ANTONIO AGUILLAR ENTREVISTA NORIVAL D`ANGELO, BATERISTA DA ORQUESTRA DE ROBERTO CARLOS.

Trabalhando há cerca de 43 anos como baterista da orquestra de Roberto Carlos, Norival D`Angelo começou na vida artística integrando um conjunto criado por Antonio Aguillar, chamado The Flyers.
Integrou a banda Secos & Molhados no auge do sucesso, depois da saída do baterista Marcelo Frias, participando dos shows e do segundo CD da banda, que incluia o hit “Flores Astrais”.

Norival D`Angelo

Trabalhou também com as bandas Beatniks, SomBeats, entre outras, levando ao público os primeiros trabalhos cover de Jimmy Hendrix, Led Zeppelin e Deep Purple.

Esta entrevista foi concedida a Antonio Aguillar nos camarins do Ginásio do Ibirapuera durante um Show de Roberto Carlos em São Paulo, no final de agosto 2017.

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Historiadores dizem que a visita dos Beatles a Bangor em 1967 foi um ponto de partida para mudanças.

Há cinquenta anos atrás os Beatles chegaram a Bangor, no Norte do País de Gales, para participarem de uma Conferência de 10 dias sobre Meditação Transcendental liderada pelo Maharishi Mahesh Yogi, mas sua visita causou uma agitação não apenas entre os fãs, como também na mídia.

Foi lá que descobriram que seu empresário havia morrido, um fato que alguns dizem que marcou o começo do fim para o grupo.

Era 25 de agosto de 1967 e acabavam de lançar seu oitavo álbum de estúdio, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.
Eles estavam em um ponto alto da carreira e decidiram visitar Bangor, porém não para tocarem em um Show.

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse que a visita da banda ao norte de Gales foi incomum desde o início.
George Harrison, o guitarrista dos Beatles, conheceu Maharishi Yogi, um guru da Meditação Transcendental – uma forma de meditação silenciosa – que os convidou para a sua conferência na cidade de Gwynedd.

“George Harrison ficou muito interessado no que o Maharishi estava ensinando e levou John e Paul a uma sessão em Londres, seguida imediatamente no retiro em Bangor, no local onde funcionava o Normal College, e agora parte da Universidade de Bangor,” disse o Prof Collins.
“Eles simplesmente pularam em um trem e estavam aqui algumas horas depois de decidirem fazer isso.”

“A imprensa certamente estava muito atenta ao que estava acontecendo. Havia um grande interesse pelo fato de que os Beatles pareciam ter descoberto o misticismo oriental e havia suspeitas sobre o fato em torno da imprensa na época.
“Aquilo realmente levou todos a Bangor para segui-los, além de criar um grande interesse na localidade”.

John Lennon pouco antes da partida do trem da Estação de Euston para Bangor.
GETTY IMAGES

Não foi apenas a imprensa que veio – os fãs também se reuniram.
Os Beatles ficaram no Normal College, agora o Centro de Gerenciamento da universidade.
Len Jones era um dos jardineiros da época e disse que eles causaram bastante reviravolta.
“Eu vim aqui às oito da manhã para começar a trabalhar e havia centenas de pessoas aqui. Eles estavam cantando e estavam meditando”, disse ele anteriormente.
“Os Beatles vieram então, e ninguém conseguia se mover com aquelas centenas de pessoas, especialmente as meninas. E todos estavam gritando ‘Beeeeatles, onde estão vocêsssss’?
“Toda a Universidade, todos pararam de trabalhar por um dia ou dois. Era o paraíso e realmente colocava Bangor no mapa”.
Mas The Beatles não estaria em Bangor por muito tempo. Eles chegaram na sexta-feira – e no domingo, o telefone público tocou no corredor dos salões da universidade onde ficavam.
Eventualmente, alguém respondeu o telefone e Paul McCartney recebeu a notícia de que seu Empresário Brian Epstein havia sido encontrado morto.

