Depoimentos de Fãs da Banda Renato e Seus Blue Caps

Renato Barros foi o idealizador da banda Renato e Seus Blue Caps, fundou e criou a banda que até hoje é amada e seguida por pessoas de diferentes gerações.
Embora eu tivesse assistido a todos os programas musicais da TV Record dos anos 60, onde os artistas se apresentavam, nunca tive a oportunidade de ir ao Teatro vê-los pessoalmente, e foi em 22 de março de 2017 que me vi diante dele, “o mais puro sangue do Brasil”, como era apresentado por Roberto Carlos no programa Jovem Guarda, e pude comprovar o carisma, a genialidade, o talento do artista que se tornou a lenda viva do Rock nacional.
Tenho lido e recebido muitos depoimentos de fãs que se encantam com os shows da banda até hoje, e principalmente na atualidade, quando temos oportunidade de assistir e conferir tudo que a gente antigamente só poderia ver em revistas e TVs em preto e branco, e foi por isso que decide a partir de agora anotar os depoimentos que leio nas diversas postagens que publico no Facebook, Youtube e Word Press.
Se você é fã e ainda não tem seu depoimento aqui, comente e escreva o seu “para a posteridade”. 🙂  .

Renato Barros e sua Guitarra Fender Stratocaster

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ONTEM, HOJE E SEMPRE, RENATO E SEUS BLUE CAPS!
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“Primeiramente eu gostaria de dizer que sou um fã incondicional dos Beatles e dos também inesquecíveis e geniais Renato e Seus Blue Caps, cuja importância e influência na música brasileira se faz presente até hoje. Na minha opinião vocês foram a tradução mais completa e perfeita da maravilhosa obra dos Beatles no Brasil, a Jovem Guarda de modo geral, mas vocês principalmente. A Jovem Guarda será eternamente Jovem e no Brasil jamais existirá outro conjunto como Renato e Seus Blue Caps assim como no mundo jamais existirá outro conjunto como os Beatles!” (Pedro Costa)

“Acredito que boa parte do sucesso da Jovem Guarda se deve aos arranjos arrojados e às sonoridades marcantes daquelas músicas simples que tocam nossos sentimentos. E Renato e Seus Blue Caps foi um dos responsáveis pelos sucessos dos cantores e cantoras daquela época, pois gravou praticamente com todos eles. Essa Banda tem seu lugar garantido e reconhecido ao lado dos grandes ícones do Rock e da Jovem Guarda.” (Edson Fraioli de Mattos)

“GRANDE RENATO !!! QUE LEGADO MARAVILHOSO QUE VOCE DEIXA PARA TODOS NÓS QUE COMPARTILHAMOS, QUE CURTIMOS E QUE VIVEMOS TODA A SUA ARTE, QUE SÓ NOS TROUXE ALEGRIA. EU SOU APENAS UM ENTRE OS MILHÕES DE PESSOAS QUE TIVERAM AS SUAS VIDAS MARCADAS POSITIVAMENTE POR ESSE MOVIMENTO MÁGICO QUE VOCÊ
TAMBÉM PROTAGONIZOU. PARABÉNS, RENATO !!! VOCÊ E A SUA BANDA SÃO ETERNOS EM NOSSAS MENTES E EM NOSSOS CORAÇÕES !!!” (Jorge Antonio Mota)

“Sou muito fã deste maravilhoso músico. De suas composições, entre as diversas preferidas, destaco “SOU LOUCO POIR VOCÊ”, que sempre dedico à minha esposa quando toco. Muito obrigado, Renato.” (Caio Chaves)

“Fui totalmente influenciado pelo meu falecido PAI! Ainda quando era bem pequeno, lá pelos anos 70, escutava por tabela e conheço todas as musicas deles. Sei tocar todas no Baixo! Viva Renato e Seus Blue Caps.” (Luciano Pinto)

“Graças a DEUS cresci ouvindo RENATO E SEUS BLUE CAPS..pra mim Renato e um dos maiores GUITARRISTAS de todos os tempos…tocar uma guitarra como ele e dificil toda vida,cara e um GÊNIO adoro suas letras,versões e vocais…!! Vida Longa e Prospera..!! Sou seu fã..!!” (Heldeni da Silva Caneda)

