A Banda Renato e Seus Blue Caps tem novo Contrabaixista!

Em 14 de julho de 2018, durante o Show da banda Renato e Seus Blue Caps em Juazeiro, na Bahia, iniciou seus trabalhos de Contrabaixista na Banda, o músico BRUNO SANSON, que já figurava há 06 anos como Técnico de Som, acompanhando o grupo pelo Brasil.
Além de Baixista, Bruno também toca guitarra e bateria.

RENATO BARROS apresentou BRUNO SANSON aos fãs e seguidores de Renato e Seus Blue Caps.
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“E é assim que uma nova fase se inicia! Com alegria, muito trabalho e dedicação eu viro uma página da vida pra estar no palco com essas lendas do Rock e da historia da música brasileira.
Pego esse bastão com muito orgulho e satisfação, sabendo do peso da bagagem que essa banda carrega.
Obrigado a cada um que, de alguma forma, contribuiu com esse crescimento”. (Bruno Sanson)

Durante o Show em Juazeiro, ao lado do guitarrista Renato Barros, líder da banda. Ao fundo, Gelsinho Moraes.

Segue uma breve entrevista de apresentação do Bruno, que aproveitou para agradecer a todos que manifestaram carinho e votos de boa sorte a ele.
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Bruno Sanson e o baterista Gelsinho Moraes

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FOTOS DO SHOW EM JUAZEIRO/BA

Apresentação da Banda na cidade de Juazeiro na Bahia, em 14 de julho de 2018.Estreia do Baixista Bruno Sanson.https://youtu.be/IRZW9UUYkxQ

Posted by Renato e Seus Blue Caps Original on Monday, July 16, 2018

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FECHE OS OLHOS – APRESENTAÇÃO EM JUAZEIRO/BA
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RENATO BARROS FALA SOBRE OS BAIXISTAS QUE PASSARAM PELA BANDA E ESCLARECE A CURIOSIDADE DOS FÃS SOBRE A CAPA DO ÁLBUM DE 1969.

Perguntei a Renato Barros quais foram os baixistas que passaram pela banda Renato e Seus Blue Caps e se Cadinho (Cláudio) entrou depois de Pedrinho e antes do Amadeu. Renato respondeu que foi no final dos anos 80, depois da saída do Pedrinho e antes da entrada do Amadeu (atual baixista da banda). o início da gravação falhou, me desculpem), inclusive citou que ele aparece no documentário “Renato e Seus Blue Caps, Uma Historia de Sucesso”, exibido pela TV Manchete, produzido por Ney Padilha, e já publicado na página oficial da banda no Facebook.
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Ouçam neste vídeo a seguir a resposta de Renato Barros:

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O VÍDEO NO FACEBOOK:

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Sobre a capa do disco de 1969, Renato explica que era uma época em que estava em voga o psicodelismo, então eles acharam por bem fazer uma capa psicodélica, usando algumas roupas do tipo e tal. O fotógrafo da CBS disse que conhecia um lugar bem legal para este propósito, e indicou a Gamboa no Rio de Janeiro. E lá foram eles. Na época a formação era Renato, Cid, Pedrinho, Scarambone e Tony, e encontraram um muro meio em ruínas, ao lado de um portão, e fizeram a foto.

O primeiro que aparece, e está de colete preto, é o Pedrinho, baixista.

ENTREVISTA COM RAUL SEIXAS EM 1976

Em 1976, por ocasião dos festejos pelos 50 anos de emancipação da cidade de Joaçaba, RAUL SEIXAS foi um dos artistas que se apresentou na cidade, e o radialista Antonio Carlos “Bolinha” Pereira realizou esta histórica entrevista com o “Maluco Beleza”…

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O vídeo no Youtube:


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FOTOS DE RAUL SEIXAS COM O RADIALISTA BOLINHA

Uma reportagem sobre o histórico show de Raul Seixas em Joaçaba em 1976.

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RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC (1996) – Um registro Histórico.

Foi em 15 de junho de 1996 que a cidade de Joaçaba em Santa Catarina recebeu pela primeira vez a banda Renato e Seus Blue Caps.

