RENATO BARROS FALA SOBRE OS BAIXISTAS QUE PASSARAM PELA BANDA E ESCLARECE A CURIOSIDADE DOS FÃS SOBRE A CAPA DO ÁLBUM DE 1969.

Perguntei a Renato Barros quais foram os baixistas que passaram pela banda Renato e Seus Blue Caps e se Cadinho (Cláudio) entrou depois de Pedrinho e antes do Amadeu. Renato respondeu que foi no final dos anos 80, depois da saída do Pedrinho e antes da entrada do Amadeu (atual baixista da banda). o início da gravação falhou, me desculpem), inclusive citou que ele aparece no documentário “Renato e Seus Blue Caps, Uma Historia de Sucesso”, exibido pela TV Manchete, produzido por Ney Padilha, e já publicado na página oficial da banda no Facebook.
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Ouçam neste vídeo a seguir a resposta de Renato Barros:

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O VÍDEO NO FACEBOOK:

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Sobre a capa do disco de 1969, Renato explica que era uma época em que estava em voga o psicodelismo, então eles acharam por bem fazer uma capa psicodélica, usando algumas roupas do tipo e tal. O fotógrafo da CBS disse que conhecia um lugar bem legal para este propósito, e indicou a Gamboa no Rio de Janeiro. E lá foram eles. Na época a formação era Renato, Cid, Pedrinho, Scarambone e Tony, e encontraram um muro meio em ruínas, ao lado de um portão, e fizeram a foto.

O primeiro que aparece, e está de colete preto, é o Pedrinho, baixista.

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RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC (1996) – Um registro Histórico.

Foi em 15 de junho de 1996 que a cidade de Joaçaba em Santa Catarina recebeu pela primeira vez a banda Renato e Seus Blue Caps.

A Recepcionista Dirce atendendo Renato e Seus Blue Caps

Pouco antes do início do Show, Bolinha entrevistou a banda, que na ocasião estava para lançar um disco, e aqui podemos ouvir Renato Barros falar sobre o CD lançado em setembro de 1996, citando a música “Amor sem Fim”, que conforme já publicamos aqui, foi ouvida por George Martin, produtor dos Beatles, que parece ter gostado muito da canção.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 – (Entrevista e Fotos)

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Depois desta histórica entrevista realizada e gravada por Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, a banda se apresentou no Clube da AABB em Joaçaba.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 (Entrevista e Show).

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“SET LIST”

1 – Vou Subir bem Mais alto que Você
2 – Se Você Soubesse
3 – Como num Sonho
4 – Não vá embora sem me dizer
5 – Dona do meu Coração
6 – Não te Esquecerei
7 – O meu primeiro amor
8 – Até o Fim
9 – Você não Soube Amar
10 – Memórias
11 – Pare o Casamento
12 – Pobre Menina
13 – Festa de Arromba
14 – O Pica Pau
15 – Pode Vir Quente que eu Estou Fervendo
16 – O Bom
17 – Primeira Lágrima
18 – A irmã do meu melhor amigo
19 – Feche os Olhos
20 – Não me Diga Adeus
21 – Meu Bem não me Quer
22 – Menina Linda
23 – Obrigado pela Atenção

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As imagens do Show, a Entrevista e as fotos são do acervo de Antonio Carlos Pereira, que ele gentilmente enviou a mim e ao Renato Barros em DVD.
BLOG: OS DISCOS DO BOLINHA

A MELHOR MÚSICA DO ANO 2000!

Em 2001 o SBT apresentou o Troféu Imprensa, ocasião em que RENATO BARROS e LÍLIAN KNAPP receberam o prêmio pelas mãos de SILVIO SANTOS, no SBT, pela composição da música eleita a melhor do ano 2000, que foi “DEVOLVA-ME”.
A regravação foi feita por ADRIANA CALCANHOTTO, e escolhida como MELHOR MÚSICA DO ANO 2000.
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No Youtube


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FOTOS

 

Sonia Abrão votou contra… Lamento… rsrs

RENATO BARROS COMENTANDO O LP RENATO E SEUS BLUE CAPS DE 1963.

Em 30 de novembro de 2017 tive a oportunidade de gravar com RENATO BARROS sobre o álbum Renato e Seus Blue Caps de 1963, ocasião em que ele recordou alguns fatos curiosos e até mesmo engraçados.

Falamos sobre o programa de Jair de Taumaturgo, que foi quem escreveu na conta-capa do disco;

Renato também teceu comentários sobre as gravações de “Lobo Mau”, versão de Hamilton di Giorgio;

A música “Comanche” versus “Apache”;

O bebê em “Boogie do Bebê”, que na verdade era uma atriz;

As músicas não autorizadas, como “Kathleen”;

A paródia não autorizada, “O Bode e a Cabra”, uma gravação que foi descoberta por Leno Azevedo nos arquivos da CBS… e muito mais!

