O nome “RENATO E SEUS BLUE CAPS” foi escolhido por Jair de Taumaturgo, e não por Eduardo Araújo!

RENATO BARROS exige uma retratação da parte de Eduardo Araújo por ter escrito em seu livro que foi ele quem deu nome à banda Renato e Seus Blue Caps.

Já havíamos publicado uma entrevista com Renato Barros onde ele esclarecia aos fãs da banda Renato e Seus Blue Caps sobre a verdadeira origem do nome e criação de sua banda aqui neste vídeo:

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Porém ao tomar conhecimento do contexto do livro lançado por Eduardo Araújo, Renato Barros ficou indignado e voltou a falar sobre o assunto, exigindo uma retratação da parte do cantor…

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RENATO BARROS responde algumas perguntas e faz esclarecimento sobre o nome da banda “Renato e Seus Blue Caps”.

Conversando hoje com Renato Barros, fiz a ele algumas perguntas, as quais ele respondeu com aquele seu jeito tranquilo e simples de ser. 😉

1 – Renato, soube que no livro “O bom” Eduardo Araújo escreveu que foi ele quem deu o nome pra banda de “Renato e Seus Blue Caps”, porém nós os fãs sabemos que a historia contada por você é outra, inclusive sei que Carlos Imperial até havia depois registrado o nome mas algum tempo antes de seu falecimento ele o procurou pra lhe passar os direitos… enfim, você tem ideia do motivo que levou Eduardo Araújo a pensar que foi quem fez a escolha do nome?

2 – O fã Olivério Machado gostaria de saber como foi que você começou a tocar violão, quais as primeiras notas que aprendeu, se você teve um professor ou foi auto didata?

3 – O fã Gabriel Silva, entre outros, gostaria que você explicasse qual a referência para que o disco lançado em 1976 recebesse o título de “10 anos de Renato e Seus Blue Caps”, dado que naquela data a banda já contava mais de 17 anos de estrada…

4 – Perguntei sobre a composição de Ed Wilson (Alessandro) para o LP de 1977, intitulada “ADORADA”, e embora não esteja gravado neste depoimento, depois Renato me disse que a música é bem inspirada em “That´s What I Want” (The Square Set).

OUÇAM AS RESPOSTAS

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O VÍDEO NO FACEBOOK
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“ADORADA” – Do LP Renato e Seus Blue Caps de 1977

Composição: Alessandro (pseudônimo de Ed Wilson)
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A Historia da Canção “AMOR SEM FIM”, contada pelo próprio compositor, Renato Barros.

Esta canção gravada por Renato e Seus Blue Caps e composta por Renato Barros saiu em CD pela Globo/Columbia sob o número 419.086, em setembro de 1996.

Renato Barros conta que a música é cheia de historias e diz que ficou durante mais de dois anos tentando colocar uma letra na melodia até que se lembrou do Gelson, antigo baterista da banda e pai do Gelsinho Moraes, que havia perdido a esposa Lígia. Um dia ele acordou, foi para o estúdio e veio a sua mente o tema… uma pessoa que sente a presença da outra, no caso a Lígia, esposa do Gelson.

amor-sem-fim

Para a gravação Renato escolheu Cid Chaves pra cantar junto com ele.
Outro detalhe é que foi a primeira música que Gelsinho Moraes gravou com Renato e Seus Blue Caps, inclusive foi ele quem fez o arranjo da parte final, quando entra aquilo tipo uma marcha militar.

Mas ouçam o próprio Renato contar essa historia e também de como ele soube por um um músico da banda Túnel do Tempo, do Rio de Janeiro, que George Martin gostou e se interessou pela musica…

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O clipe da música no Facebook:

Renato Barros e sua “Menina Linda” numa levada Bossa Nova!

Ouçam esta beleza nacional, um registro inédito, muito diferente, pois Renato não costuma interpretar suas músicas nas jam sessions em que participa, proporcionando a todos os fãs de Renato e Seus Blue Caps, este ineditismo!
Renato Barros foi registrado neste vídeo em todo seu talento, carisma e simpatia pelo amigo Henrique Kurtz. 😉

RENATO BARROS canta “Menina Linda” numa levada bossa. A canção é um marco na história da banda Renato E Seus Blue Caps (gravada em 1965, no LP Viva A Juventude).