A Recepcionista Dirce atendendo Renato e Seus Blue Caps

Pouco antes do início do Show, Bolinha entrevistou a banda, que na ocasião estava para lançar um disco, e aqui podemos ouvir Renato Barros falar sobre o CD lançado em setembro de 1996, citando a música “Amor sem Fim”, que conforme já publicamos aqui, foi ouvida por George Martin, produtor dos Beatles, que parece ter gostado muito da canção.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 – (Entrevista e Fotos)

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Depois desta histórica entrevista realizada e gravada por Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, a banda se apresentou no Clube da AABB em Joaçaba.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 (Entrevista e Show).

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“SET LIST”

1 – Vou Subir bem Mais alto que Você
2 – Se Você Soubesse
3 – Como num Sonho
4 – Não vá embora sem me dizer
5 – Dona do meu Coração
6 – Não te Esquecerei
7 – O meu primeiro amor
8 – Até o Fim
9 – Você não Soube Amar
10 – Memórias
11 – Pare o Casamento
12 – Pobre Menina
13 – Festa de Arromba
14 – O Pica Pau
15 – Pode Vir Quente que eu Estou Fervendo
16 – O Bom
17 – Primeira Lágrima
18 – A irmã do meu melhor amigo
19 – Feche os Olhos
20 – Não me Diga Adeus
21 – Meu Bem não me Quer
22 – Menina Linda
23 – Obrigado pela Atenção

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As imagens do Show, a Entrevista e as fotos são do acervo de Antonio Carlos Pereira, que ele gentilmente enviou a mim e ao Renato Barros em DVD.
BLOG: OS DISCOS DO BOLINHA

ROBERTO CARLOS SENDO ENTREVISTADO NA ÉPOCA DO PROGRAMA JOVEM GUARDA

Recebi recentemente do comunicador Antonio Carlos Pereira, de Joaçaba/SC, algumas entrevistas com ídolos da música brasileira, e entre elas estão estas duas realizadas com o cantor Roberto Carlos.

ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS EM 1967.

Em 23 de julho de 1967 o comunicador Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, entrevistou Roberto Carlos por ocasião de um Show que o cantor foi realizar na cidade de Joaçaba, Santa Catarina.
O áudio não está perfeito, mas vale o registro pelo seu valor histórico.

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O VÍDEO NO YOUTUBE


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ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS EM 1973.

Por ocasião do retorno de Roberto Carlos à cidade de Joaçaba, em 25 de julho de 1973, Bolinha realizou nova entrevista, a qual podemos ouvir aqui:

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O VÍDEO NO YOUTUBE


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1967

1973

Reportagem que saiu na Revista do Sul – parte 1

Reportagem na Revista do Sul – Parte 2

Jornal Raízes – Agosto 2012

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Mais informações sobre o Show de Roberto Carlos em Joaçaba, aqui no Blog do Antonio Carlos “Bolinha” Pereira.

O Rei chegou a Joaçaba por volta das 15:30 horas, do dia 22 de julho. Grande número de fãs já o esperava no Aeroporto Sta. Terezinha, e ele, ao desembarcar do avião especial da SADIA que o trouxera, acenou para as pessoas ali presentes. Por motivos técnicos houve um certo atraso, e o show que começaria às 16 horas teve início somente às 17:45. O estádio estava lotado (calculada em 5.000 pessoas a afluência), mas poucas pessoas puderam vê-lo bem: é que o estádio não possui iluminação, mas mesmo assim, e apesar do frio que fazia no local, as fãs acompanharam o Rei em seus maiores sucessos: “Mexericos da Candinha”, “Pega ladrão”, “Eu te adoro meu amor”, “Parei na contramão”, “Esqueça” e outras, com o “Calhambeque”, em arranjo especial para encerrar o show. À noite, apresentou-se no Clube 10 de Maio, e, domingo pela manhã concedeu-nos a entrevista, que é agora transcrita na Revista do Sul:

ENTREVISTA COM ROBERTO CARLOS, FEITA POR ANTONIO CARLOS PEREIRA (BOLINHA), NA RESIDÊNCIA DO DR. IVAN BONATO, EM 23/07/1967.

Bolinha – Oi turma, nós temos aqui, junto à reportagem da Rádio Herval d”Oeste, “S. Majestade, o Rei da Jovem Música Brasiliera”, Roberto Carlos. Roberto, suas palavras iniciais…

Roberto Carlos – Ah, bem… inicialmente o meu abraço a todos, meus agradecimentos ao carinho que recebi aqui, e uma beijoca muito especial para as fãs.

