Menção da banda Renato e Seus Blue Caps em livro sobre os Beatles.

Renato e Seus Blue Caps teve o nome mencionado no livro “The Beatles at the Beeb – 1962-1965”, de Kevin Howlett, um livro que fala sobre todas as canções que os Beatles apresentaram na Rádio BBC citando as regravações e as versões delas feitas no mundo. Renato e Seus Blue caps é citado diversas vezes, por exemplo:

– Anna (Go to Him) – Originalmente gravada pelo compositor Arthur Alexander, a versão com os Beatles saiu em março de 1963 no álbum Please Please Me. Alguns anos mais tarde Renato e Seus Blue Caps apresentaram ‘Ana’ em português brasileiro.

– I Call Your Name – The Mamas and the Papas recorded it in 1966 and the Portuguese version ‘Garota Malvada’ was by, you guessed it, Renato and his Blue Caps. (The Mamas and the Papas gravaram essa música em 1966 e a versão em Português foi feita por, você adivinhou, Renato e Seus Blue Caps).

– I’ll Get you – Esta canção tornou-se inesplicavelmente muito popular em países da América Latina, daí o comentário no livro ter sido que “misteriosamente”, Renato e Seus Blue Caps deixou passar em branco esta canção. (Mysteriously, Renato and his Blue Caps passed this song by).

– I’m Happy Just to Dance with you – Renato e Seus Blue Caps gravaram uma versão desta, claro, e cantaram Sou Feliz Dançando com Você, uma tradução bastante ao pé da letra. (Renato and his Blue Caps covered it, of course, and sang ‘Sou feliz dançando com voce’ which was a pretty fair translation).

– I Should Have known better: Estranhamente houve grande atração de artistas estrangeiros por esta música e “Menina Linda” teve a versão em Português gravada pelos Vips* e, claro, por Renato e Seus Blue Caps.
* A gravação com os Vips foi bem depois da gravação com Renato e Seus Blue Caps.

– Love Me Do: Renato e Seus Blue Caps cantaram a versão em Português “Sou tão Feliz”. (Renato and his Blue Caps sang the Portuguese translation ‘Sou tao feliz’).

– The Night Before e Ticket To Ride – Músicas negligenciadas por outros artistas, até mesmo Renato e Seus Blue Caps deixaram de gravá-las.

O livro pode ser baixado em PDF aqui neste link:

http://www.americanradiohistory.com/Archive-BBC-Books/Beatles-at-the-Beeb-1965.pdf

“I’ll Get You” foi a música dos Beatles que Renato e Seus Blue Caps deixou passar batido, segundo o livro, e não foi feita nenhuma versão dela pela banda.
No Brasil saiu no LP “Beatles Again”.

Aqui o clipe de uma apresentação dos Beatles ao vivo pela BBC, com o áudio alterado para playback (o original não está muito bom).

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AS COMPOSIÇÕES DE ED WILSON GRAVADAS PELA BANDA RENATO E SEUS BLUE CAPS.

Edson Vieira de Barros (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1945 – 03 de outubro de 2010), mais conhecido como Ed Wilson, fez parte do programa Jovem Guarda e também do movimento da Jovem Guarda.
Foi um dos fundadores da banda Renato e Seus Blue Caps, juntamente com seus irmãos Renato Barros e Paulo Cezar Barros onde permaneceu até 1961 e no final de sua carreira esteve ligado à música gospel.

Em 1962 Ed Wilson iniciou sua carreira solo e fez muito sucesso com músicas compostas por ele, como “Carro do Papai”, “Sandra”, “Saudade”, entre outras.


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Ed Wilson teve também muitas composições de sucesso gravadas por outros cantores, como “Aguenta Coração”, “Chuva de Prata” e “Aparências”, além de muitas outras gravadas pela banda Renato e Seus Blue Caps, as quais seguem listadas abaixo.

O cantor passou por diversas gravadoras como RCA, Odeon, CBS, Line Records e Top Gospel.
Foi um dos criadores da banda The Originals em 2005, onde gravou os três CDs/DVDs da banda.

Aderiu ao estilo Gospel e neste meio gravou 06 discos solo sendo um em espanhol. Teve suas músicas regravadas por muitos cantores, inclusive no exterior.

Ouçam ED WILSON, compositor e cantor de uma voz extraordinária, que se calou em 03 de outubro de 2010, mas não para os seus eternos fãs.

