Patrick Dimon, um cantor poliglota!

Conterrâneo do filósofo e matemático Pitágoras e do astrônomo Aristarco, Patrick Dimon nasceu na Ilha de Samos, na Grécia, mas como seu pai era funcionário de Consulado, a família viajava sempre, tendo sido um dos destinos a América Latina.
Sua primeira gravação foi em 1969, um compacto simples lançado pela Odeon contendo a musica “Las Amorosas”, lançado na Argentina em espanhol.
Como cantor poliglota que é, Patrick Dimon interpreta canções em oito idiomas, que são o grego, espanhol, português, inglês, francês, italiano, hebraico e armênio.
A música mais conhecida em sua carreira é Pigeon Without a Dove, uma adaptação de uma ária do clássico O Guarani de Antonio Carlos Gomes.
Outra canção de destaque é “Eternal Love”, e também She`s a Lady.
Neste vídeo podemos recordar os sucessos deste cantor de voz tão bonita, além de podermos ouvi-lo conversar ao vivo pela Rádio Capital de São Paulo.

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Patrick Dimon from Lucinha Zanetti on Vimeo.

Telefone de contato: (11) 992775004 (para Shows e venda de CD).

patrick dimon

Em entrevista (1988), George Harrison fala sobre Paul McCartney!

O assunto ” Beatles” é tão apaixonante que a gente está sempre atrás de alguma “novidade”, mas sabemos que tudo já é velho e por vezes já bem digerido por todo Beatlemaníaco. O fato é que mesmo assim, volta e meia a gente volta ao passado para rever ou analisar algum fato ou acontecimento.

Sabemos que Paul McCartney era amigo de infância de George Harrison e depois de entrar para o Quarry Men, levou o amigo pra fazer parte do conjunto, como vimos aqui neste post:

De como George Harrison entrou para a Banda The Beatles

Sabemos também que com o passar do tempo, algumas desavenças surgiram entre os companheiros de banda, e um problema entre Paul e George começou em 1966, antes do show do “Candlestick Park”.
Paul queria continuar em turnê e George achava que a banda estava tocando mal e eles sequer conseguiam fazer uma nota decente, por exemplo, ao executarem Paperback Writer (isso está no Anthology).
Na ocasião, George disse que se era pra continuar com shows mas sendo péssimos músicos, ele sairia!
Paul foi voto vencido e eles deixaram de fazer os shows….

Paul queria continuar com os Shows, George queria parar por que se preocupava com a qualidade, então começava ali o “estranhamento” dos dois.

Nas gravações do Álbum Branco, George compôs a lindíssima “While my Guitar Gently Weeps” e trouxe Eric Clapton pra fazer o solo, contra a vontade de Paul!

Depois de uma discussão áspera entre os dois, George disse a Paul que a musica era dele e que ele chamaria quem ele quisesse para tocar nela!

Dias depois Paul se desentendeu com Ringo, que também saiu!
George havia dito que Os Beatles eram quatro: Johh, Paul, George e Ringo, então ou voltavam assim ou não se faria mais nada!
Foi então que Paul encheu a bateria dele de flores com um bilhete: “Você é o melhor baterista do mundo”.
Logo depois aconteceram as filmagens de “Get Back” e George saiu mais uma vez… mas esta é uma outra estória.

E que tal a gente ouvir o próprio George Harrison falando sobre Paul McCartney?

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É o que ocorre nesta entrevista, onde o assunto era a indicação dos Beatles para o “Rock and Roll Hall of Fame em 1988”.

Nesta ocasião, George, Ringo, Yoko, Julian e Sean foram homenageados e houve uma jam session com Mick Jagger, Bruce Springsteen, Bob Dylan, George, Ringo, Billy Joel e muitos outros… mas Paul McCartney não esteve presente.

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Segue o vídeo com a entrevista, e a transcrição do texto realizada por Debora Dumphreys e traduzido por mim.

Repórter: Em primeiro lugar, o que aquela apresentação significou pra você?