B – Roberto, você esteve no Festival de Veneza este mês?

RC- Foi.

B – E você ficou entre os seis colocados. O resultado sairá daqui a meio ano. Você concorreu com “Namoradinha” e “Eu te darei o céu”?

RC- Não.. Só “Namoradinha”,”Eu te darei o céu” faz parte do compacto, porém não foi apresentada ao público ao vivo

B – E você já vendeu quantos LPs de “Namoradinha”. Ou é compacto?

RC- É compacto. Na Itália não sei quando eu vendi.

B – Ah, pensei que fosse por vendagem no Brasil… e lamento não ser italiano, residente lá, afim de colocá-lo em primeiro lugar.

RC- Ah, eu também!

B – Você vai gravar LP agora em agosto, ou só compacto?

RC – Compacto. Meu LP sairá só em dezembro.

B – Seu mais recente LP – o que tem “Namoradinha” foi apresentado por mim em primeira audição aqui no Estado. No mesmo mês – dezembro – entraram cinco músicas suas em minha “Parada de Sucessos”, feita com base nas solicitações.

RC- É… tá bom. Obrigado.

B – Em oito paradas, você tem: 6 primeiros lugares, 3 segundos e 2 terceiros e uma música sua em primeiro lugar, com Os Vips.

RC – Ah! O “Faça alguma coisa pelo nosso amor” e “Meu grito” como é que estão aqui?

B – “O meu berro” está indo bem… eu ainda não tinha e veio alguns dias atrás: toquei uma vez só e chegou ao 18º lugar. Neste mês ele deve melhorar muito. Eu peguei o seu endereço para mandar depois o resultado da Parada.

RC – Ok…OK…OK.

B – Outra pergunta: Por que Wanderléa nunca gravou música sua?

RC – Não, ela gravou uma, sim. É o “Quilo de doce”.

B – Mas, não chegou às Paradas?

RC – Não. Mas, geralmente quem escolhe o repertório da Wanderléa é o Seu Evandro, diretor da CBS. E nós temos, assim, pouco contato. Quando eu vou lá é para discutir sobre os meus discos e outros detalhes, e nunca se comenta sobre o repertório de Wanderléa, que ele escolhe muito bem.

B – Neste último LP, ela está se destacando com “Prova de fogo”. É do Erasmo, o meu amigo “Super”.

RC – É… (risada)

B – Tem uma vez tremenda aqui também. Eu pego sempre a Jovem Guarda…

RC – É uma pena que não pega bem aqui a televisão.

B – Televisão não pega muito bem. Mas, mesmo assim, alguma coisa dá para a gente ver.

RC – O Bonato diz que vai sair uma campanha aí… (risada)

B – As músicas, Roberto, que vão sair em seu compacto, agora no mês de agosto, você já tem o nome?

RC – Tenho – Uma é “Como é grande o meu amor por você” que é uma música lenta, tipo “Nossa canção”. A outra é uma música que é inspirada no estilo daquelas “Fugas de Bach”, que tem o título “Por isso estou aqui”.

B – A “Nossa canção” pegou muito bem em Joaçaba: chegou ao 2º lugar.

RC – Ah!… sim, e…

B – Em primeiro lugar estava “Namoradinha”.

RC – (risada). Eu ia te perguntar que é que estava na frente da “Nossa canção”.

B – Pois é, você perdeu para você mesmo, mora.

RC – O.K.

B – “Como é grande o meu amor por você” é autoria de quem?

RC- Minha. A outra, também.

B – Ah, então pegam o primeiro lugar, mora. Outra pergunta: O seu Jovem Guarda continua com grande audiência em São Paulo?

RC – Sim. Inclusive uma notinha numa Revista em São Paulo disse que meu programa teria parado no Rio por falta de patrocinador. É “papo mais furado” que já vi, porque o programa de audiência está ótimo e o patrocinador também continua. Além do mais, o programa não parou.

B – E sobre o seu casamento; é “papo furadíssimo”?

RC – É furado, sim.