Cara – 1983

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Chuva de Prata / Aguenta Coração / Aparências
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Ed Wilson, nosso Elvis, em performance durante a gravação do primeiro DVD The Originals, arrasando na interpretação das canções de Elvis Presley!
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COMPOSIÇÕES DE ED WILSON GRAVADAS POR RENATO E SEUS BLUE CAPS

Comanche (Ed Wilson) – 1962
A Saudade que Ficou (Renato Barros-Ed Wilson) – 1967
A Esperança É a Última Que Morre (Ed Wilson) – 1968
Vontade de Viver (Ed Wilson) – 1970
Sou Louco Por Você (Renato Barros-Ed Wilson) – 1971
Agora É Tarde (Ed Wilson) – 1971
Não é Nada Disso (Ed Wilson-Gelson) – 1971
Você Vive (Ed Wilson) – 1972
Como num Sonho (Pseudônimo de Alessandro – Cury) – 1974
Vou curtir minha dor (Pseudônimo de Alessandro) 1974
Recordações (Ed Wilson) 1974

Tire os Grilos da Cabeça – 1976
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Adorada – (Pseudônimo de Alessandro) 1977
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Triste Fim de Tarde (Pseudônimo de Cury-Alessandro) – 1979
Tudo Em Vão (Pseudônimo de Alessandro-Gibran) – 1979

Tim-Tim (Sob Pseudônimo Fatha-Cury) – 1981
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Você Foi Longe Demais (Sob Pseudônimo Fatha-Cury) – 1981
Sonho Colorido (Carlinhos-Fatha) – 1981

Velhos Tempos (Sob pseudônimo Cury-Fatha) – 1981
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Será? (Cury-Ed Wilson) – 1983
Amor Sem Fim (Renato Barros-Alessandro) – 1996

Depoimentos de Fãs da Banda Renato e Seus Blue Caps

Renato Barros foi o idealizador da banda Renato e Seus Blue Caps, fundou e criou a banda que até hoje é amada e seguida por pessoas de diferentes gerações.
Embora eu tivesse assistido a todos os programas musicais da TV Record dos anos 60, onde os artistas se apresentavam, nunca tive a oportunidade de ir ao Teatro vê-los pessoalmente, e foi em 22 de março de 2017 que me vi diante dele, “o mais puro sangue do Brasil”, como era apresentado por Roberto Carlos no programa Jovem Guarda, e pude comprovar o carisma, a genialidade, o talento do artista que se tornou a lenda viva do Rock nacional.
Tenho lido e recebido muitos depoimentos de fãs que se encantam com os shows da banda até hoje, e principalmente na atualidade, quando temos oportunidade de assistir e conferir tudo que a gente antigamente só poderia ver em revistas e TVs em preto e branco, e foi por isso que decide a partir de agora anotar os depoimentos que leio nas diversas postagens que publico no Facebook, Youtube e Word Press.
Se você é fã e ainda não tem seu depoimento aqui, comente e escreva o seu “para a posteridade”. 🙂  .

Renato Barros e sua Guitarra Fender Stratocaster

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ONTEM, HOJE E SEMPRE, RENATO E SEUS BLUE CAPS!
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“Primeiramente eu gostaria de dizer que sou um fã incondicional dos Beatles e dos também inesquecíveis e geniais Renato e Seus Blue Caps, cuja importância e influência na música brasileira se faz presente até hoje. Na minha opinião vocês foram a tradução mais completa e perfeita da maravilhosa obra dos Beatles no Brasil, a Jovem Guarda de modo geral, mas vocês principalmente. A Jovem Guarda será eternamente Jovem e no Brasil jamais existirá outro conjunto como Renato e Seus Blue Caps assim como no mundo jamais existirá outro conjunto como os Beatles!” (Pedro Costa)

“Acredito que boa parte do sucesso da Jovem Guarda se deve aos arranjos arrojados e às sonoridades marcantes daquelas músicas simples que tocam nossos sentimentos. E Renato e Seus Blue Caps foi um dos responsáveis pelos sucessos dos cantores e cantoras daquela época, pois gravou praticamente com todos eles. Essa Banda tem seu lugar garantido e reconhecido ao lado dos grandes ícones do Rock e da Jovem Guarda.” (Edson Fraioli de Mattos)

“GRANDE RENATO !!! QUE LEGADO MARAVILHOSO QUE VOCE DEIXA PARA TODOS NÓS QUE COMPARTILHAMOS, QUE CURTIMOS E QUE VIVEMOS TODA A SUA ARTE, QUE SÓ NOS TROUXE ALEGRIA. EU SOU APENAS UM ENTRE OS MILHÕES DE PESSOAS QUE TIVERAM AS SUAS VIDAS MARCADAS POSITIVAMENTE POR ESSE MOVIMENTO MÁGICO QUE VOCÊ
TAMBÉM PROTAGONIZOU. PARABÉNS, RENATO !!! VOCÊ E A SUA BANDA SÃO ETERNOS EM NOSSAS MENTES E EM NOSSOS CORAÇÕES !!!” (Jorge Antonio Mota)

