“Os Corsos” acompanhando Jerry Adriani em Goiânia (1968).

Quando saiu dos Jet Black’s depois de seu aniversário em 08 de outubro de 1966, Sérgio Vigilato, conhecido como Serginho Canhoto, se juntou aos Wandecos (grupo que acompanhava a cantora Wanderléa) e criou outro conjunto que foi chamado de “Os Corsos” e que costumavam tocar nas boates da baixada Santista e depois foram tocar em Goiânia.

“Os Corsos”, em novembro de 1966, tinha a seguinte formação:
Serginho ”Canhoto”, Líder, guitarra solo e relações publicas, Ronny, guitarra-base e vocal, Luiz Marcelo , Guitarra(segunda) e vocal, Jose Adolfo Stern (Zé) bateria e vocal e Carlos Geraldo, baixo-elétrico e vocal.

Em Goiânia, conhecendo grandes músicos como Carcará, Coringa e Osvaldinho, fizeram uma mistura para agradar os artistas de São Paulo e Rio, que se aventuravam excursionar pelos interiores do Brasil para promover seus discos.

Nesta foto de 1968, do acervo de Sérgio Vigilato, o Serginho Canhoto dos Jet Black’s, estão alguns músicos do conjunto “Os Corsos”, criado por ele, e dentre os músicos que estão no palco, vejam quem está cantando. Reconhecem? Pois é ele mesmo: Jerry Adriani!

Da esquerda para a direita: Serginho Canhoto, Jerry Adriani ao microfone, Osvaldinho no teclado, Coringa na guitarra base (só aparece o braço), Darcy no baixo-de-pau, e José Stern, o Zezinho, na bateria.

Sérgio me contou que ele e seu conjunto Os Corsos eram contratados pelo canal 5 de Goiânia e certa vez, em 1968, quando ele e seu conjunto estavam lá, numa época em que os artistas estavam lutando para conseguir fama e tinham que se arriscar a viajar sem acompanhamento, Jerry Adriani estava lá pra se apresentar e ficou feliz ao encontrar o amigo Sergio e seu conjunto lá, assim como também aconteceu com Sergio Reis e Wilson Miranda, que também estavam por lá.

Na foto, da esquerda para a direita, podemos ver Sergio Vigilato, o Serginho Canhoto, Jerry Adriani ao microfone, Osvaldinho no teclado, Coringa na guitarra base (só se vê o braço), Darcy no baixo-de-pau que foi fabricado por ele mesmo com caixas de pinho-de-riga de bacalhau importado (ele pegava as caixas no Mercadão Central) e José Stern, o Zezinho, (já falecido) na bateria.
Sérgio aparece com sua guitarra sombreada (sunburst) de 12 cordas que ele mesmo confeccionou na fábrica da Gianinni.

“Dos Corsos originais só está o José Adolfo Stern, o Zezinho.
Darcy entrou no lugar do Carlos Geraldo (Carge), que era nosso John Lennon; modéstia à parte, Carge arrasava!
O Coringa fazia parceria com nosso querido “CARCARA”, outro monstro em bossa e harmonia cavernosas, e todos deram um colorido excepcional aos “Corsos”.” (Sérgio Vigilato)

Na volta de Goiânia, em fins de 1968, Sérgio se preparou para ir para Los Angeles, Califórnia, e desde então vive nos Estados Unidos.

“Os dons artísticos do Sergio Vigilato, extrapolam os limites da normalidade. Exímio músico, Cantor, Luthier (confecção de guitarras), Taxidermista, produtor musical e tantas qualidades diferenciadas, que me fogem à memória. Me orgulho de ser amigo dele.” (Primo Moreschi, fundador do conjunto The Jet Black’s)

A ENTREVISTA DE JERRY ADRIANI PARA O FILME JOVEM AOS 50 NA ÍNTEGRA!

Já publicamos aqui sobre o filme “Jovem aos 50 – A História de Meio Século da Jovem Guarda”, que teve sua estreia no Cine Belas Artes em 23 de março de 2017.