George: “Well, I must say it didn’t mean anything to me until I got there, because, you know, it is just some idea somebody had and, you know, it’s been only 2 or 3 years. It really didn’t mean that much to me, but somebody said: you might not see much now, but it is history and you’ll enjoy it. So I went along and I was glad I went, had a great night, after everybody settled down it was a bit hectic and it was fantastic just to see all those people, the children and, you know, all the guys there, really enjoyed it but now is like I got my little statue that says The Beatles before the fame, and I’m sure as it goes more into the future, you know, it’s going to be something which I’m certainly glad I’d not miss it…….””

George: “Bem, devo dizer que não significou nada para mim até chegar a hora, por que você sabe, foi apenas uma idéia que alguém teve e, sabe, já faz dois ou três anos. Na verdade não significou nada demais pra mim, mas alguém disse: talvez você possa não achar nada agora, mas isso é histórico e você vai gostar disso. Por isso eu fui em frente e fiquei contente por dar continuidade, tive uma grande noite, depois que todo mundo se instalou em seus lugares ficou meio agitado e foi fantástico ver todo aquele pessoal lá, as crianças e, sabe, todos os rapazes lá, realmente me diverti muito mas agora é como se eu tivesse ganhado minha estatueta que diz “Os Beatles antes da fama”, e eu tenho certeza que com o passar do tempo, no futuro, sabe, será algo que certamente terei prazer em jamais esquecer…”

Reporter: Are you saddened that Paul McCartney wasn’t able to appear?

Repórter: Você ficou chateado que Paul McCartney não pôde aparecer?

George: For him… it’s a pity that he missed it cause he would have had a good time. You know it was nice to see people’s, after all we’ve done, you know, it’s all it was really, get the lads there, give them a pat on the back and give them a medal. And it’s a shame he missed it because he contributed so much to it…but it didn’t spoil our night, at least we had fun without him.

George: Pra ele, foi uma pena ele ter perdido isso porque ele teria se divertido. Sabe, foi bom ver o pessoal, depois de tudo que fizemos, sabe… isso é tudo… foi realmente… encontrar os meninos lá, dar um tapinha nas costas deles e dar-lhes uma medalha.
É uma lástima que ele tenha perdido o evento, porque ele contribuiu demais para isso… mas isso não estragou nossa noite, pelo menos nós nos divertimos sem ele.

Reporter: Have you been able to have any reconciliantion with Paul since that particular event?

Repórter: Você teve oportunidade de fazer alguma reconciliação com Paul desde aquele evento particular?

George: He’s ok, yeah, he’s ok. He was just trying to use that situation for some personal motive that he had and it just didn’t work. But, you know, we’re long past all the squabbles now.

George: Ele está bem, sim, ele está bem. Ele estava só tentando usar aquela situação para algum motivo pessoal que ele tinha, mas não deu certo. Mas, sabe, agora deixamos no passado todas aquelas contendas.

Reporter: How did you feel when you heard the McCartney’s versions of your old songs in ‘Broad Street’?

Repórter: Como você se sentiu quando ouviu as versões de McCartney de suas velhas canções em “Broad Street”?

George: I think they were ok, I didn’t notice that they were new versions (laughter). I only watched it once. I quite liked it but …I remember dancing, one of the ballroom dancing and stuff…I don’t remember the old ones.

George: Acho que ficaram boas, eu não ouvi dizer que elas eram novas versões (risos). Eu apenas assisti uma vez. Eu gostei muito mas… eu me lembro da dança, um dos salões de dança e o pessoal todo… eu não me recordo das versões antigas.

Reporter: He said that he wanted to tackle some of the other old songs, including possibly some of John Lennon’s songs like ‘Beautiful Boy’ and ‘Imagine’. Does that surprise you that he would do that?

Repórter: Ele disse que ele queria deter algumas daquelas outras velhas canções, incluindo possivelmente algumas das canções de John Lennon como “Beatiful Boy” e “Imagine”. Foi surpresa pra você que ele quisesse fazer isso?

George: Paul?

Reporter: Yeah.

George: Maybe cause he ran out of good ones of his own.

Reporter: Well, now we got that on record!! (Laughter)

George: Well, it’s true.

George: Paul?
Reporter: Sim
George: Talvez porque acabaram as boas de sua autoria.
Reporter: Bem, agora nós registramos aqui!! (risos)
George: Bem, é verdade.

