George Freedman Revival

Inspiração

A Jardineira

When the Saints go Twisting in

Nosso Amor

Tinha que Ser

Você e Eu

Correio Sentimental

Canto em Blue

O Chinelinho

Quando me Enamoro

Você Devia me Amar

Amor Colorido

Não entendo o motivo de seu Adeus

Meu Carrinho

Jambalaya

O Meu Anjo

Não Brinque Sally

Pretty Blue Eyes

Lurdinha

Coisinha Estúpida

Good Luck Charm

Olhos Cor do Céu

A Nossa Infância

Anúncios

Desconstruindo Helter Skelter

Vocal

 

Guitarra isolada

 

Guitarra de Paul e George

 

Helter Skelter – John e o baixo Isolado

 

Helter Skelter – A bateria de Ringo

Helter Skelter – Letra e tradução

Helter Skelter
Tobogã

When I get to the bottom
Quando eu chego no final da descida
I go back to the top of the slide
Eu volto para o alto do tobogã
Where I stop and I turn
Onde eu me preparo
and then I go for a ride
para aí dar mais uma volta
Till I get to the bottom
esperando chegar no final da descida
and I see you again, yeh, yeh yeh
para me reencontrar contigo

Do you, don’t you want me to love you
Você quer ou não quer que eu te ame?
I’m coming down fast,
Eu estou descendo velozmente
but I’m miles above you
sabendo que estou milhas acima de você
Tell me, tell me tell me, c’mon tell me the answer
Responda-me, responda-me, vamos lá, responda-me o que te perguntei
Well you may be a lover but you ain’t no dancer
Como dançarina vc é uma boa amante
(nota: pode ser no sentido de que ela não entra no jogo dele demonstrando não estar a fim por não entrar no ritmo dele. Ele tem altos e baixos com ela, e se acha acima dela porque só a encontra ‘em baixo’, daí a relação com o tobogã – pode haver alguma conotação com ‘ela’ sendo a droga)

Helter Skelter, Helter Skelter, Helter Skelter, yeah, hu hu
Tobogã, tobogã, tobogã… é isso aí
Will you, won’t you want me to make you
Você vai ou não vai querer que eu te faça chegar lá?
I’m coming down fast, but don’t let me break you
Eu estou descendo velozmente mas não deixe que eu te atropele
Tell me, tell me, tell me the answer
Responda-me, responda-me, responda-me o que te perguntei
You may be a lover but you ain’t no dancer
Como dançarina vc é uma boa amante

Look out!
Se liga
Helter Skelter, Helter Skelter, Helter Skelter, oooh…
Tobogã… tobogã…tobogã…
Look out, ‘cause here she comes …
Se liga, por que é por aqui que ela ‘dá as caras’….

When I get to the bottom…….. (repete o início)

Helter Skelter
Tobogã
She’s coming down fast
ela está descendo rapidinho (pode estar se referindo ao efeito das drogas passando)
yes she is yes she is
sim ela está; sim, ela está
coming down fast
está descendo rapidinho

I got blisters on my fingers!!!
Fiquei com bolhas nos dedos (seria uma frase de Ringo mostrando os dedos feridos pelas baquetas)

Há 45 anos acontecia a primeira exibição ao vivo, via satélite, com The Beatles!

Em 25 de junho de 2012 comemoram-se os 45 anos em que foi exibido ao vivo para o mundo, o maior hino de todos os tempos: a canção “All You Need is Love”, dos Beatles!

Foi o momento mais célebre da era Beatle e aconteceu em 1967, o maior dos anos daquela antológica década que foram os anos 60!

Em 1967 a equipe do canal londrino BBC convidou os Beatles a participarem do primeiro evento transmitido mundialmente ao vivo, via satélite, simultaneamente para 26 países, que era o programa “Our World”. Esse trabalho envolveu redes de TV das Américas, Europa, Escandinávia, África, Austrália e Japão.

O programa “Our World”  é considerado o primeiro programa internacional ao vivo de televisão via satélite. A época estava politicamente tensa e o  programa foi produzido no espírito do chamado Verão do Amor, tendo sido as roupas desenhadas pelos The Fool (designers holandeses responsáveis pelas imagens da loja Apple dos Beatles).