Pois bem, as entrevistas com os artistas foram editadas e tiveram cortes, e agora o cineasta Sérgio Baldassarini está disponibilizando na íntegra a entrevista que fez com Jerry Adriani para o documentário, para que as pessoas possam ter uma noção mais clara de quem na verdade era esse homem de nome artístico Jerry Adriani.

Os vídeos estão divididos nos seguintes temas:

– O INÍCIO DA CARREIRA COMO CANTOR DE MÚSICAS ITALIANAS

– AS PARTICIPAÇÕES NO PROGRAMA “JOVEM GUARDA” E DEMAIS PROGRAMAS DA ÉPOCA

– O ENCONTRO E PARCERIA PROFISSIONAL COM RAUL SEIXAS

– AS SEMELHANÇAS NAS VOZES DELE E DE RENATO RUSSO, DA LEGIÃO URBANA

– A SUA EXPERIÊNCIA COMO GALÃ DE CINEMA

– UMA MENSAGEM DOS SEUS 50 ANOS DE CARREIRA

O cantor Nilton César ajuda Jerry Adriani a tirar o casaco para entrar no palco em 22 de agosto de 2015, durante o Show dos 50 anos da Jovem Guarda no Clube Homs em São Paulo.

JERRY ADRIANI – Entrevista para o documentário JOVEM AOS 50

PARTE 1

O INÍCIO DA CARREIRA COMO CANTOR DE MÚSICAS ITALIANAS

PARTE 2

AS PARTICIPAÇÕES NO PROGRAMA “JOVEM GUARDA” E DEMAIS PROGRAMAS DA ÉPOCA

PARTE 3

O ENCONTRO E PARCERIA PROFISSIONAL COM RAUL SEIXAS

PARTE 4

AS SEMELHANÇAS NAS VOZES DELE E DE RENATO RUSSO, DA LEGIÃO URBANA

PARTE 5

A SUA EXPERIÊNCIA COMO GALÃ DE CINEMA

PARTE 6

UMA MENSAGEM DOS SEUS 50 ANOS DE CARREIRA

“Estas são passagens bem legais, que mostram o quanto esse cara era especial e carismático! Pena que não deu pra colocar tudo no filme. Mas acredito que com esses vídeos as pessoas poderão ter uma boa ideia do tamanho do coração desse grande artista chamado Jerry Adriani!”

Sergio Baldassarini Junior
Diretor de Produção
S.B.J. PRODUÇÕES

“AS INVENÇÕES DE RENATO E SEUS BLUE CAPS”!

Este foi o título da reportagem escrita por Bill Falcão em 1973 sobre a banda Renato e Seus Blue Caps, reportagem esta que ele entregou pessoalmente a Renato Barros no camarim do Cine Theatro Brasil Vallourec em Belo Horizonte durante o Show da banda na cidade de Belo Horizonte, dia 20 de abril, quinta-feira passada…

Renato Barros e Bill Falcão em 20-04-2017

Segue a reportagem de Bill com fotos de Fernando Mendes.

Canta… Renato e Seus Blue Caps!

Sobre a distribuição dos vocais nas canções gravadas pela banda Renato e seus Blue Caps em seus discos, Renato Barros me explicou que como ele era o produtor, juntamente com Sr. Evandro, já naquela época ele se preocupava com a saída de algum membro e que viesse a deixar a banda fragilizada. Então eles preparavam a todos e como hoje podemos constatar, todas as músicas ficaram ótimas e o grupo não ficou refém de uma voz só, como aconteceu com uma banda contemporânea deles.

As vozes eram distribuídas de acordo com o timbre característico de cada um e que se encaixasse melhor na melodia. Mesmo sendo o Renato e o Sr. Evandro nos anos 60 os produtores, Renato fazia questão de pedir as opiniões de todos os integrantes na hora da distribuição dos vocais. Ele considera seu trabalho dentro do estúdio muito mais eficaz e importante do que simplesmente cantar uma música. O importante pra ele era sempre o resultado final e graças a Deus, como ele diz, sempre acertava e isso permanece até hoje com a sua direção musical nos Shows da banda Renato e Seus Blue Caps.