Ao tomarem conhecimento sobre a morte de Brian Epstein, The Beatles decidiram voltar para Londres.
Imagem: GETTY IMAGES

O jornalista Freelance Derek Bellis foi convocado para Bangor para entrevistar os Beatles sobre a notícia.
“Foi uma ocasião estranha, suponho que surreal seja a palavra que resume”, lembrou o senhor deputado Bellis.

“John foi quem mais falou nas entrevistas e ele disse que o Maharishi havia dito que eles deveriam lembrar as coisas felizes e as coisas construtivas.
“Parecia como se o Maharishi fizesse algumas observações bastante neutras, e agora você pudesse descrevê-las”.
Historiadores disseram que foi um ponto de virada para os Beatles. Sem Epstein para manter o grupo em conjunto, eles passaram mais e mais tempo em seus próprios projetos antes de se separarem definitivamente em 1970.

“Vir a Bangor foi coisa de George Harrison, mas John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr foram junto. Depois da morte de Brian Epstein, isso não aconteceu tanto, e os Beatles começaram a seguir suas próprias rotinas individuais,” disse o Prof Collins.
No entanto, as pessoas em Bangor ainda sentem orgulho de sua conexão com a banda. “Há todas as histórias que todos que moram em Bangor conhecem”, acrescentou o Prof Collins.
“Como a visita dos Beatles ao restaurante chinês, onde George tinha um bilhete de banco na sola do seu sapato e essa era a única maneira deles garantirem o pagamento, porque eles não carregavam dinheiro com eles.

“Há fotos de Paul McCartney em lugares estranhos ao lado da Estrada da Universidade, que são parte da conscientização local das pessoas sobre a estada dos Beatles.
“Se você mora em Bangor e aparece um novo livro sobre os Beatles, a primeira coisa que você faz é ir no índice e procurar Bangor!
“Está sempre constando lá e você pode ler o pouco da historia de quando os Beatles fizeram parte do seu mundo brevemente”.
Essa conexão ainda está marcada até hoje – há uma placa na universidade e uma laje de ardósia na rua principal lembrando esses três dias em 1967, quando os Beatles chamaram a atenção do mundo para Bangor.

Por Chris Dearden
BBC News

Tradução: Lucinha Zanetti

MAIS SOBRE OS BEATLES EM BANGOR

ISTO É RENATO BARROS!

Hoje está fazendo um ano que publiquei a primeira conversa gravada via Internet com o líder da Banda Renato e Seus Blue Caps, o grande músico , compositor e produtor musical, Renato Barros.

Neste primeiro vídeo Renato Barros falou sobre algumas de suas composições, citou os Beatles, falou de sua amizade com Getúlio Côrtes e como começou a parceria deles em composições, lembrou Gileno e de quando compôs “Devolva-me” para a dupla Leno e Lílian, falou sobre as composições suas que Roberto Carlos gravou, explicou por que usou os pseudônimos Richard Brown e Richard Young, finalizando com sua composição em parceria com Vadinho, intitulada “Eu e Você” gravada pelo Roupa Nova e José Augusto e que foi tema da novela Tieta, enfim, uma conversa informal que poderá ser ouvida aqui neste vídeo.

Depois Renato convidou o amigo Getúlio Côrtes e gravamos também esta conversa muito bacana aqui, ocasião em que ele me apresentou o compositor Getúlio Côrtes, que contou a historia de como surgiu sua composição “Negro Gato” entre outras curiosidades…

Depoimento sobre o cantor Reginaldo Rossi:

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Sobre a gravação da música “Tudo morreu quando perdi seu amor”, gravada pela Wanderléa, Renatodiz:

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Neste vídeo Renato Barros fala sobre seu gosto musical, onde ele me contou como foi influenciado por sua família a ouvir os clássicos da música americana e de como introduziu músicas internacionais em seus Shows com a banda Renato e Seus Blue Caps.


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Renato Barros contando suas memórias.

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RENATO BARROS FALA SOBRE O REPERTÓRIO DOS SHOWS DE RENATO E SEUS BLUE CAPS
Numa conversa informal via Messenger (desculpem as falhas do sinal da Net…), Renato Barros explica sobre a escolha do repertório nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

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Aqui Renato Barros explica sobre a escolha do repertório musical nos shows da banda.

