RENATO BARROS FALA SOBRE A BANDA RENATO E SEUS BLUE CAPS NO PASSADO E NO PRESENTE!

Numa conversa informal, RENATO BARROS fala sobre a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no passado e no presente, e entre outras coisas, esclarece sobre os vocais nas gravações, as formações que a banda teve em sua longa trajetória até chegar na atual, que vem desde 1989.
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As Canções de Renato e Seus Blue Caps que tiveram voz solo de Paulo César Barros.

1 – Você não soube amar
2 – Até o Fim – 1966
3 – Feche os Olhos – 1965
4 – Ela é um mistério para mim
5 – Pra você não sou ninguém
6 – Esta Noite não Sonhei com Você
7 – Por que eu te Amo
8 – Menina Feia
9 – Não me diga adeus – As 14 mais Vol XIX – 1967
10 – Perdi a Esperança – 1967
11 – Tânia
12 – Vou Subir bem mais alto que você
13 – Se Você Soubesse
14 – A Esperança é a Última que Morre
15 – Dona do Meu Coração
16 – A Saudade que Ficou
17 – Minha Vida (… é a dor de uma saudade que ficou…)
18 – Mas não Faz Mal (Não faz mal, não faz mal, não faz mal) – 1972
19 – Tudo em Vão (Eu pensei, só Deus sabe que eu pensei, fazer de nós um só, você não quis eu sei)
20 – Se Tu Soubesses
21 – Agora é Tarde
22 – Não demore mais (Só nesta canção é um título não oficial)
Não Demore Mais (Não pense que eu esqueci de você, mas sofro assim calado que é pra ninguém saber…)
23 – Relógio
24 – Ana
25 – Vivo Só – As 14 mais – 1966
26 – Um é pouco, dois é bom, três é demais
27 – Baby, Baby
28 – Eu não quero ver você chorar
29 – Paula
30 – Sonhos de Amor
31 – Feito Sonho
32 – Guarde O Seu Amor Pra Mim
33 – Eu te Amo
34 – Batom Vermelho
35 – Coração Faminto
36 – Gatinha Manhosa
37 – Kathleen (Música gravada para o primeiro LP que tinha o Erasmo na banda, porém não foi lançada)

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RENATO E SEUS BLUE CAPS – ORIGEM E FORMAÇÕES

(1959) Renato Barros, Paulo César Barros, Euclides de Paula (ficou até 1961) Edinho (Ed Wilson), Ivan Botticcelli (entrou em 1960)

(1962) Renato Barros, Paulo César Barros, Edinho (Ed Wilson), Roberto Simonal, Cláudio Caribé, Ivan Botticcelli

(1963) Renato Barros, Paulo César Barros, Erasmo Carlos, Roberto Simonal, Toni

(1965 a 1967) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Carlinhos Carlos Alberto Da Costa Vieira, Toni

(1968) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Carlinhos, Toni, Mauro Motta

(1969 a 1970) Renato Barros, Cid, Toni, Pedrinho, Scarambone

(1971) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Scarambone, Toni, Pedrinho

(1972 a 1973) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Scarambone, Pedrinho, Gelson

(1974 a 1976) Renato Barros, Cid, Scarambone, Pedrinho, Ivanilton (Michael Sullivan), Gelson

(1977) Renato Barros, Cid, Pedrinho, Gelson

(1979 a 1983) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid, Marquinho, Gelson

(1987) Renato Barros, Paulo César Barros, Cid , Gelson

(1996 a 2013) Renato Barros, Cid Chaves, Gelson Moraes, Darcy Velasco, Amadeu Signorelli.

(2013 – ATUAL) Renato Barros, Cid Chaves, Darci Velasco, Amadeu Signorelli, Gelsinho Moraes.

Gelson Moraes morreu em 20 de março de 2013 e seu filho Gelsinho Moraes assumiu a bateria.

O conjunto começou com Renato e seus dois irmãos Paulo César e Edson (Ed Wilson).
No final dos anos 50, o gosto musical da família já vinha sendo influenciado pelo Rock’n Roll de Elvis, Little Richard e Bill Halley; certo dia Renato estava com um amigo indo assistir uma partida de Futebol (o Vasco da Gama é quem ia jogar) e viu uma fila. Era para um programa de Rádio na Mayrink Veiga, comandado por Jair de Taumaturgo.