B – Num mês saíram duas notícias sobre o seu casamento…

RC – Ah, saíram várias notícias sobre esse negócio de que eu ia casar. Mas, não casei, nem tinha intenção de casar. Não tinha nem noiva, quanto mais casar.

B – Do seu próximo LP você não sabe o nome das músicas?

RC – Do próximo Lp são músicas do filme. O filme sai em janeiro e o Lp em dezembro. Eu já tenho todas as músicas do filme. Só não sei o nome delas. Eu sei que uma se chama “Corro demais”, outra “Não adianta nada”, “Quando”, “Eu faço o que quero”…

B – No estilo da “Namoradinha”, tem alguma?

RC – Tem “Quando”. E tem o “Corro demais” que é de um estilo de música assim, pouco usado. Não é estilo de “Namoradinha”, nem estilo “Quero que vá tudo pro inferno”. É uma música que não é lenta, nem apressada. É uma música calma, mas que tem grandes possibilidades.

B – E… no ritmo de “Quero que vá tudo pro inferno” não tem nenhuma?

RC – Tem mais ou menos o “Quando” que é parecida com a “Namoradinha”… também.

B – Este seu filme será uma espécie de “bang-bang”, meio apressado?

RC – O título é “Roberto Carlos em ritmo de aventura”. E dentro do filme, eu, inclusive, falo com o Diretor, digo que vou sair do filme. Cenas assim, interessantes… Negócios com bandidos e metralhadoras, enfim, bem movimentado.

B – A outra pergunta é sobre Martinha: você acredita no sucesso de Martinha? Acha que ela pode barrar a Wanderléa?

RC – Bem esse negócio de barrar a Wanderléa não é bem o caso, porque nem mesmo existe uma concorrência entre Martinha e Wanderléa. Agora, ela poderá, dentro do estilo dela, conseguir um lugar de destaque. Ela geralmente grava o que compõe. É um estilo diferente.

B – O seu livro “Roberto Carlos em prosa e verso” está alcançando um grande índice de vendagem?

RC – Parece que eles não estão conseguindo prensar bastante para a venda…

B – E sobre o seu começo de carreira, foi difícil?

RC – Foi…

B – E o seu primeiro sucesso?

RC – Foi “Splish splash”. Meu primeiro sucesso nacional, porque eu já havia acontecido com outros discos, mas no Rio.

B – Uma pergunta meio “fora”; Mamãe mandou perguntar a você porque esse olhar tão triste?

RC – Bem, é porque eu nasci assim. (risada). Eu não sou propriamente triste. E aproveito para mandar, assim, um abraço muito carinhoso à sua Mamãe, viu?

B – Está, muito obrigado, Roberto. Então aos ouvintes do nosso “Os discos do Bolinha”, que não se despediram de Roberto Carlos, já que o avião deverá sair dentro de poucos minutos, sua despedida para Joaçaba…

RC – Muito obrigado a você, Bolinha… e aos ouvintes pela atenção; eu quero dizer que o carinho que recebi aqui dá vontade de voltar o mais depressa possível e não ir embora. Mas, de qualquer forma, eu tenho que ira hoje mesmo por causa da Jovem guarda, mas se Deus quiser em outra oportunidade, aqui voltarei para rever as fãs que nos aplaudiram e que nos trataram com grande carinho. Muito obrigado, um abração a todos, e até a próxima, se Deus quiser. Bye…

Entrevista com RENATO BARROS, guitarrista da Banda RENATO E SEUS BLUE CAPS

RENATO BARROS responde a algumas perguntas enviadas por músicos e fãs da banda Renato e Seus Blue Caps.

1 – Você usa um ZOOM G3 com um pedal de expressão ao lado, correto? Por que você utiliza este tipo de equipamento ao invés dos tradicionais pedais de efeito em separado? Seria por que assim fica mais prático? (Edson Fraioli de Mattos e Murilo Pires Camargo)

2 – Quais os efeitos e distorções (drives) que você usa na sua pedaleira? (Edson Fraioli de Mattos)

3 – Os equipamentos utilizados nas gravações da CBS na década de 60 eram todos Fenders, tanto as guitarras como os amplificadores? (Edson Fraioli de Mattos)

4 – O efeito FUZZ utilizado em muitos discos de Renato e Seus Blue Caps era importado ou era da Giannini? Você se recorda qual era? (Edson Fraioli de Mattos)