Quando escreveu a versão para ‘I Should Have Know Better’, de Lennon-McCartney, Renato não esperava que a música fizesse tanto sucesso, como de fato aconteceu, tornando-se um clássico do rock brasileiro.
Aqui, com o acompanhamento de Chico Neto no teclado, Renato esbanja simpatia e carisma fazendo o que mais gosta!

Tijuca. Rio, 06-12-2016.
Vídeo: Henrique Kurtz ©

Opção pelo Youtube

Ou pelo Facebook:

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O cantor e compositor RENATO BARROS é um desbravador, um pioneiro do Rock numa época de grandes dificuldades, e com a banda que leva seu nome, abriu caminho a canivete para que outros passassem de Rolls-Royce.
É dele a primeira boa representação de como o rock deveria ser feito no Brasil. Foi com ele que aconteceu a tal pegada rocker. Guitarras com efeitos, sem ternura e academicismos (guitarra ‘quadrada’).
Bons vocais.
Baixo e bateria.
Virou referência.
E influência.

“Eu quero esse som dos Blue Caps” passou a ser ouvido nos estúdios e escritórios das gravadoras.
A partir daí, a explosão de sucesso nos anos 60 e os clássicos perpetuados ao longo dos tempos continuam até hoje.
A música do conjunto atinge todas as idades, e já somam 56 anos de história.

É a verdadeira majestade do rock’n’roll Brasilis… “Blue Jean Bop”!

Tenho a sorte de conhecer Renato Barros. Admiro o profissional. Gosto infinitamente mais da pessoa.

Por Henrique Kurtz
(e eu assino embaixo!) 😉

Renato Barros e Henrique Kurtz

Renato Barros e Henrique Kurtz

RENATO BARROS: O OUTRO LADO DO MAIOR ROQUEIRO DO BRASIL!

Um artista completo é assim, não existem barreiras musicais, ele se atira e faz bem tudo a que se propõe, são o que chamamos de “Show Man”, não muito comuns mais nos tempos de hoje!

Ele mesmo já contou para o seu público que seu gosto musical foi influenciado pela música americana, que ele desde cedo costumava ouvir em casa… Disse que o gosto musical de sua família pelos clássicos da música americana foi o que o incentivou a tornar-se compositor, daí também o seu prazer em interpretar canções de Frank Sinatra, Nat King Cole, Elvis Presley, entre outros, em seus momentos de lazer nas noites de diversão na Tijuca, que ele adora frequentar na companhia de seu grande amigo, o Henrique Kurtz.
Isso foi o que levou Renato a introduzir músicas internacionais nos shows de sua banda Renato e Seus Blue Caps.

Foto por Elias Nogueira

Foto por Elias Nogueira

No depoimento a seguir, Renato cita a importância da música de Paul McCartney na obra dos Beatles, fala sobre o enfraquecimento do amor na atualidade, a inclusão de clássicos nos shows de Renato e Seus Blue Caps e faz referência à passeata contra as guitarras nos anos 60, entre outras coisas…

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Neste vídeo, acompanhado pelos maestros Chico Neto (piano) e Eristom Gonçalves (contrabaixo), Renato interpreta Nat King Cole, Sinatra e Dolores Duran.
Imagens: Fatyma Silva.

1 – Tenderly (Nat King Cole)
2 – One for my Baby (Sinatra)
3 – The Lady is a Tramp (Sinatra)
4 – I’ve got the world on a string (Sinatra)
5 – Fim de Caso (Dolores Duran)
6 – When I fall in love (Nat King Cole)
7 – The Way you Look Tonight (Sinatra)
8 – Someone to Watch over me (Sinatra)

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Neste vídeo RENATO BARROS canta “Love Me Tender” (Elvis Presley-Vera Matson), acompanhado por Chico Neto ao teclado.
A canção é um grande sucesso do repertório de Elvis Presley, e foi gravada em 1956.
Tijuca – Rio, 29-11-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS canta o standard “Someone To Watch Over Me” (George Gershwin-Ira Gershwin), acompanhado por Chico Neto no teclado, e dedica a canção aos meninos do Clube de Futebol Chapecoense (visivelmente emocionado…).
Tijuca, Rio, 29-11-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta a canção “De Volta Pro Aconchego”, de Dominguinhos e Nando Cordel (1985), acompanhado por Eristom Gonçalves no baixo e Chico Neto no teclado.
Rio, 18-10-2016
Filmagem: Henrique Kurtz