Participaram do programa fazendo “mímica” e após uma apresentação desastrosa na rádio Mayrink Veiga, no programa “Hoje é dia de Rock”, de Jair de Taumaturgo, passaram a se dedicar à música ao vivo e meses depois voltariam ao programa.
Passavam horas trancados, aperfeiçoando a técnica em seus instrumentos. Paulo Cezar, por exemplo, começou tocando piano com dois dedos, e posteriormente, percebeu que seu negócio era o contrabaixo.
Até aí não havia sido formado um conjunto, e haviam adotado o nome de “Bacaninhas do Rock da Piedade”, numa alusão ao bairro em que foram criados no Rio de Janeiro. Logo se juntaram aos irmãos Barros os amigos Euclides (guitarrista) Gélson (baterista) e o saxofonista Roberto Simonal (irmão do cantor Wilson Simonal).

Já com o nome de Renato e Seus Blue Caps, inspirado em Gene Vincent, e sugerido por Jair de Taumaturgo, o grupo se apresentou no mesmo programa, tocando e cantando “Be-bop-a-lula”, e obteve o primeiro lugar da semana, e posteriormente, o prêmio de melhor do mês, além de terem sido muito aplaudidos desta vez. Ainda em 1960, gravaram o primeiro disco de 78 rotações, pela gravadora Ciclone, em que acompanhavam o grupo vocal “Os Adolescentes”. No ano seguinte, gravaram com Tony Billy, pela mesma etiqueta. Nesse período, Gelson deixa o conjunto e Claudio Caribê entra para ser o baterista do grupo. Após uma participação no programa do Chacrinha, na TV Tupi, foram contratados pela Copacabana, onde lançaram dois 78 rotações e dois LPs: em 1962 (Twist) e 1963, sendo que o estreante Toni Pinheiro foi o baterista neste segundo LP.

Em 62, Ed Wilson parte para a carreira solo, e Erasmo Carlos, então secretário de Carlos Imperial, assume o posto de crooner do conjunto. Foi em 1963 que Renato e Seus Blue Caps teve o primeiro vínculo com a CBS. O grupo acompanhou Roberto Carlos nas gravações de Splish Splash e Parei na Contramão.

Em 64, graças à insistência de Roberto Carlos e Rossini Pinto, o grupo é contratado pela CBS, lançando um compacto duplo. A banda, a essa altura, tinha Renato (guitarra solo), Paulo Cezar (baixo), Cláudio (que voltara ao conjunto nas gravações desse compacto), Cid (sax) e Carlinhos, primo de Renato (guitarra base). Após esse compacto, Toni retorna mais uma vez ao posto de baterista, e o conjunto fica, então, com a formação que faria grande sucesso nos anos seguintes.
A essa altura, Renato e Seus Blue Caps já era bastante conhecido no Rio de Janeiro, devido às frequentes aparições em programas de TV e apresentações em rádio.
No começo de 1965, a gravadora CBS resolve, finalmente, lançar mais um LP do conjunto. Durante as gravações, em janeiro daquele ano, Renato Barros fez, sem muitas pretensões, a versão em português para a música “I should Have known better”, dos Beatles, que recebeu o nome de “Menina Linda”. Apresentada no programa de Carlos Imperial, na TV Rio, a música causou tão boa repercussão, que foi incluída no LP, que se chamaria “Viva a Juventude!”. Logo a música entraria nas paradas de sucesso, projetando Renato e Seus Blue Caps em todo o país.

O ano de 1965 seria um marco para a carreira da banda. O sucesso – inesperado – aumenta cada vez mais, e próximo ao final do ano, com o programa “Jovem Guarda”, na Record, Renato e Seus Blue Caps conquista definitivamente seu espaço no cenário da música jovem. O LP “Isto é Renato e Seus Blue Caps” alcança excelente vendagem e dá um impulso maior à popularidade do grupo.
A banda se especializa em versões das músicas dos Beatles e de outros artistas internacionais, mas desenvolve também um estilo próprio de interpretação e composição. Muitas das versões de Renato faziam mais sucesso aqui no Brasil do que as originais em inglês. Surgem também as excursões para o exterior, e a banda atinge o ápice de sua popularidade no final de 66, com o lançamento do LP “Um embalo com Renato e Seus Blue Caps”, o disco de maior sucesso e vendagem na carreira do conjunto.
O grupo também seria o responsável pelo acompanhamento de grandes nomes da Jovem Guarda, emprestando sua sonoridade a diversos lançamentos fonográficos. O excelente LP “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” é apenas um exemplo.