Ouçam o vídeo com trechos das músicas e os comentários de Renato. 😉
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O MESMO VÍDEO NO FACEBOOK

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RENATO E SEUS BLUE CAPS

Lado 1

– Limbo Rock
– Walking My Baby Back Home
– Estrelinha (Little Star)
– The Wanderer (O Lobo Mau)
– Comanche

Lado 2

– Boogie do Bebê
– Ford de Bigode
– What’d I Say
– Relax
– Stand Up

“Sim, eu os conheço muito bem. E justamente por isso, falo com base sobre as virtudes musicais destes jovens que integram o conjunto ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS”.
Foi-me dada a satisfação de acompanhar a evolução dos moços que, no princípio, tinham apenas intuição artística e hoje, para gáudio da mocidade, formam um conjunto dos mais homogêneos e de grande valor.

Faço um retrocesso no tempo e encontro-me exatamente na época em que conheci ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS”, há alguns anos. Estava na minha sala, na Rádio Mayrink Veiga, um grupo de amadores para se inscrever no programa “Hoje é Dia de Rock”, a fim de concorrer ao troféu, fazendo… mímica! E, a bem da verdade, até que não se saiu mal, pois conseguiu alcançar classificação de destaque. Lembro-me bem de Renato, Paulo César, Edinho (hoje categorizado intérprete, aplaudido por suas gravações como Ed Wilson e que naquele período era o crooner) e mais alguns companheiros, dando já mostras de acentuada inclinação para a música, improvisando as mais variadas encenações para os seus números mímicos, procurando dar vida ao conteúdo dos discos.
Mas, de espírito valente, como acontece com todos os jovens, acharam que podiam e deviam ultrapassar o terreno da imitação, para atingir um campo mais concreto, mais palpável. Do pensamento à ação, foi um pulo.
Dotados de uma extraordinária vontade, dedicaram-se à música ao vivo.
Seus primeiros instrumentos, adquiridos com muito sacrifício (moços pobres) não lhes permitiam mostrar a técnica resultante de horas e mais horas de estudos e de ensaios.
(Vale aqui lembrar que Paulo César, atualmente um exímio contrabaixista, começou tocando piano com dois dedos, para depois chegar À CONCLUSÃO DE QUE SEU INSTRUMENTO FAVORITO ERA OUTRO.)
O tempo, todavia, haveria de ajudar e hoje ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS” possuem um notável instrumental que, manejado por mãos hábeis, transmite toda a alegria e vibração que encontramos na música moderna.
A meu ver, o que mais impressiona no Conjunto, é a simplicidade de seus componentes. Embora com algumas alterações desde a formação inicial, continuam a ser os mesmos rapazes corretos, educados e com os quais dá gosto lidar.
A sua popularidade é enorme (pude comprová-lo pessoalmente numa série de shows dentro e fora do Rio).
Seu repertório é atualíssimo, pois são selecionadas com critério as composições de evidência entre tantas que moços e moças cantam e assobiam.
É, enfim, um verdadeiro conjunto.
Seus componentes: RENATO BARROS (chefe do grupo), guitarra elétrica; PAULO CESAR, contrabaixo; ROBERTO SIMONAL, sax; ERASMO CARLOS, guitarra elétrica e também crooner; e, finalmente, TONIO, bateria.
A COPACABANA, ao lançar este que é o segundo LP de RENATO E SEUS BLUE CAPS, alcança dois objetivos: mais um premio ao talento dos jovens músicos e um grande lançamento para a juventude brasileira, que encontrará, não tenho a menor dúvida, um excelente entretenimento para suas horas de lazer.
De resto, só me cabe aconselhar ao discófilo: ouça as várias faixas deste microssulco e divirta-se a grande!”

Por JAIR DE TAUMATURGO

O LP TWIST (1962) COMENTADO POR RENATO BARROS.

Ouvindo “TWIST” e o nascimento da Bossa Nova na companhia de RENATO BARROS.

Destaques:

– Gravado pela Copacabana Discos, o nome da primeira faixa, “Peppermint Twist”, era de uma boate em Nova York chamada Peppermint;

– Renato conta como surgiu a ideia de se fazer o disco com os artistas cantando 04 músicas cada um;

– Na música “I like Twist with my baby” o pai de Renato faz participação batendo palmas;

– O grupo “Os Cariocas” participam em duas músicas fazendo “backing vocal”: Cuide Certinho do Meu Bem, versão de Demetrius e Bonequinha, composição de Renato Barros.

– O caso da ausência de um baterista para a gravação do disco, o que fez com que Renato Barros tocasse a bateria em uma das músicas do disco.

NOTA: O Diretor da Copacabana Discos a quem se referiu Renato Barros era Nazareno de Brito.