5 – Na capa do disco “Viva a Juventude” os instrumentos que vocês estão segurando são da Del Vecchio e isso consta até no site oficial da marca. Em 1966 foi uma febre a utilização de guitarras de 12 cordas, principalmente usadas nos discos Um Embalo e no LP do Roberto Carlos. A guitarra utilizada nestas gravações era da Del Vecchio? (Edson Fraioli de Mattos)

6 – Você foi um dos primeiros a utilizar o acorde Diminuto no Rock and Roll. De onde vem a influência? (Edson Fraioli de Mattos)

7 – Em “Feche os Olhos” há uma introdução, já no original “All my Loving”, começa direto. Foi uma solução técnica para que todos começassem juntos ou simplesmente um arranjo de bom gosto pra valorizar ainda mais a música? (Edson Fraioli de Mattos)

8 – A gente nota que quando você está tocando, tem um gesto característico de tombar a cabeça pra trás como se estivesse sentindo a música… Você prefere sentir o som da guitarra vindo mais do amplificador ou do retorno? (Edson Fraioli de Mattos)

9 – Qual o segredo para se tirar um bom som de guitarra dentro de uma banda? Seria o volume, as regulagens, tipos de overdrivers, quantidade de ganho, ambientação, calibre de corda, tipo de palheta ou apenas e simplesmente o talento do guitarrista? (Edson Fraioli de Mattos)

10 – Quais eram os órgãos utilizados nas gravações na década de 60, além do Hammond? (Edmar Silva)

11 – Como eram feitas as gravações na década de 60, eram todas diretas com a banda e voz ou eram feitos overdubs, ou seja, gravava-se a voz em separado e depois, já com a base da banda pronta? (Edmar Silva)

12 – Quais os artistas que você produziu e quais os que mais venderam discos na CBS? (Antonio Carlos Correia)

13 – O que você acha desses músicos que são fãs e admiradores da banda e que sempre estão postando vídeos na Internet tocando músicas de Renato e Seus Blue Caps? (Edson Fraioli de Mattos)

As perguntas foram enviadas pelos músicos e fãs da banda Renato e Seus Blue Caps:
– Edson Fraioli de Mattos
– Edmar Silva
– Murilo Pires Camargo
– Antonio Carlos Correia

AS RESPOSTAS PODERÃO SER OUVIDAS NO VÍDEO A SEGUIR
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GERALDO ALVES, PRIMEIRO EMPRESÁRIO DE ROBERTO CARLOS, CONTANDO SUAS MEMÓRIAS

Ao ler no Facebook um comentário de uma pessoa que contestava ter sido ele o primeiro empresário artístico de Roberto Carlos, Geraldo Alves houve por bem me enviar esta mensagem a qual publiquei neste vídeo a seguir…

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FOTOS DO ACERVO DE GERALDO ALVES

Abelardo Barbosa e Carlos Aguiar

Batizado da filha dE Geraldo Alves, Deborah Cristina Pellisare Alves. Na foto aparecem o cantor Paulo Sérgio e Geraldo Alves.

Cantores da Jovem Guarda: Da esquerda pra direita estão Netinho, Ronald, Bobby de Carlo, Marcio, Joelma, George Freedman, Marcos Roberto e Ronnie Von; embaixo estão Jerry Adriani, Nenê, Manito e Mingo dos Incríveis.

Geraldo Alves concedendo entrevista por telefone durante jantar em comemoração aos 20 anos de sua carreira. Geraldo Alves, Roberto Carlos e o comunicador Carlos Aguiar. e amigos

Geraldo Alves e seu pai José Olímpio dos Santos com o comunicador Antonio Aguillar.

Cantor Paulo Sérgio com a cantora Nalva Aguiar.

Programa Clube dos Artistas – Jerry Adriani e Nalva Aguiar.

Roberto Carlos em um Show em Presidente Prudente/SP no ano de 1964. O baixista Bruno Pascoal aparece ao fundo. Detalhe: o palco era uma carroceria de caminhão.

 

TV Record 1971 Trofeu Chico Viola Wilson Simonal, Ângelo Máximo e Geraldo Alves.

A cantora Wanderléa no programa Jovem Guarda.

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O SANFONEIRO GERALDO ALVES
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