ISTO É RENATO BARROS!

Hoje está fazendo um ano que publiquei a primeira conversa gravada via Internet com o líder da Banda Renato e Seus Blue Caps, o grande músico , compositor e produtor musical, Renato Barros.

Neste primeiro vídeo Renato Barros falou sobre algumas de suas composições, citou os Beatles, falou de sua amizade com Getúlio Côrtes e como começou a parceria deles em composições, lembrou Gileno e de quando compôs “Devolva-me” para a dupla Leno e Lílian, falou sobre as composições suas que Roberto Carlos gravou, explicou por que usou os pseudônimos Richard Brown e Richard Young, finalizando com sua composição em parceria com Vadinho, intitulada “Eu e Você” gravada pelo Roupa Nova e José Augusto e que foi tema da novela Tieta, enfim, uma conversa informal que poderá ser ouvida aqui neste vídeo.

Depois Renato convidou o amigo Getúlio Côrtes e gravamos também esta conversa muito bacana aqui, ocasião em que ele me apresentou o compositor Getúlio Côrtes, que contou a historia de como surgiu sua composição “Negro Gato” entre outras curiosidades…

Depoimento sobre o cantor Reginaldo Rossi:

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Sobre a gravação da música “Tudo morreu quando perdi seu amor”, gravada pela Wanderléa, Renatodiz:

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Neste vídeo Renato Barros fala sobre seu gosto musical, onde ele me contou como foi influenciado por sua família a ouvir os clássicos da música americana e de como introduziu músicas internacionais em seus Shows com a banda Renato e Seus Blue Caps.


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Renato Barros contando suas memórias.

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Aqui Renato Barros explica sobre a escolha do repertório musical nos shows da banda.

Neste vídeo Renato faz esclarecimentos aos fãs sobre a gravação de um DVD da banda Renato e Seus Blue Caps.

Um depoimento de Renato sobre a banda The Fevers:

Além de contar algumas novidades, Renato esclarece sobre os convites que recebe para tocar guitarra e envia mensagem ao seu Fã Clube no Facebook, RENATO E SEUS BLUE CAPS BRASIL (FÃ CLUBE).

Aqui a historia da canção “AMOR SEM FIM”. É uma canção gravada por Renato e Seus Blue Caps e composta por Renato Barros que saiu em CD pela Globo/Columbia sob o número 419.086, em setembro de 1996 e foi ouvida inclusive por George Martin.

Renato conta que a música é cheia de historias, ouçam aqui:

Neste vídeo Renato Barros faz alguns esclarecimentos aos fãs da Banda Renato e Seus Blue Caps.

– Esclarecimento sobre a criação do nome da banda por Jair de Taumaturgo e não por Eduardo Araújo;
– Renato conta como aprendeu a tocar violão;
– O disco de 1976 e o nome polêmico: “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”;
– A música “Adorada”, do LP de 1977, que foi inspirada em “That’s what I want” (The Square Set).

Novamente um esclarecimento sobre a escolha do nome da banda:

Neste vídeo um assunto muito discutido pelos fãs, que é sobre os vocais nas canções de Renato e Seus Blue Caps.

Atendendo a inúmeras perguntas sobre quem canta nas gravações dos discos, Renato Barros explica como eram escolhidas as vozes e por que hoje há certa dificuldade em se identificar os vocais em cada uma delas…

RENATO BARROS responde a minha pergunta “por que Renato e Seus Blue Caps é chamado de ‘biruta’, comenta sobre a repercussão da sua homenagem à Bossa Nova nos Shows da Banda e explica como fez o arranjo da canção Hotel California em seus Shows.

RENATO BARROS faz esclarecimentos sobre sua participação como guitarrista acompanhando os cantores da CBS.
Cita a musicalidade de seu irmão Paulo César Barros, faz elogios ao Lafayette, lembra o amigo Mauro Motta e muito mais.

As músicas gravadas por Jerry Adriani e que foram mencionadas nesta conversa são:
“Preciso de Você Agora”, “Se Pensamento Falasse”, “Palavras de Carinho”, “És meu Amor”.

Músico diferenciado e pessoa carismática, Renato Barros agradece publicamente todo carinho que recebe de seu público e fãs de Norte a Sul do Brasil.
Como costumo dizer entre amigos, se no Brasil existisse a comenda britânica ele deveria receber o título de Sir Renato Barros.