Para melhor explicar aos fãs e interessados sempre em saber quem cantou em cada canção, fizemos este vídeo gravado em 19 de abril de 2017, onde Renato Barros expõe sobre o assunto e esclarece como eram escolhidos os vocais.

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Renato diz que não é relevante saber quem cantou, mas nós os fãs gostamos de saber todas as particularidades das gravações e principalmente quem foi o autor da letra, da melodia e lógico, quem cantou, e é por isso que vou colocar aqui algumas informações já publicadas na página Renato e Seus Blue Caps Original, a página oficial da banda, as quais foram dadas por Paulo César Barros aqui.

As músicas do LP Viva a Juventude, de 1964, foram praticamente cantadas por todos os integrantes de Renato e Seus Blue Caps na época e até por quem não era banda…
Na musica TREMEDEIRA, por exemplo, até Getúlio Cortes participou em algumas intervenções, como por exemplo, quando se escuta “AH, AH”; e quando se escuta “OH”, aí é Paulo César.

Na musica “SOU FELIZ DANÇANDO COM VOCÊ”, Renato e Paulo César cantam em uníssono, mas na parte onde diz “ATÉ O FIM DA NOITE…”, o solo vocal é do Renato.

Na canção “GAROTA MALVADA”, Renato e Paulo César cantam em uníssono.

Na música “Loop the loop” as vozes são de todos com destaque na voz do Erasmo.

Na musica “GATINHA MANHOSA” cantam Paulo César e Erasmo; no solo vocal da segunda parte é Paulo César, ainda com timbre de garoto, na parte que diz: “QUANDO AUMENTO A VOZ……”

Na musica “MENINA FEIA” (ela existiu mesmo…) o solo vocal foi feito por Paulo César.

A música “IRMÃ DO MEU MELHOR AMIGO” foi cantada por Renato e Paulo César.

A canção “SEXO FRÁGIL”, do disco de 1983, é uma composição de Renato Barros e Nani.
Nesta gravação Renato faz o vocal solo e todas as outras vozes duplicadas ou “vocal aberto” são dele.

Em “SONHOS DE AMOR” Paulo César fez os arranjos da base (banda) e distribuiu as vozes do backing.
É ele também quem faz o solo vocal da melodia.

No disco “Batom Vermelho” Paulo César fez os arranjos e os solos vocais das musicas PAULA (Homenagem a sua filha ), FEITO SONHO e RELÓGIO, estas duas últimas em parceria com o saudoso e grande cantor, ex cunhado dele, o PRÊNTICE; Paulo César também colocou na sua 1ª gravação, na época ainda um garoto, o músico RENATO NETO, que era o líder da banda do saudoso cantor PRINCE.

A música “Um é pouco, dois é bom, três é demais”, do LP de 1967 foi composta por Renato Barros e Paulo César Barros fez o arranjo da música.
Uma curiosidade nesta canção é que a versão mono é um pouco mais longa do que a estéreo, que saiu em CD.
O vocal tem Paulo César e Renato Barros cantando em uníssono a musica quase toda e somente no verso que diz “O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO NÃO SE FAZ”, Paulo César faz vocal solo, e depois voltam novamente em uníssono.

Versão mono:


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Versão Esteril

Na canção “Sou tão Feliz”, que é uma versão de “Love me Do”, de Lennon & McCartney, o vocal é de Renato Barros e Paulo César Barros, que cantam juntos a 1ª parte.
No refrão onde diz: “SÓ PRA MIM………”, Paulo César faz o solo vocal.

Na canção “Vivo Só”, uma versão feita por Paulo Cesar Barros para o sucesso “For Your Love”, dos ingleses The Yardbirds, o vocal é do próprio Paulo César Barros.

A música “Amanheci Chorando” foi composta por Renato Barros e tem o vocal de Paulo Cesar Barros.
Foi gravada originalmente no LP As 14 Mais Vol. XX da CBS.