Tendo sido solicitado aos Beatles que escrevessem uma música cuja mensagem pudesse ser entendida por todos os povos do planeta, a dupla Lennon & McCartney (John Lennon e Paul McCartney) começou a trabalhar separadamente em diferentes letras, até que John Lennon acabou escrevendo esse clássico que se encaixou perfeitamente ao objetivo proposto, pois a mensagem de amor contida na canção poderia ser facilmente interpretada ao redor do mundo todo.

Os Beatles foram transmitidos ao vivo diretamente dos Estúdios em Abbey Road, no dia 25 de junho de 1967. A canção foi gravada durante a apresentação, embora eles tivessem preparado antecipadamente – num período de cinco dias – as gravações e a mixagem antes da transmissão. A letra trazia uma mensagem de paz nos tempos da Guerra do Vietnã.

Os Beatles convidaram vários amigos para participarem do evento, cantando o coro da canção, e entre eles estiveram presentes Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Marianne Faithfull, Keith Moon e Graham Nash.

O programa foi visto por cerca de 350 milhões de pessoas e foi responsável por eternizar ainda mais o nome dos Beatles na História da Humanidade.

A gravação desta apresentação pode ser encontrada no álbum Yellow Submarine.

All You Need Is Love

Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

There’s nothing you can do that can’t be done
Nothing you can sing that can’t be sung
Nothing you can say, but you can learn how the play the game
It’s easy

There’s nothing you can make that can’t be made
No one you can save that can’t be saved
Nothing you can do, but you can learn how to be you in time
It’s easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

There’s nothing you can know that isn’t known
Nothing you can see that isn’t shown
Nowhere you can be that isn’t where you’re meant to be
It’s easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
(She loves you yeah, yeah, yeah!)

All You Need Is Love é uma colagem de várias músicas:

No início: A Marselhesa (Hino da França)

No fade-out final encontramos excertos de:
– Bach ( Invenção a 2 partes #8 em F)
– Glenn Miller (In The Mood)
– The Beatles – She Loves You ( há quem diga que se consegue ouvir parte de Yesterday…)
– Os coros de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Greensleeves (atribuído a Henrique VIII)
Prince of Denmark’s March (Jeremiah Clarke)

Segue um video da apresentação:

Fonte: Comunidade do Orkut, “We Love the Beatles Forever”, Wikipedia e Site “The Beatles Forever”

As fotos apresentadas foram retiradas do Livro The Beatles On Television (2008), de autoria de Jeff Bench e Ray Tedman.

To Sir Paul McCartney, Birthday Greeting, bottle of wine!!!

A lenda viva dos Beatles aniversaria!

E já se passaram sete anos desde que a famosa canção escrita por Paul McCartney no passado, tornou-se presente…
Paul é uma daquelas pessoas que a gente se pergunta: Será que ele existe mesmo? Mas ele é real, e nós pudemos comprovar toda sua simpatia e genialidade com a sua presença no Brasil nos últimos quatro anos (2010, 2011, 2012, 2013).
Dentro dos padrões normais, Paul tem 1,80 de altura, é esbelto, tem olhos um tanto quanto frios e decididos num rosto emoldurado por cabelos que agora já não são tão longos nem tão naturais… eis que o ídolo de uma juventude inteira ultrapassa a idade cantada há muitos anos atrás, prevendo um futuro inimaginável! Ainda adolescente escreveu seu futuro na velhice, mas é com toda propriedade dos jovens que ele chega aos 71 anos, muitos e muitos anos passados daqueles dias de profecia, agora já tão distantes no tempo!
Creio que compactuamos com o mesmo desejo de que a promessa de aposentadoria cantada na música esteja ainda muito distante, “many, many years from now”.
Paul havia escrito a canção em homenagem a seu pai James McCartney, que tocava numa banda de baile e fizera 64 anos em julho de 1966. Foi um tipo de homenagem nostálgica, ainda que um pouco satírica.
A canção mostrava outro lado dos Beatles em Sgt. Pepper; não era psicodélica, mística, transcendental ou qualquer daquelas outras coisas que haviam sido abordadas em todo o álbum. Era uma sátira carinhosa a respeito da velhice, do ponto de vista de um jovem.
Quem viveu aqueles tempos, exatamente 1967, quando a canção foi lançada no álbum Sgt. Pepper, nem poderia imaginar que ao completar a idade Paul estaria em plena forma, e melhor, 7 anos depois, aos 71 anos de idade, parece ainda aquele menino que balançava a franja num gesto até hoje presente em seus shows.