RENATO BARROS fala sobre os momentos de lazer em um Bar Restaurante na Tijuca, onde costuma frequentar e cantar, sempre na companhia de amigos.

A historia de como surgiu a canção “Memórias” e “A Primeira Lágrima”:

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RENATO BARROS E AS GRAVAÇÕES QUE ERAM FEITAS NA CBS NOS ANOS 60.

Ontem conversando com o guitarrista Renato Barros, da banda Renato e Seus Blue Caps, descobrimos alguns textos em Blogs na Internet que diziam:

“…Jerry Adriani foi fundamental para a carreira de Raul Seixas, que desenvolveram uma bela parceria além de fornecer duas composições para Jerry Adriani cantar, que foram “Se Pensamento Falasse”, um rock pontuado por guitarra Fuzz tocada por Renato Barros (o disco não traz créditos das gravações) e “O Seu Taxi está Esperando”, registro com rebuscada linha de baixo que lembra muito as gravações de Elvis no final dos anos sessenta…”

“Uma das jogadas de Raulzito foi colocar os graves vocais de Jerry a rimar com os polpudos riffs fuzz-garageiros do guitarrista Renato Barros, dos Renato & seus Blue Caps. A guitarra de Barros distorcia – enquanto a velha jovem guarda, literalmente, dava os últimos suspiros.”

“Algumas gravações de cantores de Rock and Roll tiveram notoriedade e nelas podemos observar um show de Rock and Roll de Renato Barros tocando sua guitarra, como é o caso dessas gravações de Jerry Adriani, onde o FUZZ da guitarra de Renato quase que explode…

1 – PRECISO DE VOCÊ AGORA

2 – SE PENSAMENTO FALASSE

3 – PALAVRAS DE CARINHO

4 – ÉS MEU AMOR

Ao ler essas informações, Renato disse:

“Agradeço muito a citação, mas não sou eu o guitarrista em questão. Também nem imagino quem seja.”

E depois brincou: “A Jovem Guarda está virando governo MILITAR, ou ditadura MILITAR, como os mais jovens chamam. Está sendo muito mal contada. Geralmente contada por puras deduções, o que é uma pena. A verdade é de quem a viveu, como a maioria não fala mais……….”.

E diante disso, pedi a ele que esclarecesse melhor ao seu público sobre quais eram os guitarristas que gravavam com os cantores da CBS, ele se lembrou do conjunto The Angels/The Youngsters e The Sunshines e assim gravamos este bate papo esclarecedor.

Ouçam.

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NO YOUTUBE

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Renato Barros disse que no LP de Jerry Adriani, de 1965, onde consta a canção “Querida”, este foi sim, ele quem acompanhou o cantor tocando sua guitarra.

UM EXEMPLO CLÁSSICO DE RENATO BARROS TOCANDO SUA GUITARRA DISTORCIDA (FUZZ) É NA GRAVAÇÃO DE ROBERTO CARLOS CANTANDO A COMPOSIÇÃO DE RENATO, “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM”.
AQUI PODEMOS VÊ-LO TOCAR AO VIVO COM SUA BANDA:

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“AS INVENÇÕES DE RENATO E SEUS BLUE CAPS”!

Este foi o título da reportagem escrita por Bill Falcão em 1973 sobre a banda Renato e Seus Blue Caps, reportagem esta que ele entregou pessoalmente a Renato Barros no camarim do Cine Theatro Brasil Vallourec em Belo Horizonte durante o Show da banda na cidade de Belo Horizonte, dia 20 de abril, quinta-feira passada…

Renato Barros e Bill Falcão em 20-04-2017

Segue a reportagem de Bill com fotos de Fernando Mendes.

Canta… Renato e Seus Blue Caps!

Sobre a distribuição dos vocais nas canções gravadas pela banda Renato e seus Blue Caps em seus discos, Renato Barros me explicou que como ele era o produtor, juntamente com Sr. Evandro, já naquela época ele se preocupava com a saída de algum membro e que viesse a deixar a banda fragilizada. Então eles preparavam a todos e como hoje podemos constatar, todas as músicas ficaram ótimas e o grupo não ficou refém de uma voz só, como aconteceu com uma banda contemporânea deles.