Entre 1965 e 1969, foram lançados 6 LPs, todos atingindo altos índices de vendagem e execução nas rádios. Em 68, o tecladista Mauro Motta passa a integrar a banda. No ano seguinte, o grupo passa por algumas alterações. Paulo Cezar grava um compacto simples, tentando se firmar em carreira solo. Em seu lugar entra Pedrinho. Carlinhos também deixa o conjunto, e Mauro Motta dá lugar a Scarambone.

Em 71, Paulo Cezar retorna ao conjunto, mas sai do grupo novamente em 73. Enquanto isso, o ano de 1972 ficou marcado pela saída de Toni, sendo substituído pelo baterista Gélson, que faleceu recentemente, dando lugar a seu filho Gelsinho na bateria. Dois anos mais tarde, a banda passa a contar também com os vocais de Ivanílton, que mais tarde seria conhecido nacionalmente como Michael Sullivan. É possível constatar a passagem marcante de Michael Sullivan pelo grupo, ouvindo os LPs de 1974 e 1976 (10 anos de Renato…)
O grupo passa por mais modificações em sua formação já em 1977. Saem do conjunto Michael Sullivan e Scarambone. No ano seguinte, é a vez do baixista Pedrinho deixar a banda, para a volta do vocalista e também baixista Paulo Cezar Barros, que um ano antes lançara pela Emi/Odeon um bom disco com versões dos Beatles.
O ano era 1978, e além da entrada do novo tecladista Marquinho, o conjunto lança um compacto simples com as músicas “Minha Vida” e “Nega, Neguinha”. Esta última, seria um prenúncio do que viria pela frente. A grande onda era a Disco Music, e o LP anual do grupo, em 79, foi fortemente influenciado pelo ritmo das discotecas.

O primeiro ano da década de 80 trouxe como lançamento mais um compacto simples pela CBS, e no ano seguinte, o novo LP da banda, que tinha, entre as novidades, uma faixa com a participação de Zé Ramalho, que foi a música, “Mr. Tambourine Man”, versão para o clássico dos anos 60, foi a musica de trabalho, e teve até direito a clip exibido no Fantástico, da Rede Globo.

Depois de 28 anos na mesma gravadora, a banda se transfere, em 1982, para a RCA, lançando inicialmente um compacto simples, e no ano seguinte, o excelente LP “Pra Sempre”.
Porém, após esse disco, o conjunto ficou 4 anos (1983-1987) sem gravar, até que a volta aos lançamentos fonográficos se deu na Continental, com o LP “Batom Vermelho”, um sucesso de vendas e de execução, que trouxe o grupo novamente à mídia.

Em 1989, porém, Paulo César novamente deixaria o grupo, entrando Luiz Claudio em seu lugar, além de contratarem o tecladista Darci Velasco. Luiz Claudio ficaria no grupo até 1994, quando seria substituído por Amadeu Signorelli. A volta ao disco ocorreu em 95, quando a banda participou da coletânea 30 anos da Jovem Guarda, produzida por Márcio Augusto Antonucci, com 05 músicas. Em 1996, foi lançado o disco Renato e Seus Blue Caps – 1996, pela Globo Columbia.

Em 2000 participam de 03 CDs promocionais em homenagem a Roberto Carlos com 03 músicas e no final de 2001, o lançam um disco ao vivo pela Warner, contendo 05 faixas inéditas.

Vale destacar que Renato e Seus Blue Caps jamais deixou de excursionar pelo país e realizar shows e apresentações.
Atualmente, com mais de 58 anos de carreira ininterruptos, a banda é considerada como a mais antiga do planeta em atividade (banda de Rock), podendo até entrar para o Guinness Book.
Uma prova da importância de Renato e Seus Blue Caps nesta “Era Digital”, é o lançamento de seus discos e coletâneas em CD, mostrando que a música de Renato e Seus Blue Caps sobreviveu ao tempo, atravessou gerações, e se mantém viva, alegre e espontânea.
Atualmente a banda é sucesso realizando seus Shows de Norte a Sul do Brasil.

