Historiadores dizem que a visita dos Beatles a Bangor em 1967 foi um ponto de partida para mudanças.

Há cinquenta anos atrás os Beatles chegaram a Bangor, no Norte do País de Gales, para participarem de uma Conferência de 10 dias sobre Meditação Transcendental liderada pelo Maharishi Mahesh Yogi, mas sua visita causou uma agitação não apenas entre os fãs, como também na mídia.

Foi lá que descobriram que seu empresário havia morrido, um fato que alguns dizem que marcou o começo do fim para o grupo.

Era 25 de agosto de 1967 e acabavam de lançar seu oitavo álbum de estúdio, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Eles estavam em um ponto alto da carreira e decidiram visitar Bangor, porém não para tocarem em um Show.

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse que a visita da banda ao norte de Gales foi incomum desde o início.
George Harrison, o guitarrista dos Beatles, conheceu Maharishi Yogi, um guru da Meditação Transcendental – uma forma de meditação silenciosa – que os convidou para a sua conferência na cidade de Gwynedd.

“George Harrison ficou muito interessado no que o Maharishi estava ensinando e levou John e Paul a uma sessão em Londres, seguida imediatamente no retiro em Bangor, no local onde funcionava o Normal College, e agora parte da Universidade de Bangor,” disse o Prof Collins.
“Eles simplesmente pularam em um trem e estavam aqui algumas horas depois de decidirem fazer isso.”

“A imprensa certamente estava muito atenta ao que estava acontecendo. Havia um grande interesse pelo fato de que os Beatles pareciam ter descoberto o misticismo oriental e havia suspeitas sobre o fato em torno da imprensa na época.
“Aquilo realmente levou todos a Bangor para segui-los, além de criar um grande interesse na localidade”.

John Lennon pouco antes da partida do trem da Estação de Euston para Bangor.
GETTY IMAGES

Não foi apenas a imprensa que veio – os fãs também se reuniram.
Os Beatles ficaram no Normal College, agora o Centro de Gerenciamento da universidade.
Len Jones era um dos jardineiros da época e disse que eles causaram bastante reviravolta.
“Eu vim aqui às oito da manhã para começar a trabalhar e havia centenas de pessoas aqui. Eles estavam cantando e estavam meditando”, disse ele anteriormente.
“Os Beatles vieram então, e ninguém conseguia se mover com aquelas centenas de pessoas, especialmente as meninas. E todos estavam gritando ‘Beeeeatles, onde estão vocêsssss’?
“Toda a Universidade, todos pararam de trabalhar por um dia ou dois. Era o paraíso e realmente colocava Bangor no mapa”.
Mas The Beatles não estaria em Bangor por muito tempo. Eles chegaram na sexta-feira – e no domingo, o telefone público tocou no corredor dos salões da universidade onde ficavam.
Eventualmente, alguém respondeu o telefone e Paul McCartney recebeu a notícia de que seu Empresário Brian Epstein havia sido encontrado morto.

Ao tomarem conhecimento sobre a morte de Brian Epstein, The Beatles decidiram voltar para Londres.
Imagem: GETTY IMAGES

O jornalista Freelance Derek Bellis foi convocado para Bangor para entrevistar os Beatles sobre a notícia.
“Foi uma ocasião estranha, suponho que surreal seja a palavra que resume”, lembrou o senhor deputado Bellis.

“John foi quem mais falou nas entrevistas e ele disse que o Maharishi havia dito que eles deveriam lembrar as coisas felizes e as coisas construtivas.
“Parecia como se o Maharishi fizesse algumas observações bastante neutras, e agora você pudesse descrevê-las”.
Historiadores disseram que foi um ponto de virada para os Beatles. Sem Epstein para manter o grupo em conjunto, eles passaram mais e mais tempo em seus próprios projetos antes de se separarem definitivamente em 1970.