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Neste vídeo RENATO BARROS diversifica, cantando ‘Quem Há De Dizer’, samba dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues (em parceria com Alcides Gonçalves), gravado em 1948 por Francisco Alves.
Acompanhado por Chico Neto no teclado.
O ‘Blue Cap’ dedica a música à amiga gaúcha NICE CARPIN.
Tijuca, Rio, 05-09-2016.
Imagens: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS canta ‘Fim de Caso’, de 1958, um clássico de Dolores Duran, e dedica a canção a mim, essa simples mortal aqui! ehehe
Acompanhado por Jimmy Santa Cruz no contrabaixo e Chico Neto no teclado.
Tijuca, 29-08-2016
Filmagem: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta um de seus ídolos, o imortal Frank Sinatra em “Flying to the Moon”, com acompanhamento do excepcional maestro Chico Neto.

Neste vídeo RENATO BARROS canta “Canção de Amor”, um samba-canção de Chocolate e Elano de Paula, de 1950, acompanhado pelo pianista Chico Neto.


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Neste vídeo RENATO BARROS canta o standard Body And Soul, acompanhado pelo pianista Chico Neto.
Tijuca, Rio, 08-08-2016.
Filmagem: Henrique Kurtz


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Neste vídeo RENATO BARROS vai ao teclado, e acompanha o amigo compositor Getúlio Côrtes nas canções ‘Quase Fui Lhe Procurar’ e ‘Pega Ladrão’, ambas de autoria de Getúlio, o Negro Gato.


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Neste vídeo, mais um momento Jazzístico. RENATO BARROS canta um trecho do standard Someone To Watch Over Me, de George e Ira Gershwin, também acompanhado pelo Maestro Chico Neto no teclado.
Rio, 02-03-2015.


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Neste vídeo, um momento lindo para a posteridade, quando RENATO BARROS e a atriz ADRIANA LESSA cantam uma das músicas de maior sucesso composta por Renato, o hit Devolva-Me, de 1966.
Acompanhamento de Chico Neto no teclado e Eristom Gonçalves no baixo acústico.
Tijuca, Rio.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Neste vídeo RENATO BARROS interpreta “Body and Soul”. Chico Neto ao teclado e arranjos (Maestro Chiquinho), Eristom Gonçalves no baixo acústico, participação vocal de Getúlio Côrtes. Ao final, podemos ouvir o entusiasmo e aprovação do restaurateur Otto Ottmar Grunewald (‘maravilha! quero esse vídeo!…’).
Rio, 01-12-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Meste vídeo RENATO BARROS canta o standard “Body and Soul”, acompanhado por Chico Neto no teclado.
Tijuca. Rio, 07-02-2017.
Vídeo: Henrique Kurtz’

“Body and Soul” é uma canção popular de jazz gravada pelo saxofonista americano Coleman Hawkins e composta por Johnny Green, Edward Heyman, Robert Sour e Frank Eyton em 1930.
Foi escrita para a atriz e cantora inglesa Gertrude Lawrence, sendo interpretada pela primeira vez por ela, ainda na Inglaterra.
Um padrão de jazz até hoje, possui centenas de versões cantadas e gravadas por dezenas de artistas.
Clássicas gravações vocais incluem as de: Ella Fitzgerald , Hanshaw Annette , Billie Holiday , Billy Eckstine , Etta James , Sarah Vaughan e Frank Sinatra, e músicos como Benny Goodman , Lee Konitz , John Coltrane , Charles Mingus , Dexter Gordon e Lester Young.

Neste vídeo, uma linda interpretação de Renato Barros, o roqueiro mais querido do Brasil.

Neste vídeo RENATO BARROS e GETÚLIO CÔRTES, sob a batuta do Maestro Chiquinho Neto, com o baixista Eristom Gonçalves, cantam: The Way You Look Tonight, The Lady Is A Tramp e Fim de Caso.
Rio, 04-11-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Para RENATO ‘Blue Cap’ BARROS, felicidade significa estar entre familiares e amigos, tocar guitarra por horas a fio e cantar standards do Jazz, algumas da bossa nova e vários clássicos do repertório de Frank Sinatra, dentre eles, ‘Love Is Here To Stay’.
Rio, 27-09-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Comemoração de aniversário do RENATO BARROS, organizada pelas suas filhas, ERIKA e RENATA. Presença de familiares e amigos, com direito a jam session com Renato no violão e guitarra junto aos seus amigos músicos: Chico Neto no teclado, Eristom Gonçalves no contrabaixo acústico e Gelsinho Moraes na caixa. Getúlio Côrtes cantou o standard Singin’ in the Rain e a sua imortalizada composição Negro Gato, originalmente gravada pelo conjunto Renato E Seus Blue Caps.
Rio, 27-09-2014.
Filmagem: Henrique Kurtz ©