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Depoimentos de Músicos Brasileiros sobre a Influência dos Beatles.

Uma Série publicada pelo site UOL e a banda cover Zoom Beatles celebraram os 50 anos da Beatlemania e do lançamento do álbum “Please, Please Me”, dos Beatles, ocasião em que alguns músicos brasileiros foram entrevistados e deram seus depoimentos.
Para comemorar os 50 anos de “Please, Please Me” em 22 de março de 2013, 1º disco da banda que revolucionou e mudou os rumos da história da música, o UOL preparou um grande especial em vídeo, dividido em quatro capítulos.
Com depoimentos de nomes consagrados da música brasileira como Caetano Veloso, Cauby Peixoto, Ronnie Von, Ritchie, Odair José, Renato Barros (Renato e Seus Blue Caps) e Lilian Knapp (Leno e Lilian), a homenagem também conta com a participação da banda Zoom Beatles, que regravou nos mínimos detalhes o álbum para o especial. Cada faixa tem seu respectivo clipe, gravado no heliponto do prédio do UOL, em São Paulo.

Zoom Beatles

“Quem acha que não foram influência, não sabe apreciar”

“A gente fazia mais um arranjo para o Brasil, para a América do Sul, por que se tiverem que escolher entre a música gravada por vocês e a música gravada pelos Beatles, vocês vão ficar na rabeira…” disse Renato Barros

“Eles fizeram muito mais do que seria necessário. Depois, eu vi como as músicas deles eram bonitas!”, relembra Caetano Veloso. Tanto na performance nos palcos quanto no estúdio, o quarteto inglês mostrou sua genialidade ao longo de sua trajetória e continua sendo reconhecido por todas as gerações de músicos. “A ideia do pop song vem das mãos deles. Eles escreveram o manual para nós”, ressalta Ritchie.

Além dos depoimentos de Renato Barros (Renato e Seus Blue Caps), Caetano Veloso, Cauby Peixoto, Ronnie Von, Ritchie, Odair José, Lilian Knapp (Leno e Lilian), e do Radialista Roberto Maia, podemos assistir no episódio trechos dos clipes de “Do You Want To Know a Secret?”, “A Taste of Honey”, “There’s a Place” e “Twist and Shout”.

PARTE 1 – “Quando eles apareceram, era como ouvir Justin Bieber”, diz Caetano Veloso.

PARTE 2 – “A gente fazia mais um arranjo para o Brasil, para a América do Sul, por que se tiverem que escolher entre a música gravada por vocês e a música gravada pelos Beatles, vocês vão ficar na rabeira…” disse Renato Barros
“Depois dos Beatles, o ‘tio Ronnie’ virou Ronnie Von”, afirma o cantor.

PARTE 3 – “Em Goiás, acharam que John e Paul eram uma dupla sertaneja”, recorda Odair José.
Lílian Knapp menciona a amiga que cantou com os Beatles, que foi nossa querida Lizzie Bravo.

PARTE 4 – O 4º e último capítulo do “Especial Beatles – 50 anos de Beatlemania” traz detalhes do legado que a banda de Liverpool deixou e mostra como a indústria musical, desde então, tem seguido e copiado tudo que foi descoberto e aprimorado pela banda que mudou os rumos da música mundial.

O VÍDEO COMPLETO NO FACEBOOK
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DEPOIMENTO DE RENATO BARROS
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Há 50 anos ” Em Ritmo de Aventura”!

O álbum “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, foi gravado em agosto de 1967, entre os dias 16 e 18, com exceção da faixa “Eu Sou Terrível”, gravada em outubro, e teve seu lançamento originalmente em novembro de 1967, como trilha sonora do filme de mesmo nome, “Em Ritmo de Aventura”; é o mais perfeito e o mais bem-sucedido álbum de RC, da sua fase Iê-iê-Iê, cuja moldura sonora era mais uma vez guiada e ampliada pelos sons de órgão Hammond do tecladista Lafayette e pelo maravilhoso acompanhamento dos BLUE CAPS e do RC-7. A interferência do grande Lafayette é tão importante que não se sabe como ele não requereu coautoria em algumas das faixas desse disco fantástico.