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O mesmo vídeo no Facebook:

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O LP TWIST de 1962 gravado por Renato e Seus Blue Caps é composto pelas seguintes faixas:

01 – Peppermint Twist
02 – Chega (Makin Love)
03 – I Like Twist With My Baby
04 – Sinal Ocupado (Busy Signal)
05 – Meu Anjo da Guarda
06 – Summer Comes Again
07 – Blue Caps Twist
08 – Eu Quero Twist
09 – Hey, Brotinho
10 – Cuide Certinho do Meu Bem (Take Good Care of My Baby)
11 – Namorando
12 – Bonequinha

Formação:

Renato Barros: Guitarra Solo
Paulo Cesar Barros: Baixo
Edson Barros (Ed Wilson): Guitarra Rítmica
Roberto Simonal: Sax
Claudio: Bateria
Ivan Botticelli: Piano
Reynaldo Rayol e Cleide Alves: Vocal

Renato Barros e Lucinha Zanetti – Teatro Bradesco São Paulo março 2017

RENATO BARROS NO RIO DE JANEIRO / LUCINHA ZANETTI EM PIRACICABA

REGISTRANDO A HISTÓRIA DO ROCK BRASILEIRO

EM 29 DE NOVEMBRO DE 2017

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RENATO BARROS CONTA COMO CONHECEU IVAN BOTICELLI, EX BLUE CAP.

Complementando sobre o disco “Twist” que publicamos ontem, 30/11, RENATO BARROS fala sobre a participação de IVAN BOTICELLI na banda Renato e Seus Blue Caps, que foi de 1960 a 1962, e de como eles se conheceram, que foi em uma daquelas “gigs” que os jovens músicos costumavam fazer… Neste vídeo, cenas do filme “Rio, Verão e Amor”, em cuja abertura Boticelli toca piano no conjunto de Bossa Nova.


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NO FACEBOOK:

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Renato e Seus Blue Caps faz nostalgia virar realidade durante show em Arapiraca, Alagoas.

A Música tem um poder invisível – daqueles que só se pode sentir. Foi o que se viu logo após a Segunda Guerra Mundial. O mundo estava tomado pelo terror do genocídio de milhares de inocentes, além dos reveses de soldados que lutavam contra um poder totalitário e fascista, coisa que a gente não quer tornar visível nunca mais.

Foi nesse campo de batalha que a geração pós-guerra se viu diante de um vazio existencial tremendo. Surgiram os poetas beats e uma música dançante chamada Rock N’ Roll, ali em meados de 1950.

No fim daquela década, alguns irmãos se juntaram para formar uma banda com sotaque tupiniquim e expressar o que sentiam aquela altura. Eram Renato Barros, Ed Wilson e Paulo César Barros. Os “Bacaninhas do Rock da Piedade”, nome de um bloco de carnaval no bairro da Piedade no Rio de Janeiro, onde cresceram, e logo se tornaram sucesso local após a gravação de seu primeiro long play (LP) “Twist”, em 1962, tocando na rádio e no programa Os Brotos Comandam, de Carlos Imperial.

Mas a influência de outros garotos igualmente sonhadores do outro lado do oceano atlântico, os Beatles, invadiu o gosto musical daqueles jovens brasileiros de tal modo que a banda Renato e Seus Blue Caps não seria mais a mesma. E eles explodiram no país inteiro.

Vários hits deles são versões do quarteto de Liverpool, que dominaram as paradas mundiais com seus hits por muito tempo. A mensagem era clara: diversão, amor e envolvimento verdadeiro em um cenário onde se vislumbrava a paz, depois de uma guerra insensata em escala global.

Renato e Seus Blue Caps botaram mais de 2 mil pessoas para dançar (Foto: Genival Silva)

Esse foi o pavimento para o que veio a se chamar depois de “Verão do Amor”, a partir de 1967, embalado pela psicodelia e o desejo harmônico de uma sociedade igual e vívida.

Jovem Guarda

Na esteira dessas movimentações culturais, o Brasil viu toda uma geração emergir com um som denominado “Jovem Guarda”, ou iê-iê-iê (termo originário da canção She Loves You, dos Beatles).

As bases dos Beatles abriram as porteiras para as canções autorais e elas já estavam na boca do povo – e na sola dos pés. Ninguém ficava parado.

E esse revival se deu neste sábado (28/10/2017) com a apresentação de Renato e Seus Blue Caps em show gratuito no Bosque das Arapiracas, dentro da Semana do Servidor 2017, em Arapiraca, Alagoas.

Quem estava na plateia não conseguia não dançar com músicas como “Não Te Esquecerei”, “Feche os Olhos”, “Menina Linda”, “Até o Fim”, “Tudo o Que Eu Sonhei” e até surpresas como “Corcovado”, de Tom Jobim”, e “Smile”, do gênio Charlie Chaplin.