“É fácil, sim falar. Foi um dos pais do rock nacional.! Mil respeito a Sir Renato!” (Josef von Drerkhelf)

“Renato e seus Blue Caps foi uma das melhores coisas que já aconteceu na música brasileira! Geniais!!! Infelizmente no Brasil não se preserva o que é bom, você vê grupos estrangeiros dinossauros, que continuam empolgando (nada contra, muito pelo contrário), mas aqui é barra, não existe uma cultura de valorização desta verdadeira nata do som nacional. Eu continuo curtindo e ouvindo pelo menos o que já está gravado…mas é claro, sempre sentindo falta de ver a banda em atividade. Quem sabe um dia..” (Anônimo)

“Comecei a ouvir Renato e Seus Blue Caps quando eu era ainda bem novo (acho que com uns 12 anos) daí eu vi que era aquilo que eu queria seguir. Todas as músicas tocavam dentro da minha alma. Daí eu olhava as capas dos discos e queria imitar Renato com o cabelo (já que eu tinha o cabelo um pouco grande na minha adolescência), daí me tornei adulto e tive a felicidade, de por muitas vezes, ver meu ídolo, que então só via nas capas dos discos. Foi uma coisa fantástica mesmo, parecia que eu estava do lado do Batman, Superman etc. Salve salve Renato e Seus Blue Caps! ” (Fábio Lima)

“Abençoados todos nós que temos esta oportunidade de ouvir Renato falar nes te video, ele que foi um dos caras que escreveram a trilha sonora das nossas vidas. Quando existiam bailes nas casas de São Paulo na década de 60 e 70, todos eram embalados por discos de Renato. Somos gratos, muito gratos Renato por voce existir, adoramos e compramos todos os seus discos daquela época e até hoje com muito prazer, lotamos os seus shows. Te amo, Renato e seus Blue Caps.” (Denise Star Blue)

“Grande lembrança!!!! Sou muito grato à música de Renato & Seus Blue Caps! Tenho grandes influências na minha formação musical e boas recordações daqueles dias da década de 60 !!! Foram dias muito felizes!!!!!! Obrigado, Renato Barros pela sua música!” (Álvaro Assmar)

” Um excelente músico ao vivo e em estúdio, gravou e ainda grava com grandes nomes da música brasileira de todos os estilos!” (Vanderlei Loureiro)

“E estes mimos da fã pela ídolo e estas miudezas de rara beleza que deixam as emoções a flor da pele. Na Praça Sete estão os cafés e o teatro Cine Brasil, e este abril é muito especial. Renato e Seus Blue Caps fez uma bela apresentação e alegrou o coração desta mulherada linda de Minas que não cansa de dizer que do lado esquerdo do peito pulsa um coração que ama Renato Barros de paixão. Não tenho ciume do Renato, pois minha eterna namorada conheci em um dos show do Renato em praias capixabas. Vida longa para esta banda que pulsa no coração dos brasileiros.” (Carlos Cunha)

“Esses caras maravilhosos não têm ideia do quanto eles nos deram alegria, felicidade, amor, respeito. Éramos felizes e não sabíamos. Muita saudade. São bons demais até os dias de hoje.” (José Alaor Cassiano)

“Amo Demaisss esse Grupo…..ontem….hoje…..e Sempre…..tenho no meu carro sempre tocando….e é contagiante todo Mundo Ama…..” (Aninha Espíndola)

“O que dizer de músicas tão lindas quanto essas.Apenas que continuam nos encantando e alegrando nossos corações!!!” (Letícia Silva)