“Em Ritmo de Aventura” é um primor, do início ao fim, Roberto estava inspiradíssimo e abriu o leque para várias influências, que iam além do iê-iê-iê, sinalizando o início de uma mudança de estilo em seu repertório.

Em termos musicais, Roberto flertava com a Black music, o country e o rock mainstream dos anos 60. Clássicos como “Eu sou terrível”, “Por isso corro demais”, “Quando”, “Você não Serve pra mim” e “Só vou gostar de quem gosta de mim”, e a ultra romântica “Como é grande o meu amor por você”, ajudaram a eternizar o álbum no inconsciente coletivo da juventude da época, por isso, “Em Ritmo de Aventura” seja talvez o álbum mais cultuado de Roberto até os dias atuais. (por Rubens Stone)

A faixa “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM”, uma belíssima composição de RENATO BARROS se destaca também pela performance do guitarrista com sua guitarra distorcida, o chamado efeito FUZZ.

RENATO BARROS CONTA COMO FOI QUE ROBERTO CARLOS GRAVOU SUA COMPOSIÇÃO “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM”.

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Considerado pela Revista Rolling Stone brasileira como o 24º melhor disco brasileiro de todos os tempos, o disco teve a participação de músicos de estúdio, incluindo metais, quarteto de cordas, flauta, gaita, alguns músicos do RC-5 e da banda de Lafayette, onde o tecladista teve contribuição decisiva em quase todas as faixas, substituindo eventualmente o órgão Hammond por um piano ou cravo. Porém a base de tudo foi feita por RENATO E SEUS BLUE CAPS, destaque para Renato na guitarra e Paulo César Barros no contrabaixo.

O FILME COMPLETO

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LADO A
“Eu Sou Terrível” (Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
“Como É Grande o Meu Amor por Você” (Roberto Carlos)
“Por Isso Corro Demais” (Roberto Carlos)
“Você Deixou Alguém A Esperar” (Édson Ribeiro)
“De Que Vale Tudo Isso” (Roberto Carlos)
“Folhas De Outono” (Francisco Lara – Jovenil Santos)

LADO B
“Quando” (Roberto Carlos)
“É Tempo De Amar” (Pedro Camargo – José Ari)
“Você Não Serve Pra Mim” (Renato Barros)
“E Por Isso Estou Aqui” (Roberto Carlos)
“O Sósia” (Getúlio Côrtes)
“Só Vou Gostar De Quem Gosta De Mim” (Rossini Pinto)

Historiadores dizem que a visita dos Beatles a Bangor em 1967 foi um ponto de partida para mudanças.

Há cinquenta anos atrás os Beatles chegaram a Bangor, no Norte do País de Gales, para participarem de uma Conferência de 10 dias sobre Meditação Transcendental liderada pelo Maharishi Mahesh Yogi, mas sua visita causou uma agitação não apenas entre os fãs, como também na mídia.

Foi lá que descobriram que seu empresário havia morrido, um fato que alguns dizem que marcou o começo do fim para o grupo.

Era 25 de agosto de 1967 e acabavam de lançar seu oitavo álbum de estúdio, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Eles estavam em um ponto alto da carreira e decidiram visitar Bangor, porém não para tocarem em um Show.

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse que a visita da banda ao norte de Gales foi incomum desde o início.
George Harrison, o guitarrista dos Beatles, conheceu Maharishi Yogi, um guru da Meditação Transcendental – uma forma de meditação silenciosa – que os convidou para a sua conferência na cidade de Gwynedd.

“George Harrison ficou muito interessado no que o Maharishi estava ensinando e levou John e Paul a uma sessão em Londres, seguida imediatamente no retiro em Bangor, no local onde funcionava o Normal College, e agora parte da Universidade de Bangor,” disse o Prof Collins.
“Eles simplesmente pularam em um trem e estavam aqui algumas horas depois de decidirem fazer isso.”

“A imprensa certamente estava muito atenta ao que estava acontecendo. Havia um grande interesse pelo fato de que os Beatles pareciam ter descoberto o misticismo oriental e havia suspeitas sobre o fato em torno da imprensa na época.
“Aquilo realmente levou todos a Bangor para segui-los, além de criar um grande interesse na localidade”.