As vozes eram distribuídas de acordo com o timbre característico de cada um e que se encaixasse melhor na melodia. Mesmo sendo o Renato e o Sr. Evandro nos anos 60 os produtores, Renato fazia questão de pedir as opiniões de todos os integrantes na hora da distribuição dos vocais. Ele considera seu trabalho dentro do estúdio muito mais eficaz e importante do que simplesmente cantar uma música. O importante pra ele era sempre o resultado final e graças a Deus, como ele diz, sempre acertava e isso permanece até hoje com a sua direção musical nos Shows da banda Renato e Seus Blue Caps.

Para melhor explicar aos fãs e interessados sempre em saber quem cantou em cada canção, fizemos este vídeo gravado em 19 de abril de 2017, onde Renato Barros expõe sobre o assunto e esclarece como eram escolhidos os vocais.

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Renato diz que não é relevante saber quem cantou, mas nós os fãs gostamos de saber todas as particularidades das gravações e principalmente quem foi o autor da letra, da melodia e lógico, quem cantou, e é por isso que vou colocar aqui algumas informações já publicadas na página Renato e Seus Blue Caps Original, a página oficial da banda, as quais foram dadas por Paulo César Barros aqui.

As músicas do LP Viva a Juventude, de 1964, foram praticamente cantadas por todos os integrantes de Renato e Seus Blue Caps na época e até por quem não era banda…
Na musica TREMEDEIRA, por exemplo, até Getúlio Cortes participou em algumas intervenções, como por exemplo, quando se escuta “AH, AH”; e quando se escuta “OH”, aí é Paulo César.

Na musica “SOU FELIZ DANÇANDO COM VOCÊ”, Renato e Paulo César cantam em uníssono, mas na parte onde diz “ATÉ O FIM DA NOITE…”, o solo vocal é do Renato.

Na canção “GAROTA MALVADA”, Renato e Paulo César cantam em uníssono.

Na música “Loop the loop” as vozes são de todos com destaque na voz do Erasmo.

Na musica “GATINHA MANHOSA” cantam Paulo César e Erasmo; no solo vocal da segunda parte é Paulo César, ainda com timbre de garoto, na parte que diz: “QUANDO AUMENTO A VOZ……”

Na musica “MENINA FEIA” (ela existiu mesmo…) o solo vocal foi feito por Paulo César.

A música “IRMÃ DO MEU MELHOR AMIGO” foi cantada por Renato e Paulo César.

A canção “SEXO FRÁGIL”, do disco de 1983, é uma composição de Renato Barros e Nani.
Nesta gravação Renato faz o vocal solo e todas as outras vozes duplicadas ou “vocal aberto” são dele.

Em “SONHOS DE AMOR” Paulo César fez os arranjos da base (banda) e distribuiu as vozes do backing.
É ele também quem faz o solo vocal da melodia.

No disco “Batom Vermelho” Paulo César fez os arranjos e os solos vocais das musicas PAULA (Homenagem a sua filha ), FEITO SONHO e RELÓGIO, estas duas últimas em parceria com o saudoso e grande cantor, ex cunhado dele, o PRÊNTICE; Paulo César também colocou na sua 1ª gravação, na época ainda um garoto, o músico RENATO NETO, que era o líder da banda do saudoso cantor PRINCE.

A música “Um é pouco, dois é bom, três é demais”, do LP de 1967 foi composta por Renato Barros e Paulo César Barros fez o arranjo da música.
Uma curiosidade nesta canção é que a versão mono é um pouco mais longa do que a estéreo, que saiu em CD.
O vocal tem Paulo César e Renato Barros cantando em uníssono a musica quase toda e somente no verso que diz “O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO NÃO SE FAZ”, Paulo César faz vocal solo, e depois voltam novamente em uníssono.

Versão mono:


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Versão Esteril

Na canção “Sou tão Feliz”, que é uma versão de “Love me Do”, de Lennon & McCartney, o vocal é de Renato Barros e Paulo César Barros, que cantam juntos a 1ª parte.
No refrão onde diz: “SÓ PRA MIM………”, Paulo César faz o solo vocal.