“Ano de 1992, estava com vinte anos. Sempre que entrava de férias na época de colégio, viajava sempre pra Bahia (Porto Seguro), terra de minha mãe e vinha curtir junto com ela e família . Uma vez fui pra casa da minha tia passar um dia com ela, o marido dela e minha prima. Nessa época, eu me lembro bem como se fosse hoje, o axé music estava bombando. Mais eu sempre fui fã da Jovem Guarda, principalmente fã incondicional de Roberto Carlos. 90% era Roberto e o restante jovem guarda. Até que nesse dia eu olhando os discos de minha tia, vi uma capa de disco muito bonita com aqueles 5 rapazes todos de cara fechada , olhei o logo da CBS e perguntei a minha tia se esse disco era bom…. rsrs. Minha tia tratou de pegar o disco e colocar na vitrola de madeira dela e foi colocando logo a música “Não posso me controlar”. Quando ouvi aquela guitarra logo no meio da música, o baixo mandando ver, aquela bateria contagiante e a harmonia das vozes!! Nossa, aquilo ali me deixou contagiado também. De lá pra cá, foi correria atrás dos outros discos, fui no MIS ( Museu da imagem e som) no Rio atrás de reportagens, fotos, áudios. Ia muito na Cinelândia, centro do Rio, onde conheci vários colecionadores de vinis que vendia alguns discos de Renato. Na época, era raríssimo você os primeiros Lps como o “Isto é Renato” como os colecionadores chamam o disco e o ” Viva a Juventude”. Esse último era raríssimo. Custava mais de R$ 1000,00 . Tanto que achei um , mais a capa era xerocada….kkkkk. Enfim, hoje são 26 anos que ouço, admiro e sou fã desses monstros sagrados da nossa MPB e que tiveram uma contribuição muito grande pra carreira de vários artistas, inclusive o próprio Roberto Carlos. Renato & seus Blue Caps. Mesmo não sendo reconhecidos como deveriam, mas possuem uma legião de fãs, de todas as idades, por todo o Brasil, Vida longa Renato e seus Blue Caps.” (Sylvio Augusto Habibe)

” Minha época maravilhosa com dignidade, bom emprego, carro zero e a melhor banda do Brasil, Renato e Seus Blue Caps. Último baile que fui no Clube Atlético Ipiranga eles tocaram, depois fui várias vezes numa churrascaria na BR 116 para curtir. Obrigado Renato, por você existir. Showwwwwwww” (Cláudio De Franco)

“Esta história é real, ocorrida há quase 50 anos. Estávamos em 1968,e quase no final do ano, foi lançado o disco ESPECIAL, mais um primoroso trabalho de Renato e seus Blue Caps. A música com a qual me encantei logo que ouvi o LP, foi Não Demore Mais. Ressalto que o disco era emprestado por um amigo. Na época eu não tinha uma guitarra, somente um violão, com o qual pretendia tocar a música. Haviam passagens e notas complicadas na harmonia. Como eu precisava devolver o disco na 2@ feira, passei o final de semana tentando reproduzir os acordes. Desta forma, não encontrei com a menina que na época eu namorava, o que a deixou furiosa. Minhas explicações de nada valeram, ela terminou com o namoro, dizendo que não se conformava em ter sido trocada por um conjunto. Tudo bem, seguiu a vida, mas o que mais senti foi não ter conseguido tirar a melodia por completo. Namoradas eu consegui várias, mas as diminutas e dissonantes que meus ídolos tocavam, tiveram que esperar mais alguns anos e um pouco mais de conhecimento. Está é apenas uma passagem que demonstra a influência de Renato e Blue Caps em minha vida.” (Antonio J. Hopp)

“Espetacular o show de Renato e Seus Blue Caps ontem dia 23 no Clube Municipal, bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Poder ver de perto essa banda lendária do Rock nacional dos anos 1960 que explodiu na Jovem Guarda e testemunhar ao vivo o talento desses caras e o virtuosismo do grande Renato Barros nos maravilhosos solos de guitarra, descobrindo que ele é bem melhor do que eu esperava não ficando de fora dos grandes guitarristas tanto brasileiros quanto os internacionais. Obrigado por esse grande presente que foi o seu show cantando inclusive em inglês grandes clássicos como Smile (de Charles Chaplin) e Hotel California (sucesso dos anos 1970, mas não lembro qual artista) e seus improvisos nos solos provou que você continua em forma!” (Luis Alexandre Maia Pires)