John Lennon pouco antes da partida do trem da Estação de Euston para Bangor.
GETTY IMAGES

Não foi apenas a imprensa que veio – os fãs também se reuniram.
Os Beatles ficaram no Normal College, agora o Centro de Gerenciamento da universidade.
Len Jones era um dos jardineiros da época e disse que eles causaram bastante reviravolta.
“Eu vim aqui às oito da manhã para começar a trabalhar e havia centenas de pessoas aqui. Eles estavam cantando e estavam meditando”, disse ele anteriormente.
“Os Beatles vieram então, e ninguém conseguia se mover com aquelas centenas de pessoas, especialmente as meninas. E todos estavam gritando ‘Beeeeatles, onde estão vocêsssss’?
“Toda a Universidade, todos pararam de trabalhar por um dia ou dois. Era o paraíso e realmente colocava Bangor no mapa”.
Mas The Beatles não estaria em Bangor por muito tempo. Eles chegaram na sexta-feira – e no domingo, o telefone público tocou no corredor dos salões da universidade onde ficavam.
Eventualmente, alguém respondeu o telefone e Paul McCartney recebeu a notícia de que seu Empresário Brian Epstein havia sido encontrado morto.

Ao tomarem conhecimento sobre a morte de Brian Epstein, The Beatles decidiram voltar para Londres.
Imagem: GETTY IMAGES

O jornalista Freelance Derek Bellis foi convocado para Bangor para entrevistar os Beatles sobre a notícia.
“Foi uma ocasião estranha, suponho que surreal seja a palavra que resume”, lembrou o senhor deputado Bellis.

“John foi quem mais falou nas entrevistas e ele disse que o Maharishi havia dito que eles deveriam lembrar as coisas felizes e as coisas construtivas.
“Parecia como se o Maharishi fizesse algumas observações bastante neutras, e agora você pudesse descrevê-las”.
Historiadores disseram que foi um ponto de virada para os Beatles. Sem Epstein para manter o grupo em conjunto, eles passaram mais e mais tempo em seus próprios projetos antes de se separarem definitivamente em 1970.

“Vir a Bangor foi coisa de George Harrison, mas John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr foram junto. Depois da morte de Brian Epstein, isso não aconteceu tanto, e os Beatles começaram a seguir suas próprias rotinas individuais,” disse o Prof Collins.
No entanto, as pessoas em Bangor ainda sentem orgulho de sua conexão com a banda. “Há todas as histórias que todos que moram em Bangor conhecem”, acrescentou o Prof Collins.
“Como a visita dos Beatles ao restaurante chinês, onde George tinha um bilhete de banco na sola do seu sapato e essa era a única maneira deles garantirem o pagamento, porque eles não carregavam dinheiro com eles.

“Há fotos de Paul McCartney em lugares estranhos ao lado da Estrada da Universidade, que são parte da conscientização local das pessoas sobre a estada dos Beatles.
“Se você mora em Bangor e aparece um novo livro sobre os Beatles, a primeira coisa que você faz é ir no índice e procurar Bangor!
“Está sempre constando lá e você pode ler o pouco da historia de quando os Beatles fizeram parte do seu mundo brevemente”.
Essa conexão ainda está marcada até hoje – há uma placa na universidade e uma laje de ardósia na rua principal lembrando esses três dias em 1967, quando os Beatles chamaram a atenção do mundo para Bangor.

Por Chris Dearden
BBC News

Tradução: Lucinha Zanetti

MAIS SOBRE OS BEATLES EM BANGOR

RENATO E SEUS BLUE CAPS NO TEATRO CASTRO ALVES – SALVADOR

SHOW DA BANDA REALIZADO EM 19/08/2017 NO TEATRO CASTRO ALVES EM SALVADOR.

Renato Barros e Cid Chaves na TV Bahia – Programa Bahia Meio-Dia em 19/-8/2017.