Neste vídeo Renato faz esclarecimentos aos fãs sobre a gravação de um DVD da banda Renato e Seus Blue Caps.

Um depoimento de Renato sobre a banda The Fevers:

Além de contar algumas novidades, Renato esclarece sobre os convites que recebe para tocar guitarra e envia mensagem ao seu Fã Clube no Facebook, RENATO E SEUS BLUE CAPS BRASIL (FÃ CLUBE).

Sobre o LP “Suco de Laranja”, Renato Barros disse…

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Aqui a historia da canção “AMOR SEM FIM”. É uma canção gravada por Renato e Seus Blue Caps e composta por Renato Barros que saiu em CD pela Globo/Columbia sob o número 419.086, em setembro de 1996 e foi ouvida inclusive por George Martin.

Renato conta que a música é cheia de historias, ouçam aqui:

Neste vídeo Renato Barros faz alguns esclarecimentos aos fãs da Banda Renato e Seus Blue Caps.

– Esclarecimento sobre a criação do nome da banda por Jair de Taumaturgo e não por Eduardo Araújo;
– Renato conta como aprendeu a tocar violão;
– O disco de 1976 e o nome polêmico: “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”;
– A música “Adorada”, do LP de 1977, que foi inspirada em “That’s what I want” (The Square Set).

Novamente um esclarecimento sobre a escolha do nome da banda:

Neste vídeo um assunto muito discutido pelos fãs, que é sobre os vocais nas canções de Renato e Seus Blue Caps.

Atendendo a inúmeras perguntas sobre quem canta nas gravações dos discos, Renato Barros explica como eram escolhidas as vozes e por que hoje há certa dificuldade em se identificar os vocais em cada uma delas…

RENATO BARROS responde a minha pergunta “por que Renato e Seus Blue Caps é chamado de ‘biruta’, comenta sobre a repercussão da sua homenagem à Bossa Nova nos Shows da Banda e explica como fez o arranjo da canção Hotel California em seus Shows.

RENATO BARROS faz esclarecimentos sobre sua participação como guitarrista acompanhando os cantores da CBS.
Cita a musicalidade de seu irmão Paulo César Barros, faz elogios ao Lafayette, lembra o amigo Mauro Motta e muito mais.

As músicas gravadas por Jerry Adriani e que foram mencionadas nesta conversa são:
“Preciso de Você Agora”, “Se Pensamento Falasse”, “Palavras de Carinho”, “És meu Amor”.

Músico diferenciado e pessoa carismática, Renato Barros agradece publicamente todo carinho que recebe de seu público e fãs de Norte a Sul do Brasil.
Como costumo dizer entre amigos, se no Brasil existisse a comenda britânica ele deveria receber o título de Sir Renato Barros.

RENATO BARROS fala sobre os momentos de lazer em um Bar Restaurante na Tijuca, onde costuma frequentar e cantar, sempre na companhia de amigos.

A historia de como surgiu a canção “Memórias” e “A Primeira Lágrima”:

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DEPOIMENTO DE RENATO BARROS SOBRE O GUITARRISTA CELSO BLUES BOY
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De como RENATO BARROS teve a sua canção “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM” gravada por ROBERTO CARLOS.
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DE COMO SURGIU A CANÇÃO “NEGRO GATO”, de GETÚLIO CÔRTES
RENATO BARROS e GETÚLIO CÔRTES contam a historia da canção “Negro Gato”, que foi gravada por Renato e Seus Blue Caps no LP Viva a Juventude e posteriormente por Roberto Carlos, no LP de 1966.