“Me chamo Edivando Pereira Alves. Sou deficiente visual e moro aqui em Pernambuco. Estava andando pelo face estudando quando encontrei esta página maravilhosa. Como gosto de fazer amizades e ouvir boas histórias, resolvi curtir a página e escrever. Você e seu conjunto embalaram minha infância. Lembro-me de algumas discotecas que fui e lá estava um disco do Renato tocando. Quando brincava com a prima Zilma Aguiar, lá também saía uma música do Renato no velho rádio da minha avó. A gente brigava e fazia as pazes sempre com uma música do Renato ao fundo. Lembro-me da última briga que tive com ela. Quando cheguei em casa triste ouvi no rádio uma música sua que dizia a seguinte frase: Abra os braços pra vida que ela te espera pro novo amanhã. Daquele dia pra cá nunca mais brigamos e eu tenho por ela um carinho imenso. Veja como são as coisas! Você separava as brigas mesmo sem estar presente! Só em ouvir a letra que um dizia pro outro: Que música bonita! Não é? E começávamos a rir e a paz voltava. Resolvi contar para que o amigo saiba que suas letras unem pessoas. Obrigado pela atenção dispensada. Fique com Deus. Abraços!” (Edivandro Pereira Alves)

“Importante dizer que temos orgulho de termos em terras brasileiras, uma banda que além de ser a mais antiga em atividade é uma das melhores, senão a melhor banda do mundo! Valeu!” (Plínio Ambrosini)

“Parabéns Renato, você é um grande músico e responsável pelo progresso da música popular Brasileira. Grande abraço. Tenho a coleção completa desta grande banda conduzida por você.” (Gaspar Feichas)

“Era o início dos anos 70, quando fui levado pelas mãos do querido amigo Carlos Alberto ( O Rei dos Boleros ) no qual me apresentou ao grande músico e Produtor “Renato Barros”, no qual me deu a oportunidade que eu tanto esperava, Renato a você minha eterna gratidão, pois sem você nada teria acontecido,obrigado por me ter no rol de amigos, abraço sucesso.” (Roberto San)

“Ano de 1965. Pela primeira vez em minha vida, entrei em uma reunião dançante, na garagem da casa de minha prima Tania (ela não deve lembrar disso) e fui surpreendido com o som contagiante que tocava no Hi-Fi: O Fugitivo, de Renato & Seus Blue Caps. Estava lá pelos meus 12 ou 13 anos… Fiquei impressionado com o ritmo e a levada da música. Aquele instrumental simples e envolvente e os vocais incríveis para a época. Foi amor à primeira vista… E ai se seguiram: Você Não Soube Amar, Espero Sentado, Feche os Olhos, todas do LP “Isto É Renato & Seus Blue Caps”, que tinha sido recentemente lançado.
Em 1967, quando fiz 15 anos, recebi de presente o LP “Um Embalo com Renato & Seus Blue Caps” e ai não parei mais… Aprendi todas as músicas no violão e comecei a me inspirar na voz de Paulo Cesar Barros, apesar de já cantar desde os 5 anos de idade (segundo minha mãe)… Ou tentar, pelo menos…
Através de Renato e todos os seu Blue Caps conheci a maior banda de todos os tempos: The Beatles! Então você pode imaginar o quanto isso foi importante para essa minha louca teimosia, que é cantar…
Dali pra frente, os gostos musicais foram se modificando, mas sempre ficou preservada a paixão pela música do Blue Caps, que é a razão de eu ter insistido e investido tanto na música, em formação de bandas, tocando em festas, reuniões dançantes e bailes pela vida afora… A história é bem mais longa, mas isso fica pra outra hora.” (Tarcísio CasaNova)

“Tive o privilégio de ouvir e conhecer Renato e Seus Blue Caps nos primórdios de seu sucesso e sou fã até hoje. Se depender de mim a historia da banda será sempre contada e divulgada, para que as futuras gerações tomem conhecimento do que foi e continua sendo este conjunto criado pelo “Bacaninha da Piedade”, a lenda viva Renato Barros!” (Lucinha Zanetti)
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O Dia em que Jimi Hendrix enviou um telegrama a Paul McCartney para que ele se juntasse a um Supergrupo em 1969.