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Medley

Medley-2

Medley-3

MENINA LINDA

SMILE

EU SEI QUE VOU TE AMAR

CORCOVADO

MOMENTO ESPECIAL E BASTANTE ESPERADO

Renato Barros canta sua composição ‘MAIOR QUE O MEU AMOR”, gravada por Roberto Carlos, acompanhado pelo violinista Rodrigo, garoto que Renato pegou no colo, conheceu ainda criança, e que hoje dividiu o palco com ele neste momento lindo.

MAIOR QUE MEU AMOR

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Os vídeos na Página Oficial da Banda no Facebook:

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RENATO E SEUS BLUE CAPS NO TEATRO CASTRO ALVES EM SALVADOR – MEDLEY

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RENATO E SEUS BLUE CAPS EM SALVADOR – TEATRO CASTRO ALVES (19/08/2017)
HOMENAGENS A CHARLES CHAPLIN, TOM JOBIM E VINÍCIUS DE MORAES

FOTOS

As Composições de Renato Barros Gravadas por Roberto Carlos.

RENATO BARROS
Foto by Henrique Kurtz
25/07/2017

Ao longo de sua carreira o cantor Roberto Carlos gravou 04 canções compostas por RENATO BARROS, que são:

1 – O FEIO (Getúlio Côrtes/Renato Barros)

LP Jovem Guarda lançado em novembro de 1965 sob o número CBS 37432.

2 – VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM (Renato Barros)

LP Em Ritmo de Aventura lançado em novembro de 1967 sob o número CBS 37525.

3 – NÃO HÁ DINHEIRO QUE PAGUE (Renato Barros)

LP O Inimitável lançado em dezembro de 1968 sob o número CBS 375851.

4 – MAIOR QUE O MEU AMOR (Renato Barros) – LP Roberto Carlos lançado em 1970.

5 – VOCÊ NÃO SABE O QUE VAI PERDER (Renato Barros) – LP Roberto Carlos lançado em 1971.

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RENATO BARROS em 25/07/2017
Foto: henrique Kurtz

ISTO É RENATO BARROS!

Hoje está fazendo um ano que publiquei a primeira conversa gravada via Internet com o líder da Banda Renato e Seus Blue Caps, o grande músico , compositor e produtor musical, Renato Barros.

Neste primeiro vídeo Renato Barros falou sobre algumas de suas composições, citou os Beatles, falou de sua amizade com Getúlio Côrtes e como começou a parceria deles em composições, lembrou Gileno e de quando compôs “Devolva-me” para a dupla Leno e Lílian, falou sobre as composições suas que Roberto Carlos gravou, explicou por que usou os pseudônimos Richard Brown e Richard Young, finalizando com sua composição em parceria com Vadinho, intitulada “Eu e Você” gravada pelo Roupa Nova e José Augusto e que foi tema da novela Tieta, enfim, uma conversa informal que poderá ser ouvida aqui neste vídeo.

Depois Renato convidou o amigo Getúlio Côrtes e gravamos também esta conversa muito bacana aqui, ocasião em que ele me apresentou o compositor Getúlio Côrtes, que contou a historia de como surgiu sua composição “Negro Gato” entre outras curiosidades…

Depoimento sobre o cantor Reginaldo Rossi:

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Sobre a gravação da música “Tudo morreu quando perdi seu amor”, gravada pela Wanderléa, Renatodiz:

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Neste vídeo Renato Barros fala sobre seu gosto musical, onde ele me contou como foi influenciado por sua família a ouvir os clássicos da música americana e de como introduziu músicas internacionais em seus Shows com a banda Renato e Seus Blue Caps.


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Renato Barros contando suas memórias.

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RENATO BARROS FALA SOBRE O REPERTÓRIO DOS SHOWS DE RENATO E SEUS BLUE CAPS
Numa conversa informal via Messenger (desculpem as falhas do sinal da Net…), Renato Barros explica sobre a escolha do repertório nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

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Aqui Renato Barros explica sobre a escolha do repertório musical nos shows da banda.

Neste vídeo Renato faz esclarecimentos aos fãs sobre a gravação de um DVD da banda Renato e Seus Blue Caps.

Um depoimento de Renato sobre a banda The Fevers:

Além de contar algumas novidades, Renato esclarece sobre os convites que recebe para tocar guitarra e envia mensagem ao seu Fã Clube no Facebook, RENATO E SEUS BLUE CAPS BRASIL (FÃ CLUBE).