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… Falávamos sobre as comemorações pelos 100 anos de Dalva de Oliveira… quando de repente…

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Mensagem para a amiga DIVINA VALÉRIA
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RENATO BARROS envia mensagem para GERALDO ALVES e relembra a importância da banda Renato e Seus Blue Caps para a CBS e o sucesso de vendagem de discos, mesmo não tendo tido apoio da mídia.
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Numa conversa informal, RENATO BARROS fala sobre a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no passado e no presente, e entre outras coisas, esclarece sobre os vocais nas gravações, as formações que a banda teve em sua longa trajetória até chegar na atual, que vem desde 1989…
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RENATO BARROS CONTANDO QUEM O AJUDOU NO INÍCIO DE CARREIRA (MENSAGEM PARA ANTONIO AGUILLAR) E TAMBÉM QUEM TENTOU PREJUDICAR A BANDA.

RENATO BARROS fala sobre quem ajudou a banda RENATO E SEUS BLUE CAPS no início de carreira e manda mensagem para o “Timoneiro da Juventude”, ANTONIO AGUILLAR.
Ele também fala sobre quem o prejudicou durante sua trajetória artística… ouçam!
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Barros de Alencar, cantor, compositor e radialista, morre aos 84 anos em São Paulo.

BARROS DE ALENCAR morreu hoje, dia 05 de junho de 2017, aos 84 anos de idade, depois de ficar alguns anos fora do ar – ele realizava programas de rádio e estava em tratamento de uma doença nas cordas vocais, o que o deixou afastado até dos amigos mais chegados.
Segundo sua irmã Virginia Barros, o enterro aconteceu hoje às 13h30min. no Cemitério Primavera de Guarulhos na Grande São Paulo.

BARROS DE ALENCAR foi comunicador, cantor, compositor, cumpriu sua missão aqui na terra e agora viajou para um plano superior.

Cristóvão Barros de Alencar nasceu na Paraíba e iniciou sua carreira profissional como radialista em Campina Grande, na Rádio Borborema.

Na década de 60 veio para São Paulo, onde nos conhecemos. Eu já estava com a minha carreira artística em franca velocidade, e ele sempre demonstrava a vontade de fazer grande sucesso na comunicação nesta grande metrópole.
Passou pelas rádios Record, América, Tupi.
Em 1966 conseguiu gravar o seu primeiro disco como cantor.
Em 1975 gravou Emanuelle,trilha sonora do filme homônimo da época.

Barros ajudou muitos cantores que desejavam um lugarzinho ao sol. Uma pena sua longa enfermidade, levando ao coma, com seu falecimento aos 84 anos de idade.
O rádio brasileiro perdeu sem dúvida um dos mais valorosos comunicadores.

Que o colega e amigo descanse em Paz.”

Antonio Aguillar

Neste vídeo a seguir BARROS DE ALENCAR canta a canção de autoria de CLÁUDIO FONTANA e que foi sucesso na voz dele e depois foi gravada também por JULIO IGLESIAS.

Nossas condolências à família, que ele descanse em paz.

RENATO BARROS E AS GRAVAÇÕES QUE ERAM FEITAS NA CBS NOS ANOS 60.

Ontem conversando com o guitarrista Renato Barros, da banda Renato e Seus Blue Caps, descobrimos alguns textos em Blogs na Internet que diziam:

“…Jerry Adriani foi fundamental para a carreira de Raul Seixas, que desenvolveram uma bela parceria além de fornecer duas composições para Jerry Adriani cantar, que foram “Se Pensamento Falasse”, um rock pontuado por guitarra Fuzz tocada por Renato Barros (o disco não traz créditos das gravações) e “O Seu Taxi está Esperando”, registro com rebuscada linha de baixo que lembra muito as gravações de Elvis no final dos anos sessenta…”

“Uma das jogadas de Raulzito foi colocar os graves vocais de Jerry a rimar com os polpudos riffs fuzz-garageiros do guitarrista Renato Barros, dos Renato & seus Blue Caps. A guitarra de Barros distorcia – enquanto a velha jovem guarda, literalmente, dava os últimos suspiros.”