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Neste vídeo, RENATO BARROS canta “Corcovado” (Tom Jobim, 1960), acompanhado por Chico Neto ao teclado.
Tijuca. Rio, 06-12-2016.
Vídeo: Henrique Kurtz

Neste vídeo RENATO BARROS canta o standard “It’s Wonderful” ( George Gershwin-Ira Gershwin, 1927), acompanhado por Chico Neto ao teclado.
Tijuca. Rio, 06-12-2016.
Vídeo: Henrique Kurtz’

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Neste vídeo, RENATO BARROS e ROD STWART, dois roqueiros e uma só canção: o Jazz “The Way you Look Tonight”!

_ O primeiro, sem a sua famosa banda de Rock Renato e Seus Blue Caps, canta Jazz na simplicidade do ambiente de um bar na Tijuca, na companhia de amigos, acompanhado pelos músicos Chico Neto ao piano e Eristom Gonçalves no contrabaixo.

_ O segundo se apresenta com glamour e todos os aparatos necessários para a gravação de seu DVD ao vivo, diante de uma plateia seleta e encantada.

Ambos estão interpretando aqui a canção “The way you look Tonight”.

E nós, que os admiramos, aplaudimos aqui pela nossa telinha do computador.

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As lendas não morrem jamais e Renato Barros, uma lenda viva do Rock e da música brasileira, jamais deixará de ser o maior roqueiro do Brasil, com sua banda Renato e Seus Blue Caps! 😉

E como diria Cid Chaves, “QUERO OUVIR”!

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Um pouco sobre a Trajetória Musical da Banda de Rock The Fevers!

THE FEVERS, UMA DAS BANDAS DE ROCK MAIS ANTIGAS DO BRASIL EM ATIVIDADE.

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Da esquerda para a direita : Miguel ( sax ) , Lécio ( baterista ) , Liebert ( contrabaixo ) , Cleudir ( teclados ), Pedrinho da Luz ( guitarra solo ) e Almir (guitarra base e vocal).

Formada atualmente por Luiz Cláudio (Vocal), Liebert (Contrabaixo), Miguel Angelo (Teclado), Rama (Guitarra) e Otávio (Bateria), a banda já teve ao longo desses mais de 50 anos, várias formações.

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Fundada em 1964 com o nome de The Fenders, tinha como integrantes originais Almir Bezerra (vocais e guitarra), Liebert (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (guitarra), Cleudir (teclados) e Jimmy Cruise (vocais).

Em 1965 Jimmy saiu do grupo e os membros remanescentes decidiram mudar o nome para The Fevers. Foi quando entraram mais dois componentes: Miguel Plopschi em 1965 e Luiz Claudio em 1969.

Gravaram seus primeiros discos em 1965 e 1966 pela Philips, que foram os compactos “Vamos dançar o Letkiss” (versão de Letkiss), “Wooly Bully” (de Domingo Samudio, em versão) e “Não vivo na solidão”.

Em 1966 tiveram uma participação no filme Na Onda do Iê-Iê-Iê.

Mudaram para a gravadora Odeon ainda em 1966, revelando-se um dos mais importantes grupos instrumentais da Jovem Guarda.
Fizeram (muitas vezes sem créditos nos discos) o acompanhamento instrumental de gravações de Eduardo Araújo (O bom), Erasmo Carlos (os LPs O Tremendão e Você me acende), Roberto Carlos (gravações como Eu te darei o céu e Eu estou apaixonado por você), Golden Boys, Wilson Simonal (faixas como Mamãe passou açúcar em mim), Trio Esperança (LP A festa do Bolinha), Jorge Ben (o LP O bidu/Silêncio no Brooklin) e o primeiro LP de Paulo Sérgio.

O grupo foi eleito melhor conjunto para bailes em 1968 e lançou um LP chamado Os Reis do Baile.