“Sou muito fã deste maravilhoso músico. De suas composições, entre as diversas preferidas, destaco “SOU LOUCO POIR VOCÊ”, que sempre dedico à minha esposa quando toco. Muito obrigado, Renato.” (Caio Chaves)

“Fui totalmente influenciado pelo meu falecido PAI! Ainda quando era bem pequeno, lá pelos anos 70, escutava por tabela e conheço todas as musicas deles. Sei tocar todas no Baixo! Viva Renato e Seus Blue Caps.” (Luciano Pinto)

“Graças a DEUS cresci ouvindo RENATO E SEUS BLUE CAPS..pra mim Renato e um dos maiores GUITARRISTAS de todos os tempos…tocar uma guitarra como ele e dificil toda vida,cara e um GÊNIO adoro suas letras,versões e vocais…!! Vida Longa e Prospera..!! Sou seu fã..!!” (Heldeni da Silva Caneda)

“É fácil, sim falar. Foi um dos pais do rock nacional.! Mil respeito a Sir Renato!” (Josef von Drerkhelf)

“Renato e seus Blue Caps foi uma das melhores coisas que já aconteceu na música brasileira! Geniais!!! Infelizmente no Brasil não se preserva o que é bom, você vê grupos estrangeiros dinossauros, que continuam empolgando (nada contra, muito pelo contrário), mas aqui é barra, não existe uma cultura de valorização desta verdadeira nata do som nacional. Eu continuo curtindo e ouvindo pelo menos o que já está gravado…mas é claro, sempre sentindo falta de ver a banda em atividade. Quem sabe um dia..” (Anônimo)

“Comecei a ouvir Renato e Seus Blue Caps quando eu era ainda bem novo (acho que com uns 12 anos) daí eu vi que era aquilo que eu queria seguir. Todas as músicas tocavam dentro da minha alma. Daí eu olhava as capas dos discos e queria imitar Renato com o cabelo (já que eu tinha o cabelo um pouco grande na minha adolescência), daí me tornei adulto e tive a felicidade, de por muitas vezes, ver meu ídolo, que então só via nas capas dos discos. Foi uma coisa fantástica mesmo, parecia que eu estava do lado do Batman, Superman etc. Salve salve Renato e Seus Blue Caps! ” (Fábio Lima)

“Abençoados todos nós que temos esta oportunidade de ouvir Renato falar nes te video, ele que foi um dos caras que escreveram a trilha sonora das nossas vidas. Quando existiam bailes nas casas de São Paulo na década de 60 e 70, todos eram embalados por discos de Renato. Somos gratos, muito gratos Renato por voce existir, adoramos e compramos todos os seus discos daquela época e até hoje com muito prazer, lotamos os seus shows. Te amo, Renato e seus Blue Caps.” (Denise Star Blue)

“Grande lembrança!!!! Sou muito grato à música de Renato & Seus Blue Caps! Tenho grandes influências na minha formação musical e boas recordações daqueles dias da década de 60 !!! Foram dias muito felizes!!!!!! Obrigado, Renato Barros pela sua música!” (Álvaro Assmar)

” Um excelente músico ao vivo e em estúdio, gravou e ainda grava com grandes nomes da música brasileira de todos os estilos!” (Vanderlei Loureiro)

“E estes mimos da fã pela ídolo e estas miudezas de rara beleza que deixam as emoções a flor da pele. Na Praça Sete estão os cafés e o teatro Cine Brasil, e este abril é muito especial. Renato e Seus Blue Caps fez uma bela apresentação e alegrou o coração desta mulherada linda de Minas que não cansa de dizer que do lado esquerdo do peito pulsa um coração que ama Renato Barros de paixão. Não tenho ciume do Renato, pois minha eterna namorada conheci em um dos show do Renato em praias capixabas. Vida longa para esta banda que pulsa no coração dos brasileiros.” (Carlos Cunha)

“Esses caras maravilhosos não têm ideia do quanto eles nos deram alegria, felicidade, amor, respeito. Éramos felizes e não sabíamos. Muita saudade. São bons demais até os dias de hoje.” (José Alaor Cassiano)

“Amo Demaisss esse Grupo…..ontem….hoje…..e Sempre…..tenho no meu carro sempre tocando….e é contagiante todo Mundo Ama…..” (Aninha Espíndola)

“O que dizer de músicas tão lindas quanto essas.Apenas que continuam nos encantando e alegrando nossos corações!!!” (Letícia Silva)