Há momentos na historia como aquele em que Jimi Hendrix enviou a Paul McCartney um telegrama para se juntar a um supergrupo em 1969, o qual teria certamente mudado o panorama do rock and roll para sempre. Se tal coisa tivesse acontecido, não se pode dizer como seria o gênero do rock and roll agora, ou se não haveria mudança alguma.No entanto é suficiente esperar e sonhar que com Hendrix, Miles Davis, McCartney e o lendário baterista de jazz Tony Williams, que um grupo como este seria no mínimo fenomenal e explodiria o teto de qualquer espaço que eles pudessem ter reservado.

Sinceramente, todos aqueles talentos num palco e todos aqueles egos numa mesma sala contribuindo em conjunto para algo que pudesse ser entre as melhores canções do mundo, é demais para pensar nisso, pois pode causar uma sobrecarga. Aqueles que não sabem nada sobre os artistas poderão olhar para isto e pensar que parece loucura desejar e imaginar o que poderia ter sido, mas para aqueles que conseguiram ver essas pessoas em concerto ou crescerem durante seus anos mais famosos, seria como um sonho tornar-se realidade. Infelizmente isso nunca aconteceu. Paul McCartney estava na Escócia em férias na época e não pôde ser encontrado, e em 1970 Hendrix faleceu de repente. A chance de se tornar algo que pudesse mudar a realidade que conhecemos veio e passou sem que nada acontecesse, enquanto Paul tinha que lidar com sua própria vida no momento. Na época os Beatles estavam passando por um pouco de dificuldade, pois estavam começando a se despedaçar seriamente e sua banda estava começando a desmoronar devido a diferenças criativas.

O telegrama de Hendrix para McCartney ainda está em exibição depois de ter sido comprado em 1995. Ele foi emoldurado e pendurado no Hard Rock Cafe em Praga, onde as pessoas podem vê-lo até o momento. Aqueles que sabem da historia podem se sentar e se maravilhar com o que poderia ter sido feito se acontecesse de McCartney ter recebido o telegrama. É verdade que ele estava lidando com muita coisa naquele momento, mas se ele tivesse respondido, seria simplesmente o máximo. Neste momento tudo o que as pessoas podem fazer é imaginar, já que McCartney é o último ainda vivo daquele grupo desejado, e já está estabelecido que ele não tem tempo para vasculhar os anos pensando em um telegrama que foi enviado a ele sobre se juntar a um supergrupo. Isso tende a fazer McCartney soar um pouco ecomo sendo egoísta e também arrogante, mas uma coisa que pode ser dita é que ele ainda é muito bom em suas performances e, como tal, tem que continuar seguindo em frente. No tempo de inatividade, se ele chegar a ter, ele deverá pensar o que poderia ter sido, mas parece duvidoso que ele pense muito nisso.

Seguir em frente é na verdade a única maneira de um artista continuar levando seu nome aos olhos do público. Ficar pensando em um telegrama que se tornou um poderia-seria-teria tende a ocupar muito tempo que muita gente não quer perder. Mas ainda vale a pena imaginar o quão incrível aquele grupo teria sido.

TRADUZIDO POR: Lucinha Zanetti
TEXTO ORIGINAL: TV OVERMIND

Curiosidades sobre uma Guitarra que pertenceu a Renato Barros.

Esta é uma informação para os fãs de Renato e Seus Blue Caps, principalmente aqueles que são músicos e gostam de saber detalhes de gravações.

Trata-se de uma guitarra da marca IBANEZ que pertenceu a Renato Barros mas que por ser muito pesada, ele trocou por uma pedaleira que não usa mais atualmente.

Podemos ver Renato tocando esta guitarra durante uma participação da banda no Programa Milk Shake na extinta TV Manchete.

Nesta apresentação a banda faz um pout pourri com as músicas:
– Primeira Lágrima
– Até o Fim
– Não te Esquecerei
– Ana
– Feche Os Olhos
– Menina Linda

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São duas guitarras numa só, um braço com 6 cordas (normal) e o outro braço com 12 cordas, muito usada nos anos 60 e 70. Só que normal 12 cordas só. A execução é a mesma. Cada corda corresponde à mesma nota da de 6, no caso da de 12 cordas, as mesmas notas são dobradas e muito próximas umas das outras. As notas são “oitavadas”, no uso popular, a mesma nota fina e grossa.