No ano de 1965, entrou na banda o saxofonista Miguel Plopschi, em 1969 o vocalista Luís Cláudio entrou para a banda cantando os grandes sucessos em inglês; em 1975 entrou Augusto César e no ano seguinte, em 1976, Pedrinho saiu da banda.
O grupo já era um dos maiores vendedores de disco do país desde 1969, sendo a Música mar de rosas a mais solicitada em todo o país e até hoje continua sendo a mais solicitada.

Em 1979, com a saída de Almir, a banda convidou Michael Sullivan para o grupo, que passou a dividir o vocal com Augusto César.

Em 1982 a música Elas por Elas (Augusto César e Nelson Motta) entrou na abertura da novela da TV Globo, colocando o grupo como um dos grandes vendedores de discos e de shows do país.

Em 1983, outra abertura de novela, agora com a música Guerra dos Sexos (Augusto César e Cláudio Rabello), trazendo um público mais jovem a conhecer o trabalho do grupo.
É claro que as novelas também foram muito importantes para a banda na época.

Também em 1983 o componente Miguel Plopschi se desliga da banda e assume a direção artística da gravadora BMG nessa época.

Em 1984 o conjunto fez participação especial no LP da recém-criada banda infantil Trem da Alegria, tendo sido parte fundamental na composição da lendária música Uni Duni Tê, uma das melhores músicas infantis já criadas no Brasil. A voz é do vocalista Augusto Cesar.

Em 1985 entrou Miguel Ângelo como tecladista da banda e Michael Sullivan saiu no ano seguinte, em 1986.

Em 1988 Augusto César gravou um disco solo e convidou o talentoso vocalista e guitarrista César Lemos para se juntar a eles.
César Lemos atendeu o nosso convite e participou com brilho de 1988 a 1991, após a saída de Augusto Cesar.
César permaneceu por 03 anos no grupo.

Em 1988 foi a vez de Cleudir sair.

Na década de 1990, outra mudança na banda: saiu César Lemos e entrou o guitarrista Rama.

Por problemas de saúde, saiu o baterista Lécio e entrou Darcy.

Almir Bezerra retorna à banda depois de 12 anos.

Em 1994, Darcy dá lugar ao baterista Otávio; com a entrada de Otávio a banda passou a contar com os veteranos Liebert e Luiz Cláudio e mais Miguel Ângelo (36 anos), Rama (25 anos) e Otávio 23 anos.
Com essa formação, The Fevers passou a década de 90 fazendo músicas de sucesso, porém como se fosse uma nova banda.

Em meados do ano 2000 Almir saiu novamente da banda e quem assumiu o vocal principal foi Luiz Claudio.

Em 2004, grande parte das obras de seu catalogo da EMI Music foram remasterizadas e lançadas em formato de box (caixas comemorativas), em CD com o titulo “The Fevers Collection”.

Esta coleção é composta por 21 títulos distribuídos em 10 volumes. O primeiro deles é o 0 (zero), chamado The Fevers e Amigos (1966), seguido pelo volume 1 – A Juventude Manda (1966) e A Juventude Manda 2 (1967), vol. 2 – O Máximo em Festa (1968), vol. 3 – Os Reis dos Bailes (1969) e The Fevers (1970), vol. 4 – The Fevers (1971) e A Explosão Musical dos Fevers (1971), vol. 5 – The Fevers (1972) e The Fevers (1973), vol. 6 – The Fevers (1974) e O Sol Nasce Para Todos (1975), vol. 7 – The Fevers Nadie Vive Sin Amor – Espanhol (1975), vol. 8 – The Fevers (1976).

Muitas destas obras gravadas em vinil foram remasterizadas em processo digital por Marcelo Froes e relançadas em CD.

Os Fevers participaram ativamente da comemoração dos 40 Anos da Jovem Guarda ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e Golden Boys; montaram, sob a direção geral de José Carlos Marinho, o projeto 40 Anos de Rock Brasil – Jovem Guarda, que excursionou pelas principais capitais atuando nos principais espaços de Mega Shows de todo Brasil, com extraordinária repercussão.

O espetáculo foi registrado em DVD no Tom Brasil, São Paulo, premiado com Discos de Ouro e Platina. O Jovem Guarda – 40 Anos de Rock Brasil manteve-se na estrada com novo titulo de “Festa de Arromba”, tornando-se um dos principais espetáculos dirigidos para Eventos Coorporativos.