“Ano de 1992, estava com vinte anos. Sempre que entrava de férias na época de colégio, viajava sempre pra Bahia (Porto Seguro), terra de minha mãe e vinha curtir junto com ela e família . Uma vez fui pra casa da minha tia passar um dia com ela, o marido dela e minha prima. Nessa época, eu me lembro bem como se fosse hoje, o axé music estava bombando. Mais eu sempre fui fã da Jovem Guarda, principalmente fã incondicional de Roberto Carlos. 90% era Roberto e o restante jovem guarda. Até que nesse dia eu olhando os discos de minha tia, vi uma capa de disco muito bonita com aqueles 5 rapazes todos de cara fechada , olhei o logo da CBS e perguntei a minha tia se esse disco era bom…. rsrs. Minha tia tratou de pegar o disco e colocar na vitrola de madeira dela e foi colocando logo a música “Não posso me controlar”. Quando ouvi aquela guitarra logo no meio da música, o baixo mandando ver, aquela bateria contagiante e a harmonia das vozes!! Nossa, aquilo ali me deixou contagiado também. De lá pra cá, foi correria atrás dos outros discos, fui no MIS ( Museu da imagem e som) no Rio atrás de reportagens, fotos, áudios. Ia muito na Cinelândia, centro do Rio, onde conheci vários colecionadores de vinis que vendia alguns discos de Renato. Na época, era raríssimo você os primeiros Lps como o “Isto é Renato” como os colecionadores chamam o disco e o ” Viva a Juventude”. Esse último era raríssimo. Custava mais de R$ 1000,00 . Tanto que achei um , mais a capa era xerocada….kkkkk. Enfim, hoje são 26 anos que ouço, admiro e sou fã desses monstros sagrados da nossa MPB e que tiveram uma contribuição muito grande pra carreira de vários artistas, inclusive o próprio Roberto Carlos. Renato & seus Blue Caps. Mesmo não sendo reconhecidos como deveriam, mas possuem uma legião de fãs, de todas as idades, por todo o Brasil, Vida longa Renato e seus Blue Caps.” (Sylvio Augusto Habibe)

” Minha época maravilhosa com dignidade, bom emprego, carro zero e a melhor banda do Brasil, Renato e Seus Blue Caps. Último baile que fui no Clube Atlético Ipiranga eles tocaram, depois fui várias vezes numa churrascaria na BR 116 para curtir. Obrigado Renato, por você existir. Showwwwwwww” (Cláudio De Franco)

“Esta história é real, ocorrida há quase 50 anos. Estávamos em 1968,e quase no final do ano, foi lançado o disco ESPECIAL, mais um primoroso trabalho de Renato e seus Blue Caps. A música com a qual me encantei logo que ouvi o LP, foi Não Demore Mais. Ressalto que o disco era emprestado por um amigo. Na época eu não tinha uma guitarra, somente um violão, com o qual pretendia tocar a música. Haviam passagens e notas complicadas na harmonia. Como eu precisava devolver o disco na 2@ feira, passei o final de semana tentando reproduzir os acordes. Desta forma, não encontrei com a menina que na época eu namorava, o que a deixou furiosa. Minhas explicações de nada valeram, ela terminou com o namoro, dizendo que não se conformava em ter sido trocada por um conjunto. Tudo bem, seguiu a vida, mas o que mais senti foi não ter conseguido tirar a melodia por completo. Namoradas eu consegui várias, mas as diminutas e dissonantes que meus ídolos tocavam, tiveram que esperar mais alguns anos e um pouco mais de conhecimento. Está é apenas uma passagem que demonstra a influência de Renato e Blue Caps em minha vida.” (Antonio J. Hopp)

“Espetacular o show de Renato e Seus Blue Caps ontem dia 23 no Clube Municipal, bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Poder ver de perto essa banda lendária do Rock nacional dos anos 1960 que explodiu na Jovem Guarda e testemunhar ao vivo o talento desses caras e o virtuosismo do grande Renato Barros nos maravilhosos solos de guitarra, descobrindo que ele é bem melhor do que eu esperava não ficando de fora dos grandes guitarristas tanto brasileiros quanto os internacionais. Obrigado por esse grande presente que foi o seu show cantando inclusive em inglês grandes clássicos como Smile (de Charles Chaplin) e Hotel California (sucesso dos anos 1970, mas não lembro qual artista) e seus improvisos nos solos provou que você continua em forma!” (Luis Alexandre Maia Pires)