Naquele agora também já distante 18 de junho de 2006, quando Paul fez 64 anos, o jornal New York Times publicou o seguinte texto:

June 16, 2006
So He’s 64. Now What? A Future Unimagined
By SAM ROBERTS

In 1942, when James Paul McCartney was born in Liverpool, the average life expectancy of a British infant boy was 63 years. Notwithstanding those expectations and the greatly exaggerated rumors of his death decades ago, Mr. McCartney turns 64 Sunday, on Father’s Day.
He was a teenager when he wrote the tune for “When I’m Sixty-Four,” and only 24 when the Beatles recorded it in 1967 for “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.” But just as George Orwell’s “1984” proved to be an abiding prophecy of a dystopic future for so many impressionable readers, Mr. McCartney’s lyrics delivered to a self-consciously youthful generation an enduring if satirical definition what their golden age might be like “many years from now.”
Today, many of those who embraced that quaint vision of enduring love, caring, knitting and puttering in retirement — “Will you still need me, will you still feed me, when I’m 64?”
—couldn’t have been more wrong.
And judging by his personal life, Mr. McCartney missed the mark, too. The song’s promise of retirement with a longtime partner has proved, at best, bittersweet for him. Last month, he announced his separation from his second wife, Heather Mills, who is 38. “Will you still need me?” indeed. Since 1967, American divorce rates per capita have more than doubled (three-quarters of men married in the late 1950’s celebrated their 20th wedding anniversaries with their first wife, compared with about half who married in the early 1970’s).
A smaller proportion of Americans older than 65 are poor today, but more delay retirement because they want to, or have to. More of the better-off own their vacation homes outright (never mind renting “a cottage in the Isle of Wight, if it’s not too dear”), while the less well-off who own homes have the newly popular option of reverse mortgages.
Americans live longer today (technically, no one has died of old age since 1951, when the government dropped that official cause). They also age more slowly, or so they say. Half the over-65 population define themselves as middle-aged or even young, though a greater proportion today are likely to be perilously overweight.
Yet the song still resonates. Julian Lennon, John’s son, sang it in an Allstate Insurance commercial in 2002. When Paul Simon turned 64 last year, Mr. McCartney called and serenaded him with it.
According to most accounts, Mr. McCartney wrote the lyrics for his father (his mother had died of breast cancer when he was 13) and the song was recorded not long after the elder McCartney turned 64. “While it may have been done tongue in cheek,” said Bruce Spizer, a Beatles biographer, “life began to imitate art.”
Mr. McCartney’s first wife, Linda, died in 1998 at 56, of breast cancer; they had been married 29 years. “The bliss of being with a lifelong partner, as expressed in ‘When I’m Sixty-Four,’ was shattered by Linda’s tragic death,” Mr. Spizer said. “The little things expressed in the song, such as working the garden and going for a Sunday morning drive, were part of his life with Linda.”
Gail Sheehy, the author, who, at 68, is still guiding readers through life’s passages, said today’s 64-year-olds have a “360-degree view of life.” They may believe in yesterday, but they also can’t stop thinking about tomorrow. Thanks to seasoning (and Viagra), males are not necessarily half the men they used to be.
Gail Sheehy, the author, who, at 68, is still guiding readers through life’s passages, said today’s 64-year-olds have a “360-degree view of life.” They may believe in yesterday, but they also can’t stop thinking about tomorrow. Thanks to seasoning (and Viagra), males are not necessarily half the men they used to be.
Mr. McCartney, who recently appeared on the cover of AARP magazine, does not appear to be losing his hair yet, despite the song’s augury. He has three grandchildren (not the song’s “Vera, Chuck and Dave”). He is also the father of a 2-year-old daughter. And while he may not be living his own lyrical vision, Mr. McCartney seems closer to fulfilling Bob Dylan’s “Forever Young” than Pete Townshend’s “Hope I die before I get old.”
Now a billionaire, he has said he has no plans to retire, either as a rock star or an animal-rights advocate (although, at 65, he will be entitled to a basic pension from the British government, at least $156 a week, and a free transit pass).
This year, the first baby boomers turned 60. About 2.7 million other Americans mark their 64th birthdays in 2006, including Muhammad Ali, Erica Jong, Larry Flynt, Garrison Keillor, Michael Bloomberg, Harrison Ford, Ted Kaczynski and Barbra Streisand. (Ringo Starr, the only other surviving Beatle, will be 66 next month; John Lennon was murdered at 40 in 1980; George Harrison died of cancer at 58 in 2001.)
“The slogan back then was “never trust anyone over 30,’ ” recalled Jeff Greenfield, the CNN commentator, who is 63. “We thought people would be dead or in a home by their 60’s.”
Today, on average, 64-year-olds can expect to live more than 16 years, about 4 years longer than 64-year-olds could expect in 1967, according to government statisticians (and, hey, an editor of the Centers for Disease Control and Prevention’s Morbidity and Mortality Weekly Report, Jude Rutledge, was named for another of Mr. McCartney’s songs).
“The new 64,” Ms. Sheehy said, “is more like 84.”

