fumar um baseado.

“Quem disse isso?” riu o baterista depois da cerimônia desta terça-feira. “Não vou manter aquele boato” (risos).

FONTE

Morreu aos 82 anos Nokie Edwards, o influente guitarrista do grupo The Ventures.

O guitarrista Nokie Edwards, nesta foto durante uma performance de 1996 no Condado de Orange, morreu em 12 de março aos 82 anos. (Foto por Glenn Koenig / Los Angeles Times)

Para qualquer criança que pegou numa guitarra elétrica na década de 1960, nunca havia demorado tanto para tomar uma facada tentando tocar “Walk Don`t Run”, o sucesso que definiu o surf-rock dos anos 60 popularizado pelos Ventures, que usou essa gravação embebida em reverb como plataforma de lançamento para se tornar o grupo instrumental mais bem sucedido da história do rock.

Uma parte fundamental do sucesso da música e o apelo duradouro do grupo que permitiu que ele traçasse mais de três dúzias de álbuns durante os anos 60 e 70, não consistiu em enrolar tantas notas quanto possível, mas sim em manter as coisas simples.

“Eu acredito na simplicidade”, disse o guitarrista principal dos Ventures, Nokie Edwards, a um entrevistador em 2001. “Se você tem uma linha melódica, as pessoas vão gostar disso. Se você conseguir fazer um zumbido, você terá um sucesso”.

(Fonte)

Edwards morreu na segunda-feira, 12 de março, aos 82 anos, em consequência de uma infecção que ele contraiu numa cirurgia do quadril em dezembro.

“The Ventures” foi uma das bandas instrumentais norte-americanas mais famosas da década de 60 e influenciou a grande maioria de guitarristas da época. Não havia um único “conjunto de garagem” que não tentasse imitá-los. Todos os guitarristas do movimento chamado Jovem Guarda no Brasil foram influenciados direta ou indiretamente por Nokie Edwards e por Hank, do The Shadows.

Don Wilson (de azul), fundador e guitarra- base dos Ventures e Nokie Edwards (de preto). Foto do acervo do músico Serginho Canhoto, dos Jet Black`s, tirada no Show da NAMM, USA.

Nokie Edwards conseguia fazer em sua guitarra o som de flechas cortando os ares, como podemos ouvir na canção Apache, também gravada pelo conjunto de rock brasileiro The Jet Black`s, cujo nome a princípio escolhido por Primo Moreschi havia sido The Vampires, pelo som da pronúncia, que achavam ser parecido com The Ventures.

Deixamos aqui nossa homenagem a este guitarrista diferenciado, que tanto inspirou os guitarristas brasileiros.

Rest In Peace!
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Em sua página oficial, The Ventures lamentou a morte do guitarrista!

RIP Nokie Edwards: May 9, 1935 – March 12, 2018
Posted on March 12, 2018 .
We have been advised this morning that Nokie Edwards passed away today after several months battling an infection after hip surgery this past December. The Ventures family feels this loss very deeply: Nokie has been part of the Ventures’ history for almost 6 decades and helped to shape the early Ventures’ sound and the success of their career. He was an innovator and one of the greats on guitar, so much so that he influenced many young players over the course of his career. Born in Lahoma, Oklahoma with Cherokee roots, he found his way to Washington State where he met Bob Bogle and Don Wilson and began playing and recording with The Ventures, initially on bass (because Bob was playing lead) but eventually taking over as lead guitarist for the group. Nokie’s many accomplishments include composing and his song, Ginza Lights (Futari No Ginza) was one of the first of the Ventures’ Japanese hits – and is still a standard in Japan. Our thoughts and prayers go out to Nokie’s wife, Judy, and all family members, friends and fans. His music will live on.

Fotos Coloridas de John Lennon nas Ruas de Nova York em 1980.