Sobre o LP “Suco de Laranja”, Renato Barros disse…

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Aqui a historia da canção “AMOR SEM FIM”. É uma canção gravada por Renato e Seus Blue Caps e composta por Renato Barros que saiu em CD pela Globo/Columbia sob o número 419.086, em setembro de 1996 e foi ouvida inclusive por George Martin.

Renato conta que a música é cheia de historias, ouçam aqui:

Neste vídeo Renato Barros faz alguns esclarecimentos aos fãs da Banda Renato e Seus Blue Caps.

– Esclarecimento sobre a criação do nome da banda por Jair de Taumaturgo e não por Eduardo Araújo;
– Renato conta como aprendeu a tocar violão;
– O disco de 1976 e o nome polêmico: “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”;
– A música “Adorada”, do LP de 1977, que foi inspirada em “That’s what I want” (The Square Set).

Novamente um esclarecimento sobre a escolha do nome da banda:

Neste vídeo um assunto muito discutido pelos fãs, que é sobre os vocais nas canções de Renato e Seus Blue Caps.

Atendendo a inúmeras perguntas sobre quem canta nas gravações dos discos, Renato Barros explica como eram escolhidas as vozes e por que hoje há certa dificuldade em se identificar os vocais em cada uma delas…

RENATO BARROS responde a minha pergunta “por que Renato e Seus Blue Caps é chamado de ‘biruta’, comenta sobre a repercussão da sua homenagem à Bossa Nova nos Shows da Banda e explica como fez o arranjo da canção Hotel California em seus Shows.

RENATO BARROS faz esclarecimentos sobre sua participação como guitarrista acompanhando os cantores da CBS.
Cita a musicalidade de seu irmão Paulo César Barros, faz elogios ao Lafayette, lembra o amigo Mauro Motta e muito mais.

As músicas gravadas por Jerry Adriani e que foram mencionadas nesta conversa são:
“Preciso de Você Agora”, “Se Pensamento Falasse”, “Palavras de Carinho”, “És meu Amor”.

Músico diferenciado e pessoa carismática, Renato Barros agradece publicamente todo carinho que recebe de seu público e fãs de Norte a Sul do Brasil.
Como costumo dizer entre amigos, se no Brasil existisse a comenda britânica ele deveria receber o título de Sir Renato Barros.

RENATO BARROS fala sobre os momentos de lazer em um Bar Restaurante na Tijuca, onde costuma frequentar e cantar, sempre na companhia de amigos.

A historia de como surgiu a canção “Memórias” e “A Primeira Lágrima”:

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DEPOIMENTO DE RENATO BARROS SOBRE O GUITARRISTA CELSO BLUES BOY
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De como RENATO BARROS teve a sua canção “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM” gravada por ROBERTO CARLOS.
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DE COMO SURGIU A CANÇÃO “NEGRO GATO”, de GETÚLIO CÔRTES
RENATO BARROS e GETÚLIO CÔRTES contam a historia da canção “Negro Gato”, que foi gravada por Renato e Seus Blue Caps no LP Viva a Juventude e posteriormente por Roberto Carlos, no LP de 1966.

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… Falávamos sobre as comemorações pelos 100 anos de Dalva de Oliveira… quando de repente…

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Mensagem para a amiga DIVINA VALÉRIA
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RENATO BARROS envia mensagem para GERALDO ALVES e relembra a importância da banda Renato e Seus Blue Caps para a CBS e o sucesso de vendagem de discos, mesmo não tendo tido apoio da mídia.
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Numa conversa informal, RENATO BARROS fala sobre a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no passado e no presente, e entre outras coisas, esclarece sobre os vocais nas gravações, as formações que a banda teve em sua longa trajetória até chegar na atual, que vem desde 1989…
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RENATO BARROS CONTANDO QUEM O AJUDOU NO INÍCIO DE CARREIRA (MENSAGEM PARA ANTONIO AGUILLAR) E TAMBÉM QUEM TENTOU PREJUDICAR A BANDA.

RENATO BARROS fala sobre quem ajudou a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no início de carreira e manda mensagem para o “Timoneiro da Juventude”, ANTONIO AGUILLAR.
Ele também fala sobre quem o prejudicou durante sua trajetória artística… ouçam!
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