Seguem alguns depoimentos escritos por amigos Beatlemaníacos, quando Paul fez “Sixty-Four” e também quando ele completou 70 anos!

“Será que o meu ídolo é o mesmo que o seu? Acho que isso não importa. O meu ídolo cresceu e surgiu nos “sixties”, a década da vanguarda; ele me mostrou o psicodelismo, a paz e o amor e até o que foi o movimento da contra-cultura, a geração “beat”.
O que posso dizer é que, de maneira tão delicada, quanto arrebatadora, ele penetrou na minha vida. Dele não me desfiz e nem ele de mim. Fizemos um acordo: nos tornamos grandes amigos, e porque não amantes? À dele, somo a minha sensibilidade em ouvir uma música e pensar:  Ah! como será que foi feita? Que técnicas tão inovadoras foram usadas para transcrever esses efeitos sonoros? Com ele divido as minhas angústias, dúvidas e sofrimentos, aquele que vem não se sabe da onde, aquele que parece que surge do teu mais obscuro lugar! Pois é, como o ser humano é falível, o ídolo te recompensa com a sua “magia”. Com ele traço o meu cotidiano, norteio os meus pensamentos, dirijo a ele o meu tanto de saudade e a ele peço: continue como tu és, preenchendo a minha vida com seus tons e semi-tons e mais quantos compassos forem necessários, porque daqui, meu querido, você não sairá mais.
Um ídolo foi feito para gerar encantamento, papel que me coube com perfeição. Encantada? eu diria melhor, enfeitiçada, foi no que me transformei quando ouvi pela primeira vez um acorde seguido de uma voz única, voz de causar um certo estado hipnótico em qualquer um! O mais interessante é que por ela criou-se um canal imutável através dos tempos, um canal de recordações, boas recordações , um tempo tão colorido pelas alegrias, que de tão próximas parecem que estão acontecendo aqui e hoje.
Como é percebido, uma música, uma voz são como obras de arte, você escuta e parece que ela crava bem dentro do nosso coração, e é como um detonador pronto pra entrar em ação ao primeiro sintoma de qualquer lembrança, tanto faz, sejam elas o sol nascendo, uma tarde maravilhosa, coisinhas do cotidiano e outras mais.
Seria eu muito suspeita para falar sobre a beleza do meu ídolo, e aqui incluo as duas, a física e a “total”? Vamos então à primeira – uma figura doce com olhos de “cachorro sem dono”, de cor variando do verde escuro ao mel, fantástico! Nariz e boca, emoldurados pelo contorno do rosto, com certeza a obra mais perfeita do criador. Esguio e tremendamente charmoso.
A segunda, a total, é o quanto de contribuição ele deu de várias maneiras a todos que o escutaram e ainda o escutam com adoração incomum e que um dia iriam saber que esse talento surgido tão aleatoriamente, iria mudar a história da música e se estender como uma rede que sai apanhando Deus e o mundo e quem mais passar pela frente! E quem iria desconfiar que eu aprenderia tanta coisa e, por causa disso iria amá-lo pelo resto da vida?
A vida de ninguém estará completa se não tiver um ídolo. Que venham todos eles, que venham para fazer meus olhos brilharem de felicidade, porque estou certa de que um ídolo não está preso em nenhum pedestal, se encontra tão próximo que como ele mesmo diz:
_ “Em muitos momentos sou capaz de ver a sua alma”.
Que me desculpem todos vocês, mas hoje é dia de adoração.”
(Jenny Wren – 18-06-2006)