“Algumas gravações de cantores de Rock and Roll tiveram notoriedade e nelas podemos observar um show de Rock and Roll de Renato Barros tocando sua guitarra, como é o caso dessas gravações de Jerry Adriani, onde o FUZZ da guitarra de Renato quase que explode…

1 – PRECISO DE VOCÊ AGORA

2 – SE PENSAMENTO FALASSE

3 – PALAVRAS DE CARINHO

4 – ÉS MEU AMOR

Ao ler essas informações, Renato disse:

“Agradeço muito a citação, mas não sou eu o guitarrista em questão. Também nem imagino quem seja.”

E depois brincou: “A Jovem Guarda está virando governo MILITAR, ou ditadura MILITAR, como os mais jovens chamam. Está sendo muito mal contada. Geralmente contada por puras deduções, o que é uma pena. A verdade é de quem a viveu, como a maioria não fala mais……….”.

E diante disso, pedi a ele que esclarecesse melhor ao seu público sobre quais eram os guitarristas que gravavam com os cantores da CBS, ele se lembrou do conjunto The Angels/The Youngsters e The Sunshines e assim gravamos este bate papo esclarecedor.

Ouçam.

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NO YOUTUBE

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Renato Barros disse que no LP de Jerry Adriani, de 1965, onde consta a canção “Querida”, este foi sim, ele quem acompanhou o cantor tocando sua guitarra.

UM EXEMPLO CLÁSSICO DE RENATO BARROS TOCANDO SUA GUITARRA DISTORCIDA (FUZZ) É NA GRAVAÇÃO DE ROBERTO CARLOS CANTANDO A COMPOSIÇÃO DE RENATO, “VOCÊ NÃO SERVE PRA MIM”.
AQUI PODEMOS VÊ-LO TOCAR AO VIVO COM SUA BANDA:

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“Os Corsos” acompanhando Jerry Adriani em Goiânia (1968).

Quando saiu dos Jet Black’s depois de seu aniversário em 08 de outubro de 1966, Sérgio Vigilato, conhecido como Serginho Canhoto, se juntou aos Wandecos (grupo que acompanhava a cantora Wanderléa) e criou outro conjunto que foi chamado de “Os Corsos” e que costumavam tocar nas boates da baixada Santista e depois foram tocar em Goiânia.

“Os Corsos”, em novembro de 1966, tinha a seguinte formação:
Serginho ”Canhoto”, Líder, guitarra solo e relações publicas, Ronny, guitarra-base e vocal, Luiz Marcelo , Guitarra(segunda) e vocal, Jose Adolfo Stern (Zé) bateria e vocal e Carlos Geraldo, baixo-elétrico e vocal.

Em Goiânia, conhecendo grandes músicos como Carcará, Coringa e Osvaldinho, fizeram uma mistura para agradar os artistas de São Paulo e Rio, que se aventuravam excursionar pelos interiores do Brasil para promover seus discos.

Nesta foto de 1968, do acervo de Sérgio Vigilato, o Serginho Canhoto dos Jet Black’s, estão alguns músicos do conjunto “Os Corsos”, criado por ele, e dentre os músicos que estão no palco, vejam quem está cantando. Reconhecem? Pois é ele mesmo: Jerry Adriani!

Da esquerda para a direita: Serginho Canhoto, Jerry Adriani ao microfone, Osvaldinho no teclado, Coringa na guitarra base (só aparece o braço), Darcy no baixo-de-pau, e José Stern, o Zezinho, na bateria.

Sérgio me contou que ele e seu conjunto Os Corsos eram contratados pelo canal 5 de Goiânia e certa vez, em 1968, quando ele e seu conjunto estavam lá, numa época em que os artistas estavam lutando para conseguir fama e tinham que se arriscar a viajar sem acompanhamento, Jerry Adriani estava lá pra se apresentar e ficou feliz ao encontrar o amigo Sergio e seu conjunto lá, assim como também aconteceu com Sergio Reis e Wilson Miranda, que também estavam por lá.