(Vídeo):

George: For the last few years I’ve said my mind to him, you know, just whenever I felt, you know, something like ‘Broad Street’, I thought was a big mistake, not to make the film, because I quite enjoyed it myself, but the idea trying to write and do everything yourself, that was a mistake. (No more lonely nights)

(Video):

George: Durante estes últimos anos, eu tenho dito a ele o que penso, sabe, exatamente todas as vezes que senti, sabe, algo como “Broad Street”, eu achei que foi um grande erro, não fazer o filme, porque eu mesmo me diverti muito, mas a idéia tentando escrever e fazer tudo você mesmo, aquilo é que foi o erro. (entra a canção No More Lonely Nights).

Paul have asked, you know, suggested maybe the chance of me and he writing together something, and ….err, it’s a bit funny really, cause I mean I’ve only been there about 30 years in Paul’s life, and it’s like now he wants to write with me, but I think it may be quite interesting sometime to do that.
Paul tem me perguntado, sabe, talvez sugerido a oportunidade de eu e ele escrevermos alguma coisa juntos, e… err… é meio engraçado até, porque… quero dizer… estive lá por cerca de 30 anos na vida de Paul, e parece que agora ele quer escrever comigo, mas eu acho que pode ser muito interessante algum dia fazer isso…

“Beatles aceitam a indicação ao prêmio no Rock and Roll Hall of Fame – 1988”

Por que George Harrison escreveu “Wah Wah”.

A expressão título da canção composta por Harrison em 1969 tem outra conotação, além de significar um efeito de guitarra.
“Wah Wah” pode servir também para expressar problemas, como uma “dor de cabeça”, uma “coisa chata”, ou coisa assim…

Dizem, por exemplo, que George teria feito a música após uma briga com Paul McCartney e que no “Concert for Bangladesh”, ele a teria cantado como uma “cutucada” no colega.
Será que poderíamos dizer que foi no mínimo uma descortesia, uma indelicadeza para com o ex- colega do homenageado, Paul McCartney, terem incluído “Wah Wah” no set list do Concert for George, já que parece ser uma crítica contra ele?
Teria sido causado pela inclusão desta música, aquele certo desconforto que alguns comentam ter notado em Paul McCartney neste concerto? Dizem que Paul ficou “meio deslocado” no Concert for George, ocasião em que Eric Clapton, Olivia e Jeff Lynne haviam escolhido as músicas com base no set list apresentado no concerto “Live in Japan”, shows que Clapton e Harrison haviam feito por insistência de Clapton, no Japão.
E mesmo que Paul soubesse previamente da inclusão da música Wah Wah, ele participaria, pois sua presença se fazia obrigatória, dado que uma eventual ausência no show seria um prato cheio para a imprensa e fofoqueiros de plantão!

Nos últimos anos dos Beatles, George estava sentindo falta de atenção por parte de seu “big brother” John, agora envolvido com Yoko.
Foi dito que Paul tinha os arranjos de canções já trabalhados antes de serem levadas para o estúdio. Esta frustração de George pode-se notar em algumas das canções que ele escreveu, incluindo “Wah Wah”. Esta foi a primeira composição a ser gravada para o seu álbum “All Things Must Pass”.
Era a declaração de independência do “Beatle Quieto”. Harrison disse que “wah wah” era um pedal para guitarristas ou, uma “dor de cabeça”. Biógrafos apontam o “artifício” em torno dos Beatles como sendo talvez o melhor significado da frase da canção.

Em 1979, George escreveu sua autobiografia “I Me Mine” e nela citou a sua Wah Wah.

wah wah no I Me Mine

wah wah note

Ele riscou o nome de John Lennon no livro e este acabou ficando tão chateado com George Harrison, que eles nunca mais se falaram. Depois que John morreu, George parece ter se arrependido e lançou a canção “All Those Years Ago” em homenagem a Lennon…

Controvérsias à parte, houve uma certa lógica na ordem de apresentação das músicas no Concert For George, onde a ideia inicial foi a de se fazer um tributo a George Harrison. Esta ideia surgiu numa conversa entre Eric Clapton e Brian Roylance. Na ocasião Clapton comentou que era triste não haver nenhum memorial musical pra George, depois falaram com Olívia e surgiu assim esta belíssima homenagem ao Beatle.
A ideia de trazer amigos e pessoas importantes na vida de Harrison também teve a ver com as músicas escolhidas e com a própria história dele.