“O menino faz 70 anos, movido a energia vegetal, despido de ostentação, ele ainda percorre o mesmo caminho por onde começou, traz tatuado na sua alma a marca inconfundível de um besouro mop top. Traz felicidade pra quem o assiste e deixa saudades escandalosas por onde passa; seguindo como um turbilhão espacial, grita o ná ná ná inúmeras vezes, se emociona com o calor dos jovens adultos e dos adultos jovens, algumas vezes é possível ver sal em forma de lágrimas brilhando em seus olhos,  é a emoção que não tem fim. Ele não é mágico , mas é tão adorado que não deixa dúvidas de que algo estranho acontece sempre que ele aparece, pois o que sentimos por ele (nós o amamos até o último fio de cabelo) é coisa não esclarecida, é difícil até pra escrever, melhor sentir e deixar fluir a corrente…
Macca, I Love you.
Feliz aniversário.”
(Jenny Wren – 04-06-2012)

“Ídolos não morrem, ídolos não envelhecem, eles continuam os mesmos! Entraram em nossas vidas sem pedir licença e nos acompanham por toda nossa existência. Ídolos de verdade não são fabricados para serem consumidos num momento e esquecidos no seguinte. Ídolos eternos, ídolos de nossa infância, ídolos de nossa vida. Agradeço sempre a Deus por ter colocado esses caras em minha vida e agora, em especial, por ter criado esse gênio chamado Paul McCartney. Amém e obrigado, senhor.”
(Gerson da Silva – 18-06-2012)

Registro aqui toda a minha admiração e meus votos de felicidade e vida longa a Sir Paul McCartney, o eterno Beatle, um gênio imortalizado em canções que nos fazem chorar de emoção, não importa o tempo.
Parabéns a esta pessoa, a este ser humano carismático e merecedor de todo nosso respeito!

To Sir Paul McCartney,
Birthday Greeting, bottle of wine!!!

Cheers!

As Canções de George Freedman.

Seu principal sucesso, lançado em 1967 e merecedor do prêmio “Chico Viola”, merece destaque!

George Freedman iniciou sua carreira nos anos 50, fez muito sucesso antes e durante a Jovem Guarda e encerrou suas atividades como músico, cantor e compositor em 1972.

George sempre teve muita facilidade em escrever versões, como na vez em que Os Incríveis estavam no Estúdio de gravações e precisavam gravar naquele momento uma versão de “Giramondo”, grande sucesso da época. Pois bem, em uma hora e 15 minutos eles tiveram em suas mãos a versão da música, pronta para ser gravada!

Giramundo

Os Incríveis

Um giramundo como eu
que vive a vida a procurar
alguém que siga o meu caminho
e veja tudo como eu

Se caminhando eu encontrar
alguém que pensa como eu
será o fim dessa estrada
e finalmente irei parar

Contando os dias esperarei
e de passo em passo eu procurarei
e acharei, acharei, acharei

Um vagabundo como eu
também merece ser feliz
pois eu só quero dessa vida
ter um amor somente meu…

Sem destino – Os Incríveis ( Versão George Freedman – 1970)

Os Incríveis gravaram ainda mais duas versões compostas por Freedman:

“Mundo Louco”

“E Se Nos Disserem”


.

Entre as gravadoras Califórnia e RGE, George gravou 3 ou 4 discos 78 rpm, no selo Polydor.

Discografia

George Freedman (com Conjunto) 
78 rpm
California TC 1.050, Outubro de 1959

01 – Hey Little Baby
(You’re The One For Me)
(Steve Rowlands, versão Fred Jorge)
02 – Leninha
(George Freedman)

 

George Freedman (com Erlon Chaves, sua orquestra e coro)
78 rpm
Polydor 353, Junho de 1960

01 – O Tempo e o Mar
(George Freedman- Cleber Afonso)
02 – Olhos Cor do Céu
(Pretty Blue Eyes)
(Randazzo-Weinstein, versão Fred Jorge)

 