“Me chamo Edivando Pereira Alves. Sou deficiente visual e moro aqui em Pernambuco. Estava andando pelo face estudando quando encontrei esta página maravilhosa. Como gosto de fazer amizades e ouvir boas histórias, resolvi curtir a página e escrever. Você e seu conjunto embalaram minha infância. Lembro-me de algumas discotecas que fui e lá estava um disco do Renato tocando. Quando brincava com a prima Zilma Aguiar, lá também saía uma música do Renato no velho rádio da minha avó. A gente brigava e fazia as pazes sempre com uma música do Renato ao fundo. Lembro-me da última briga que tive com ela. Quando cheguei em casa triste ouvi no rádio uma música sua que dizia a seguinte frase: Abra os braços pra vida que ela te espera pro novo amanhã. Daquele dia pra cá nunca mais brigamos e eu tenho por ela um carinho imenso. Veja como são as coisas! Você separava as brigas mesmo sem estar presente! Só em ouvir a letra que um dizia pro outro: Que música bonita! Não é? E começávamos a rir e a paz voltava. Resolvi contar para que o amigo saiba que suas letras unem pessoas. Obrigado pela atenção dispensada. Fique com Deus. Abraços!” (Edivandro Pereira Alves)

“Importante dizer que temos orgulho de termos em terras brasileiras, uma banda que além de ser a mais antiga em atividade é uma das melhores, senão a melhor banda do mundo! Valeu!” (Plínio Ambrosini)

“Parabéns Renato, você é um grande músico e responsável pelo progresso da música popular Brasileira. Grande abraço. Tenho a coleção completa desta grande banda conduzida por você.” (Gaspar Feichas)

“Era o início dos anos 70, quando fui levado pelas mãos do querido amigo Carlos Alberto ( O Rei dos Boleros ) no qual me apresentou ao grande músico e Produtor “Renato Barros”, no qual me deu a oportunidade que eu tanto esperava, Renato a você minha eterna gratidão, pois sem você nada teria acontecido,obrigado por me ter no rol de amigos, abraço sucesso.” (Roberto San)

“Ano de 1965. Pela primeira vez em minha vida, entrei em uma reunião dançante, na garagem da casa de minha prima Tania (ela não deve lembrar disso) e fui surpreendido com o som contagiante que tocava no Hi-Fi: O Fugitivo, de Renato & Seus Blue Caps. Estava lá pelos meus 12 ou 13 anos… Fiquei impressionado com o ritmo e a levada da música. Aquele instrumental simples e envolvente e os vocais incríveis para a época. Foi amor à primeira vista… E ai se seguiram: Você Não Soube Amar, Espero Sentado, Feche os Olhos, todas do LP “Isto É Renato & Seus Blue Caps”, que tinha sido recentemente lançado.
Em 1967, quando fiz 15 anos, recebi de presente o LP “Um Embalo com Renato & Seus Blue Caps” e ai não parei mais… Aprendi todas as músicas no violão e comecei a me inspirar na voz de Paulo Cesar Barros, apesar de já cantar desde os 5 anos de idade (segundo minha mãe)… Ou tentar, pelo menos…
Através de Renato e todos os seu Blue Caps conheci a maior banda de todos os tempos: The Beatles! Então você pode imaginar o quanto isso foi importante para essa minha louca teimosia, que é cantar…
Dali pra frente, os gostos musicais foram se modificando, mas sempre ficou preservada a paixão pela música do Blue Caps, que é a razão de eu ter insistido e investido tanto na música, em formação de bandas, tocando em festas, reuniões dançantes e bailes pela vida afora… A história é bem mais longa, mas isso fica pra outra hora.” (Tarcísio CasaNova)

“Renato e seus Blue caps, é uma coisa que não se explica eu que tive a honra de conhecê-los, conversar com eles como amigos, até mesmo fizemos algumas viagens juntos, aí meus filhos com 35, 33, 19 e 13 anos curtem como eu, agora com três aninhos meu netinho cantando as músicas deles, é pura emoção. Com certeza essa paixão é hereditária, passa de pai para filho. Obrigado aos velhos e novos Blue Caps, minha vida não seria a mesma sem vocês.” (Jorge Cardoso)

“Eu sou fã da banda desde 1969 quando foi lançado o LP que dizia na última faixa, quando a cidade dorme. Fiquei fã até hoje e todas as vezes que a banda vem em Teresina Piauí eu sempre estou no show e até já cantei com a banda num show que teve aqui a muito tempo no Clube dos Economiários. A música era a Dona do meu Coração e foi um sucesso.” (Francisco Costa)

“Tive o privilégio de ouvir e conhecer Renato e Seus Blue Caps nos primórdios de seu sucesso e sou fã até hoje. Se depender de mim a historia da banda será sempre contada e divulgada, para que as futuras gerações tomem conhecimento do que foi e continua sendo este conjunto criado pelo “Bacaninha da Piedade”, a lenda viva Renato Barros!” (Lucinha Zanetti)
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SHOWS DA BANDA RENATO E SEUS BLUE CAPS EM PERNAMBUCO E BAHIA / JAN 2018

A banda Renato e Seus Blue Caps desembarcou em Recife sexta-feira, dia 19 de janeiro, e de lá seguiu para a cidade de Limoeiro onde participou das festividades da “126a. Festa de São Sebastião”.
No palco em frente ao templo da Matriz, Renato e Seus Blue Caps emocionou pessoas de todas as idades com seu carisma e Show de Rock and Roll. Quem esteve presente viu Renato Barros fazer sua guitarra chorar!