O evento começa mostrando a parte espiritual de George Harrison e é finalizado com o que seria a grande catarse dele: Wah Wah!
E por que catarse? Porque foi de forma catártica que George a cantou no Concert for Bangladesh; foi a primeira música dele no Concert for Bangladesh, foi a sua libertação, o seu batismo de fogo na carreira solo, pois foi neste Concerto que aconteceu a primeira apresentação solo deles após o fim da banda.

E, da mesma maneira como George Harrison se “esguelava” no Concert for Bangladesh, seus amigos também o fizeram no Concert for George… Nota-se que eles chegam a gritar mesmo, até Dhani Harrison parecia que ia estourar a garganta a qualquer momento… e a música vai evoluindo num transe libertador, bem diferente da primeira parte do Concert, na qual as músicas são bem introspectivas.

Em sua Biografia, Eric Clapton elogia a participação de Paul no Concert for George, e diz que era pra ele (Eric) cantar Something, mas Paul queria tocar no ukelele e ele queria que Paul cantasse All Things Must Pass, depois chegaram a um meio termo e cantaram juntos. Eric comenta ainda que mais tarde Paul fez uma versão brilhante de ATMP, que ele considerava a canção chave do evento todo.

A letra

Wah-wah
You’ve given me a wah-wah
And I’m thinking of you
And all the things that we used to do
Wah-wah, wah-wah

Wah-wah
You made me such a big star
Being there at the right time
Cheaper than a dime
Wah-wah, you’ve given me your wah-wah, wah-wah

Oh, you don’t see me crying
Oh, you don’t hear me sighing

Wah-wah
I don’t need no wah-wah
And I know how sweet life can be
If I keep myself free from the wah-wah
I don’t need no wah-wah

Oh, you don’t see me crying
Hey baby, you don’t hear me sighing
Oh, no no-no no

Wah-wah
Now I don’t need no wah-wah’s
And I know how sweet life can be
If I keep myself free – of wah-wah
I don’t need no wah-wah

Wah-wah

Wah-wah

Tradução

Wah-wah
Você me deu um…” wah-wah”
E eu estou pensando em você
E em todas as coisas que costumávamos fazer
Wah-wah, wah-wah

Wah-wah
Você me fez parecer um grande astro
Porque estava lá hora certa
Mais barato que dez centavos
Wah-wah, você me deu sua wah-wah, wah-wah

Oh, você não me vê chorando
Oh, você não me ouve suspirar

Wah-wah
Não preciso de nenhum…” wah-wah”
E eu sei como a vida pode ser boa
Se eu ficar longe de… “wah-wah”
Não preciso de nenhum… “wah-wah”

Oh, você não me vê chorando
Hey meu bem, você não me ouve suspirar
Oh, não não-não não

Wah-wah
Agora eu não preciso de nenhum… “wah-wah”
E eu sei como a vida pode ser boa
Se eu ficar longe – de… “wah-wah”
Eu não preciso de nenhum… “wah-wah”

Wah-wah
Wah-wah
Wah-wah
Wah-wah…

Wah-wah – George Harrison
Álbum: All Things Must Pass (1970)

FONTE: Comunidade We Love the Beatles Forever e BeatlesArama

Agradecendo Ana Valéria pelas informações na comunidade do Orkut.

“Não gostei da mudança”, diz Paulo César Barros!

Paulo César Barros foi o baixista da banda Renato e seus Blue Caps entre o final da década de 1950 e o final da década de 1980.
O conjunto fora fundado por ele e por seus irmãos Renato e Ed Wilson, ainda aos 13 anos de idade.

No início do ano de 2012 Paulo César Barros participou de uma entrevista onde falou sobre a mudança que aconteceu com os Beatles, quando eles deixaram a primeira fase de sua produção musical, entrando em outra fase mais elaborada, mais amadurecidos musicalmente.

Paulo César Barros 2

Neste vídeo, o pensamento de Paulo César, que diz, “não gostei da mudança”!