“Vir a Bangor foi coisa de George Harrison, mas John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr foram junto. Depois da morte de Brian Epstein, isso não aconteceu tanto, e os Beatles começaram a seguir suas próprias rotinas individuais,” disse o Prof Collins.
No entanto, as pessoas em Bangor ainda sentem orgulho de sua conexão com a banda. “Há todas as histórias que todos que moram em Bangor conhecem”, acrescentou o Prof Collins.
“Como a visita dos Beatles ao restaurante chinês, onde George tinha um bilhete de banco na sola do seu sapato e essa era a única maneira deles garantirem o pagamento, porque eles não carregavam dinheiro com eles.

“Há fotos de Paul McCartney em lugares estranhos ao lado da Estrada da Universidade, que são parte da conscientização local das pessoas sobre a estada dos Beatles.
“Se você mora em Bangor e aparece um novo livro sobre os Beatles, a primeira coisa que você faz é ir no índice e procurar Bangor!
“Está sempre constando lá e você pode ler o pouco da historia de quando os Beatles fizeram parte do seu mundo brevemente”.
Essa conexão ainda está marcada até hoje – há uma placa na universidade e uma laje de ardósia na rua principal lembrando esses três dias em 1967, quando os Beatles chamaram a atenção do mundo para Bangor.

Por Chris Dearden
BBC News

Tradução: Lucinha Zanetti

MAIS SOBRE OS BEATLES EM BANGOR

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O dia em que Paul McCartney foi apresentado a John Lennon!

Em 06 de Julho de 1957, os Quarrymen se apresentaram no Garden Fete de St. Peter’s Church em Woolton, Liverpool, e foi entre 16h15min. e 17h45min. que Paul McCartney conheceu John Lennon através de Ivan Vaughan, que era colega de escola dele e morava perto da casa de John; fazia 8 meses que Paul tinha perdido sua mãe Mary…

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O Show havia sido marcado para as 09h e começou às 10h da manhã e Julia, mãe de Lennon, foi ver o show com Mimi, que achou aquilo tudo uma indecência!
O modo como o adolescente John tocava e se requebrava com Eric Griffith no palco improvisado, horrorizou tia Mimi. Paul chegou por volta de 11h30min. na quermesse, onde John só cantaria 6 músicas, porque Mimi ficou horrorizada e John teve que deixar o palco envergonhado… 🙂

Bob Spitz descreve este momento em seu livro “Os Beatles – A Biografia”:

“John ficou impressionado por Paul lembrar a letra, que ele sempre esquecia , por isso optava por fazer improvisos vocais para acompanhar o ritmo. A versão de Paul era mais pesada, mais marcante, ele tocava a quinta tônica, que a banda simplesmente ignorava. E Paul cantou a música fazendo todas as pausas, despreocupado como se estivesse em frente ao espelho do quarto sem ninguém à sua volta. O fato de os integrantes de uma banda e uma dúzia de escoteiros estarem por perto não o intimidava nem um pouco. Não obstante, a “platéia” ficou magnetizada.
“Aquilo foi estranho. Ele tocava e cantava de uma forma que nenhum de nós era capaz, nem mesmo John”, lembra Eric Griffiths. “Paul tinha confiança, presença. E com uma naturalidade incrível. Ficamos realmente impressionados.”

(…)Houve uma identificação instantânea, uma conexão química entre os dois rapazes que se percebiam comprometidos com a música com a mesma intensidade, com a mesma paixão cega. Tendo em vista a forma como se estudavam, a postura e os olhares dirigidos de um para o outro, o que realmente acontecia era um amor à primeira vista.”