Vera Lúcia é uma composição de Renato Barros em parceria com seu irmão Paulo César Barros.
Saiu tanto em compacto como no LP “VIVA A JUVENTUDE”, portanto não há dúvida quanto a minha participação.

A música “Tão Má pra Mim” é uma versão de “Bad to me”, de Lennon e McCartney.
Foi lançada em 1965, ano em que saiu o LP “Isto é Renato e seus Blue Caps”, e foi gravada entre agosto e setembro, mas não fez parte do LP.

“Essa musica não saiu em nenhum dos LPs de carreira, provavelmente tenha saído em algum compacto. Fiz o solo vocal na parte “GOSTO DE VC, MEU BEM, MAIS QUE TUDO ENFIM…………..” mas não lembro quem é o autor dela, pode até ser que seja eu o versionista, mas não lembro.” (Paulo César Barros)

Em “Vou subir bem mais alto que você”, do LP de 1967, quem faz o vocal é Paulo César Barros.

Na música “Recordações”, lançada em 1974, quem fez o vocal solo foi Michael Sullivan , o Ivanilton, apelidado de Porquinho.

Em “Posso até lhe abandonar”, do álbum de 1976, uma composição de Paulo César Barros, que não estava na banda nessa época, não tem o seu vocal, embora tenha sido ele quem tocou o baixo e fez o arranjo, tanto de base como dos sopros, mas não cantou.
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Na música “Sem Suzana” de 1968 o solo vocal é de Paulo César.

“Esta Noite não Sonhei com você” é uma composição de Renato Barros que saiu no LP de outubro de 1971.
Ele se inspirou na balada “Oh! Darling”, de Lennon & McCartney, pra compor a melodia desta belíssima canção. 😉
Vocal de Paulo César Barros.

“Amanheci Chorando” tem vocal de Paulo César Barros.

“Vou subir bem mais alto que você” tem vocal de Paulo César Barros.

NOTAS:
1 – Richard Brown and his Orchestra era o Renato Barros solando com acompanhamento da orquestra da gravadora. LP de 1972, CBS/Entré, n° 104219.

2 – Paulo César entrou no RC7 exatamente quando o Gato e o Bruno saíram, mas tocou não só com o Gato, como também com o Wanderley ( teclado ), na gravação do Roberto “EU TE DAREI O CÉU”. No Kriga-ha tocou o LP todo.

O nome “RENATO E SEUS BLUE CAPS” foi escolhido por Jair de Taumaturgo, e não por Eduardo Araújo!

RENATO BARROS exige uma retratação da parte de Eduardo Araújo por ter escrito em seu livro que foi ele quem deu nome à banda Renato e Seus Blue Caps.

Já havíamos publicado uma entrevista com Renato Barros onde ele esclarecia aos fãs da banda Renato e Seus Blue Caps sobre a verdadeira origem do nome e criação de sua banda aqui neste vídeo:

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Porém ao tomar conhecimento do contexto do livro lançado por Eduardo Araújo, Renato Barros ficou indignado e voltou a falar sobre o assunto, exigindo uma retratação da parte do cantor…

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RENATO BARROS responde algumas perguntas e faz esclarecimento sobre o nome da banda “Renato e Seus Blue Caps”.

Conversando hoje com Renato Barros, fiz a ele algumas perguntas, as quais ele respondeu com aquele seu jeito tranquilo e simples de ser. 😉

1 – Renato, soube que no livro “O bom” Eduardo Araújo escreveu que foi ele quem deu o nome pra banda de “Renato e Seus Blue Caps”, porém nós os fãs sabemos que a historia contada por você é outra, inclusive sei que Carlos Imperial até havia depois registrado o nome mas algum tempo antes de seu falecimento ele o procurou pra lhe passar os direitos… enfim, você tem ideia do motivo que levou Eduardo Araújo a pensar que foi quem fez a escolha do nome?

2 – O fã Olivério Machado gostaria de saber como foi que você começou a tocar violão, quais as primeiras notas que aprendeu, se você teve um professor ou foi auto didata?