Em 2006, administrando o tempo entre shows e outros compromissos, gravaram ao vivo seu primeiro DVD numa grande apresentação realizada no Clube Português, em Recife. O repertório foi composto por grandes sucessos, como: “Mar de Rosa”, “Agora Eu Sei”, “Hey Girl”, “Vem Me Ajudar”, “Nathalie”, “Onde Estão Seus Olhos Negros”, “Se Você Me Quiser”, “Cândida”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Guerra dos Sexos”, “Elas Por Elas”, “Garoto Que Amava Beatles e Rolling Stones”, “Menina Linda” “Woolly Bully” e “For Ever”.

Momentos especiais do DVD, além da perfeita performance dos Fevers, foram as participações especiais de “Renato e Seus Blue Caps” e da Banda “Pholhas”, sob Direção Artística de JC Marinho e produção Musical de Liebert Ferreira e Luiz Cláudio.

No inicio de 2007 o DVD e CD com titulo homônimo foi lançado pela gravadora Polydisc. Como esperado, a dobradinha novamente alcança novo recorde de vendagem, contabilizando mais um CD e DVD de ouro para o grupo.

Empolgados com o sucesso do DVD, organizaram novo show, lançado em agosto no palco do Canecão (Rio de Janeiro), sob o nome de “Vem Dançar”, com vendas de ingressos esgotadas. O repertório do espetáculo reproduz o do DVD, justificando muito bem o titulo “Vem Dançar”. O ritmo contagiante faz com que a plateia ofereça um espetáculo à parte durante quase 2 horas com o ritmo forte e contagiante da banda.

Um dos momentos mais importantes e emocionantes na carreira dos Fevers foi em 2008, quando do Concerto “FEVERS INTERNATIONAL TOUR”, no Ontário Place, em Toronto e em Mississauga, Canadá, onde foram homenageados pela comunidade portuguesa canadense.

A turnê internacional teve sequência em Julho de 2009, quando The Fevers se apresentaram novamente no Canadá, desta vez com maior destaque no Chin Radio Pic Nic, considerado o maior pic nic ao ar livre do mundo O evento reuniu uma plateia de mais de 150.000 pessoas no Ontário Place em Toronto, apresentaram-se novamente em Mississauga e em Winnipeg, e todos os concertos tiveram lotação esgotada.

Comemorando o sucesso e a carreira ininterrupta de quatro décadas, The Fevers lançou um novo disco, mas não foi apenas “mais um disco” na extensa discografia da banda. Nele eles não se acomodaram, mesmo sustentando o título de “A Banda mais Popular do Brasil” ou “A Melhor Banda de Shows” e o grupo resolveu inovar, registrando um de seus melhores trabalhos fonográficos até hoje.

O resultado mostrou um “frescor” de Anos 2000 com a pegada dos Fevers. Não é aquele som característico da banda, que só de ouvir já se identificava a fonte, mas tem o toque do moderno com a qualidade da experiência de 47 anos de estrada.
Trazendo canções inéditas, algumas feitas por renomados amigos como os irmãos Rogério “Percy” Lucas e Robson Lucas (“Vício Sem Cura”), do grupo sulista Nenhum de Nós (“Você Vai Lembrar de Mim”), Alex Cohen e Michael Sullivan (“Vai e Vem”), Cesar Lemos, Karla Aponte e Elsten Torres (“When A Man Cries / Quando Um Homem Chora”), bem como composições de integrantes da banda, “Sigo em Frente” (Luiz Cláudio e Francisdeo) e “O Pecado Mora Ao Lado” (Rama); este novo disco dos Fevers apontou para o novo caminho e sonoridade da banda. Releituras do quilate de “Hey Jude” ( Lennon & McCartney – versão de Rossini Pinto), sucesso de seus shows desde 1969 e “Um Louco” (Ed Wilson), que a banda estourou em 1988, os Fevers mostram a sua versatilidade em recriar clássicos de sua carreira para os novos ouvintes que estão chegando.
São mensagens de otimismo, alegria, confiança, que a banda passa a seus fãs, com as regravações de “É Preciso Saber Viver” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Boa Sorte” (O. Vera e H.Sotero – versão Paulo Coelho) e “Marcas do Que Se Foi” (Tavito, Paulo Sergio Vale, Marcio Moura, Ribeiro, José Jorge e Ruy Mauriti). Para fechar o trabalho, o registro que mostra a cara dos Fevers: a gravação de “Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás” ( Raul Seixas e Paulo Coelho), com uma pegada e uma energia que justificam tantas bandas e músicos contemporâneos prestarem homenagens ao grupo.
Para um resultado final com esta qualidade, buscou-se trabalhar com os melhores profissionais e o melhor da tecnologia em equipamentos. Com isso, “Didier Fernan”, dirigiu toda gravação no Estúdio Copacabana e em seu Home Estúdio (RJ), “Cesar Lemos” (ex-integrante dos Fevers), foi o responsável pela gravação no Miami Beat Studio (Miami , EUA), “Guilherme Reis” mixou no Mega Studio (SP), e o festejado “Luigi Hoffer”, remasterizou no DMS – Digital Mastering Solutions (RJ).