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Assistam aqui ao Show completo da banda Renato e Seus Blue Caps na cidade de Limoeiro, em Pernambuco, durante a 126a. Festa de São Sebastião, em 19 de janeiro de 2018.
Filmagem: WEB TV:

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No dia seguinte pela manhã a banda seguiu para mais um Show, agora na cidade de Salvador, Bahia, no tradicional, sofisticado e disputado espaço de eventos, o Cerimonial Rainha Leonor, na Pupileira.

Show impecável, seguem fotos e vídeos.

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RENATO E SEUS BLUE CAPS NA PUPILEIRA EM SALVADOR – 20-01-2018

– Dona do Meu Coração
– Eu Não aceito o teu adeus
– Eu sou apenas alguém
– Hotel California
– Ana
– Playboy
– Não volto mais
– Cláudia

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ENTREVISTA DE RENATO BARROS AO BN CULTURA (JORNAL ON LINE BAHIA NOTÍCIAS)

Sábado, 20 de Janeiro de 2018 – 00:00
Renato e Seus Blue Caps fazem ‘Festa de Arromba’ com The Fevers em Salvador
por Jamile Amine

Formado atualmente por Renato Barros, Cid Chaves, Gelsinho Moraes, Darci Velasco e Amadeu Signorelli, o grupo carioca Renato e Seus Blue Caps retorna a Salvador neste fim de semana com a “Festa de Arromba”, desta vez ao lado dos amigos do The Fevers. Os shows, que remontam o universo dos anos 1960 e a Jovem Guarda, acontecem neste sábado (20), a partir das 21h, no Cerimonial Rainha Leonor, situado na Pupileira. “A gente está muito feliz de voltar já, acho que num espaço de três meses. É uma volta muito rápida, e a gente gosta tanto da Bahia, então é muito bom”, diz o líder do grupo, Renato Barros, lembrando as últimas apresentações, na AABB e no Teatro Castro Alves, em 2017.

A ideia da “Festa de Arromba” não é novidade, mas sua dimensão foi modificada ao longo dos anos. “O formato já existe desde 1999, que foi quando a gente fez pela primeira vez, só que naquela época eram várias bandas, era um negócio gigantesco. Era Renato e Seus Blue Caps, Os Fevers, Os Pholhas, Os Incríveis, Golden Boys…”, lembra Barros. “Fizemos um número grande de shows assim e depois foi diminuindo, e acabou que nós voltamos a nossa realidade, que é o que a gente gosta mesmo de fazer, show solo. A gente gosta, pra não misturar as coisas, porque cada banda tem seu estilo, a sua concepção e a nossa é de cantar para as pessoas ouvirem, nem tanto para dançar. Mas eu acho ótimo, acho que a gente vai conseguir fazer um bom show junto com os Fevers, que são nossos amigos”, acrescenta o músico, destacando o que avalia como um dos principais pontos positivos de eventos desta natureza: “mostrar seu trabalho para um público que não é cativo”.

No repertório, os maiores hits de Renato e Seus Blue Caps, como “Menina Linda”, “Feche os Olhos”, “A Primeira Lágrima”, “Meu Primeiro Amor” e “Meu Bem Não Me Quer”, além de duas canções em tributo a Tom Jobim, considerado por Renato Barros “o maior compositor brasileiro”. Mas o grupo poderá lembrar ainda um grande nome da música baiana. “Eu estava pensando em homenagear o Dorival Caymmi, mas não sei se vai dar tempo… Tomara que dê!”, conta Barros, destacando que, apesar do set list contar com canções já conhecidas, o modo de executá-las é sempre renovado. “A gente sempre tenta ficar bem próximo do que rola, mantendo a energia de tocar. É claro a gente não toca essas músicas da forma que tocava nos anos 1960, a gente vai mudando”, diz ele, explicando que a proposta dos artistas de sua geração é trazer um clima de nostalgia para aqueles que viveram a época, mas também mostrar seu trabalho para os mais novos.