3 – O fã Gabriel Silva, entre outros, gostaria que você explicasse qual a referência para que o disco lançado em 1976 recebesse o título de “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”, dado que naquela data a banda já contava mais de 17 anos de estrada…

4 – Perguntei sobre a composição de Ed Wilson (Alessandro) para o LP de 1977, intitulada “ADORADA”, e embora não esteja gravado neste depoimento, depois Renato me disse que a música é bem inspirada em “That´s What I Want” (The Square Set).

OUÇAM AS RESPOSTAS

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O VÍDEO NO FACEBOOK
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“ADORADA” – Do LP Renato e Seus Blue Caps de 1977

Composição: Alessandro (pseudônimo de Ed Wilson)
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Geraldo Alves, primeiro Empresário Artístico de Roberto Carlos lança livro de memórias.

Estas duas imagens a seguir são do grupo The Clevers em sua segunda formação…

O ano era 1965 e nessa ocasião Roberto Carlos iniciava à frente do recém lançado programa, o Jovem Guarda da TV Record, e prometia colocar a banda no Jovem Guarda para promover a nova versão dos Clevers, porque os anteriores tinham migrado para “Os Incríveis”, cujo nome era o título dos LPs dos Clevers.

Foi um sufoco, muita confusão na época, mas Antonio Aguillar conta que conseguiu ultrapassar todos os obstáculos e fazer sucesso com a versão da música “No Reply” dos Beatles, título “SEM RESPOSTA”, versão escrita por Norberto de Freitas, um discotecário da Radio Nacional de São Paulo.
Essa banda chegou a tocar no Reino da Juventude da TV Record e fez outros programas de televisão em São Paulo além de ampla divulgação do sucesso “Sem Resposta”.

Em vista de se vestirem como os Beatles e lembrarem os músicos ingleses com suas roupas e cabeleiras, acabaram sendo contratados para tocar no Beco, uma casa promovida pelo famoso Abelardo Figueiredo.

Em 1968 acabou o programa Jovem Guarda e eles também se debandaram, cada um seguindo seu caminho solo, o nome ficou fora da mídia até que Aguillar voltou ao radio em 2005, com o programa Jovens Tardes de Domingo pela Radio Capital, quando formou um novo grupo com a patente The Clevers, chegando a gravar dois CDs e um DVD e continua até hoje tocando em shows e bailes.

Estou contando esta historia por que no próximo dia 9 de abril ocorrerá o lançamento do livro de Geraldo Alves, o primeiro empresário artístico de Roberto Carlos e de muitos outros artistas da Jovem Guarda, e a banda The Clevers em sua formação atual estará presente no Bar Brahma acompanhando a apresentação dos artistas convidados para o lançamento do livro.

Um detalhe: Roberto Carlos autorizou o livro de Geraldo Alves.

Hoje a formação dos Clevers tem Rod Spencer na guitarra solo, Luiz Monteiro na guitarra base e vocalista, Satoru no contra baixo, João Kramer no teclado e Evaldo Correa na batera.

Segue uma entrevista levada ao ar pela Rádio Capital em 26/03/2017, ocasião em que Antonio Aguillar conversou com Geraldo Alves. Ele contou alguns detalhes do início de carreira de Roberto Carlos, convidou para o lançamento de seu livro no dia 09 de abril, às 16h30 no Bar Brahma em São Paulo, e citou alguns cantores lançados por ele como Paulo Sérgio, Altemar Dutra, entre outros.

Ao final temos a oportunidade de ouvir um depoimento do saudoso Sérgio Murilo a Antonio Aguillar, contando por que cantava com as mãos…

Ouçam!

Geraldo Alves foi o primeiro empresário artístico de Roberto Carlos. Ele era açougueiro em Limeira, interior de São Paulo, e também acordeonista. Quando trabalhava com Roberto Carlos no inicio de carreira, Geraldo Alves levava Roberto a fazer shows em circos (era moda na época) e acompanhava o cantor com o seu acordeom ou sanfona, como era chamada na época, enquanto Roberto tocava seu violão.

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