Renato Barros me disse que usou a guitarra de 12 cordas em várias gravações de músicas da banda Renato e Seus Blue Caps, Roberto Carlos e muitos outros artistas e inclusive os Beatles usaram muito também a guitarra de 12 cordas em gravações.

“Na música Como Há Dez Anos Atrás eu uso na introdução.” (Renato Barros)
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RENATO BARROS EXPLICANDO SOBRE AFINAÇÃO DE GUITARRAS – 26-03-2018

Ringo Starr recebe título de ‘Sir’ e se torna Cavaleiro do Império Britânico

Depois de 21 anos após seu companheiro Paul McCartney ter recebido a honraria, Ringo Starr recebeu hoje, 20 de março de 2018, o título de “Sir”.
Ringo agora é um Cavaleiro do Império Britânico aos 77 anos.

Em cerimônia no Palácio de Buckingham, Richard Starkey, nascido em Liverpool, Inglaterra, recebeu a honraria pelos seus serviços à música das mãos do Príncipe William, Duque de Cambridge, neto da Rainha Elizabeth II. Ringo estava acompanhado da sua mulher, Barbara Bach, e brincou dizendo não saber como usar o título.

“Na verdade isso significa muito”, disse o músico à BBC. “Isso significa reconhecimento pelas coisas que fizemos. Fiquei muito agradecido em aceitar isso”.

http://www.bbc.com/news/av/embed/p061qjqt/43472196

A honra vem 53 anos depois de os Beatles terem sido premiados com a MBE – e Starr disse que sentiu falta da companhia dos companheiros por perto desta vez.

“Eu estava um pouco incomodado hoje sozinho”, disse ele.

Quando os Beatles receberam seus MBEs em outubro de 1965, a ocasião não foi sem controvérsia.

O Rock and Roll ainda era visto com desconfiança pela sociedade e vários homenageados com a comanda anteriormente, retornaram suas medalhas em protesto.

John Lennon afirmou mais tarde que os Beatles estavam tão nervosos com a idéia de conhecer a rainha que entraram furtivamente em um banheiro no Palácio de Buckingham para fumar um baseado.

“Quem disse isso?” riu o baterista depois da cerimônia desta terça-feira. “Não vou manter aquele boato” (risos).

FONTE

Morreu aos 82 anos Nokie Edwards, o influente guitarrista do grupo The Ventures.

O guitarrista Nokie Edwards, nesta foto durante uma performance de 1996 no Condado de Orange, morreu em 12 de março aos 82 anos. (Foto por Glenn Koenig / Los Angeles Times)

Para qualquer criança que pegou numa guitarra elétrica na década de 1960, nunca havia demorado tanto para tomar uma facada tentando tocar “Walk Don`t Run”, o sucesso que definiu o surf-rock dos anos 60 popularizado pelos Ventures, que usou essa gravação embebida em reverb como plataforma de lançamento para se tornar o grupo instrumental mais bem sucedido da história do rock.

Uma parte fundamental do sucesso da música e o apelo duradouro do grupo que permitiu que ele traçasse mais de três dúzias de álbuns durante os anos 60 e 70, não consistiu em enrolar tantas notas quanto possível, mas sim em manter as coisas simples.

“Eu acredito na simplicidade”, disse o guitarrista principal dos Ventures, Nokie Edwards, a um entrevistador em 2001. “Se você tem uma linha melódica, as pessoas vão gostar disso. Se você conseguir fazer um zumbido, você terá um sucesso”.

(Fonte)

Edwards morreu na segunda-feira, 12 de março, aos 82 anos, em consequência de uma infecção que ele contraiu numa cirurgia do quadril em dezembro.

“The Ventures” foi uma das bandas instrumentais norte-americanas mais famosas da década de 60 e influenciou a grande maioria de guitarristas da época. Não havia um único “conjunto de garagem” que não tentasse imitá-los. Todos os guitarristas do movimento chamado Jovem Guarda no Brasil foram influenciados direta ou indiretamente por Nokie Edwards e por Hank, do The Shadows.

Don Wilson (de azul), fundador e guitarra- base dos Ventures e Nokie Edwards (de preto). Foto do acervo do músico Serginho Canhoto, dos Jet Black`s, tirada no Show da NAMM, USA.