Na foto, da esquerda para a direita, podemos ver Sergio Vigilato, o Serginho Canhoto, Jerry Adriani ao microfone, Osvaldinho no teclado, Coringa na guitarra base (só se vê o braço), Darcy no baixo-de-pau que foi fabricado por ele mesmo com caixas de pinho-de-riga de bacalhau importado (ele pegava as caixas no Mercadão Central) e José Stern, o Zezinho, (já falecido) na bateria.
Sérgio aparece com sua guitarra sombreada (sunburst) de 12 cordas que ele mesmo confeccionou na fábrica da Gianinni.

“Dos Corsos originais só está o José Adolfo Stern, o Zezinho.
Darcy entrou no lugar do Carlos Geraldo (Carge), que era nosso John Lennon; modéstia à parte, Carge arrasava!
O Coringa fazia parceria com nosso querido “CARCARA”, outro monstro em bossa e harmonia cavernosas, e todos deram um colorido excepcional aos “Corsos”.” (Sérgio Vigilato)

Na volta de Goiânia, em fins de 1968, Sérgio se preparou para ir para Los Angeles, Califórnia, e desde então vive nos Estados Unidos.

“Os dons artísticos do Sergio Vigilato, extrapolam os limites da normalidade. Exímio músico, Cantor, Luthier (confecção de guitarras), Taxidermista, produtor musical e tantas qualidades diferenciadas, que me fogem à memória. Me orgulho de ser amigo dele.” (Primo Moreschi, fundador do conjunto The Jet Black’s)

A ENTREVISTA DE JERRY ADRIANI PARA O FILME JOVEM AOS 50 NA ÍNTEGRA!

Já publicamos aqui sobre o filme “Jovem aos 50 – A História de Meio Século da Jovem Guarda”, que teve sua estreia no Cine Belas Artes em 23 de março de 2017.

Pois bem, as entrevistas com os artistas foram editadas e tiveram cortes, e agora o cineasta Sérgio Baldassarini está disponibilizando na íntegra a entrevista que fez com Jerry Adriani para o documentário, para que as pessoas possam ter uma noção mais clara de quem na verdade era esse homem de nome artístico Jerry Adriani.

Os vídeos estão divididos nos seguintes temas:

– O INÍCIO DA CARREIRA COMO CANTOR DE MÚSICAS ITALIANAS

– AS PARTICIPAÇÕES NO PROGRAMA “JOVEM GUARDA” E DEMAIS PROGRAMAS DA ÉPOCA

– O ENCONTRO E PARCERIA PROFISSIONAL COM RAUL SEIXAS

– AS SEMELHANÇAS NAS VOZES DELE E DE RENATO RUSSO, DA LEGIÃO URBANA

– A SUA EXPERIÊNCIA COMO GALÃ DE CINEMA

– UMA MENSAGEM DOS SEUS 50 ANOS DE CARREIRA

O cantor Nilton César ajuda Jerry Adriani a tirar o casaco para entrar no palco em 22 de agosto de 2015, durante o Show dos 50 anos da Jovem Guarda no Clube Homs em São Paulo.

JERRY ADRIANI – Entrevista para o documentário JOVEM AOS 50

PARTE 1

O INÍCIO DA CARREIRA COMO CANTOR DE MÚSICAS ITALIANAS

PARTE 2

AS PARTICIPAÇÕES NO PROGRAMA “JOVEM GUARDA” E DEMAIS PROGRAMAS DA ÉPOCA

PARTE 3

O ENCONTRO E PARCERIA PROFISSIONAL COM RAUL SEIXAS

PARTE 4

AS SEMELHANÇAS NAS VOZES DELE E DE RENATO RUSSO, DA LEGIÃO URBANA

PARTE 5

A SUA EXPERIÊNCIA COMO GALÃ DE CINEMA

PARTE 6

UMA MENSAGEM DOS SEUS 50 ANOS DE CARREIRA

“Estas são passagens bem legais, que mostram o quanto esse cara era especial e carismático! Pena que não deu pra colocar tudo no filme. Mas acredito que com esses vídeos as pessoas poderão ter uma boa ideia do tamanho do coração desse grande artista chamado Jerry Adriani!”

Sergio Baldassarini Junior
Diretor de Produção
S.B.J. PRODUÇÕES