Pg. 96 e 97

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 1)

Em seu livro “Os Beatles – A Biografia“, Bob Spitz escreveu no Capítulo 5:
“A única verdadeira surpresa da festa do jardim da Igreja de São Pedro no ano de 1957 foi a participação dos Quarry Men.
Nos mais de quarenta anos em que os habitantes da vila de Woolton celebraram o evento que eles chamavam costumeiramente de “a Rosa da Rainha”, só bandas marciais haviam tocado. Ainda havia um brilho heróico, uma resposta emocional, a todos aqueles homens rubicundos em uniforme tocando “pop standards” formais arranjadas como se eles estivessem acompanhando a retirada de Dunquerque. (…) Mas algo havia mudado. A canção regular dos homens em azul não mais encantavam os jovens, cujo mundo em expansão via pouco glamour na tradição. Bessie Shotton, a mãe de Pete, convenceu o comitê da festa que uma banda de skiffle atrairia os jovens e propôs os Quarry Men (…)
Os garotos entraram em êxtase. A festa do jardim era “o maior evento social no calendário da vila” (…) Além de tocar, os Quarry Men receberam outra distinção: acompanhar a parada anual dos carros alegóricos (…)
A banda se instalou na carroceria de um caminhão que partiu da igreja pouco depois das duas horas da tarde do dia 6 de julho.

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 2)

(…) Um cheiro de circo persistia no ar pesadamente escaldado (…)Os Quarry Men tocaram uma animada seleção de canções – metade skiffle, metade rock’n’roll – que foi recebida entusiasticamente pelos jovens que se aglutinavam em volta do palco (…) John se lembra: “foi o primeiro dia que cantei Be-Bop-A-Lula ao vivo no palco”, e bem se pode imaginar o quanto ele curtiu. Depois improvisou uma versão de “Come Go With Me” de forma hilariante (…)
Um pouco antes de encerrarem, Eric Griffiths e Pete Shotton perceberam Ivan Vaughn logo abaixo do palco, à direita, com outro jovem ao lado (…) sorriram uns para os outros, ficando subentendido que eles se reuniriam depois do show.
Ivan se aproximou afoitamente. Cumprimentou a todos e apresentou seu amigo da escola – Paul McCartney.

Uma Simples Guinada do Destino (Parte 3)

Len Garry relembra: “O clima estava um pouco tenso. Ivan havia dito [antes dessa tarde, NT] a John sobre Paul ser um grande guitarrista, então ele se sentia um pouco ameaçado.” (…)Curiosamente, Paul tinha trazido seu violão. Sentindo a oportunidade, roubou as atenções, tocando habilmente uma versão do “Twenty Flight Rock” de Eddie Cochran, com todas as sibilâncias do fraseado rockabilly e um toque de Elvis na garganta (…)“De cara, pude ver que John estava com toda a atenção no garoto”, diz Pete Shotton. (…) “Pude perceber que John estava muito impressionado.”Paul também deve ter percebido. Ele parecia se concentrar justamente em John, a quem reconhecia como o legítimo líder da banda. Sem querer perder o pique, “mandou ver” em sua própria versão de “Be-Bop-A-Lula”.(…)“Foi fantástico. Ele tocava e cantava de um jeito que nenhum de nós conseguia, inclusive o John”, relembra Eric Griffiths (…)Mas Paul ainda não tinha acabado. Já mesmo então sabendo como “trabalhar” uma audiência, ele atacou com um medley de Little Richard – “Tutti Frutti,” “Good Golly, Miss Molly,” e “Long Tall Sally” (…)“Depois disso,” diz Colin Hanton, “John e Paul passaram a se circundar como gatos.”
Nota: Esta frase do livro, original, diz o seguinte: “Afterwards,” Colin Hanton says, “John and Paul circled each other like cats.”
A tradução foi mais ou menos literal, e acho que o sentido é o seguinte: ficaram estimulados e desafiados um pelo outro.
Na edição brasileira esta frase ficou traduzida assim; “Depois daquilo”, diz Colin Hanton, “John e Paul se rodearam como gatos.”

Na igreja em Woolton existe esta placa em homenagem a este histórico encontro!

woolton-placa-encontro-john-e-paul

“Paul Quits The Beatles”! Esta era a manchete do Daily Mirror em 10 de abril de 1970…

Há exatos 46 anos, no dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciava ao mundo a separação oficial dos Beatles através de um comunicado.

Pouco tempo depois, John Lennon confirmava que “o sonho havia acabado”.