George Freedman 
78 rpm
Polydor 357, Agosto de 1960

01 – Volta
(Footsteps)
(B. Mann-H. Hurmer)
(versão Cleber Afonso-George Freedman)
02 – Só Nós Dois
(The Hight Is So Lonely)
(G. Vincent – C. Simons)
(versão Sérgio Galvão – Garcia Neto)

 

George Freedman 
78 rpm
Polydor 359, Outubro de 1960

01 – Tinha Que Ser
02 – O Céu do Teu Olhar
(The Lovin’ Touch)

 

George Freedman (com Severino Filho, orquestra e coral) 
78 rpm
Continental 17.880, Abril de 1961

01 – Alguém Igual A Você
(Sid Tepper-Ray C. Bennet, versão Carlos Imperial)
02 – Inspiração
(Paul Kaufman-Mike Anthony, versão Fred Jorge)

 

George Freedman (com Conjunto) 
78 rpm
Continental 18.001, Outubro de 1961
Compacto – Continental 33.219

01 – Adivinhão
(Baby Santiago)
02 – Inveja
(Baby Santiago)

 

George Freedman (com Conjunto RGE) 
78 rpm
RGE 10440, Julho de 1962

Arranjos e direção do Maestro Rubens Perez (Pocho)

01 – Um Beijinho Só
(L. Adams-C. Strouse, versão Roberto Corte Real)
02 – Canção do Casamento
(King-Hoffran-Manning, versão Fred Jorge)

 

Coletânea 
LP DA JUVENTUDE PARA JUVENTUDE
RGE XRLP-5.170, Agosto de 1962

Arranjos e Regência: Maestro Ruben Perez (Pocho)

02 – O Jato
(The Jet)
(Kal Mann versão Juvenal Fernandes)
05 – Canção do Casamento
(Hawaiian Wedding Song)
(King – Hoffman – Manning versão Fred Jorge)
07 – Good Luck Charm
(Schroeder-Gold)
11 – Um Beijinho Só
(One Last Kiss)
(Adams-Strouse versão Roberta Corte Real)

 

George Freedman 
EP GEORGE FREEDMAN EM COMPACTO
RGE CD 80.115, Setembro de 1962

01 – O Jato
02 – Canção do Casamento
03 – Good Luck Charm
04 – Um Beijinho Só

 

George Freedman (com Orquestra e Coro RGE) 
78 rpm
RGE 10.473, Novembro de 1962

Arranjos e Supervisão Musical: Maestro Ruben Perez (Pocho)

01 – O Madison
(Le Grand M)
(Backer-Victor-Schmitt versão Sérgio Galvão)
02 – O Jato
(The Jet)
(Kal Mann versão Juvenal Fernandes)

 

Coletânea 
EP 4 SUCESSOS DE OURO, Vol.2
RGE CD-80.126, Novembro de 1962

02 – Multiplication
(Bobby Darin)

 

George Freedman (com Orquestra e Coro RGE) 
LP MULTIPLICATION
RGE XRLP 5.176, Dezembro de 1962

Arranjos e Regência: Maestro Ruben Perez (Pocho)

01 – Multiplication
(Bobby Darin)
02 – Não Brinque Sally
(Don’t Dilly Dally Sally)
(Bower-Shuman versão Fred Jorge)
03 – Good Luck Charm
(Aaron Schroeder-Wally Gold)
04 – O Meu Anjo
(Walkin’ With My Angel)
(King-Goffin versão Fred Jorge)
05 – Jambalaya
(Hank Williams)
06 – O Jato
(The Jet)
(Kal Mann versão Juvenal Fernandes)
07 – Meu Carrinho
(Cosy Little Compact Car)
(Alfred-Krondas versão Fred Jorge)
08 – Um Beijinho Só
(One Last Kiss)
(L.Adams-C.Strous versão Roberto Corte Real)
09 – Lurdinha
(Baby Santiago-Nat Santos)
10 – Town Without Pity
(Dimitri Tiomkin-Ned Washington)
11 – Canção do Casamento
(Hawaiian Wedding Song)
(King – Hoffman – Manning versão Fred Jorge)
12 – When The Saints Come Twistin’
(G.Weil)

 

George Freedman (com Orquestra RGE) 
78 rpm
RGE 10.512, Agosto de 1963

Arranjos e Regência: Maestro Ruben Perez (Pocho)