Nokie Edwards conseguia fazer em sua guitarra o som de flechas cortando os ares, como podemos ouvir na canção Apache, também gravada pelo conjunto de rock brasileiro The Jet Black`s, cujo nome a princípio escolhido por Primo Moreschi havia sido The Vampires, pelo som da pronúncia, que achavam ser parecido com The Ventures.

Deixamos aqui nossa homenagem a este guitarrista diferenciado, que tanto inspirou os guitarristas brasileiros.

Rest In Peace!
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Em sua página oficial, The Ventures lamentou a morte do guitarrista!

RIP Nokie Edwards: May 9, 1935 – March 12, 2018
Posted on March 12, 2018 .
We have been advised this morning that Nokie Edwards passed away today after several months battling an infection after hip surgery this past December. The Ventures family feels this loss very deeply: Nokie has been part of the Ventures’ history for almost 6 decades and helped to shape the early Ventures’ sound and the success of their career. He was an innovator and one of the greats on guitar, so much so that he influenced many young players over the course of his career. Born in Lahoma, Oklahoma with Cherokee roots, he found his way to Washington State where he met Bob Bogle and Don Wilson and began playing and recording with The Ventures, initially on bass (because Bob was playing lead) but eventually taking over as lead guitarist for the group. Nokie’s many accomplishments include composing and his song, Ginza Lights (Futari No Ginza) was one of the first of the Ventures’ Japanese hits – and is still a standard in Japan. Our thoughts and prayers go out to Nokie’s wife, Judy, and all family members, friends and fans. His music will live on.

Fotos Coloridas de John Lennon nas Ruas de Nova York em 1980.

Em 11 de março de 2018 um site publicou estas 36 fotos coloridas de Lennon, as quais foram capturadas nas ruas de Nova York no último ano de vida de John Lennon. Algumas são fotos raras, sendo que três delas são do acervo de Marco Antonio Mallagoli, do Fã Clube Revolution. Algumas foram tiradas nas últimas horas de vida de John…

AS TRÊS FOTOS DO MARCO MALLAGOLI

THE FEVERS – SHOW “VEM DANÇAR”

Da esquerda para a direita: Rama (guitarra), Otávio Monteiro (bateria) e Claudio Mendes (teclados); Sentados: Liebert Ferreira (contra baixo) e Luiz Claudio (vocalista). Foto: Elias Nogueira

 

A banda THE FEVERS está completando 53 anos de carreira e possui um número impressionante de shows realizados, vendagens superiores a 12 milhões de cópias (entre vinis, fitas cassete, CDs e DVD), além de vários prêmios, recordes de execução em rádio e TV e muitos sucessos.

Em 03 de março p.p. o grupo esteve se apresentando na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, Rio de Janeiro, com o Show “Vem Dançar”, que teve lotação esgotada.

Nosso amigo Henrique Kurtz esteve presente e registrou a maravilhosa performance da banda.

POT-POURRI JOVEM GUARDA

– Alguém Na Multidão (Golden Boys)
– Menina Linda (Renato E Seus Blue Caps)
– Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (Os Incríveis)
– Festa de Arromba (Erasmo Carlos)
– Quero Que Vá Tudo Pro Inferno (Roberto Carlos)
– Whisky A Go Go (Roupa Nova)
– Uni Duni Tê (Trem da Alegria e The Fevers) e Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás (Raul Seixas)

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Além desta seleção de músicas da Jovem Guarda, a banda tocou seus grandes sucessos, como “Já Cansei” (1968), “Agora Eu Sei” (1969), “Cândida” (1970), “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas”, ‘Chiclete Com Banana’), “Sou Feliz”, “Nathalie” e também “Sw Você Me Quiser”, uma versão de Rossini Pinto para ‘If You Can’t Give Me Love’, do LP THE FEVERS DISCO CLUB (1979).

FORMAÇÃO ATUAL DA BANDA:

Liebert Ferreira – Baixo e vocal

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Luiz Cláudio – Vocal

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Rama – Guitarra e vocal

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Otávio Monteiro – Bateria

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Claudio Mendes – Teclados e vocal

FOTOS: Flavio Raffaelli e Elias Nogueira.