Na realidade, o grupo já havia deixado de tocar juntos havia alguns meses, quando terminou a gravação do álbum “Abbey Road”.
Os quatro estavam se dedicando a projetos pessoais, mas ninguém se atrevia a anunciar ao mundo a separação… até que Paul McCartney tomou a iniciativa e o mundo soube oficialmente da separação dos Beatles.

Paul quits the Beatles

Depois de anos de muita burocracia e milhões de dólares gastos, os documentos oficiais da dissolução foram elaborados e assinados, como mostra este vídeo…

A Hard Day’s Night, um filme em preto e branco.

Beatles - cena A Hard Day's Night

“A Hard Day’s Night” foi o primeiro filme dos Beatles. Escrito por Alun Owen e dirigido por Richard Lester (que também dirigiu o filme “Help!” de 1965) em 06 de julho de 1964 estreou nos cinemas do mundo todo.
O filme mostra um dia na rotina da banda, ou seja, mostra como era a relação com os fãs no auge da Beatlemania, mostrando como os quatro eram prisioneiros do próprio sucesso, durante uma viagem até Londres; eles não podiam sair em lugares públicos sem serem reconhecidos e terem sempre que sair correndo das fãs.

No Brasil o filme recebeu o título de “Os Reis do Ié-Ié-Ié” e daí veio o nome do ritmo musical que imperava no Brasil entre 1965 e 1972, o iê iê iê, que chamamos também de Jovem Guarda.

O projeto do filme foi um pedido de Ed Sullivam, que era uma pessoa influente e de renome e que tinha grande poder sobre a mídia nos Estados Unidos.

Brian Epstein foi para a América divulgar os Beatles e Ed Sullivam se interessou por eles.
Em seguida viajou até a Inglaterra para conhecê-los pessoalmente.
Fizeram um pré-contrato e várias pessoas estiveram envolvidas, como a EMI e a United Artists. Brian não visava lucro, ele queria mesmo era que os rapazes alcançassem a fama pelo mundo afora.

O orçamento do filme foi de US$ 500.000,00 (quinhentos mil dólares) e a United Artists informou que, pela quantia em dinheiro disponibilizada para as filmagens, não havia condições de se fazer um filme em cores.
Porém, se o filme fosse bem aceito e tivesse retorno financeiro, para os próximos filmes com os Beatles eles poderiam investir quantias mais elevadas…
É que todos achavam que aquele sucesso todo tinha os dias contados e não passaria de poucos meses; achavam que seria como um meteoro e iriam acabar tão rápido quanto surgiram, portanto, não compensaria gastar muito com eles e fazer o filme colorido.
O dinheiro empregado dava somente para fazer um filme pobre e caseiro, foi um financiamento básico, pois achavam que não iriam arrecadar nada com o filme.
Uma exigência era a de que o roteirista tinha que ser inglês, então Richard Lester foi chamado. Metade do filme era dublagem, não eram as verdadeiras fãs dos Beatles tendo toda aquela reação de histeria, mas sim atores teatrais contratados (recrutados pelo diretor); foi tudo uma armação, da metade do filme em diante.
Depois de pronto, tiveram que reeditar o filme, refazendo algumas partes dubladas, devido aos fãs ingleses.
Quem diria, no final o filme arrecadou nos cinemas mais de 12 milhões de dólares, a trilha sonora foi eleita a quarta melhor de todos os tempos na lista das 25 melhores trilhas sonoras de acordo com a revista americana Rolling Stones. E o filme foi até mandado para o espaço em uma cápsula do tempo para ser aberta daqui a muitos anos para ser estudado, devido ao grande sucesso que foi na época. Até estrelas foram batizadas com o nome de cada um dos Beatles!

O fato de ter sido um filme em branco e preto portanto não teve nada a ver com os recursos de filmagens da época, como muitos poderão pensar. A TV no Brasil ainda era em branco e preto, mas no exterior os filmes já eram coloridos.

Tudo isso está no DVD “A Hard Day´s Night”, um DVD duplo, que traz também o “making off” do filme.