Qual é a sua opinião? Deixe um comentário! 😉

Leiam algumas opiniões sobre este depoimento de Paulo César Barros aqui.

Um esclarecimento feito em 03-01-2014, pelo próprio Paulo César Barros:

Paulo César escreveu: “… Quero dizer que é um enorme prazer estar com vocês e poder tirar algumas dúvidas com relação à coletiva que fiz em Fortaleza, CE. Quando eu disse que já não curtia a 2ª fase dos Beatles, jamais pensei em depreciar a maior banda de todos os séculos. O que eu disse foi que na 1ª fase era mais espontânea, visceral com os 4 garotos tocando sem compromisso midiático e etc…. e que na 2ª já havia a total influência da cultura musical do grande maestro George Martin, ou seja, as harmonias eram mais elaboradas, arranjos genialíssimos, mas que ao mesmo tempo tudo isso estava acontecendo, infelizmente, na fase da discórdia interna entre os garotos de Liverpool e consequentemente as composições já não tinham mais as características do grupo e sim individuais. Era como se fosse : Vou gravar essa aqui agora e se eles três não gostarem, que se danem ! Não que fosse exatamente dessa forma, mas o clima já passava isso. Pra quem curtiu, vibrou como eu a fase de garagem dos fabulosos THE BEATLES, foi uma grande tristeza. Forte abraço pra todos e feliz 2014.”


Mais comentários incluindo os de Renato Barros estão aqui neste link.

Paulo César Barros com seu contrabaixo anos 50

Paulo César Barros com seu contrabaixo anos 50

Nos anos 60 era assim…

Vivemos na era da informática, onde o que é moderno de manhã, já estará obsoleto à noite… e nos anos 60, era tudo muito diferente.

Completando 12 anos com o compacto do Rei

Quem viveu na época sabe como as coisas eram bem mais difíceis de se conseguir, mas também deve se lembrar da alegria e felicidade que sentíamos ao adquiri-las, e a gente dava muito mais valor aos discos e compactos de vinil que comprávamos, época em que não havia CD, MP3 e muito menos DVD!

Compacto Coisinha Estúpida - Nossa Infância

O espírito desta postagem é mostrar alguns compactos com os sucessos da década de 60 através deste vídeo.
Enquanto mostrava os discos, vendo o compacto com a música “I Started a Joke”, dos Bee Gees, lembrei-me da minha amiga Márcia Bacci, que gostava muito desta canção, e dediquei a ela…

“Século XXI” – A Mensagem de George Freedman!

A Letra

Gente que vive nas ruas
Tentando sobreviver
Jovens viciados em drogas,
Vendo seus sonhos morrer
Raças que são perseguidas
Por credo, cultura ou cor
Raças que querem igualdade,
Sem ter que sofrer tanta dor

Por que meu Deus o amor se acabou
Por que meu Deus o mal nos dominou?
Será que nesse mundo ninguém sabe amar,
Será que os seres humanos
Só sabem odiar?

Mães que criam seus filhos
Vendo o terror os levar
Gênios que inventam as armas
Que um dia irão nos matar;
Máquinas que cortam as matas
Deixando florestas no chão
Animais que são abatidos
Até a total extinção

Por que meu Deus o amor se acabou
Por que meu Deus o mal nos dominou?
Será que nesse mundo ninguém sabe amar
Será que os seres humanos
Só sabem odiar?

Rios e mares morrendo
Pragas e doenças fatais,
A terra precisa de ajuda
Antes que seja tarde demais;
Guerras e fome crescendo,
Nações em alerta total,
O planeta pedindo socorro
Pela paz universal
Pela paz universal
Pela paz universal