“Estamos levando a cultura musical para o nosso país, coisa que estamos precisando bastante ultimamente. Nossas músicas não carregam apenas nostalgia, mas, sim, a identidade de toda a nossa geração sonhadora. Obrigado, Arapiraca, por essa receptividade calorosa e, ao mesmo tempo, parabéns pelos seus 93 anos de liberdade”, diz o cantor e guitarrista Renato Barros, no alto de seus 74 anos de idade e ainda na linha de frente da banda.

O momento foi também para prestar um tributo ao comunicador Jarbas Lúcio (Foto: Genival Silva)

Direto de Fortaleza, quem estava curtindo por lá era o engenheiro mecânico José Ailton Leão Barbosa, de 62 anos. Ele nasceu em Arapiraca e foi embora para o Ceará em 1975, mas firmou amizades em Arapiraca. “Está sendo um momento bem bacana porque estou revendo vários amigos de infância e ainda aproveitando para reviver aqueles dias com essas músicas. Esse ambiente é muito bom e saudável”, conta.

E quem cantava todas as músicas era a servidora pública e administradora Mary Selma Brito, que atua na assistência de contabilidade da Secretaria Municipal de Finanças. “Não tem tempo ruim com essas canções! O prefeito Rogério está de parabéns por ter trazido o Renato, valorizando ainda mais o nosso trabalho como servidores do povo. Isso é um estímulo e tanto”, pontua ela, que trabalha na Prefeitura há cinco anos.

Na oportunidade, diversos artistas da terra se apresentaram no show de abertura, homenageando os servidores públicos de Arapiraca, com a banda Dija e Pé de Balcão dando todo o apoio instrumental aos cantores Beto Borges, Ginaldo, dr. Walberto, Jorginho, César Soares, Gorete, Adailton Reis, Olga Soares, Os Diamantes e Maurício Fernandes.

O momento também foi de tributo a um dos maiores comunicadores do Brasil, o eterno Jarbas Lúcio. Sua família recebeu uma placa, reverenciando seu trabalho, das próprias mãos do prefeito Rogério Teófilo.

De lá, ele desceu e ficou no meio do povo, curtindo os shows como todo bom jovem da Jovem Guarda. Dentro da megaestrutura montada – parte dela permanecerá para os festejos de Emancipação Política nesta segunda-feira (30) –, segundo a organização, havia mais de 2 mil pessoas dançando, cantando e sonhando junto mais uma vez.


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Por Prefeitura de Arapiraca

Explicações sobre alguns efeitos de guitarra em canções de Renato e Seus Blue Caps.

O músico Edson Fraioli de Mattos, guitarrista de Ribeirão Pires/SP, gravou em vídeo algumas explicações sobre os efeitos de guitarra nas gravações de algumas canções de Renato e Seus Blue Caps, e hoje foi a vez de “Ana”.

Edson dividiu as explicações em dois vídeos, sendo um só do efeito de eco da guitarra e o outro com o bônus da harmonia do refrão e da execução dela inteira.

Ana – Renato e Seus Blue Caps – Parte 1 – Guitarra com efeito de Delay (Eco)

Neste vídeo a explicação sobre o efeito de Delay (Eco) aplicado na guitarra principal da música Ana (versão de Anna Go To Him), faixa do disco Renato e Seus Blue Caps de 1967, de autoria de Arthur Alexander e versão de Lisna Dantas.

1) Embora o andamento da música seja aproximadamente 120bpm, deve-se regular o efeito de Delay para um tempo de semicolcheia em cima de 114bpm (132ms) para apenas uma repetição (Feedback no mínimo) e com o volume máximo para o efeito da repetição.

2) Não utilizar Reverb, ou o mínimo possível, para não “embolar” as notas repetidas.

Ana – Renato e Seus Blue Caps – Parte 2 (Bônus) – Harmonia do Refrão e Execução na Íntegra.

Neste vídeo a execução na íntegra e análise sobre alguns acordes do refrão da música.

Acordes incomuns encontrados no refrão da música: C7/9 – Dó Maior com Sétima e Nona Em7(b5) ou Em7/-5 ou ainda Eø – Mi Menor com Sétima Menor e Quinta Diminuta ou simplesmente Mi Meio Diminuto.

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Neste outro vídeo uma explicação sobre a introdução de guitarra da música “Você Não Serve Pra Mim”, de autoria de RENATO BARROS e gravada por ROBERTO CARLOS no disco “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (1967).

O vídeo tem por finalidade mostrar as várias formas de executar a introdução da música (afinações alternativas nos bordões) e a sonoridade (timbre) de uma guitarra com captação simples ligada a um pedal de distorção do tipo Fuzz.

Distorção Fuzz: Dunlop Fuzz Face.
Guitarra: Tagima TG-530 com captadores e elétrica customizados.
Amplificador: Fender Stage 100.


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