Já no segundo filme, “Help”, eram os Beatles quem faziam as regras, pois aí já estavam famosos e eram o próprio sucesso!

John Lennon em Help!

John Lennon em Help!

Fonte: DVD A Hard Day’s Night e Comunidade “We Love the Beatles Forever” (Orkut)

Agora, 52 anos depois, a obra ganha exibição no Brasil pela Rede Cinemark.

O filme foi remasterizado no formato 4K nas suas comemorações de 50 anos de lançamento e, até então, havia sido exibido apenas no Festival do Rio. Nos dias 3, 6 e 8 de março a Cinemark exibiu o filme em 17 cidades brasileiras.

poster-beatles

Aconteceu há 54 anos…

Foi no dia 04-01-1962 que o jornal Mersey Beat, de Liverpool (UK) publicou sua primeira pesquisa de popularidade para aferir o que o público achava das bandas de rock nascidas na cidade e região.

Os Beatles, ainda sem Ringo Starr, ficaram em primeiro lugar seguidos de perto por Gerry & The Pacemakers.

Pesquisa de popularidade

Esta primeira página se tornaria histórica e foi parar até em capas de disco.

A grafia errada do sobrenome de Paul – “McArtrey” – viraria símbolo dos duros primórdios do grupo no norte da Inglaterra.

Por Cláudio Teran

The Beatles no NME Poll Winners Concert – 1964

Em 26 de abril de 1964 os Beatles foram os últimos a se apresentarem no NME Poll Winners Concert, apresentados pelo Disk Jockey Murray Kaufman (Murray The K).

O Concerto teve a participação do que havia de melhor no Show Business da época e nesse dia eles mandam muito bem, até com um pequeno equívoco de John Lennon e que vale conferir aos 3:49seg durante a performance em You Can’t Do That!

O The New Musical Express (NME) 1964 Annual Poll Winner’s Concert foi realizado no The Empire Pool, em Wembley, foi gravado em 26 de abril de 1964 e transmitido em 10 de maio de 1964.

Beatles NME 1

Os Beatles receberam um prêmio das mãos de Roger Moore e cantaram ‘She Loves You’, ‘You Can’t Do That’, ‘Twist and Shout’, ‘Long Tall Sally’ e ‘Can’t Buy Me Love’.

“The Mad day out”, uma sessão de fotos com os Beatles em 1968.

No verão do ano de 1968 os Beatles estavam em meio às gravações do álbum branco (The Beatles) e para produzirem um novo conjunto de imagens mais contemporâneas para publicidade, Don McCullin, um fotógrafo mais acostumado a fotografar zonas de guerra, foi contratado para passar um dia inteiro com eles fotografando pelas mais variadas localizações em Londres.
O fotógrafo praticamente “levitou dois centímetros do chão” de tão surpreso e emocionado que ficou ao receber o convite feito pelos Beatles.
Num domingo, 28 de julho, tendo até aquele momento apenas fotografado os Beatles para uma capa da Revista Life, eles partiram juntos em uma excursão que ficou conhecida como “The MAd Day Out”.

O itinerário os levou desde o prédio do jornal Sunday Times na Rua Gray´s Inn até Cable Street na East End em Londres.
McCullin alegou que eles iriam se sentir confortáveis lá, pois o rio e os arredores poderiam fazê-los recordar as docas de Liverpool.
De qualquer forma, ele conhecia Whitechapel como a palma de sua mão.
De lá, McCullin e a banda seguiram para a rotunda Old Street, na qual eles posaram, para surpresa dos motoristas de taxi que se agitavam e rodavam em volta para vê-los por alguns segundos. Além disso, poderiam olhar também a Limehouse e as belas casas dos capitães dos mares no entorno, todas em estilo Georgiano.

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Em seguida foram para um salão numa comunidade na East End e tocaram com um papagaio antes de tomarem o caminho de volta para a casa de Paul em St. John`s Wood, com seu teto de vidro em formato de cúpula…

 

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FONTE: The Beatles – The Mad Day Out Photo Session