Na canção “Vivo Só”, uma versão feita por Paulo Cesar Barros para o sucesso “For Your Love”, dos ingleses The Yardbirds, o vocal é do próprio Paulo César Barros.

A música “Amanheci Chorando” foi composta por Renato Barros e tem o vocal de Paulo Cesar Barros.
Foi gravada originalmente no LP As 14 Mais Vol. XX da CBS.

Vera Lúcia é uma composição de Renato Barros em parceria com seu irmão Paulo César Barros.
Saiu tanto em compacto como no LP “VIVA A JUVENTUDE”, portanto não há dúvida quanto a minha participação.

A música “Tão Má pra Mim” é uma versão de “Bad to me”, de Lennon e McCartney.
Foi lançada em 1965, ano em que saiu o LP “Isto é Renato e seus Blue Caps”, e foi gravada entre agosto e setembro, mas não fez parte do LP.

“Essa musica não saiu em nenhum dos LPs de carreira, provavelmente tenha saído em algum compacto. Fiz o solo vocal na parte “GOSTO DE VC, MEU BEM, MAIS QUE TUDO ENFIM…………..” mas não lembro quem é o autor dela, pode até ser que seja eu o versionista, mas não lembro.” (Paulo César Barros)

Em “Vou subir bem mais alto que você”, do LP de 1967, quem faz o vocal é Paulo César Barros.

Na música “Recordações”, lançada em 1974, quem fez o vocal solo foi Michael Sullivan , o Ivanilton, apelidado de Porquinho.

Em “Posso até lhe abandonar”, do álbum de 1976, uma composição de Paulo César Barros, que não estava na banda nessa época, não tem o seu vocal, embora tenha sido ele quem tocou o baixo e fez o arranjo, tanto de base como dos sopros, mas não cantou.
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Na música “Sem Suzana” de 1968 o solo vocal é de Paulo César.

“Esta Noite não Sonhei com você” é uma composição de Renato Barros que saiu no LP de outubro de 1971.
Ele se inspirou na balada “Oh! Darling”, de Lennon & McCartney, pra compor a melodia desta belíssima canção. 😉
Vocal de Paulo César Barros.

“Amanheci Chorando” tem vocal de Paulo César Barros.

“Vou subir bem mais alto que você” tem vocal de Paulo César Barros.

NOTAS:
1 – Richard Brown and his Orchestra era o Renato Barros solando com acompanhamento da orquestra da gravadora. LP de 1972, CBS/Entré, n° 104219.

2 – Paulo César entrou no RC7 exatamente quando o Gato e o Bruno saíram, mas tocou não só com o Gato, como também com o Wanderley ( teclado ), na gravação do Roberto “EU TE DAREI O CÉU”. No Kriga-ha tocou o LP todo.

O nome “RENATO E SEUS BLUE CAPS” foi escolhido por Jair de Taumaturgo, e não por Eduardo Araújo!

RENATO BARROS exige uma retratação da parte de Eduardo Araújo por ter escrito em seu livro que foi ele quem deu nome à banda Renato e Seus Blue Caps.

Já havíamos publicado uma entrevista com Renato Barros onde ele esclarecia aos fãs da banda Renato e Seus Blue Caps sobre a verdadeira origem do nome e criação de sua banda aqui neste vídeo:

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Porém ao tomar conhecimento do contexto do livro lançado por Eduardo Araújo, Renato Barros ficou indignado e voltou a falar sobre o assunto, exigindo uma retratação da parte do cantor…

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RENATO BARROS responde algumas perguntas e faz esclarecimento sobre o nome da banda “Renato e Seus Blue Caps”.

Conversando hoje com Renato Barros, fiz a ele algumas perguntas, as quais ele respondeu com aquele seu jeito tranquilo e simples de ser. 😉

1 – Renato, soube que no livro “O bom” Eduardo Araújo escreveu que foi ele quem deu o nome pra banda de “Renato e Seus Blue Caps”, porém nós os fãs sabemos que a historia contada por você é outra, inclusive sei que Carlos Imperial até havia depois registrado o nome mas algum tempo antes de seu falecimento ele o procurou pra lhe passar os direitos… enfim, você tem ideia do motivo que levou Eduardo Araújo a pensar que foi quem fez a escolha do nome?