Em 11 de março de 2018 um site publicou estas 36 fotos coloridas de Lennon, as quais foram capturadas nas ruas de Nova York no último ano de vida de John Lennon. Algumas são fotos raras, sendo que três delas são do acervo de Marco Antonio Mallagoli, do Fã Clube Revolution. Algumas foram tiradas nas últimas horas de vida de John…

AS TRÊS FOTOS DO MARCO MALLAGOLI

THE FEVERS – SHOW “VEM DANÇAR”

Da esquerda para a direita: Rama (guitarra), Otávio Monteiro (bateria) e Claudio Mendes (teclados); Sentados: Liebert Ferreira (contra baixo) e Luiz Claudio (vocalista). Foto: Elias Nogueira

 

A banda THE FEVERS está completando 53 anos de carreira e possui um número impressionante de shows realizados, vendagens superiores a 12 milhões de cópias (entre vinis, fitas cassete, CDs e DVD), além de vários prêmios, recordes de execução em rádio e TV e muitos sucessos.

Em 03 de março p.p. o grupo esteve se apresentando na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro, com o Show “Vem Dançar”, que teve lotação esgotada.

Nosso amigo Henrique Kurtz esteve presente e registrou a maravilhosa performance da banda.

POT-POURRI JOVEM GUARDA

– Alguém Na Multidão (Golden Boys)
– Menina Linda (Renato E Seus Blue Caps)
– Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (Os Incríveis)
– Festa de Arromba (Erasmo Carlos)
– Quero Que Vá Tudo Pro Inferno (Roberto Carlos)
– Whisky A Go Go (Roupa Nova)
– Uni Duni Tê (Trem da Alegria e The Fevers) e Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás (Raul Seixas)

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Além desta seleção de músicas da Jovem Guarda, a banda tocou seus grandes sucessos, como “Já Cansei” (1968), “Agora Eu Sei” (1969), “Cândida” (1970), “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas”, ‘Chiclete Com Banana’), “Sou Feliz”, “Nathalie” e também “Sw Você Me Quiser”, uma versão de Rossini Pinto para ‘If You Can’t Give Me Love’, do LP THE FEVERS DISCO CLUB (1979).

FORMAÇÃO ATUAL DA BANDA:

Liebert Ferreira – Baixo e vocal

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Luiz Cláudio – Vocal

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Rama – Guitarra e vocal

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Otávio Monteiro – Bateria

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Claudio Mendes – Teclados e vocal

FOTOS: Flavio Raffaelli e Elias Nogueira.

“THE LIGHT THAT HAS LIGHTED THE WORLD”

Nem faz tanto tempo assim que George Harrison se foi, mas eu sinto falta do tempo dele. 2001 não tinha rede social nem 4G ou banda larga, mas fluía melhor que 2018. Sem George o tempo empobrece feito maldição.
Deve haver uma conspiração cósmica que nos tira os bons e deixa os maus que ficam e proliferam.

Guitarras vendem cada vez menos e a Gibson e a Fender estão em crise dizem as notícias que lavam o nosso cérebro. As guitarras de George estão silentes no escuro dos cases pra nunca mais.

Sim, podem ser ligadas a qualquer momento, mas não haverá a essência dele lá. É disso que eu mais sinto falta. De um acorde novo ou um riff de sempre.
E do non sense e da ironia sub-reptícia dele.

Aquilo sempre deixava no ar a esperança de que o lançamento de um disco seria o acontecimento do ano outra vez. Os sons e tons que George Harrison criou nós podemos tocar e ouvir de novo e de novo.
Mas falta ele na terra para ligar o amplificador e fazer as rodas girarem.

Temos fevereiro e nunca mais a possibilidade de ele vir ao Brasil como em 1979. Faz falta o homem, o Beatle, o guitar hero e o cara que nos fazia refletir num verso: “sou grato a qualquer um que é feliz ou ‘livre’ por me dar esperança enquanto eu estou procurando ver a luz que iluminou o mundo”.

Aquela luz do sujeito bom e essencial e talentoso que ele foi faria toda a diferença se ele estivesse aqui hoje…

Texto do jornalista Cláudio Teran.
FOTOS por Oswaldo Luiz Palermo/Estadão – George no GP de Interlagos (SP) 1979.

NOTA:
Todo ano as pessoas confundem a data do aniversário do George Harrison e pensam que é dia 25/2. E todo ano, uma enxurrada de comentários tentando corrigir a informação. Pois bem, vamos explicar mais uma vez: George nasceu dia 24/2, pouco antes da meia-noite. Durante uma entrevista, em 1992 À Revista Billboard ele revelou ter descoberto os documentos que comprovavam a data correta, porém não os mudou.