60 anos de História nas páginas de um livro
Em 2019 o Renato e Seus Blue Caps faz 60 anos, mas o peso das décadas parece não romper a naturalidade com a qual Renato Barros encara a trajetória da banda. “É o tipo do negócio que não faço questão de falar, porque espanta o povo”, comenta o músico. “Eu quero que caia no esquecimento (gargalhadas)”, brinca. “Mas é verdade. A gente começou bem cedo e conseguiu muita coisa. Eu pelo menos não esperava nunca que fosse conseguir. Mas as coisas aconteceram e a gente tem que aceitar o tempo”, acrescenta ele, reafirmando sua forma de encarar a longeva carreira: “Eu acho que a gente tem que focar mais em outros detalhes, focar mais na feitura do show, da produção”. Diante disto, as seis décadas provavelmente chegarão sem celebrações ou grandes alardes, mas a história do grupo deve ser eternizada em páginas de papel. “Eu pessoalmente estou envolvido em um provável lançamento de um livro. Estou pensando muito nisso. Estou naquela fase de colher dados antes de Cristo (risos)”, conta Barros, sobre o projeto de lançar uma obra biográfica. “Estou na fase da pesquisa, de me lembrar, ter certeza mesmo do que eu falo. Porque tem tanto tempo, que a gente pode se enganar. Eu estou com muito cuidado, principalmente quando a gente fala de outras pessoas. Embora fale bem, mas fazer um livro é uma responsabilidade muito grande. É o que eu estou focado agora”, revela o cantor, que para esta empreitada conta com o apoio da jornalista paulista e amiga Lucia Zanetti. “Ela é muito competente e legal, e na verdade, quem está me cobrando isso é ela”, destaca.

RENATO BARROS FALA SOBRE OS BAIXISTAS QUE PASSARAM PELA BANDA E ESCLARECE A CURIOSIDADE DOS FÃS SOBRE A CAPA DO ÁLBUM DE 1969.

Perguntei a Renato Barros quais foram os baixistas que passaram pela banda Renato e Seus Blue Caps e se Cadinho (Cláudio) entrou depois de Pedrinho e antes do Amadeu. Renato respondeu que foi no final dos anos 80, depois da saída do Pedrinho e antes da entrada do Amadeu (atual baixista da banda). o início da gravação falhou, me desculpem), inclusive citou que ele aparece no documentário “Renato e Seus Blue Caps, Uma Historia de Sucesso”, exibido pela TV Manchete, produzido por Ney Padilha, e já publicado na página oficial da banda no Facebook.
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Ouçam neste vídeo a seguir a resposta de Renato Barros:

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O VÍDEO NO FACEBOOK:

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Sobre a capa do disco de 1969, Renato explica que era uma época em que estava em voga o psicodelismo, então eles acharam por bem fazer uma capa psicodélica, usando algumas roupas do tipo e tal. O fotógrafo da CBS disse que conhecia um lugar bem legal para este propósito, e indicou a Gamboa no Rio de Janeiro. E lá foram eles. Na época a formação era Renato, Cid, Pedrinho, Scarambone e Tony, e encontraram um muro meio em ruínas, ao lado de um portão, e fizeram a foto.

O primeiro que aparece, e está de colete preto, é o Pedrinho, baixista.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC (1996) – Um registro Histórico.

Foi em 15 de junho de 1996 que a cidade de Joaçaba em Santa Catarina recebeu pela primeira vez a banda Renato e Seus Blue Caps.

A Recepcionista Dirce atendendo Renato e Seus Blue Caps

Pouco antes do início do Show, Bolinha entrevistou a banda, que na ocasião estava para lançar um disco, e aqui podemos ouvir Renato Barros falar sobre o CD lançado em setembro de 1996, citando a música “Amor sem Fim”, que conforme já publicamos aqui, foi ouvida por George Martin, produtor dos Beatles, que parece ter gostado muito da canção.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 – (Entrevista e Fotos)

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Depois desta histórica entrevista realizada e gravada por Antonio Carlos Pereira, o Bolinha, a banda se apresentou no Clube da AABB em Joaçaba.

RENATO E SEUS BLUE CAPS EM JOAÇABA/SC – JUNHO DE 1996 (Entrevista e Show).

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“SET LIST”

1 – Vou Subir bem Mais alto que Você
2 – Se Você Soubesse
3 – Como num Sonho
4 – Não vá embora sem me dizer
5 – Dona do meu Coração
6 – Não te Esquecerei
7 – O meu primeiro amor
8 – Até o Fim
9 – Você não Soube Amar
10 – Memórias
11 – Pare o Casamento
12 – Pobre Menina
13 – Festa de Arromba
14 – O Pica Pau
15 – Pode Vir Quente que eu Estou Fervendo
16 – O Bom
17 – Primeira Lágrima
18 – A irmã do meu melhor amigo
19 – Feche os Olhos
20 – Não me Diga Adeus
21 – Meu Bem não me Quer
22 – Menina Linda
23 – Obrigado pela Atenção

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As imagens do Show, a Entrevista e as fotos são do acervo de Antonio Carlos Pereira, que ele gentilmente enviou a mim e ao Renato Barros em DVD.
BLOG: OS DISCOS DO BOLINHA

RENATO BARROS COMENTANDO O LP RENATO E SEUS BLUE CAPS DE 1963.