01 – Eu O Seguirei
(I Will Follow Him)
(Stole-Roma-Hatch versão Fred Jorge)
02 – Não Brique Sally
(Don’t Dilly Dally Sally)
(Bower-Shuman versão Fred Jorge)

George Freedman 
EP COISINHA ESTÚPIDA
RCA LCD-1178, Outubro de 1966

01 – Coisinha Estúpida
(Something Stupid)
(Carson Parks versão Gileno)
02 – Um Grande Amor
(Carlos Imperial-Luís Wanderley)
03 – Tudo Que Eu Sinto Por Você
(G.Freedman-O.Navarro)
04 – Nossa Infância
(George Freedman)

 

Coletânea 
LP 14 SUCESSOS DA JUVENTUDE
RCA BBL-1411, Agosto de 1967

01 – Coisinha Estúpida
(Something Stupid)
(Carson Parks versão Gileno)

 

George Freedman 
Compacto
RCA LC-6363, Setembro de 1967

01 – Uma Dúzia de Rosas
(Carlos Imperial)
02 – Meu Tipo de Garota
(Nelson Ned)

 

George Freedman 
LP GEORGE FREEDMAN
RCA BBL-1420, Outubro de 1967

01 – Beijinho Doce
(Nhô Pai)
02 – O Autógrafo
(George Freedman)
03 – Vá Embora
(George Freedman)
04 – O Que Houve Com Você
(Eliane Barroso-Nelson Ned)
05 – O Souvenir
(Mardot-Faure)
06 – Cisne Branco
(Espírito Santo)
07 – Uma Dúzia de Rosas
(Carlos Imperial)
08 – Ouça
(José Pereira-Adilson Silva)
09 – Meu Tipo de Garota
(Nelson Ned)
10 – Coisinha Estúpida
(Something Stupid)
(Carson Parks versão Gileno)
11 – Trevo de Quatro Folhas
(Woods-Dixon versão Nilo Sérgio)
12 – Tudo O Que Sinto Por Você
(George Freedman)

 

Coletânea 
LP CARNAVAL JOVEM
RCA BBL-1424, Dezembro de 1967

03 – A Jardineira
(B.Lacerda-H.Porto)

 

Coletânea 
LP 16 EXPLOSIVOS
RCA BBL-1428, Dezembro de 1967

07 – Uma Dúzia de Rosas (Carlos Imperial)

 

George Freedman 
Compacto
RCA LC-6399, Março de 1968

01 – Quando Me Enamoro
(Pace-Panzeri-Livragni versão Nazareno de Brito)
02 – Eu Te Amo
(And I Love Her)
(Lennon-McCartney versão George Freedman)

1969 – RCA Victor – Compacto-Simples

´Correio Sentimental´ (George Freedman & Clovis Savalla)

´Menti pra você´ (George Freedman & Clovis Savalla)

George Freedman & Waldirene 
Compacto
RCA LC-6609, Março de 1970

01 – Eu Te Amo, Tu Me Amas
(Avogrado-Chelon, versão Miguel Vaccaro Neto)
02 – Quem Espera Sempre Alcança
(Cezar-Antônio Queiroz)

 

Waldirene & George Freedman 
Compacto
RCA LC-6654, Novembro de 1970

01 – Você…e Eu…
(Wilson Miranda-George Freedman)
02 – O Nosso Amor
(Lamberti-Cappelletti versão de George Freedman)

 

George Freedman 
Compacto
RCA LC-6687, Abril de 1971

01 – Mater Seculorum
(George Freedman)

02 – Agora Que Te Encontrei
(George Freedman-Maxilene)

 

George Freedman 
Compacto
RCA 101.0105, Agosto de 1972

01 – Canto em Blue
(Song Sung Blue)
(Neil Diamond versão Nazareno de Brito)
02 – O Chinelinho
(Osmar Navarro)

Obs.: 1. A canção “Mater Seculorum” aparece em alguns sites com o título de “Tempo”; o correto é “Mater Seculorum”, de autoria de George Freedman e premiada no programa “Silvio Santos”.

2. O Madison foi um ritmo lançado nos Estados Unidos e a gravadora na época achou que pegaria bem no Brasil. Versão gravada na RGE em 1962.

Comentário de George Freedman: Vocês sabiam que o Vicente Telles, regravou a minha composição em parceria com o Clovis Savalla ( que, na época, usava o pseudônimo de “Piska”) ??? Achei muito bonita. Espero que tenha bastante sucesso!!!