E os Fevers não paravam. Este novo álbum, foi indicado na ocasião ao Prêmio da Música Brasileira de 2011.

Concorreram com The Fevers as bandas Roupa Nova e Sua Mãe, na categoria “Melhor Álbum Canção Popular”. A cerimônia do prêmio aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em Julho de 2011 e a banda vencedora foi o Roupa Nova. Porém, para os Fevers foi uma grande vitória a indicação ao prêmio.

Com agenda de shows muito requisitada, os Fevers mantém uma média anual superior a mais de 100 apresentações de Shows ao vivo, atuando de norte a sul do país e exterior.

Desde festas populares, passando por eventos corporativos e recepções das camadas mais elitizadas da sociedade brasileira, suas canções marcaram épocas, o que prova que The Fevers está marcado nos corações de seus fãs e na musica popular brasileira.

Fato este que independe de classe social e destaca o lado “cult” da banda, confirmando o resultado de pesquisa do programa Fantástico da TV Globo em 1979: The Fevers é a “Banda mais Popular do País”.

A banda passou pelas gravadoras Polydisc, Som Livre, Emi Music e BMG.

Ao longo dos anos continua sendo reconhecida ainda pela popularidade alcançada pelas participações no programa Jovem Guarda e também por acompanhar outros artistas na época.

Com uma vasta discografia, The Fevers lançaram alguns álbuns usando pseudônimos, e toda a discografia do grupo poderá ser conhecida neste site.

Pela indústria fonográfica, a banda conquistou 28 Discos de Ouro, 5 de Platina, 2 de Platina Duplo, 1 de Diamante, Disco de Ouro e Platina em Portugal, Prêmio Sharp como “Melhor Grupo”, Prêmio “Destaque Popular”, da Rádio Difusão, em 1999, Prêmio Petrobrás Rio Show 2005, 2006 e 2007, Prêmio Portuguese Cultural, Mississauga, Canadá, em 2009, Prêmio Festa Nacional da Música em Canela, RS, Edição 2010 e em 2011, a indicação ao 22º. Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo / Canção Popular.

Em depoimento, Renato Barros, líder da banda de Rock mais antiga em atividade do mundo, que é Renato e Seus Blue Caps, fala sobre os colegas de banda!

Já cansei (citada no depoimento do Renato)

Renato Barros expõe sobre a escolha das músicas que são tocadas nos Shows da banda Renato e Seus Blue Caps.

Renato Barros responde às dúvidas de alguns fãs que gostariam de ver outras músicas no repertório dos Shows de sua Banda Renato e Seus Blue Caps, e diz:

“O repertório de um show é muito complexo, talvez seja até mesmo a parte mais complexa. Fazemos a escolha obedecendo a critérios e ao aprendizado que o tempo nos proporcionou no decorrer dos anos e levando-se em conta o tamanho do Brasil e suas diversas regiões completamente distintas. Muitas músicas ficam de fora até contra a nossa vontade, sendo assim, montamos um Show com músicas que foram sucessos nacionais e não regionais. Somamos a isto o entendimento de que vivemos uma época em que o público valoriza demais a dança e a alegria (principalmente os mais jovens), e para atendê-los, colocamos os grandes sucessos do Rock internacional, como Beatles, Rolling Stones, Roy Orbinson etc…. Não é fácil montar um repertório, mas estamos abertos às boas sugestões.
Se não forem atendidos é porque a sugestão não se enquadrou a nossa filosofia.”

Além disso, nesta conversa informal via Messenger, Renato explica detalhadamente a escolha das músicas nos shows…
(me desculpem pelas falhas do sinal da Net…)

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O mesmo vídeo no Youtube:

renato-e-cid-de-costas