2 – O fã Olivério Machado gostaria de saber como foi que você começou a tocar violão, quais as primeiras notas que aprendeu, se você teve um professor ou foi auto didata?

3 – O fã Gabriel Silva, entre outros, gostaria que você explicasse qual a referência para que o disco lançado em 1976 recebesse o título de “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”, dado que naquela data a banda já contava mais de 17 anos de estrada…

4 – Perguntei sobre a composição de Ed Wilson (Alessandro) para o LP de 1977, intitulada “ADORADA”, e embora não esteja gravado neste depoimento, depois Renato me disse que a música é bem inspirada em “That´s What I Want” (The Square Set).

OUÇAM AS RESPOSTAS

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O VÍDEO NO FACEBOOK
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“ADORADA” – Do LP Renato e Seus Blue Caps de 1977

Composição: Alessandro (pseudônimo de Ed Wilson)
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Geraldo Alves, primeiro Empresário Artístico de Roberto Carlos lança livro de memórias.

Estas duas imagens a seguir são do grupo The Clevers em sua segunda formação…

O ano era 1965 e nessa ocasião Roberto Carlos iniciava à frente do recém lançado programa, o Jovem Guarda da TV Record, e prometia colocar a banda no Jovem Guarda para promover a nova versão dos Clevers, porque os anteriores tinham migrado para “Os Incríveis”, cujo nome era o título dos LPs dos Clevers.

Foi um sufoco, muita confusão na época, mas Antonio Aguillar conta que conseguiu ultrapassar todos os obstáculos e fazer sucesso com a versão da música “No Reply” dos Beatles, título “SEM RESPOSTA”, versão escrita por Norberto de Freitas, um discotecário da Radio Nacional de São Paulo.
Essa banda chegou a tocar no Reino da Juventude da TV Record e fez outros programas de televisão em São Paulo além de ampla divulgação do sucesso “Sem Resposta”.

Em vista de se vestirem como os Beatles e lembrarem os músicos ingleses com suas roupas e cabeleiras, acabaram sendo contratados para tocar no Beco, uma casa promovida pelo famoso Abelardo Figueiredo.

Em 1968 acabou o programa Jovem Guarda e eles também se debandaram, cada um seguindo seu caminho solo, o nome ficou fora da mídia até que Aguillar voltou ao radio em 2005, com o programa Jovens Tardes de Domingo pela Radio Capital, quando formou um novo grupo com a patente The Clevers, chegando a gravar dois CDs e um DVD e continua até hoje tocando em shows e bailes.

Estou contando esta historia por que no próximo dia 9 de abril ocorrerá o lançamento do livro de Geraldo Alves, o primeiro empresário artístico de Roberto Carlos e de muitos outros artistas da Jovem Guarda, e a banda The Clevers em sua formação atual estará presente no Bar Brahma acompanhando a apresentação dos artistas convidados para o lançamento do livro.

Um detalhe: Roberto Carlos autorizou o livro de Geraldo Alves.

Hoje a formação dos Clevers tem Rod Spencer na guitarra solo, Luiz Monteiro na guitarra base e vocalista, Satoru no contra baixo, João Kramer no teclado e Evaldo Correa na batera.

Segue uma entrevista levada ao ar pela Rádio Capital em 26/03/2017, ocasião em que Antonio Aguillar conversou com Geraldo Alves. Ele contou alguns detalhes do início de carreira de Roberto Carlos, convidou para o lançamento de seu livro no dia 09 de abril, às 16h30 no Bar Brahma em São Paulo, e citou alguns cantores lançados por ele como Paulo Sérgio, Altemar Dutra, entre outros.

Ao final temos a oportunidade de ouvir um depoimento do saudoso Sérgio Murilo a Antonio Aguillar, contando por que cantava com as mãos…

Ouçam!

Geraldo Alves foi o primeiro empresário artístico de Roberto Carlos. Ele era açougueiro em Limeira, interior de São Paulo, e também acordeonista. Quando trabalhava com Roberto Carlos no inicio de carreira, Geraldo Alves levava Roberto a fazer shows em circos (era moda na época) e acompanhava o cantor com o seu acordeom ou sanfona, como era chamada na época, enquanto Roberto tocava seu violão.

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