Mensagem de George Freedman aos seus fãs, amigos e ouvintes

Estamos no fim dos tempos e a música Século XXI, virá a calhar, espero que me ajudem a divulgar o fim dos tempos e salvar o máximo de espíritos que pudermos. Eu sonho em morar no novo reino de Deus…, e vocês, meus queridos amigos, estarão conosco? Este dom que recebi e esta oportunidade de ter superado 5 AVC.´s, só pode ser por uma missão que tenho a cumprir. Eu tenho muita fé em Deus e Jesus e ela está difundida no amor que, talvez venhamos a ajudar na salvação da raça humana, é através do verdadeiro e puro amor que Jesus teve por todos nós e, que a raça humana parece que já esqueceu. O ser humano nunca foi tão materialista como está hoje, e a iniquidade nunca foi tão alarmante como está agora. A desconfiança vai aumentar de tal modo que os seres deixarão de ter amor pelo seu semelhante, desconfiando de seus atos e palavras. E, a vida, um dom que Deus nos deu para engrandecer Seu nome e, convivermos pacificamente, no amor que Jesus nos ensinou, está sendo deturpada pelos atos maléficos de seres que nascem e crescem em nosso meio para confundir nossas mentes e fazer com que esqueçamos destes fundamentos que nos foram deixados há mais de 2.000 anos passados. A própria Igreja, edificada por Pedro, perdeu seus princípios e, o Papa Francisco, está nos alertando disso. Vocês verão que nunca a Igreja tentou e, agora tentará, propagar o Evangelho como o fará agora. Isso tudo faz parte das profecias, quando então, virá o fim. (vide Matheus 24 V.12/14). Acreditem e observem os acontecimentos ocorridos nos últimos anos. Falsos profetas, banalização da vida (acontecimento recente de Boston), “status” de poder e riqueza, sem se preocupar com seu semelhante, ou seja, tudo girando em torno do dinheiro e do poder. A corrupção está cada vez maior e, os submissos, cada vez mais irritados, gerando revoluções e atos de maldade em pessoas inocentes que se tornam vítimas do terror. Não sejamos egoístas de só querer um reino para nós, lutemos por todos, pois todos merecem a chance de estar lá. Se não fizermos bem a nossa parte, pode até acontecer, de não sermos escolhidos, mas pelo menos, tentamos!!!
Este é meu pensamento em relação ao futuro deste que eu acho ser o planeta mais lindo do Universo…, nossa casa a nós presenteada por Deus!!! Façamos bom uso dela e, ajudemos a conscientizar os outros o máximo que pudermos!
O ser humano precisa de amor assim como Deus o necessita. O amor é o alimento do Universo e é ele que faz a vida seguir adiante.
Um grande abraço desse cantor, amigo de vocês,

George Freedman

Ouçam aqui esta belíssima composição, uma letra forte, atual, que provoca emoção ao ouvinte, pois traduz a situação do nosso planeta!

Na interpretação de George Freedman, arranjo musical do maestro Raul Tremendão, senhoras e senhores, “Século XXI”!

Clipe no Youtube:

Entrevista com GF

“Século XXI” estará sendo executada na Rádio Musishow, de Cirilo Reis, durante esta semana, nestes horários:
Cirilo Reis informa 2

Link da Rádio: http://www.radiomusishow.com/

E também na Rádio TOM MAIOR, de Ju Mota, na programação da noite desta segunda-feira, a partir das 21h.

Link da Rádio: http://www.radiotommaior.com/

“Golden Boys”, 50 anos de música!

E os Golden Boys chegam em 2013 aos 50 anos de carreira artística!

Para homenagear este quarteto tão querido e que teve grande destaque na época da Jovem Guarda, segue uma conversa dos rapazes, em depoimento sobre como iniciaram sua carreira e as músicas que gostavam de tocar. A voz em destaque é a do Ronaldo.

Os Golden Boys foram um quarteto formado por três irmãos, Roberto, Ronaldo, Renato Correa José Maria, e um primo, Valdir Anunciação (que faleceu em 2004).

Como eles informam aqui neste áudio, não se formaram na Jovem Guarda, como muitos podem pensar, mas sim, na Pré-Jovem Guarda, e gravaram o primeiro disco em 1958, um 78rpm, pela gravadora Copacabana.

Foto do disco: arquivo de Henrique Kurtz

Foto do disco: arquivo de Henrique Kurtz

Seus maiores sucessos foram “Cabeção”, de Roberto Correia e Silvio Sion, “Alguém na Multidão”, de Rossini Pinto e versões de músicas dos Beatles, como “Michelle” e “Yesterday” (Ontem).

 

Parabéns aos “Rapazes De Ouro”, pelo talento, pelo sucesso e pelos 50 anos de carreira!