A canção é Correio Sentimental:

Seguem os áudios de algumas canções da discografia de George Freedman

Eu Menti pra Você

Inspiração

A Jardineira

When the Saints go Twisting in

Nosso Amor

Tinha que Ser

Você e Eu

Correio Sentimental

Canto em Blue

O Chinelinho

Quando me Enamoro

Você Devia me Amar

Amor Colorido

Não entendo o motivo de seu Adeus

Meu Carrinho

Jambalaya

O Meu Anjo

Não Brinque Sally

Pretty Blue Eyes

Lurdinha

Coisinha Estúpida

Good Luck Charm

Olhos Cor do Céu

A Nossa Infância

Gravações raras de George Freedman

The Jordans e o LP “Studio 17”, de 1966.

Em janeiro de 1966 era lançado pela Copacabana o LP “Studio 17”, dos Jordans, e segundo relato de Waldemar Botelho Jr., o baterista Foguinho, este disco, a princípio, teve que ser retirado das lojas! Saibam por que, segundo depoimento do próprio artista.

Na capa do LP está escrito em azul, “contém Tema de Lara”, isso por que aconteceu de os Jordans gravarem as 12 canções para o álbum, porém uma delas não teve autorização de edição, tendo o disco sido lançado com apenas 11 faixas.

Nessa época o conjunto se apresentou no programa “Show do dia 7”, um programa mensal que havia na TV Record Canal 7, e no show eles tocaram um arranjo de “Tema de Lara”, do filme Dr. Zhivago. O sucesso foi tanto que eles tiveram que fazer um bis, a pedido da platéia.

O programa foi exibido em um sábado e no domingo os Jordans foram para o estúdio da Copacabana gravar “Tema de Lara”, a pedido do diretor da gravadora, Sr. Emílio Vitale.

Assim, todos os discos foram recolhidos das lojas e substituídos pelo que continha agora 12 faixas, incluindo o “Tema de Lara”.

Mas como disse o Foguinho, alguns exemplares escaparam e estão nas mãos de colecionadores, como este adquirido pelo amigo Oscar Fornari:

Fotos do LP “Studio 17” e autógrafos dos integrantes do conjunto The Jordans:

  • Aladdin (Romeu Mantovani Sobrinho)
  • Sinval (Olimpio Sinval Drago)
  • Tony (José de Andrade)
  • Irupê (Irupê Teixeira Rodrigues)
  • Neno (Demerval Teixeira Rodrigues)
  • Foguinho (Waldemar Botelho Junior

Depoimento do Foguinho:

Waldemar Botelho Jr. publicou no seu Mural.
“LUCY bom dia,você ficou surpresa que eu cantava nos lp’s,nesse que você tem aí autografado por todos,quem canta “SUZIE Q”sou eu,em todos os lp’s que eu gravei (12)tenho doze músicas cantadas.Nos bailes que tocávamos eu cantava 23 músicas,o MARQUINHO,25 músicas e 17 eram instrumentais.”

Nota: Quem grita “Lara” duas vezes durante a performance da canção é Aladim, conforme informação do Foguinho:

Waldemar Botelho Jr.

  • OIi LUCY TUDO BEM?QUEM GRITA “LARA”NA GRAVAÇÃO É O ALADIM.

Também eram os Jordans quem muitas vezes acompanhavam Erasmo Carlos em suas gravações, a exemplo de “Caramelo” e “O Pica-pau”, nesta última uma curiosidade: é Foguinho quem aparece contando o tempo da introdução, conforme ele mesmo contou aqui.

Grupo no Facebook: George Freedman

Museu dos Beatles em Hamburgo fecha as portas por falta de público!

Seria o fim da Beatlemania, justamente quando ela comemora 50 anos?

O museu dos Beatles em Hamburgo fecha as portas devido a falta de público para visitação.

Hamburgo, a cidade onde a Banda tocou regularmente por dois anos, entre 1960 e 1962, está prestes a fechar devido a falta de interesse.

Fonte: The Telegraph

Tópico relacionado: “A Importância de Hamburgo”, com fotos do museu, trazidas por Debora Dumphreys.

Beatles museum in Hamburg closing due to ‘lack of interest’