Em 30 de novembro de 2017 tive a oportunidade de gravar com RENATO BARROS sobre o álbum Renato e Seus Blue Caps de 1963, ocasião em que ele recordou alguns fatos curiosos e até mesmo engraçados.

Falamos sobre o programa de Jair de Taumaturgo, que foi quem escreveu na conta-capa do disco;

Renato também teceu comentários sobre as gravações de “Lobo Mau”, versão de Hamilton di Giorgio;

A música “Comanche” versus “Apache”;

O bebê em “Boogie do Bebê”, que na verdade era uma atriz;

As músicas não autorizadas, como “Kathleen”;

A paródia não autorizada, “O Bode e a Cabra”, uma gravação que foi descoberta por Leno Azevedo nos arquivos da CBS… e muito mais!

Ouçam o vídeo com trechos das músicas e os comentários de Renato. 😉
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O MESMO VÍDEO NO FACEBOOK

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RENATO E SEUS BLUE CAPS

Lado 1

– Limbo Rock
– Walking My Baby Back Home
– Estrelinha (Little Star)
– The Wanderer (O Lobo Mau)
– Comanche

Lado 2

– Boogie do Bebê
– Ford de Bigode
– What’d I Say
– Relax
– Stand Up

“Sim, eu os conheço muito bem. E justamente por isso, falo com base sobre as virtudes musicais destes jovens que integram o conjunto ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS”.
Foi-me dada a satisfação de acompanhar a evolução dos moços que, no princípio, tinham apenas intuição artística e hoje, para gáudio da mocidade, formam um conjunto dos mais homogêneos e de grande valor.

Faço um retrocesso no tempo e encontro-me exatamente na época em que conheci ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS”, há alguns anos. Estava na minha sala, na Rádio Mayrink Veiga, um grupo de amadores para se inscrever no programa “Hoje é Dia de Rock”, a fim de concorrer ao troféu, fazendo… mímica! E, a bem da verdade, até que não se saiu mal, pois conseguiu alcançar classificação de destaque. Lembro-me bem de Renato, Paulo César, Edinho (hoje categorizado intérprete, aplaudido por suas gravações como Ed Wilson e que naquele período era o crooner) e mais alguns companheiros, dando já mostras de acentuada inclinação para a música, improvisando as mais variadas encenações para os seus números mímicos, procurando dar vida ao conteúdo dos discos.
Mas, de espírito valente, como acontece com todos os jovens, acharam que podiam e deviam ultrapassar o terreno da imitação, para atingir um campo mais concreto, mais palpável. Do pensamento à ação, foi um pulo.
Dotados de uma extraordinária vontade, dedicaram-se à música ao vivo.
Seus primeiros instrumentos, adquiridos com muito sacrifício (moços pobres) não lhes permitiam mostrar a técnica resultante de horas e mais horas de estudos e de ensaios.
(Vale aqui lembrar que Paulo César, atualmente um exímio contrabaixista, começou tocando piano com dois dedos, para depois chegar À CONCLUSÃO DE QUE SEU INSTRUMENTO FAVORITO ERA OUTRO.)
O tempo, todavia, haveria de ajudar e hoje ‘RENATO E SEUS BLUE CAPS” possuem um notável instrumental que, manejado por mãos hábeis, transmite toda a alegria e vibração que encontramos na música moderna.
A meu ver, o que mais impressiona no Conjunto, é a simplicidade de seus componentes. Embora com algumas alterações desde a formação inicial, continuam a ser os mesmos rapazes corretos, educados e com os quais dá gosto lidar.
A sua popularidade é enorme (pude comprová-lo pessoalmente numa série de shows dentro e fora do Rio).
Seu repertório é atualíssimo, pois são selecionadas com critério as composições de evidência entre tantas que moços e moças cantam e assobiam.
É, enfim, um verdadeiro conjunto.
Seus componentes: RENATO BARROS (chefe do grupo), guitarra elétrica; PAULO CESAR, contrabaixo; ROBERTO SIMONAL, sax; ERASMO CARLOS, guitarra elétrica e também crooner; e, finalmente, TONIO, bateria.
A COPACABANA, ao lançar este que é o segundo LP de RENATO E SEUS BLUE CAPS, alcança dois objetivos: mais um premio ao talento dos jovens músicos e um grande lançamento para a juventude brasileira, que encontrará, não tenho a menor dúvida, um excelente entretenimento para suas horas de lazer.
De resto, só me cabe aconselhar ao discófilo: ouça as várias faixas deste microssulco e divirta-se a grande!”

Por JAIR DE TAUMATURGO